Texto instigante - Lourdinha Luna



 

Um dia após a veneração a José Américo na Fundação que leva seu nome, um artigo publicado em A UNIÃO, obriga-me a desmentir o que o jornalista HÉLIO POLVORA, disse a respeito do homem público probo, portador das virtudes antigas, cuja história e padrão de vida, honra o seu berço.


1º) Diz o jornalista: “Eu não apenas fui seu hospede, como bebi seu uísque, que ele já entrado nos anos guardava como um troféu,”


Resposta: Há 53 anos convivo com José Américo e sua memória. E na relação dos hospedes, anotados por mim, a partir de 1963, quando José Américo se aproximava dos 80 anos, NÃO CONSTA O NOME DE HÉLIO POLVORA. Entre os anos de 1951 a 1962 ele pouco se demorava em João Pessoa, porque vivia no Rio de Janeiro para assistir sua esposa enferma. A casa era responsabilidade de um caseiro. O hiato acontecera em 1958 quando candidatou-se ao Senado e foi derrotado, pela seca daquele ano.


2º) Diz o falsário “em 1936 José Américo fora a Bahia em campanha politica para a Presidência da Republica. A viagem como me esclareceu o professor Cid Teixeira, fora marcada por um desastre de aviação, em que o Interventor Antenor Navarro faleceu.”
Resposta: O naufrágio se deu em 26 de abril de 1932, e não em 1936. José Américo regressava do sertão nordestino, com destino ao Rio de Janeiro para contar a Getúlio Vargas e aos jornais brasileiros o que deixara no fogaréu.


3º) No discurso da Bahia, que acabei de reler, em nenhum momento Zeamérico fala “Eu sei onde está o dinheiro...”


Resposta: Essa expressão ele usou, realmente, no comício no Rio de Janeiro, e depois, em outro discurso, revelou o local: nos FUNDOS DE PENSÃO, que o PT acaba de liquidar em transações corruptas e fraudulentas.


E continua ridicularizando José Américo porque era onisciente, digno, trabalhador e honesto. Esse jornalista deve ser um daqueles que, pendurado no MVOP, perdeu a mamata. Estranho a publicação na A UNIÃO tantos anos depois de escrita a infâmia.





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