João apresenta Orçamento Democrático nesta segunda


O governador João Azevêdo apresenta, nesta segunda-feira (18), no Palácio da Redenção, em João Pessoa, o Ciclo 2019 das audiências públicas regionais do Orçamento Democrático Estadual. A solenidade, que será aberta ao público e à imprensa, acontece a partir das 10h, no Salão Nobre. Na ocasião, também será apresentado o Prêmio Ceci Melo de Participação Social (7ª edição), que homenageará conselheiras e mulheres da sociedade civil, em alusão ao Dia Internacional da Mulher (8 de março).

As audiências do Orçamento Democrático Estadual estão programadas para acontecer a partir da primeira semana de abril, nas 14 Regiões Geoadministrativas, reunindo a população dos 223 municípios paraibanos, seguindo até o início mês de junho. Serão 17 grandes plenárias públicas, com a participação do governador João Azevêdo, o secretário de estado do OD Estadual, Célio Alves, e toda a equipe de secretários, assessores técnicos da administração direta e indireta.

MaisPB


Decisões do STF confirmam movimento para enquadrar procuradores

Decisões recentes mostram intenção de impor limites ao ministério público

Decisões recentes confirmam intenção de impor limite a pedidos abusivos de procuradores. Foto: Carlos Moura/SCO/STF


As decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), em claro desacordo com a força-tarefa da Lava Jato e o Ministério Público Federal como um todo, confirmam a informação desta coluna, de 25 de fevereiro, sobre a decisão dos ministros do STF presidido por Dias Toffoli de impor limites aos procuradores, negando-lhes pedidos “abusivos” e aumentando as exigências para autorizar buscas ou decretar prisões. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Já na segunda (11), a chefe da PGR, Raquel Dodge, que conhece a alma do STF, arquivou acusação da força-tarefa contra Gilmar Mendes.

Na sessão de quinta (14), os ministros do STF derrotaram a força-tarefa ao despachar crimes de caixa 2 para a Justiça Eleitoral.

A semana encerrou na sexta (15), com o ministro Alexandre de Moraes liquidando a “Fundação da Lava Jato” e a bela verba de R$ 2,5 bilhões.


Bolsonaro chega a Washington para visita oficial ao governo Trump‘

 ‘É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade‘, disse o presidente

Presidente Jair Bolsonaro, ao desembarcar na basea aérea de Andrews, em Washington. (Foto: Alan Santos)


O presidente Jair Bolsonaro disse, em sua conta no Twitter, que sua visita aos Estados Unidos representa o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade. Bolsonaro desembarcou neste domingo (17) na Base Aérea de Andrews, em Washington.

“Pela primeira vez em muito tempo, um presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram”, afirmou na rede social.

O avião presidencial decolou da Base Aérea de Brasília por volta das 8h deste domingo (17), após transmitir o cargo ao vice Hamilton Mourão. O presidente brasileiro ficará hospedado na Blair House, palácio usado para hospedar chefes de Estado e de Governo em visita oficial a Washington.

“Nos hospedaremos na Blair House. É uma honraria concedida a pouquíssimos chefes de Estado, além de não custar um centavo aos cofres públicos. Agradecemos ao governo americano a todo respeito e carinho que nos está sendo dado”, informou Bolsonaro.

Ainda segundo o presidente brasileiro, Brasil e Estados Unidos “juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo”.

Acordos serão assinados
Bolsonaro e o presidente norte-americano Donald Trump devem assinar na próxima terça-feira (19) o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos. A medida vai permitir o uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão. Estima-se que, em todo o mundo, ocorra uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.

A Base de Alcântara é reconhecida internacionalmente como ponto estratégico para o lançamento de foguetes, por estar localizada em latitude privilegiada na zona equatorial, o que permite uso máximo da rotação da Terra para impulsionar os lançamentos.

Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), o uso da base brasileira pode significar uma redução de 30% na utilização de combustível, em comparação a outros locais de lançamentos em latitudes mais elevadas.

