RAUL SEIXAS ÚLTIMO TEXTO/ANÁLISE DO PERFIL DO MALUCO BELEZA.

Jair Queiroz é escritor e psicólogo

Voltando para a conclusão da minha análise livre do perfil emocional do roqueiro/ator, revolucionário, Raul Seixas, seu gênio e sua obra, farei uma leitura das letras de algumas músicas, em consonância ao que depreendo do seu perfil.
Darei uma olhada no livro Baú do Raul, lançado pós morte, em recortes sobre citações dele, procurando ler nas entrelinhas que permeiam o expresso e o oculto na sua obra.

A RELIGIOSIDADE DO ROQUEIRO

No texto anterior mencionei a "religiosidade" de Raul, o que parece paradoxal, pois ao mesmo tempo ele se mostrava cético e contestador das crenças religiosas.
Bem, esse é exatamente o primeiro sinal de religiosidade. É paradoxal, mas que tem fundamento nas próprias escrituras.

Uma música muito conhecida de cunho religioso/Católico, diz assim: "As vezes quem duvida e faz perguntas / É muito mais honesto do que eu". É isso mesmo! Questionar verdades religiosas é um forte indício de religiosidade, ou seja, de busca; Busca que se origina no vazio do ser, das incertezas, dos medos...

Outro forte indício, por mais conflitante que pareça ser é o uso de substâncias que alteram a consciência. O álcool - cuja palavra tem origem no termo árabe "al-kuhul", que se traduz por espírito, ou, numa leitura ampliada, "elevar o espírito" - era uma das substâncias da qual Raul se tornou dependente.

Lembremos que os gregos cultuavam Dioniso, o deus do vinho, da embriaguez e dos prazeres.

Essa ligação "droga/religião", não há como negar. É intrínseca à dinâmica do desenvolvimento humano.

A Cannabis também, assim como outras substâncias que produzem estado de alteração de consciência, similar ao estado de transe religioso.
Bem, feito esse intróito, voltemos à obra de Raul, ou seja, suas canções, em especial nas entrelinhas das suas letras.

No texto anterior citei a letra da música Gitá, uma alusão ao Baghvad Gita, trecho dos Rig Vedas, onde se assetam as bases do Hinduísmo. Nesse vou iniciar olhando a letra da música Trem das Sete. Óbvio que a citação ao "trem que estava chegando", era uma metáfora à volta de Jesus. Ele usa a expressão Aeom, que para os Gnósticos remete à Deus e o "novo Aeom", que simboliza o filho, Jesus.

O Apóstolo Lucas, ressalta "que tudo se passará muito rápido (a volta de Jesus), como um relâmpago que cruza do oriente para ocidente", logo, que todos deveriam estar vigilantes para não serem pegos em pecado. Em, Lucas 17:36, alerta: "Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro será deixado". Ou seja, um subirá ao céu (o que vigiou), outro ficará na terra (o pecador). "O que ficar ficará chorando; O que subir subirá sorrindo".

Bem, quem conhece a letra da música já identificou: "Quem vai ficar, quem vai partir. Quem vai chorar, quem vai sorrir". Raul conhecia muito bem essas passagens e as respeitava a ponto de citá-las, possívelmente por sentir-se em parte culpado e temer ficar preso à terra, por outro, alimentava a fé de que se libertaria do peso do mundo e "subiria sorrindo" aos céus.

Embora tenha se envolvido com ritos diversos, ligados ao ocultismo, magia, etc, sua maior "devoção" era mesmo o Cristianismo. Judas, Planos de Papel, dentre outras fazem referencia à trechos ou personagens bíblicos, num tom de liturgia e respeito.
Não é possível discorrer sobre todas as letras, considerando que a discografia de Raul passa das 250 composições.

Finalizarei então fazendo mais algumas leituras do seu quadro psicológico que registra um acentuado distúrbio fóbico, possivelmente originado na insegurança que se assomou ainda muito jovem, fruto das desavenças familiares. As músicas Paranóia e Paranóia 2, Conserve seu medo... dentre outras revelam esse perfil, inclusive na menção ao medo de Deus que "vê tudo que se faz", frase que evidencia um forte sentimento de culpa.

