Inveja quando não mata, entorna - Tião Lucena



 
Seria a glória para determinados adversários do governador Ricardo Coutinho, ver a barragem de Camará arrombar, mesmo sem água. Acostumados a desmanchar o que os outros fizeram, esses desafetos de Ricardo não escondem o ciúme que sentem dele por conta desse amontoado de obras que vem inaugurando nos últimos seis anos. É tanta obra que deixa a turma do contra zonza, sem ação, sem argumento e sem assunto.

Por isso a catástrofe anunciada por Helder Moura viria a calhar. Seria o filé do parangolé, como se diz lá em nós.

Mas a barragem nem poderia arrombar, mesmo que quisesse. Como arrombar sem água? Ela está lá, erguida, a espera das chuvas. E quando encher, com certeza distribuirá água para todo o brejo. Foi para isso que a refizeram.

Camará foi construída em cima de uma pedra torta. Carecia de manutenção, mas quem deveria fazer esse trabalho preventivo, não o fez. Ao contrário, deixou a parede arrombar para botar a culpa no até então desafeto. Segundo o deputado Tião Gomes, o homem que governava à época festejou o acontecimento com um viva e com um “agora eu lasco ele”. Ele era o construtor da obra mal construída.

O tempo passou e chegou a vez do Mago assumir o governo. Ele assumiu, prometeu e reconstruiu Camará. Fui ver a obra de pedra, cal e cimento. É de encher os olhos.
Aí aparece a turma do contra, a turma da inveja, para dizer que a barragem vai arrombar de novo. Arrombar sem água para tanto. Nem mentir a turma sabe mais. Nem inventar direito, inventa.

Tudo para tentar empanar o brilho dessa gestão do Mago Ricardo Coutinho, o homem que enfrenta a crise sem baixar a cabeça, que não deixa o funcionário sem dinheiro e não se cansa de inaugurar estrada, viaduto, adutora e barragem.

Repito, seria a glória para a turma da preguiça ver Camará cair em cima do povo brejeiro. Seria. O verbo está bem empregado. Seria, mas não será. E os ciumentos, os invejosos, o que não aguentam ver o show do Mago, vão continuar morrendo do bofe, chorando pelos cantos de parede e se enforcando num talo de coentro.




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