Medo ‘de ser você amanhã’ pode fazer corporativismo do Senado proteger ‘cuecão’



 
Alegações dos senadores são primor de caradurismo, como a que rejeita a “decisão monocrática” de um ministro do Supremo

Bolsonaro oficializa afastamento de vice-líder com dinheiro entre as nádegas
Senador Chico Rodrigues (DEM-RR) - Foto: Agência Senado.

O medo “de ser você amanhã” mobiliza a reação corporativista do Senado para negar endosso à determinação do ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de afastar o senador cuecão Chico Rodrigues (DEM-RR) por 90 dias, em razão da gravidade das acusações que pesam sobre o político flagrado com dinheiro enfiado entre as nádegas, quando ao ser revistado por policiais federais. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As alegações dos senadores são um primor de caradurismo, como a que rejeita a “decisão monocrática” de apenas um ministro do Supremo.

Izalci Lucas (PSDB-DF) diz que não pode um ministro do STF afastar um senador, assim como um senador não pode afastar ministro da Corte.

Senadores e deputados agem como cidadãos de “primeira classe”, que não se sujeitam a decisões judiciais, a menos que o Congresso autorize.

A Câmara se negou a afastar o deputado investigado por corrupção Wilson Santiago (PTB-PB), ignorando ordem do ministro Celso de Mello.

 

Diariodopoder.com.br





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