Não é novidade mencionar a angústia que o acompanhava, pois que ele mesmo narrou nas centenas de rascunhos, mensagens, escritos aleatórios que deixou e que compuseram a obra Baú do Raul. Tal baú existiu de fato e nele eram depositados esses fragmentos de vida que só vieram a público após sua morte.

Assim encerro meu passeio por essa "historiografia marginal" sobre o artista/ator (interpretou a própria vida) Raul Seixas, cuja alma inquieta se formatou na dor, no vazio, na silidão, na autoestima destruída, contudo, que encantou milhões de fãs, embora grande parte jamais percebeu o sentido oculto nas músicas que os embeveciam.

F I M


Mentir para receber o auxílio emergencial é fraude e pode dar mais de 6 anos de prisão

 

Publicado por: Gerlane Neto 

Criado em abril para atender a população de baixa renda durante a pandemia de coronavírus, o auxílio emergencial de R$ 600 também foi parar no bolso de muitas pessoas que não têm direito a ele. Quem fraudou o sistema para receber o dinheiro ou o recebeu indevidamente e não devolveu pode responder criminalmente por isso.


Especialistas ouvidos pelo UOL afirmam que, na hipótese mais grave, a fraude configura estelionato contra os cofres públicos, com pena máxima de mais de seis anos de prisão.

Segundo um relatório do TCU (Tribunal de Contas da União), cerca de oito milhões podem ter recebido indevidamente o auxílio. O órgão identificou, por exemplo, o pagamento a mais de 73 mil militares e a jovens de classe média alta.

Nem todos os que receberam o dinheiro indevidamente o fizeram de propósito. Há casos de vítimas de golpistas e de pessoas que receberam o pagamento automaticamente, por estarem em um cadastro do governo. As consequências são diferentes para cada caso.

Mentir para receber pode configurar estelionato
Quem fez o cadastro no aplicativo ou site da Caixa teve que informar renda, profissão e declarar que se enquadra em todos os requisitos para receber o auxílio emergencial. Um deles é ter renda de até R$ 522,50 por pessoa ou renda familiar mensal de até R$ 3.135 (veja detalhe dos critérios mais abaixo).

De acordo com o promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo Rogério Sanches Cunha, a pessoa que mentiu deliberadamente com o objetivo de obter vantagem indevida cometeu o crime de estelionato, que tem pena de um a cinco anos de prisão. Como o crime é contra os cofres públicos, existe um aumento na pena, fazendo com que ela possa chegar a seis anos e oito meses.

Segundo o promotor, como o auxílio é dividido em três parcelas que ainda estão sendo pagas, o crime continua em andamento. Assim, a pessoa que fraudou o cadastro pode ser presa em flagrante a qualquer momento.


AQUI NA PARAÍBA É ASSIM: “Se você pertencer a famílias tradicionais, poderosas e influentes, tem licença para atropelar e matar “

Por Flavio Lucio

Vamos a essa sequência.

No dia 10 de abril de 2020, a empresária Taciana Ribeiro Coutinho assassinou o marido Helton Pessoa com quatro tiros na Fazenda Zumbi. Segundo laudo, a empresária atirou nas pernas e na cabeça do marido enquanto ele estava no banho, e, segundo a polícia, por motivo fútil e sem que houvesse chance de defesa. A empresária se entregou no dia seguinte, alegando que havia sido agredida pelo marido.


Um mês e meio depois, A polícia civil indiciou Taciana Ribeiro Coutinho, , por homicídio duplamente qualificado. E não é que, menos de um menos de um dia depois de ter assassinado o marido, imobilizando-o com três tiros nas pernas, e depois executando-o com um disparo fatal na cabeça, a Justiça paraibana decretou a prisão domiciliar da empresária, obrigando-a a usar tornozeleira eletrônica?


E você acha que parou por aí? Hoje, o juiz Anderley Ferreira Marques, da 1ª Vara de Justiça de Sapé revogou a prisão da empresária Taciana Ribeiro Coutinho.

Aqui na Paraíba é assim. Se você pertencer a famílias tradicionais, poderosas e influentes, tem licença para atropelar e matar intencionalmente um agente de trânsito durante uma blitz. Lembram do caso? O presidente do TJ foi acordado às 3 da manhã de um domingo para impedir a prisão do motorista bêbado. O nome dele? Rodolpho Carlos, que estava completamente bêbado quando dirigia seu Porsche de playboy.

