Administrar interesses DIFUSOS em um intrincado SISTEMA



Mirtzi Lima Ribeiro

Ao nos depararmos com mudanças conjunturais em uma administração pública (procedimentos, meios, conjunções), e em especial, quando há modificações estruturais envolvidas (organização administrativa, seu arcabouço jurídico e suporte geral), é preciso ter não apenas uma ideia do TODO, mas, também ter a exata noção de todos os cenários envolvidos: local, internacional, bases e contextos que serão impactados, quadro geral de capacidades, vocações, oportunidades e também de fraquezas a serem fortalecidas, etc.

É preciso ter uma clara identificação do “problema”, ou seja, do que precisaremos mudar e como mudar. Para tal é preponderante analisar o “fenômeno” ou caso sobre o qual se debruçará para mudar ou solucionar.
Junto a essa análise, é preciso examinar todo o “processo”, ou seja, procedimentos, fluxos de competências e atividades, atribuições, elementos que estão relacionados entre si (formam um hiperlink),

Com todos os cenários e mapeamento efetuados quanto àquilo que precisamos mudar conjuntural e/ou estruturalmente, é preciso estabelecer um “Plano de Ação”, com método, tirocínio, e bases as mais sólidas possíveis.
É necessário priorizar e ordenar as ações, hierarquizando-as.

Nada por “acaso” funciona bem. Tudo deve ter um propósito e um direcionamento inteligente norteando seu fluxo.

A comunicação aberta, CLARA, direta e inteligível, é preponderante nesse processo. A consulta às bases de inteligência que detenham expertise, são de vital importância.

Um sistema administrativo, quanto maior e mais complexo, mais exigirá que todos os mecanismos da teia que o sustenta seja observado, estudado e avaliado.

Logo, para a administração de cada país, há de se ter opções que são como uma Mão e uma Luva. Elas precisam estar muito bem ajustadas. Seu trinômio será: Planejar, Organizar, Dirigir/Acompanhar.

No caso do Brasil, temos: a desigualdade sócio-econômica que demanda atenção e cuidados; a Educação que precisa melhorar os índices de aproveitamento; a Saúde e o Saneamento Básico, que requerem cautela e apreço; Projetos estruturantes que são a espinha dorsal de uma sociedade e a manutenção dos sistemas que já possuímos; Segurança Pública; Inclusão Social para grupos específicos (idosos, gestantes, pessoas abaixo da linha de pobreza, condições especiais de locomoção e saúde, etc.); Gestão do Meio Ambiente; Gestão dos meios e malhas viárias e ferroviárias; Fomento à Economia com Desenvolvimento Sustentável, etc. Todos tópicos de soberana importância. Há desigualdades regionais e climáticas que precisam ser observadas em todo o processo.
Isso e muito mais precisa ser equacionado, aproveitado e fomentado.

E o PONTO fundamental é: alavancar o país.

Mirtzi Lima Ribeiro





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