Integram a comitiva brasileira os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Com a bancada mais inexpressiva da sua história, MDB patina entre o novo e o velho

MDB não sabe o que fazer com nova geração, que o ignora

Delatores disseram em depoimentos que a J&F repassou mais de R$ 40 milhões ao MDB nas eleições de 2014 (Foto: Reprodução)


O MDB velho de guerra está cansado, sem norte. Na Câmara, com bancada reduzida para 34 deputados, a mais inexpressiva da sua história, o partido que já foi liderado por Ulysses Guimarães sofre crise de identidade. É que os novos deputados eleitos em 2018 não querem saber das velhas lideranças, representadas pelo seu atual presidente nacional, Romero Jucá. Nem mesmo as cumprimenta. O partido não tem nem mesmo interessados em assumir sua presidência. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Perdidos, os antigos do MDB não sabem nem mesmo a quem se dirigir. Não há líderes que se destaquem, entre os novos do MDB.

Para entender o que acontece, Jucá se reuniu antigas lideranças do velho MDB, como Moreira Franco, mas ninguém sabe o que fazer.

O governador Ibaneis Rocha (DF) aceitaria presidir o partido, mas o estatuto veda essa função aos que ocupam cargos no Poder Executivo.

A cúpula do MDB apelou ao ex-presidente Michel Temer para assumir o comando do partido. Ele recusou: afastou-se da política para sempre.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Após vazar áudio de Julian sobre cargos, presidente do PT-PB declara: "Não passa de mais um com uma fome de leão"

 Após vazar áudio de Julian sobre cargos, presidente do PT-PB declara:
O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Jackson Macêdo, usou seu perfil numa rede social para expressar sua opinião a respeito do vazamento de um áudio onde o deputado federal Julian Lemos (PSL-PB) conversa com o secretário-geral do PSL na Paraíba, Fabio Nobrega Lopes, sobre possível troca de cargos por votos favoráveis à aprovação do texto proposto por Bolsonaro para a reforma da Previdência.


Presidente do PSol na Paraíba diz que Julian Lemos opera "mensalão dos Bolsonaro"

Jackson postou o link da matéria publicada pelo Jornal O Globo, onde aparecem Julian Lemos e o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL). "Isso se elegeu em total estelionato eleitoral", diz o texto.

O presidente do PT-PB lembrou ainda que durante a campanha, o grupo de Jair Bolsonaro chegou a prometer uma ‘nova política‘, no entanto, para o petista, "não passa de mais um com uma fome de leão", publicou.


Ex-zelador passa por audiência de custódia e é levado para o PB1


Presídio PB1
O ex- zelador do colégio Geo Tambaú, de 43 anos, passou por uma audiência de custódia, na tarde deste sábado (16), e foi encaminhado para a penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1, em João Pessoa. Ele foi ouvido pela juíza Andréa Arcoverde, da 1ª Vara Criminal, no Fórum Criminal.

Apontado como ‘o tio do banheiro’, ele é suspeito de facilitar e também participar dos estupros dentro do banheiro do colégio junto com três adolescentes que foram apreendidos.

O suspeito estava respondendo em liberdade, mas foi preso na tarde de ontem após pedido da Polícia Civil.

MaisPB


Vaza áudio de paraibano sobre “troca de cargos”

 Reportagem de O Globo coloca o deputado federal paraibano Julian Lemos (PSL) no centro de uma gravação telefônica. em que se sugere troca de cargos por votos na reforma da Previdência, projeto em tramitação no Congresso Nacional

De acordo com matéria do jornal o do Globo, no áudio, Lemos fala com Fábio Nóbrega, relata ao secretário-geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo que conseguiu junto à Casa Civil garantir indicações dos dirigentes do Incra e Funasa na Paraíba, além de um “terceiro negócio”.

Lemos também relata que outros parlamentares buscam ou buscarão acordos semelhantes, com o objetivo de obter cargos na administração federal em troca de votos.

A versão do deputado

“O áudio é crime. É uma violação gravíssima, uma agressão, um fato grave. Isso aí vai rolar Polícia Federal. Não tem nada que desabone. A única coisa que vejo criminosa é a gravação ilegal”, disse o paraibano ao ser contatado pelo Globo.