Enquanto uma assassina confessa volta a andar pelas ruas livre, leve e solta, Ricardo Coutinho, Márcia Lucena, Waldson Sousa, Gilberto Carneiro, Coriolano Coutinho e vários outros, continuam usando tornozeleiras e impedidos de saírem de casa à noite durante os finais de semana. Isso mesmo sem terem sido declarados réus, ou seja, não têm nem processos formalizados contra eles.

Enquanto esperam pela apresentação de provas que nunca chegam.


Possíveis candidatos: Socorro Gadelha, Edilma Freire, Diego Tavares e Daniella Bandeira deixam a Prefeitura de João Pessoa

Diego Tavares, um dos secretários que deixaram a PMJP visando as eleições.

Portal WSCOM



A Prefeitura de João Pessoa comunicou na tarde desta quinta-feira (4) que os titulares das pastas de Habitação, Socorro Gadelha, de Educação, Edilma Freire, de Desenvolvimento Social, Diego Tavares e de Planejamento, Daniella Bandeira, solicitaram desincompatibilização dos seus cargos. Eles cumprem, assim, uma exigência legal para que estejam aptos a disputar as eleições municipais, até então mantidas para este ano.

Segundo o secretário de Gestão Governamental e Articulação Política, Hildevânio Macêdo, o prefeito Luciano Cartaxo acatou os pedidos, compreendendo como legítimas as postulações dos gestores e a imperiosa necessidade de obediência aos prazos ainda vigentes, mesmo que sob análise do Parlamento e do TSE. Ainda de acordo com o secretário, o prefeito alegou que o tema entrará na pauta, oportunamente, mas que o atual momento aponta uma só prioridade para a gestão: o enfrentamento à pandemia da Covid-19, ficando para um momento posterior qualquer discussão e decisão que não esteja nesta esfera, da saúde e da retomada econômica.

“O prefeito Luciano Cartaxo afirmou ser natural que gestores públicos comprometidos com a cidade, com as enormes conquistas dos últimos anos, defendam este trabalho e se coloquem à disposição do seu avanço”, disse Hildevânio. E completou: “Para isso, exige-se o rigoroso cumprimento da lei, sendo o afastamento da função uma imposição formal, prevista na legislação eleitoral”.

O gestor fez questão de agradecer aos colaboradores. “Eles têm dado uma enorme contribuição à nossa capital, ajudaram a fazer deste trabalho uma referência e, por isso, são todos nomes capacitados para representar um avanço, nesta caminhada; quando for a hora adequada e possível, um deles assumirá esta missão, com os demais até podendo reassumir o importante papel que desempenham hoje”.

Hildevânio registrou ainda que, na opinião do prefeito, todos eles certamente estarão como voluntários, nestas próximas semanas, na linha de frente do combate à pandemia. “Nas secretarias, o plano de ação foi traçado e vem sendo cumprido à risca, não haverá descontinuidade, ao contrário, contamos com a dedicação redobrada de cada equipe para nos levar adiante no maior desafio do momento: vencer a pandemia e começar a fazer valer os parâmetros da nova normalidade, é disso que estamos cuidando 24 horas por dia”, concluiu.


Governo deve propor prorrogação do auxílio emergencial em duas parcelas de R$ 300


Para Guedes, o benefício não poderia ser maior que R$ 200 porque esse é aproximadamente o valor médio pago aos beneficiários do Bolsa Família.


Por Fábio Pupo / Folhapress
 

O próprio presidente Jair Bolsonaro, no entanto, citou valores mais altos. (Foto: Reprodução)
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo deve propor em breve que o auxílio emergencial, voltado principalmente a trabalhadores informais, seja estendido em mais dois meses. O valor durante o período prorrogado cairia dos atuais R$ 600 para R$ 300. Esse é o provável desfecho visto pela equipe econômica atualmente para as discussões no governo sobre o programa, que foi criado por um projeto de lei para durar apenas três meses. Entre parlamentares, no entanto, há pressões para uma extensão do benefício a valores maiores.

