Uma Justiça tacanha - Chico Pinto Neto




Apesar de ter frequentado um curso de direito e de passar parte da minha vida nas diversas redações de jornais, tentei, meditei, procurei respostas em livros e junto à alguns especialistas, mas não encontrei resposta, nem razão, para uma Juíza do Trabalho, ao julgar uma Ação Trabalhista, eivada de mentiras absurdas, da parte de uma vendedora que trabalhou apenas 05 (cinco meses) na empresa, recebendo integralmente e em dia os seus salários, passagens, ajuda de custo, fgts, e inss, determinar sem dó, e de forma absurda, uma indenização de R$ 25 mil reais, ou seja, R$ 5 mil por mês trabalhado.

Esta ação foi julgada em uma das varas trabalhistas situada no Shopping Tambiá. E causou espanto até mesmo junto a um dos servidores da Vara. Apelar era o caminho correto e natural, mas como o empregador é obrigado a depositar cerca de 80% do valor da causa, o caminho foi procurar o advogado da parte adversa e propor um acordo parcelado.

É por este tipo de arbitrariedade e de falta vocacional para o mister, que a expressiva maioria da população é contra a tal justiça de trabalho. Juiz desse jaez, pensa que o pequeno empresário, aquele que contribui pra pagar os seus salários, via carga tributária, vive nababescamente.

O que se ver é centenas de estabelecimento cerrando às portas, demitindo e diminuindo abruptamente os postos de trabalho. Agindo assim, acredito que não tem o direito de reclamar da falta de emprego no país. Só gostaria de saber se esta magistrada paga de forma generosa os seus empregados domésticos. Acabar com a Justiça do Trabalho não sei se vale apena, mas que a legislação deve ser mudada, isto Sim!..





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