Porque hoje é sábado Postado por Tião Lucena,




Tudo tem um limite, até a tolerância.E essa da transposição do Rio São Francisco ultrapassou todos os limites. O Nordeste poderia estar com seus açudes cheios, com seus rios perenes, com a terra molhada e nadando em fartura, se a transposição estivesse concluída – e era para estar desde 2012. E até nisso houve roubo, corrupção, propina, tôco, safadeza. Não pode continuar. De onde se espreme, sai pus. Temos que retirar o carnegão para matar o tumor.
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Tudo certo, tudo pronto, prego batido e ponta virada: o lançamento do meu livro em Bananeiras será na próxima sexta, dia 18, no Espaço Cultural local,a partir das 19 horas. O prefeito Douglas Lucena convidou-me para fazer este evento na sua cidade e o farei com muita alegria, pois Bananeiras virou meu xodó faz tempo.
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Faltam 3 mil reais para o busto de Augusto dos Anjos retornar ao seu pedestal na Galeria que leva seu nome, no centro da cidade. A Prefeitura contratou um restaurador para recuperar o busto, o rapaz cobrou os 3 mil, a Prefeitura não pagou e o restaurador fincou pé:só devolve a estátua depois de receber o dinheiro.
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Bateu saudades da Fava do Bosco, da Rabada do Noé, do Grande Ponto de Seu João, da Cantina do Camões, da Fava da 13 de Maio, da sopa do 2113, da lanchonete de Zezinho do Botafogo, do Bar do Grego, do Woodstock, do Bar de Raul, da Galinha de Nazaré e do Braseiro Continental.
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E lá em Princesa, saudades mil do Bar do Peixe de Dona Maria do Ó,do Bar de Joca Fernandes com as suas tertúlias poéticas, do Bar de Mirô e dos seus preços mirabolantes, da boate de Mirabô e das suas noites dançantes,do corêto da Praça Zé Nominando, da Bodega de Luizinho de Calu, do vozeirão de Seu Diolindo na sua bodega de esquina no Cancão, da Padaria de Rafael Rosas, da sinuca de Zé Marreta, do Bar de Estrela, do cabaré de Estrela, de Toinha Baú, de Rita Quarto de Bode, de Pipoca, de Pichuita, de Lindalva, de Lurdes Branca, de Socorro Rouca, de Bola,de Espedita de Aderbal, de Lurdes de Zé de Totô e das irmãs Palmira e Zulmira.
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Todas elas, acima de qualquer suspeita.
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E agora lá se vão meus abraços para Aldo Lopes de Araújo, Norman Lopes,Mitonho de Mourão, Elenildo Arruda,Eduardo Abrantes, Ivo de Lindolfo, Richomer Barros,Romulo Rosas, Manoel Marrocos Filho, Nicinha de Zezim Ourives, Telma Patriota,Edna Lima, Socorro Paiva, Socorro Messias, Maria José Campos, Batista e Raimundo Campos,Monica Barros, Lurdes de Camilo e Anita de Zé Marreta.
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Esta também está no meu novo livro:
Ramalhetes de flores foram colocados pelo deputado Antonio Nominando Diniz na mesa das taquígrafas da Assembléia, uma maneira de homenageá-las pela passagem do seu dia.
Na tribuna, exaltado, o udenista Joacil de Brito Pereira fazia contundente discurso contra o PSD. Raymundo Asfora tirou algumas flores da mesa de taquigrafia e levou para o orador, que explodiu:
-Senhor presidente, eu não admito palhaçada.
Nominando Diniz levantou-se e abriu a seguinte questão de ordem:
-É a primeira vez, senhor presidente, que vejo alguém protestar por receber flores.




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