De acordo com Julian Lemos, não existe na gravação de 12 minutos nada que desabone sua conduta e tratou o áudio vazado como uma conversa pessoal onde eles falam da conjuntura política.

“Não é um áudio comprometedor de esquema. O Fábio dá uma opinião, que é dele, até de certo modo ingênua, não é político. É uma análise que ele faz do que se sabe no Congresso. Ele falou como alguém que escuta as conversas. Fábio traça um dialogo baseado no que ele escuta. Isso é uma leitura política que ele faz, não que eu faço”, argumentou.

Confira a reportagem assinada pelo jornalista Bruno Abbud, de O Globo:

Em áudio, deputado do PSL cita troca de cargos por votos na Previdência

RIO — Em áudio que circula em Brasília, inclusive entre assessores do Palácio do Planalto, um deputado federal do PSL relata que parlamentares têm exigido e negociado cargos em troca de votos favoráveis à reforma daPrevidência , principal projeto do primeiro ano do governo Bolsonaro.

Na gravação, um telefonema de 12 minutos, a que O GLOBO teve acesso, o deputado Gulliem Lemos (PSL-PB), conhecido como Julian Lemos, relata ao secretário-geral do PSL na Paraíba e assessor do Ministério do Turismo, Fabio Nobrega Lopes, que conseguiu junto à Casa Civil garantir para si a prerrogativa de indicar nomes para cargos de direção na Fundação Nacional da Saúde (Funasa) da Paraíba e na sede regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Lemos também relata que outros parlamentares buscam ou buscarão acordos semelhantes, com o objetivo de obter cargos na administração federal em troca de votos.

Na conversa, Lemos conta que vai conseguir, “logo de cara”, as indicações para a Funasa e o Incra e diz que ainda tentará “pegar um terceiro negócio”. O interlocutor concorda e afirma que a Funasa “é forte demais”. Procurado, o deputado disse que pedirá à Polícia Federal que investigue a origem da gravação, que chamou de “grampo ilegal”.

— O áudio é crime. É uma violação gravíssima, uma agressão, um fato grave. Isso aí vai rolar Polícia Federal. É extremamente absurdo isso. Não tem nada que desabone, única coisa que vejo criminosa é a gravação ilegal. Sou um deputado federal, imagine se os deputados agora têm seu sigilo telefônico quebrado — disse.

Feita sem o conhecimento dos dois interlocutores, a gravação de fato surgiu a partir de um grampo telefônico, segundo informou uma fonte ao GLOBO. Sem citar nomes, Julian Lemos atribuiu o grampo a adversários políticos.

– Descobri a fonte, descobri tudo, foi uma armaçãozinha que fizeram. Estou pegando mais informação para chegar aonde quero. É coisa minha — disse Lemos.

As indicações políticas apontadas por Lemos no telefonema ainda não foram oficializadas. Nesta semana, depois de O GLOBO procurar o deputado para comentar o teor do diálogo, Lemos anunciou em suas redes sociais que “abre mão” de indicar pessoas para ocupar cargos federais.

Na conversa, ocorrida em fevereiro, o secretário do PSL paraibano menciona uma reunião na Casa Civil na qual, segundo ele, ficou acertado que os cargos “a nível estadual” seriam distribuídos depois do carnaval. Ainda de acordo com Fábio Nobrega Lopes, o ministro-chefe da pasta, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), participou de um dos encontros nos quais eram discutidas as trocas de indicações a cargos na máquina federal por votos favoráveis à reforma da Previdência. O GLOBO procurou Onyx, por meio de sua assessoria, mas ele não comentou o diálogo.

Distribuição para todos

Lemos relata que, na reunião, Carlos Manato, secretário-geral para a Câmara do governo, diz que haverá cargos para todos os deputados, menos para os que são do PT e de outros partidos de esquerda.

Na conversa, Lemos e Nobrega discutem o preenchimento de um cargo na Funasa com salário líquido de R$ 7 mil, que consideram baixo, mas que controlaria uma alta gestão de recursos liberados pela Casa Civil.

