Por que Ricardo Coutinho deve ser candidato – Parte I

Por Manoel Duarte


INICIO este texto com uma provocação: Por que Ricardo Coutinho deve ser candidato a prefeito de João Pessoa?

Numa visão rasa não se justifica, pois foi vereador, deputado, prefeito e governador por duas oportunidades, e só não foi senador por opção em ir para o sacrifício pessoal. Caso ao menos por um instante lhe aclarasse o futuro como o revelado posteriormente, sob o sórdido beijo traiçoeiro do Judas paraibano, digno de uma tela de Caravaggio, sua escolha haveria de ter sido outra; afinal a política adora uma traição, mas é implacável com os traidores.

RC errou feio na escolha do sucessor, deveria ter mirado nos exemplos de Ciro com o Camilo Santana, no Ceará, e do Jackson Wagner, na Bahia, com o Rui Costa. Em razão da péssima opção paga um preço altíssimo, pois salvo de alguns poucos, sequer uma demonstração de gratidão recebeu, atitude diferente adotada por secretários e ex – secretários que assinaram uma carta de apoio ao ex – governador Geraldo Alckmin em São Paulo quando foi denunciado pela Lava Jato.

Mas por que deve voltar?
A traição, um dos mais abjetos dos comportamentos humanitários, seria, por si, justificativa convincente para o retorno. Mas existem outras razões.

Há algo inquietante no cenário político paraibano. Não se discute mais as razões da Operação Calvário ter como objetivo a aniquilação política do legado de Ricardo Coutinho. Isso é tão descarado e evidente que até os ferrenhos críticos ao estilo de RC reconhecem os exageros dos promotores da Calvário, soldados da Cruz de Santo André. Para os que desconhecem a história essa era um símbolo, sinal característico dos arrependidos, que os inquisidores da idade média colocavam em suas vítimas, após longas sessões de expiação física em que os flagelados, sob tortura às mais diversas, acabavam por não suportar os tormentos e confessavam todos os crimes que lhe eram atribuídos.

Em tempos atuais, a Cruz de Santo André, nas palavras de FERRAJOLI, exterioriza-se “no método absurdo e feroz derivado da união entre o misterioso e arbitrário segredo que acompanha os primeiros passos do processo penal e o estado de violência e de tormento da prisão preventiva quando o cidadão ignora o que se trama contra ele e, se for inocente, não pode nem mesmo suspeitar da tempestade que se prepara sobre sua cabeça”.

Todavia, o que inquieta no cenário político é, aonde os guardiões da moralidade querem chegar? Logo, existem quatro análises factuais sobre as suas supostas intenções; a princípio, uma não excluindo a outra.

Vamos às elucubrações:

(i) – O reagrupamento das correntes ideológicas dentro da estrutura do MP paraibano teria beneficiado um ex-senador e ex-governador, cassado, o primeiro e único da história política paraibana. Faz algum sentido. Hoje o atual 2º sub procurador nomeado no segundo mandato do atual Procurador Geral de Justiça, reconduzido pelo atual governador João Azevedo, o terceiro na linha hierárquica da Instituição é um conhecido simpatizante do Cassisismo. Fica claro que neste segundo mandato do atual grupo dominante houve opção por aproximação com uma ala que, após perder o poder no órgão, sempre foi rejeitado, dada suas, digamos, “preferências” cassistas. Quem não se recorda da preterição do primeiro colocado na eleição do MP paraibano em 2005, hoje desembargador Frederico Coutinho, optando o governador Cássio, à época, pela escolha da segunda colocada, a Procuradora de Justiça, Janete Ismael Macedo?

(ii) – A segunda hipótese fática avalia que existe uma “simpatia” para com o grupo político dos “Cartaxos” por segmentos do MP paraibano, tanto que nenhuma investigação foi deflagrada das denúncias escabrosas dos áudios vazados de secretários e do próprio prefeito combinando recebimento de propinas com empresários.

(iii) – A terceira probabilidade fática é que o senador atual, José Targino Maranhão, com a LONGA MANUS que possui nas entranhas de segmentos do Judiciário paraibano o mantém com sobrevida na política com sua armadura preservada.

