O Brasil é de Jesus? - Albergio Gomes Medeiros



 "Homi", estou enfarado de receber duas bobagens, ambas para pré-adolescentes, mas que seduziu os adultos, e deixarei para Adriano Figueiredo rotular um dos grupos: Um vídeo do bem intencionado, preparado, e novo Deputado Federal pelo RS, Marcel van Hattem, explicando a situação financeira do INSS com 5 ou 6 copos, sendo um maior do que todos, porém esquecendo mencionado parlamentar de informar que o conteúdo do copázio compreende os que nem estão na crudelíssima Reforma proposta pelo Governo de Dilmo, portanto, baldada a "tão simples e pedagógica ilustração" haja vista quimera de uma das premissas, baldada para mim, mas "altamente" simples e pedagógica para muitos néscios.

O segundo vídeo apresenta um grupo de parlamentares, auxiliares e uma "reca", cantando coros e hinos no Palácio do Planalto, intitulado "O Brasil é de Jesus". O vídeo foi disseminado sob esse título e por qual grupo, Adriano Figueiredo? Pense em um povo religioso e, embora não admita, supersticioso, pois só superstição daria um elastério desses e diria que "O Brasil é de Jesus", embora espoquem fatos semelhantes, com muito mais pessoas, e que acontecem incontáveis vezes, todos os dias, Brasil afora; todavia, por ter sido no Planalto o Brasil é de Jesus?

Conclusões: (1) Em regra, não existe solução para problemas complexos, tampouco explicações tão simplistas e, ouso dizer, simplória para o caso da Autarquia Previdenciária. (2) Quanto ao religioso evangélico, que não dá um pio (o que é até elogiável) quando xingado e rotulado pejorativamente por um certo mentor, mas que fica extremamente ofendido e sente-se até agredido quando alguém ousa tecer alguma crítica ao ungido Bolso, sequer se deu conta de que reproduz um "mantra" que subordina Deus, O Todo Poderoso, O Eterno, a uma das criações (Terra-Brasil), e cada vez mais adere à "Paixão de Cristo" sem entender que é Amor, é Graça Divina. Se consideram questões meramente de semânticas, eu não.





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