O valor sendo considerado agora já é mais alto que o defendido pelo ministro Paulo Guedes (Economia). Conforme mostrou a Folha de S. Paulo, ele admitiu no mês passado a possibilidade de prorrogar o auxílio por um ou dois meses, mas com um valor de R$ 200.

A possibilidade de extensão foi admitida por ele mesmo após a equipe econômica ir a campo defender, em diferentes declarações públicas, que não poderia haver prorrogação do programa. A justificativa foi a que medida demanda muitos recursos.
Durante a concepção do auxílio, no começo da pandemia no país, Guedes já queria propor uma ajuda de apenas R$ 200, mas o governo aceitou elevar o montante para R$ 600 após pressões do Congresso.

Para Guedes, o benefício não poderia ser maior que R$ 200 porque esse é aproximadamente o valor médio pago aos beneficiários do Bolsa Família, que de forma geral são mais vulneráveis que trabalhadores informais.

O próprio presidente Jair Bolsonaro, no entanto, citou valores mais altos. Em entrevista no fim de maio, ele disse que a quarta parcela do programa poderia ser de R$ 300 ou R$ 400. E a quinta de R$ 200 ou R$ 300.

Nesta semana, ele voltou ao assunto dizendo que deve haver mais dois meses de programa e que os valores, menores que R$ 600, seriam ajustados por Guedes. "Falta definir o montante. E vamos esperar que até lá os outros governadores entendam o que seja melhor para o seu estado e adotem medidas para voltar aí o povo a trabalhar", disse Bolsonaro ao falar com pessoas na saída do Palácio da Alvorada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vem relatando que há vontade de parlamentares de ter pelo menos mais duas ou três parcelas no mesmo valor de R$ 600. Mas ele reconhece que há um impacto fiscal a ser considerado.

O auxílio emergencial é a medida anticrise que mais demanda recursos do Tesouro Nacional. Inicialmente, o governo estimou que o programa usaria R$ 98 bilhões dos cofres públicos. Depois, a previsão subiu para R$ 152,6 bilhões (considerando ainda os três meses originalmente previstos).

Tanto no Ministério da Economia como no Planalto, a visão é que a medida também deveria considerar um equilíbrio para incentivar o retorno das pessoas ao trabalho, o que, segundo essa visão, estimularia a retomada da atividade.

"Se falarmos que vai ter mais três meses, mais três meses, mais três meses, aí ninguém trabalha. Ninguém sai de casa e o isolamento vai ser de oito anos porque a vida está boa, está tudo tranquilo. E aí vamos morrer de fome do outro lado. É o meu pavor, a prateleira vazia", disse Guedes em reunião com empresários no dia 19 de maio.
"Eu estou jogando dinheiro, não tem problema. Agora, a prateleira vai estar vazia porque vão parar de produzir. Então tem um equilíbrio delicado que a gente tem que seguir", afirmou o ministro na audiência.

Clickpb.com.br

 


Sinalizando candidatura, Cícero Lucena não descarta apoio do governador e diz: "vou responder a João Pessoa para quê eu quero ser candidato"


Cícero declarou que "se a decisão for de ser candidato, eu vou responder a João Pessoa para quê eu quero ser candidato. E não para dizer "eu sou, eu fui prefeito de João Pessoa"."


Por ClickPB
 

Questionado se aceita o apoio do governador João Azevêdo, que até agora não tem nenhum nome lançado para a disputa à Prefeitura de João Pessoa, Cícero Lucena não descartou a possibilidade. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
O ex-prefeito Cícero Lucena falou ao Arapuan Verdade nesta quinta-feira (4) sobre a possibilidade de ser candidato a prefeito de João Pessoa nas Eleições 2020, agendadas para o próximo mês de outubro. O também ex-senador e ex-governador da Paraíba declarou que "se a decisão for de ser candidato, eu vou responder a João Pessoa para quê eu quero ser candidato. E não para dizer "eu sou, eu fui prefeito de João Pessoa"."