O que essas lideranças políticas teriam em comum? Uma criança de 5 anos tem capacidade de responder a essa pergunta: o que os unem é o desejo e o propósito deliberado em aniquilar Ricardo Coutinho da vida pública. Alguém tem dúvidas disso?

O primeiro foi governador por duas oportunidades e o principal registro no seu currículo é o fato de ter sido o único governador cassado por corrupção na história política da PB.

O segundo, prefeito de João Pessoa, teve a oportunidade de ser candidato ao governo em 2018 mas não teve coragem, simplesmente porque sabia da aprovação popular de RC e da sua potencialidade em eleger quem apoiasse. Com Ricardo fora da vida pública, seus sonhos de uma candidatura em 2022 seriam regozijados.

O terceiro foi governador, por três vezes, mas a história e a memória dos paraibanos não se referem ao mesmo como: “O grande governador”. Sabe o motivo?

A razão é simples, essa “marca” tem dono, esse título é de Ricardo Coutinho. O trabalho desenvolvido nas suas duas gestões como governador o qualifica em todas as pesquisas qualitativas e quantitativas como “o melhor governador da PB em todos os tempos”. Então teria de haver uma forma de tentar destruir essa imagem. Um grande acordão, mesmo que tácito, envolvendo lideranças políticas e segmentos das instituições do Judiciário e Ministério Público para aniquilar RC da vida pública. E é o que estão fazendo. Sua candidatura, a princípio, seria então uma forma de resistir e ao mesmo tempo denunciar essa perseguição.

Outro fator que tem forte repercussão nesse cenário é a origem de cada uma dessas lideranças políticas. Tanto Cássio como Maranhão e Cartaxo, ou mesmo Cícero, tem suas origens fincadas em famílias tradicionais e conservadoras, ao passo que Ricardo Coutinho, filho de uma costureira, forjou sua história “em defesa de todas as lutas e dos movimentos sociais”. Sua biografia o credencia, assim como todos os recordes de votações nos pleitos disputados, nos quais não sofreu uma única derrota.

Talvez seja a sua trajetória exitosa que o torne alvo do culturalismo racista e liberal conservador, conforme bem define JESSE SOUZA em, A Elite do atraso: “Muitas de nossas características foram atribuídas à dita herança portuguesa, mas não havia escravidão em Portugal. Somos, nós brasileiros, portanto, filhos de um ambiente escravocrata, que cria um tipo de família específico, uma justiça específica, uma economia específica. Aqui valia tomar a terra dos outros à força para acumular capital, como acontece até hoje, e condenar os mais frágeis ao abandono e à humilhação cotidiana. Isso é herança escravocrata, não portuguesa. Por conta disso, até hoje, reproduzimos padrões de sociabilidade escravagista como exclusão social massiva, violência indiscriminada contra os pobres, desigualdades sociais exacerbadas e um sistema de justiça conservador e preconceituoso”, arrisca-se a dizer com práticas de racismo judicial, como foi o caso da condenação penal racista proferida por uma juíza paranaense ocorrida essa semana quando afirmou na sentença que o acusado negro “seguramente era integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça”.

E então a pergunta: Quem são considerados na Paraíba os políticos afortunados, detentores de conglomerado empresarial distribuído entre toda a família? ou de grandes extensões rurais e rebanhos bovinos em terras tocantinenses? ou de rede de postos de revenda de combustíveis?

Apesar da devassa em sua vida feita pela Operação Calvário não se tem conhecimento que RC seja possuidor de grandes fortunas, fazendas, criações de gado, rede de combustíveis ou rede de empresas em nome de familiares.

Ao invés disso é considerado um expoente das forças políticas nacionais progressistas; um intransigente defensor do regime democrático e um indutor de políticas de fortalecimento do desenvolvimento, basta ver as inúmeras obras realizadas no período de suas gestões, seja como governador ou prefeito de João Pessoa e os seus discursos contundentes em defesa de uma política voltada para o combate às desigualdades sociais e fortalecimento da ao regime democrático.

Logo, em razão de ser um “desafortunado” do ponto de vista de herança familiar aristocrática e patrimonial, Ricardo Coutinho acaba sendo um perseguido da elite cultural racista e conservadora.