Nobrega Lopes foi nomeado em 30 de janeiro para um cargo comissionado na secretaria-executiva do Ministério do Turismo, com salário R$ 10.673,30. A secretaria-executiva é vinculada diretamente ao gabinete do ministro Marcelo Álvaro Antônio, investigado pela Polícia Federal acusado de promover candidaturas de laranjas nas eleições de 2018.

Há dois dias, o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), anunciou a liberação de cerca de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares. O anúncio ocorreu em meio à pressão de partidos políticos que criticam a articulação do governo junto ao Congresso. Na terça, o presidente Bolsonaro negou, pelo Twitter, que as verbas tenham sido liberadas “para a aprovação da Nova Previdência”.

Em vídeos divulgados nas redes sociais de Bolsonaro, Lemos foi apresentado mais de uma vez como coordenador, no Nordeste, da campanha presidencial de 2018. Muito próximo ao ex-ministro Gustavo Bebianno, então presidente do PSL, Lemos foi vice-presidente do diretório nacional do partido durante campanha e pré-campanha.

Outro lado

Lemos diz que o áudio registra “uma conversa pessoal”.

— Não tem nada que desabone minha conduta, nenhuma conversa que seja não republicana, é uma conversa pessoal a respeito de uma conjuntura política.

Sobre a busca por um “terceiro espaço”, Lemos não revela que órgão, além da Funasa e do Incra, teria indicações escolhidas por ele.

— Terceiro negócio é espaço. Uma terceira autarquia que pode vir. Nem essas que eu falei eu sei se isso vem. Só acredito quando pego. Não existe nenhuma indicação ainda. Para o Incra, eu digo só que tenho uma coronel, eu tenho um nome que é um coronel que tem quatro graduações, fala dois idiomas, já foi secretário de estado, é um homem preparadíssimo, mas não vou te falar. Isso é uma informação que caso venha a se concretizar ele será nomeado. Foi uma conversa preliminar. Não existe oficialização de indicação. Se eu encher o saco, não quero m… nenhuma. Não fui eleito para isso. Agora, se vier para A tem que vir para B, normal. Isso faz parte da democracia. Só não vou trabalhar em ‘toma lá, dá cá’, porque não trabalho com isso.

Lemos também comentou as falas do assessor Fabio Lopes durante a gravação:

— Não é um áudio comprometedor de esquema. O Fabio dá uma opinião que é dele, até de certo modo ingênua. O Fabio não tem legitimidade nenhuma, não é político. É uma análise que ele faz do que se sabe no Congresso. Ele falou como alguém que escuta as conversas. Fabio traça um diálogo baseado no que ele escuta. Isso é leitura política que ele faz, não que eu faço. Se você chegar no parlamento vai ver o que o povo diz.

Fabio Lopes não retornou os contatos da reportagem.

MaisPB com O Globo


Botafogo-PB vence Altos e se aproxima da 2ª fase

 O Botafogo-PB venceu o Altos-PI por um placar de 2 a 0, na tarde deste sábado (16), no Almeidão, e assumiu a liderança do Grupo B, da Copa do Nordeste.

Com o resultado, o Belo mantém também a invencibilidade e chega a quarta vitória consecutiva na competição regional.

O placar da partida válida pela 6ª rodada foi aberto com um gol de falta de Fábio Alves, aos 20 minutos do primeiro tempo. Os jogadores esperavam cobrança de Marco Aurélio, mas foi Fábio Alves que deixou sua marca.

Aos 12 minutos do segundo tempo, após bola tocada por Marco Aurélio, Marcos Vinicius, mandou um foguete e aumentou a vantagem para o clube da Capital paraibana.

Com o resultado, o Belo chega a 14 pontos no Grupo B, três a mais que o segundo colocado, o Ceará, que fecha a rodada, neste domingo (17), contra o Fortaleza.

No domingo (24), o Belo volta ao Almeidão contra o Sampaio Correia, às 19h. Nesse jogo, a equipe paraibana pode sacramentar classificação para a próxima fase.