Cícero declarou que não é só vontade que deve mover um candidato, mas sim um propósito. "Eu tenho como posicionamento político a compreensão de que não é a sua vontade própria ou que você vá conquistar a eleição ou o eleitor ou aliados. Numa cidade como João Pessoa não é uma questão de você dizer "eu quero, eu vou ser candidato a prefeito de João Pessoa". Acho que todos os candidatos têm que ter essa vontade, obviamente. Mas ele tem que responder ao eleitor porque ele é candidato. Não é só a vontade da pessoa de ser candidato. Ele tem que dar uma satisfação e mostrar o que ele pode oferecer à cidade de João Pessoa."

Ele destacou a experiência que tem como ex-prefeito da Capital para dizer que, se oficializar a candidatura, terá como responder o motivo de se candidatar ao cargo. "Com essa visão e experiência que eu tenho de vida, os cargos que Deus me deu a oportunidade de me oferecer para que eu pudesse ocupar, os relacionamentos que eu construí ao longo dessa vida, os problemas que já enfrentei, as situações que precisaram de decisões equilibradas, obviamente que eu carrego isso comigo. E se a decisão for de ser candidato, eu vou responder a João Pessoa para quê eu quero ser candidato. E não para dizer "eu sou, eu fui prefeito de João Pessoa". Deus me deu duas oportunidades para isso junto com o povo da nossa cidade. Então não é essa a minha razão maior de querer ser prefeito de João Pessoa."

Cícero Lucena falou em identificar problemas e buscar soluções emergenciais, mas também pensar o futuro da cidade. "Eu, se vier a ser candidato, é para ter a visão, com a experiência que eu tenho, conhecimento que tenho da cidade, identificar os problemas e ter prioridade na solução desses problemas, mas também planejar um futuro melhor para a cidade. Um prefeito não pode ficar meramente reduzido à condição de só resolver problemas emergenciais."

Questionado se aceita o apoio do governador João Azevêdo, que até agora não tem nenhum nome lançado para a disputa à Prefeitura de João Pessoa, Cícero Lucena não descartou a possibilidade. "Se nós estabelecermos um projeto para João Pessoa e que esse projeto seja o que o eleitor compreende como o melhor para ela, todos aqueles que queiram se incorporar ao projeto para João Pessoa obviamente que serão bem-vindos." 


Covid-19: mais de 200 cidades da PB registram a doença; 17,5 mil casos

 

O novo coronavírus chegou, segundo boletim epidemiológico divulga na noite desta quinta-feira (4) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), 203 cidades paraibana. Nas últimas 24h, foram registrados 1.561 novos casos.

Segundo o boletim, já foram notificados 17.579 casos de Covid-19, sendo que 3.633 pessoas que já se recuperaram e 438, infelizmente, faleceram.