Destarte, o grande acordão é útil para alguns segmentos do MP apenas para os levar aos seus objetivos finais. Desse jeito, agem por etapas, cuja finalidade é alcançar seu próprio projeto de poder. Fazem acordo – mesmo que tacitamente e por atos omissivos – com as desavisadas lideranças mais frágeis para eliminar o líder político mais forte; conseguindo destruir a liderança maior, e pouco importam os meios, mas os fins, o passo seguinte será aniquilação das outras lideranças políticas objeto das “alianças” circunstanciais. Esse é o modo de agir da Lava Jato. Triturou o PT e agora está mastigando o PSDB. O objetivo não é combater a corrupção, mas criminalizar a política.

Então o leitor atento pode estar se perguntando: No início deste escrito se falou em quatro hipóteses fáticas. Cadê a quarta?

Bom, os leitores compreenderão a quarta hipótese fática e as conclusões do porquê Ricardo Coutinho deverá, concretamente, ser candidato a prefeito de João Pessoa na segunda parte desse texto.

ATÉ BREVE!


Eleições em João Pessoa: PMB destitui diretório municipal e retira apoio à Edilma Freire


Publicado por: Gerlane Neto 

A Executiva Estadual do Partido da Mulher Brasileira (PMB) destituiu, nesta quinta-feira (13), o diretório de João Pessoa e retirou o apoio do partido à pré-candidatura de Edilma Freire (PV) à Prefeitura de João Pessoa.

No mês de julho, o então presidente do partido na Capital, Antônio Alves, tinha anunciado aliança com o PV nas eleições deste ano. Na semana passada ele foi destituído do cargo. Quem assumiu a legenda foi a engenheira Joanda Kéroly, que apontou a definição da posição do partido nas eleições para a próxima semana.

Ela declarou que a decisão do antigo diretório da capital foi equivocada e sem consulta às bases superiores. Com a saída do PMB, o PV agora tem apenas o apoio de dois partidos, Republicanos (antigo PRB) e Pros.

Polemicaparaiba.com.br

 


Romero anuncia nesta sexta nome para disputar Prefeitura em Campina Grande

Portal WSCOM

 

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), anunciará amanhã (13) a sua escolha do nome que irá disputar a Prefeitura de Campina Grande com o apoio do seu grupo político.

A disputa está entre Bruno Cunha Lima e Tovar Correia Lima. Ambos devem participar de uma live, às 12h30, quando ocorrerá o anúncio.

No início da semana, Romero disse estar tranquilo quando a escolha e que o PSD está dentro do prazo.

“A gente pesou e mediu. Estrategicamente é o momento certo”, afirmou


Defender prorrogação indefinida do auxílio é demagogia, diz Bolsonaro


O auxílio emergencial é pago para informais que perderam renda durante a pandemia do coronavírus.


Por RICARDO DELLA COLETTA/FOLHAPRESS
 

"Alguns falam que é dinheiro do povo. Não, é endividamento. Por quanto tempo se aguenta isso? Se eu pudesse dava R$ 10 mil por mês para todo mundo e ficava todo mundo em casa", ironizou. (Foto: Reprodução)
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quinta-feira (13) os que defendem a "prorrogação indefinida" do auxílio emergencial de R$ 600 e disse que quem levanta essa bandeira faz "demagogia".

"O auxílio emergencial custa R$ 50 bilhões por mês, e tem gente que demagogicamente acha que ele tem que ser prorrogado indefinidamente", declarou Bolsonaro, durante sua live semanal nas redes sociais.

"Alguns falam que é dinheiro do povo. Não, é endividamento. Por quanto tempo se aguenta isso? Se eu pudesse dava R$ 10 mil por mês para todo mundo e ficava todo mundo em casa", ironizou.

O auxílio emergencial é pago para informais que perderam renda durante a pandemia do coronavírus. Ele estava previsto inicialmente para durar por três meses, mas o governo já o ampliou em duas parcelas.

Se por um lado Bolsonaro tem sido pressionado a interromper o benefício devido aos altos custos envolvidos, auxiliares do presidente dizem que os pagamentos se tornaram um importante colchão para a avaliação do governo — afetada pela forma polêmica com que Bolsonaro conduz o país na crise.

Interlocutores disseram à Folha que a ideia em discussão é estender o auxílio até dezembro, mas num valor menor e que gero menos impacto aos cofres públicos. Uma das possibilidades é que que os pagamentos passem a ser de R$ 200.

Para imprimir uma marca social ao governo, o Planalto traça com o ministério da Economia o lançamento de um programa social, chamado Renda Brasil, que deve agrupar benefícios já existem.

Clickpb.com.br

 


Trinta dias após reabertura do comércio em JP, PB tem queda no registro diário da covid-19

Trinta dias após a retomada do comércio e reabertura de shopping em João Pessoa, a Paraíba registrou queda no número diário de contaminação pelo novo coronavírus. De acordo com boletim epidemiológico emitido nesta quinta-feira (13) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), a Paraíba registrou pelo segundo dia consecutivo queda no registro do número diário de contaminação.

Na última terça-feira (11), foram contabilizados 1.453 novos casos em 24h. No dia de ontem (12), esse número caiu para 1.078 e nesta quinta 897 registros foram feitos. Nas últimas 24h, 21 óbitos foram confirmados em decorrência da covid-19, 04 deles ocorridos neste mesmo período.

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Até o momento, 93.794 pessoas já contraíram a doença, 48.585 já se recuperaram e 2.092, infelizmente, faleceram. Até o momento, 272.901 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Os 21 óbitos registrados nesta quinta ocorreram entre 21 de abril e 12 de agosto nas seguintes cidades:

Bayeux (1), Campina Grande (1), Guarabira (1), Itapororoca (1), João Pessoa (14), Monteiro (1), Pedras de Fogo (1) e Santa Rita (1).

Os casos confirmados estão distribuídos por 222 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (50); Aguiar (24); Alagoa Grande (858); Alagoa Nova (266); Alagoinha (859); Alcantil (57); Algodão de Jandaíra (12); Alhandra (601); Amparo (17); Aparecida (70); Araçagi (482); Arara (196); Araruna (227); Areia (379); Areia de Baraúnas (10); Areial (48); Aroeiras (201); Assunção (45); Baia da Traição (542); Bananeiras (213); Baraúna (130); Barra de Santa Rosa (65); Barra de Santana (92); Barra de São Miguel (48); Bayeux (1644); Belém (935); Belém do Brejo do Cruz (31); Bernardino Batista (7); Boa Ventura (5); Boa Vista (84); Bom Jesus (8); Bom Sucesso (18); Bonito de Santa Fé (24); Boqueirão (341); Borborema (39); Brejo do Cruz (351); Brejo dos Santos (25); Caaporã (914); Cabaceiras (60); Cabedelo (2593); Cachoeira dos Índios (95); Cacimba de Areia (8); Cacimba de Dentro (255); Cacimbas (46); Caiçara (410); Cajazeiras (1421); Cajazeirinhas (24); Caldas Brandão (226); Camalaú (2); Campina Grande (11567); Capim (149); Caraúbas (38); Carrapateira (47); Casserengue (271); Catingueira (17), Catolé do Rocha (320); Caturité (99); Conceição (530); Condado (119); Conde (703); Congo (70); Coremas (130); Coxixola (33); Cruz do Espírito Santo (267); Cubati (75); Cuité (165); Cuité de Mamanguape (106); Cuitegí (381); Curral de Cima (26); Curral Velho (2), Damião (27); Desterro (54); Diamante (162); Dona Inês (88); Duas Estradas (80); Emas (50); Esperança (446); Fagundes (102); Frei Martinho (8); Gado Bravo (92); Guarabira (3691); Gurinhém (425); Gurjão (23); Ibiara (61); Igaracy (11); Imaculada (50); Ingá (1121); Itabaiana (1041); Itaporanga (232); Itapororoca (737); Itatuba (323); Jacaraú (292); Jericó (22); João Pessoa (23963); Joca Claudino (12); Juarez Távora (294); Juazeirinho (173); Junco do Seridó (47); Juripiranga (455); Juru (112); Lagoa (6); Lagoa de Dentro (119); Lagoa Seca (652); Lastro (19); Livramento (88); Logradouro (130); Lucena (367); Mãe d’Água (18); Malta (99); Mamanguape (2166); Manaíra (11); Marcação (318); Mari (1085); Marizópolis (29); Massaranduba (321); Mataraca (166); Matinhas (71); Mato Grosso (16); Matureia (40); Mogeiro (154); Montadas (42); Monte Horebe (16); Monteiro (373); Mulungu (333); Natuba (59); Nazarezinho (36); Nova Floresta (62), Nova Olinda (15); Nova Palmeira (65); Olho D´Água (40); Olivedos (82); Parari (5); Passagem (30); Patos (3173); Paulista (208); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (35); Pedras de Fogo (1264); Pedro Régis (45); Piancó (156); Picuí (200); Pilar (309); Pilões (107); Pilõezinhos (243); Pirpirituba (291); Pitimbu (581); Pocinhos (142); Poço Dantas (13); Poço de José Moura (27); Pombal (473); Prata (5); Princesa Isabel (79); Puxinanã (261); Queimadas (1063); Quixaba (29); Remígio (236); Riachão (71); Riachão do Bacamarte (224); Riachão do Poço (91); Riacho de Santo Antônio (30); Riacho dos Cavalos (14); Rio Tinto (1014); Salgadinho (29); Salgado de São Felix (246); Santa Cecília (70); Santa Cruz (55); Santa Helena (19); Santa Inês (59); Santa Luzia (230); Santa Rita (2699); Santa Terezinha (54); Santana de Mangueira (6); Santana dos Garrotes (18); Santo André (13); São Bentinho (43); São Bento (1631); São Domingos (1); São Domingos do Cariri (48); São Francisco (33); São João do Cariri (97); São João do Rio do Peixe (243); São João do Tigre (12); São José da Lagoa Tapada (54); São José de Caiana (47); São José de Espinharas (47); São José de Piranhas (165); São José de Princesa (1); São José do Bonfim (58); São José do Brejo do Cruz (13); São José do Sabugi (220); São José dos Cordeiros (39); São José dos Ramos (237); São Mamede (38); São Miguel de Taipu (136); São Sebastião de Lagoa de Roça (221); São Sebastião do Umbuzeiro (15); São Vicente do Seridó (48); Sapé (999); Serra Branca (152); Serra da Raíz (22); Serra Grande (10); Serra Redonda (250); Serraria (162); Sertãozinho (182); Sobrado (176); Solânea (473); Soledade (148); Sossego (11), Sousa (1458); Sumé (236); Tacima (123); Taperoá (70); Tavares (119); Teixeira (160); Tenório (24); Triunfo (59); Uiraúna (98); Umbuzeiro (76); Várzea (15); Vieirópolis (6); Vista Serrana (9), Zabelê (26).