Os casos confirmados estão em 203 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (4); Aguiar (1); Alagoa Grande (89); Alagoa Nova (50); Alagoinha (132); Alcantil (4) Alhandra (172); Amparo (12); Aparecida (8); Araçagi (45); Arara (21); Araruna (4); Areia (66); Areia de Baraúnas (1); Areial (13); Aroeiras (32); Assunção (18); Baia da Traição (64); Bananeiras (36); Baraúna (42); Barra de Santa Rosa (10); Barra de Santana (19); Barra de São Miguel (3); Bayeux (416); Belém (60); Belém do Brejo do Cruz (2); Bernardino Batista (1); Boa Ventura (1); Boa Vista (35); Bom Jesus (1); Bonito de Santa Fé (1); Boqueirão (33); Borborema (2); Brejo do Cruz (8); Caaporã (431); Cabaceiras (1); Cabedelo (1003); Cachoeira dos Índios (9); Cacimba de Areia (5); Cacimba de Dentro (29); Cacimbas (5); Caiçara (28); Cajazeiras (126); Cajazeirinhas (1); Caldas Brandão (18); Campina Grande (2006); Capim (44); Caraúbas (1); Carrapateira (1); Casserengue (19); Catingueira (5), Catolé do Rocha (60); Caturité (16); Conceição (7); Condado (43); Conde (114); Congo (11); Coremas (17); Coxixola (7); Cruz do Espírito Santo (128); Cubati (3); Cuité (10); Cuité de Mamanguape (10); Cuitegí (54); Curral de Cima (10); Curral Velho (1), Damião (2); Desterro (11);Diamente (1); Dona Inês (3); Duas Estradas (28); Emas (1); Esperança (69); Fagundes (9); Gado Bravo (35); Guarabira (782); Gurinhém (55); Gurjão (15); Ibiara (5); Igaracy (2); Imaculada (8); Ingá (92); Itabaiana (248); Itaporanga (3); Itapororoca (40); Itatuba (55); Jacaraú (16); Jericó (2); João Pessoa (5319); Joca Claudino (1); Juarez Távora (37); Juazeirinho (55); Junco do Seridó (12); Juripiranga (136); Juru (5); Lagoa (3); Lagoa de Dentro (9); Lagoa Seca (131); Lastro (1); Logradouro (11); Lucena (85); Mãe d’Água (3); Malta (15); Mamanguape (208); Manaíra (2); Marcação (8); Mari (137); Marizópolis (4); Massaranduba (32); Mataraca (30); Matinhas (18); Mato Grosso (7); Matureia (11); Mogeiro (9); Montadas (12); Monteiro (32); Mulungu (37); Natuba (9); Nazarezinho (1); Nova Floresta (4), Nova Olinda (2); Nova Palmeira (3); Olho D´Água (17); Olivedos (5); Ouro Velho (1); Passagem (13); Patos (687); Paulista (19); Pedra Lavrada (1); Pedras de Fogo (309); Pedro Régis (1); Piancó (19); Picuí (26); Pilar (47); Pilões (14); Pilõezinhos (68); Pirpirituba (23); Pitimbu (128); Pocinhos (10); Pombal (73); Prata (1); Princesa Isabel (14); Puxinanã (50); Queimadas (108); Quixaba (6); Remígio (49); Riachão (1); Riachão do Bacamarte (112); Riachão do Poço (6); Riacho de Santo Antônio (5); Riacho dos Cavalos (2); Rio Tinto (89); Salgadinho (5); Salgado de São Felix (36); Santa Cecília (5); Santa Helena (2); Santa Inês (1); Santa Luzia (72); Santa Rita (705); Santa Terezinha (17); Santana dos Garrotes (2); Santo André (1); São Bentinho (10); São Bento (173); São Francisco (4); São João do Cariri (10); São João do Rio do Peixe (13); São João do Tigre (1); São José da Lagoa Tapada (15); São José de Caiana (15); São José de Espinharas (3); São José de Piranhas (8); São José do Bonfim (15); São José do Sabugi (68); São José dos Cordeiros (3); São José dos Ramos (17); São Mamede (16); São Miguel de Taipu (29); São Sebastião de Lagoa de Roça (27); São Sebastião do Umbuzeiro (4); São Vicente do Seridó (17); Sapé (274); Serra Branca (3); Serra da Raíz (11); Serra Grande (1); Serra Redonda (53); Serraria (14); Sertãozinho (17); Sobrado (26); Solânea (82); Soledade (13); Sousa (241); Sumé (36); Tacima (16); Taperoá (35); Tavares (8); Teixeira (25); Tenório (1); Uiraúna (4); Umbuzeiro (16); Várzea (1); Vieirópolis (3); Vista Serrana (1).

Nas últimas 24h foram registradas 24 mortes de pacientes vítimas do novo coronavírus nas seguintes cidades:

Alagoa Nova (1), Areial (1), Cabedelo (1), Campina Grande (12), Cuité (1), João Pessoa (4), Mataraca (1), Santa Luzia (1), Santa Rita (2).

A ocupação de leitos de UTI em todo o estado é de 66%. Segundo dados da SES, dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, 81% estão ocupados. Em Campina Grande, estão ocupados 67% de leitos de UTI adulto e no sertão, 54%.

No sertão, a taxa de ocupação das UTIs para adultos é de 59% I índice de Isolamento Social foi de 42%, mesmo com as medidas de isolamento rígido na região metropolitana de João Pessoa.

 

PB Agora


Lista dos inelegíveis do TCU para as eleições 2020 deve sair em um mês e deve tirar o sono de muitos pré-candidatos

O Tribunal de Contas da União (TCU) tem até o dia cinco de julho, ou seja, daqui a um mês para encaminhar à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral a lista atualizada dos responsáveis com contas julgadas irregulares para fins eleitorais. Na base de dados do TCU é possível ter acesso aos nomes por unidade da Federação. No caso do Estado da Paraíba, a lista contém mais de 400 nomes.