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 42%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 46%. Em Campina Grande, estão ocupados 40% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 49% dos leitos de UTI para adultos.

 

PB Agora


Covid: em nova decisão justiça bloqueia mais de R$ 1,5 mi da Unimed/JP

A Justiça da Paraíba voltou a bloquear recursos da Unimed em João Pessoa em decisão que veio a público nesta quinta-feira (13). Dessa vez foi R$ 1,5 milhão da unidade hospitalar que ficará indisponível para uso. A nova decisão é interlocutória – no meio do processo – e ocorre após a Corte entender que houve prejuízos sofridos pelo autor da ação Onaldo Rocha de Queiroga, que ficou internado na Unidade de Tratamento Intensivo do hospital Albert Einstein, por dois meses, em tratamento do quadro de infecção severa em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus (covid-19).

Apesar de tramitar em segredo de justiça no Primeiro Grau, o processo veio a público por meio de recurso da Unimed ao Tribunal de Justiça da Paraíba, que, por sua vez, é de acesso público.


No último dia 10, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) já havia, por meio de liminar, determinado o bloqueio de cerca de R$ 500 mil da Unimed João Pessoa Cooperativa de Trabalho.

Atualmente o paciente realiza tratamento em domicílio.

ENTENDA
Onaldo Rocha de Queiroga deu entrada no hospital da Unimed no dia 12/05/2020, com quadro suspeito de coronavírus. No dia seguinte, ficou comprovada infecção severa provocada pela doença, oferecendo inclusive risco de morte.

Ainda de acordo com os autos, o médico Nilo César, B. S. Lima, Cardiologista e Intensivista, solicitou em caráter de emergência, a remoção do para centro médico terciário especializado para que pudesse ter acesso à terapia com plasma convalescente, já que a Unimed João Pessoa, à época, não dispunha do tratamento.

De acordo com a ação, a família de Onaldo Rocha de Queiroga teria procurado a Unimed João Pessoa com o intuito de que a unidade quitasse os gastos com o tratamento do paciente, no entanto, a cooperativa se negou a fazer. Desta forma, Antônio Elias de Queiroga Neto, advogado do paciente, ingressou com a ação.

Por email, o Hospital Albert Einstein na data de 11/06/2020 notificou a família do paciente para a amortização de parte do saldo devedor. Apesar de no corpo do texto do e-mail constar o valor a pagar de R$ 985.227,37, o Hospital anexou ao referido e-mail um extrato parcial do dia 14/05/2020 ao dia 10/06/2020, com o saldo devedor na cifra de R$1.024.938,06 (um milhão, vinte e quatro mil, novecentos e trinta e oito reais e seis centavos).

Leia também: Covid-19: Justiça bloqueia quase R$ 500 mil da Unimed JP

Resumo da decisão
“Urge, todavia, consignar que a tutela de urgência determinou à Unimed que arcasse com toda a despesa relativa à continuidade do tratamento do autor, sob pena de constrição de novos ativos financeiros.

Ora, diante da não comprovação do pagamento das despesas médicas, forçoso o bloqueio da quantia de R$ 1.592.408,19 (um milhão quinhentos e noventa e dois mil quatrocentos e oito reais e dezenove centavos), referente às despesas em aberto (Id nº 31963379).

 

PB Agora


Galdino, João Azevêdo e Cícero Lucena e as revelações que apontam para uma eleição inusitada em João Pessoa


Winston Churchill, Primeiro-Ministro da Inglaterra, assumiu tal o posto após a invasão da Polônia, em 1939, pelas forças de Hitler, e em seguida a França também cair nas mãos nazistas. Foi nesse momento que o líder inglês declarou guerra à Alemanha com total apoio dos seus patrícios. Por sua bravura, tenacidade e grande conhecimento militar, foi peça fundamental para derrotar o chamado Eixo.

Tratava-se de uma aliança militar envolvendo Alemanha, Itália e Japão. E na sua sapiência, diz a história, que em um ataque aéreo implementado pela temida Luftwaffe, Força Aérea Alemã, à cidade de Londres, Churchill se manteve calmo para minimizar o pavor dos que estavam ao seu lado com uma simples e inteligente frase: “É bom ter livros de citações. Gravadas na memória, elas inspiram-nos bons pensamentos”.


E nesse mundo complexo, é preciso ter bons pensamentos, inclusive na política. E foi exatamente isso que o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, entendeu. É necessário ter autocontrole e, na hora certa, usar a diplomacia para evitar a guerra.
Prova disso, na tarde desta quinta-feira (13), em entrevista à Rádio Arapuan FM, Galdino disse que o governador João Azevêdo (Cidadania) tem uma leve tendência em apoiar o ex-senador Cícero Lucena (PP) a prefeito de João Pessoa.

Mas note bem, leitor, a sutiliza das palavras do parlamentar e como elas convergem aos “bons pensamentos” ditos por Churchill. Falou o presidente da ALPB em tom sereno para não magoar pré-candidatos aliados seus e do governador à prefeitura da Capital. Deixou uma dúvida no ar muito bem construída.

“O governador João Azevêdo não precisa de conselho não. Aprendeu muito rápido, é um técnico que aprendeu a fazer política com muita rapidez. Essa decisão já está na cabeça dele. Ele já tem o caminho que vai trilhar, ele só não me disse ainda. Da última vez que estive com ele eu senti uma leve tendência, não sei nem se posso dizer isso, mas já que comecei vou terminar, eu senti uma leve tendência dele em apoiar Cícero Lucena, ou algum candidato da base que tivesse viabilidade política” declarou.

Em termos práticos, Galdino especulou. Mas uma especulação vinda de uma força política como a dele, o mundo “ferve”. Não comprometeu o governador, os aliados de ambos que pretendem disputar o pleito de João Pessoa, colocou um leve sorriso no rosto de Cícero Lucena utilizando, como disse antes, o autocontrole e os bons pensamentos, causando estrago considerável à oposição.