Os julgamentos têm ocorrido normalmente apesar das medidas de isolamento social adotadas para preservar a saúde dos ministros por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no Brasil, segundo informou o órgão, e, em última atualização ontem, a lista continha 9,5 mil processos de todo o país. Do total de prestações em análise, atualmente 455 referem-se a ações da Paraíba, com repetições de nomes já que alguns dos julgados têm mais de uma ação no TCU. Esse número pode sofrer alteração diária na medida em que ocorrer o trânsito em julgado dos processos de contas irregulares. No dia 5 de julho, a relação final será entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) nos estados.


Entre os mais de 400 processos de gestores e ex-gestores paraibanos analisados, a relação traz nomes como do ex-senador Cícero Lucena (Progressistas) e da ex-prefeita de Campina Grande, Cozete Barbosa (sem partido). Mas também constam ações de pessoas já falecidas, como o do ex-prefeito de Sousa, Salomão Gadelha, morto em 2010 num acidente de automóvel, e da ex-deputada Lúcia Braga, que faleceu em decorrência de complicações de saúde provocadas pela covid-19 no mês passado. O TRE paraibano informou que as inelegibilidades serão apreciadas quando do exame dos pedidos de registro de candidaturas, inicialmente, pelos juízes eleitorais e posteriormente em grau recursal pelo Tribunal, responsável pela 2ª instância da Justiça Eleitoral na Paraíba. “Em anos eleitorais comumente, o TCU e TCE (Tribunal de Contas do Estado) enviam uma relação daqueles que tiveram suas contas rejeitadas, mas isso não quer dizer necessariamente que já estão inelegíveis”, disse um representante do TRE-PB.

PBagora.com.br

 


Manoel Júnior nega apoio a Ruy Carneiro

O vice-prefeito de João Pessoa e presidente estadual do Solidariedade, Manoel Junior, negou nesta quinta-feira (4) que o partido tenha assumido qualquer posição de apoio a um dos pré-candidatos à prefeitura da Capital.

“Nosso partido ainda vai colocar o tema em pauta para, no momento certo, tomar uma decisão que indique o melhor caminho para o futuro de João Pessoa”, afirma.

Manoel Junior, que é pré-candidato a prefeito de sua terra natal, Pedras de Fogo, disse que tem particular simpatia pelo nome de Ruy Carneiro, do PSDB, mas ponderou que nada está definido, que vai ouvir todo o partido para definir a posição do Solidariedade no pleito da Capital.

blogdotiaolucena.com.br

 


Bolsonaro quer liberar praias e incita desobediência a restrições locais


Por Erick Mota 

Congressoem foco.com.br

Presidente Jair BolsonaroReproduçãoReprodução
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a Advocacia Geral da União (AGU) vai emitir um parecer favorável, , na noite desta quinta-feira (4), ao retorno das pessoas às praias, cujo acesso está fechado por causa da pandemia de covid-19. Segundo o presidente, quem for pego desobedecendo decretos estaduais e municipais por frequentar as praias poderá utilizar este documento para se defender.

"Se você for multado nos próximos dias por ir para a praia, você já sabe que poderá alegar que o governo federal deu parecer favorável, mas aí vai depender do juiz", disse o presidente.


Na capital do Rio de Janeiro, por exemplo, está proibida qualquer atividade na faixa de areia das praias. Sendo assim, é proibido o banho de Sol, esportes e o comércio ambulante nas areias.

Nas praias do estado de São Paulo, também estão proibidas atividades nas faixas de areia, porém, o que se tem percebido é o desrespeito a essas medidas.

O presidente Bolsonaro incentiva a desobediência as medidas de isolamento social, no momento em que o país registra mais de 580 mil casos de covid-19 e mais de 32 mil óbitos.