Felipe Leitão definirá quem o Avante irá apoiar a prefeito da Capital, sigla que a esposa de Galdino é presidente Estadual

Não é segredo para ninguém. O deputado estadual Felipe Leitão (Avante), que assumiu na quarta-feira (12) a vice-presidência da Assembleia Estadual da Paraíba (ALPB), definirá o nome que a sua sigla apoiará a prefeito de João Pessoa.

Em contato com a Coluna na tarde desta quinta-feira (13), ele lembrou que a maior força política na Câmara Municipal de João Pessoa é o Avante, por ter seis vereadores, além de cinco deputados estaduais, consolidando a agremiação como uma das mais fortes na Paraíba.

E o qual a importância desse fato, pode perguntar o leitor? Bem: a esposa de Adriano Galdino, Eliane Galdino assumiu o Diretório Estadual do partido, até seu esposo encontrar uma forma jurídica para sair do PSB e migrar para o Avante e assumir o comando da legenda.

E nessa paquera entre as forças políticas antagônicas principalmente ao ex-governador Ricardo Coutinho, estando aí o próprio Azevêdo, o ex-deputado estadual Raoni Mendes (DEM), o deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB), o vereador licenciado João Almeida (Solidariedade) e Cícero Lucena, todos pré-candidatos a prefeito da Capital, o peso eleitoral do Avante é altíssimo em João Pessoa.

E sem sobra de dúvidas, as águas vão rolar, e quando o martelo for batido, terá maior força que o deus nórdico Thor (aquele que controla os trovões e batalhas) com seu martelo de nome Mjolnir. É hoje o Avante a noiva do ano.

Eliabe Castor
PB Agora

 


Bolsonaro diz que recebeu três convites para se filiar a partidos e que pode voltar ao PSL


Sem conseguir tirar assinaturas suficientes para oficializar junto à Justiça Eleitoral seu partido Aliança pelo Brasil, Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira que recebeu três convites para se filiar a outros partidos e admitiu voltar a conversar com o PSL, pelo qual se elegeu em 2018

Siga o Brasil 247 

247 - Jair Bolsonaro informou durante transmissão ao vivo pelas redes sociais que recebeu propostas de filiação de três partidos, sendo um deles o PTB, presidido pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson.

Bolsonaro admitiu voltar a conversar com o PSL, pela qual ele se elegeu em 2018 e do qual se desfiliou em novembro do ano passado.

Até agora, Bolsonaro fracassou na coleta de assinaturas para oficializar o seu partido, o Aliança pelo Brasil. Até o fim de julho, no entanto, seus apoiadores só haviam conseguido juntar 3% das mais de 490 mil assinaturas necessárias.

Bolsonaro afirmou ainda que alguns integrantes do PSL, comndado por Luciano Bivar, teriam feito sinalização por uma reconciliação, informa O Estado de S.Paulo.


Flávio Bolsonaro ameaçou de morte comerciante do Rio de Janeiro


Empresário afirma que o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, fraudava notas fiscais da franquia da loja de chocolates. A denúncia lhe rendeu ameaça de morte

Flavio Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O empresário que vendeu loja de chocolate para Flávio Bolsonaro diz que foi ameaçado ao tentar fazer denúncia.

A informação foi veiculada no Jornal Nacional na noite da quinta-feirta (13). O empresário afirma que foi ameaçado ao tentar fazer a denúncia de que Flávio Bolsonaro fraudava notas fiscais. A loja do senador é alvo de investigação de lavagem de dinheiro.

Flávio Bolsonaro é dono da loja de chocolates em um shopping na Barra da Tijuca desde 2015. Ele comprou o estabelecimento do empresário Cristiano Correia Souza e Silva, que já tinha uma loja da mesma franquia num outro shopping no mesmo bairro.

Na investigação da rachadinha, o Ministério Público chamou Cristiano para prestar depoimento. O empresário contou que, no Natal de 2016, soube por clientes que a loja de Flávio Bolsonaro estaria vendendo produtos abaixo da tabela da Kopenhagen.

Cristiano disse que a prática significa uma infração contratual e, por isso, entrou em contato com a matriz, que, segundo ele, fez uma fiscalização e constatou que a operação ocorria com emissão de nota fiscal com o preço cheio, mas o cliente pagava um valor menor.

A denúncia reforça a hipótese do Ministério Público de que havia uma engrenagem montada para esquentar dinheiro na loja de chocolates.

Os investigadores afirmam que a loja recebia mais dinheiro vivo do que outras franqueadas, em média. Os pagamentos em espécie permaneciam constantes mesmo em períodos de aumento das vendas, como a Páscoa.

O Ministério Público diz que Flávio Bolsonaro e a mulher dele, Fernanda Bolsonaro, investiram mais de R$ 1 milhão na compra da loja. Valores que, segundo os promotores, não seriam compatíveis com a renda do casal.

Cristiano Silva contou ao MP que ele e a mulher receberam ameaças por e-mail depois que a denúncia chegou ao grupo de conversas dos franqueados da Kopenhagen, informa o G1.


‘Bolsonaro começa a fazer política como ela é‘, diz Ricardo Barros sobre aproximação com centrão


Ricardo Barros (Progressistas-PR), afirmou que assumiu a posição de líder do governo "justamente na hora em que o presidente Bolsonaro se articula com a política como ela é"

Deputado Ricardo Barros 17/10/2017 (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)
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247 - O novo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), que foi ministro da Saúde de Michel Temer, definiu a aproximação do governo Jair Bolsonaro com o chamado "centrão" como sendo a articulação com "a política como ela é".

"Nós tivemos um início de governo onde o presidente Jair Bolsonaro vinha numa dicotomia entre a velha política e a nova política. Se relacionou inicialmente com frentes parlamentares da Câmara e do Senado, e nomeou ministros indicados por essas frentes", disse Barros,em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues exibida no SBT Brasil.


Segundo ele, desde fevereiro Bolsonaro começou a dialogar com presidentes de partidos, com líderes partidários, e mudou o eixo da articulação política.

 

 

 

 


Félix Fischer, do STJ, manda Queiroz e a mulher de volta para o xilindró


Decisão expedida nesta quinta-feira (13) revogou prisão domiciliar de Fabrício Queiroz e sua mulher
Tiago Vasconcelos 

Márcia e Fabrício Queiroz são alvos de investigação sobre rachadinha na Alerj. Foto: Reprodução

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Félix Fischer determinou, nesta quinta-feira (13), que o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia de Aguiar, tenham restabelecidas a ordem de prisão em regime fechado. A medida desfaz a decisão do presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, que havia concedido prisão domiciliar ao casal.

Segundo o Ministério Público, Queiroz seria o operador financeiro de um esquema de “rachadinha” de salários de servidores indicados por Flávio Bolsonaro para o seu gabinete na Assembleia, quando o atual senador era deputado estadual do Rio de Janeiro.

Queiroz teve a prisão decretada em junho e chegou a ser encaminhado ao presídio de Bangu (RJ), mas obteve o benefício da prisão domiciliar em razão de problemas de saúde que enfrenta, e da pandemia do coronavírus.


Para o MP, no entanto, o desaparecimento da mulher de Queiroz, endereços “falaciosos”, movimentações suspeitas na sua conta, além de “alusão a seu poder de influência mesmo dentro da cadeia”, justificam o regime fechado. O ministro Félix Fischer concordou.

Diariodopoder.com.br

 


Não há negros no CNJ que vai avaliar denúncia sobre racismo de juíza


Juíza de Curitiba afirmou em sentença que um réu é “seguramente integrante do grupo criminoso em razão da sua raça”
Tiago Vasconcelos T
Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Foto: Agência Brasil

Quando chegar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o caso da juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba, que afirmou em sentença que um réu é “seguramente integrante do grupo criminoso em razão da sua raça”, encontrará um colegiado de quinze integrantes no qual não há negros. A vítima do racismo, Natan Vieira da Paz, 42, é negro e foi condenado a 14 anos e dois meses de prisão pela juíza. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O corregedor nacional de Justiça do CNJ, Humberto Martins, ordenou “providências” e fixou prazo de 30 dias para a corregedoria paranaense.

Martins participará, dia 25, de sua última reunião do CNJ. No dia 27, ele assumirá a presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Webinário do CNJ discutirá participação feminina nos concursos para a magistratura
A juíza diz que a frase “foi retirada do contexto”. Como se fosse possível desvirtuar a frase “integrante do grupo criminoso em razão da sua raça”.

Diariodopoder.com.br


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