Aras defende no STF participação da PGR em inquérito sobre fake news


Quarta-feira o plenário do STF deve julgar a legalidade do inquérito

Sabatina de Aras não interfere em calendário da CCJ, diz Simone Tebet
No parecer enviado ao STF nesta tarde, Aras disse que a legalidade do inquérito depende de balizas, como a constante participação do MP Foto: Roberto Jayme/ Ascom /TSE

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu hoje (4) no Supremo Tribunal Federal (STF) amplo acesso do Ministério Público (MP) ao andamento do inquérito aberto pela Corte para apurar a divulgação de notícias falsas e ameaças contra ministros.

No parecer enviado ao STF nesta tarde, Aras disse que a legalidade do inquérito depende de balizas, como a constante participação do MP, órgão responsável pela acusação, acesso às provas e à palavra final sobre pedidos de quebra de sigilo, buscas e apreensões e bloqueio de contas nas redes sociais.

“O inquérito 4.781/DF, que já ultrapassou 6.000 (seis mil) páginas no volume principal e mais 74 (setenta e quatro) apensos, revela que, sob a motivação da condução de investigações de fake news contra a Suprema Corte, detém objeto cambiante, periodicamente modulado, para alcançar fatos e pessoas distintas, em pontos de investigação separados em apensos dos autos sem qualquer relação de conexão”, argumentou Aras.

Aras nega ter mudado posição sobre validade de inquérito do STF sobre fake news
Na quarta-feira (10), o plenário do STF deve julgar a legalidade do inquérito em uma ação da Rede Sustentabilidade, protocolada no ano passado para contestar a forma de abertura da investigação.

Com base nas investigações desse processo foram cumpridos, na semana passada, mandados de busca e apreensão contra empresários e jornalistas acusados de financiar, difamar e ameaçar os integrantes do tribunal nas redes sociais.

A abertura do inquérito foi feita em março de 2019. Na época, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, defendeu a medida como forma de combater à veiculação de notícias que atingem a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e parentes. Segundo o presidente, que nomeou Alexandre de Moraes como relator do caso, a decisão pela abertura está amparada no regimento interno da Corte.

Na ocasião, a tramitação também foi questionada pelo ex-procuradora geral da República, Raquel Dodge, que chegou a arquivar o inquérito pela parte da PGR, no entanto, Moraes não aceitou o arquivamento.(ABr)

Diariodopoder.com.br


Presidente ‘vapt-vupt’ do BNB era do líder do governo; Flávio Cals é o nome do PL


Fernando Bezerra deu um drible no sistema que filtra indicados, mas seu apadrinhado era ficha suja

STF decide que inquérito contra senador agora é assunto para Moro
Fernando Bezerra Coelho deu um drible no centrão, mas o ficha suja Alexandre Cabral durou pouco. Foto: Geraldo Magela/Senado

A passagem vapt-vupt de Alexandre Cabral pela presidência do Banco do Nordeste (BNB), por apenas um dia, mostrou que “fake news” são frequentes na imprensa formal. É que Cabral não foi indicado pelo “centrão” e nem mesmo pelo PL do ex-deputado Valdemar Costa Neto (SP): foi uma escolha de Fernando Bezerra (MDB-PE), líder do governo no Senado e, especialista em arrumar boquinhas para apadrinhados, agiu rápido antes de o “centrão” emplacar seu indicado. O amigo do senador tinha ficha suja, acusado de irregularidades, e foi logo demitido.

O nome do PL para presidir o BNB é o diplomata Flávio Cals Dolabella, que atuou nos ministérios das Cidades e da Fazenda. O governo ainda faz um levantamento sobre a vida pregressa de Dolabella. Ele chegou a ser acusado por um delator da Odebrecht, Antonio Almeida, por receber mesada de R$15 mil para vazar cópias das atas de reuniões do Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações, do Ministério da Fazenda. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No governo ninguém explica como Bezerra driblou o sistema que checa a vida pregressa de indicados para entronizar o enrolado Cabral no BNB.

Fonte do Planalto diz que Bezerra teve ajuda de Salim Mattar, secretário de Desburocratização do Ministério da Economia, para a troca no BNB.

A presidência do BNB era uma antiga aspiração do líder do governo, que já tinha no banco alguém de sua confiança em uma das diretorias.

Bezerra sabia que a troca era questão de tempo: o presidente do BNB foi indicado por Eunício Oliveira, que não é senador desde o final de 2018.

Diariodopoder.com.br

 


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