MaisPB


Nomes Que Fizeram E Fazem A História Da Paraíba - Alarico Correia Neto

Alarico Correia Neto–Nasceu em 02 de agosto de 1945, na cidade de Santa Rita, Paraíba,filho de Francisco Marinho Correia, e de Elisa de Alcântara Correia –O casal tiveram mais 05 filhos, Valdemir, Vandira, Valdete, Valdeci Aos 3 anos de idade, minha família mudou-se para Campina Grande. Alarico é Professor, jornalista, dramaturgo e gestor cultural,

Ali iniciou seus estudos primários, no Grupo Escolar Clementino Procópio, fez o Exame de Admissão, passando de primeira época no Colégio Estadual da Prata, A tarde ajudava o seu pai num pequeno restaurante que ele mesmo construíra de madeira, no Centro de Campina Grande, e que foi retirado junto com outros similares na Gestão do Prefeito Elpídio de Almeida.

Aos 12, seus pais se mudaram para João Pessoa, por motivo de saúde, Em João Pessoa, fui estudar no Colégio Estadual de Cruz das Armas, onde estudou as 2ª, 3ª e 4ª séries, mas por conta de política estudantil, tive que me transferir para o Educandário Nossa Senhora das Neves, mais conhecido como Underwood.
O envolvimento na política estudantil veio por motivo do tratamento privilegiado que a direção do Colégio de Cruz das Armas dava às 3ª e 4ª séries. Foi presidente de turma e depois presidente do Diretório Estudantil “Leonardo da Silveira” (DELS), era o único da Paraíba filiado à UBES (UniãoBrasileira dos Estudantes Secundários) e que, mais adiante, me reservaria indiciamento no Inquérito Policial-Militar UNE/UBES.

Aos 14 anos, começou a trabalhar como officce boy noescritório de corretagem de Otacílio Coutinho, na Rua 5 de Agosto, 134, no Varadouro, em João Pessoa.
Tem formação universitária em Pedagogia pela Universidade Federal da Paraíba (Licenciatura Plena em Pedagogia, habilitação em Administração Escolar), onde iniciou o Mestrado em Biblioteconomia – inconcluso – e, aceito pela Université de Paris VII (Memorial descritivo aprovado para cursar Doctarat de 3éme cicle), da qual desistiu para assumir a Direção da Editora Universitária da UFPB.

Concluiu o Curso de Extensão/Especialização em Direção Teatral, com duração de 360 horas, promoção conjunta UFPB/FEFIERJ – Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado do Rio de Janeiro, no qual foi aluno de Bárbara Heliodora, Ian Michalski, Pernambuco de Oliveira, Antônio Mercado, entre outras expressivas personalidades do teatro brasileiro.

Foi professor dos Cursos de Educação Artística e de Comunicação Social da UFPB (1978/96), tendo exercido os cargos de Coordenador Substituto do Curso de Educação Artística, Subcoordenador para a Área de Jornalismo do Curso de Comunicação Social e Chefe do Departamento de Comunicação.

Atualmente, está aposentado como Professor de Ensino S Na área artístico-cultural, começou em teatro na Juventude Teatral de Cruz das Armas (Juteca), tendo sido seu presidente no período de 1963 a 1965. Dirigiu as peças “A Cara do Povo do Jeito Que Ela É”, de sua autoria, primeiro espetáculo a conseguir trazer a uperior, Adjunto IV, da UFPB.

Na área artístico-cultural, começou em teatro na Juventude Teatral de Cruz das Armas (Juteca), tendo sido seu presidente no período de 1963 a 1965.

Dirigiu as peças “A Cara do Povo do Jeito Que Ela É”, de sua autoria, primeiro espetáculo a conseguir trazer areportagem da Rede Globo a João Pessoa, quando ainda a TV Cabo Branco era apenas uma repetidora. Dirigiu o espetáculo teatral “A Prima Dona” para o Grupo Andarilhos da Macambira (João Pessoa e Natal), atuou como ator e assistente de direção em “BR-230” sob direção de Fernando Teixeira, no Grupo Oficial do Teatro Santa Roza, e em “O Dia Em Que Deu Elefante”, dirigido encenadora baiana Tânia França, no mesmo grupo.

Criou a Ofteatro, oficina de teatro lançou muita gente nova no teatro pessoense, e o Ideodrama, com alunos de Educação Artística da UFPB, com diversas experiências a partir da peça teatral de Bertolt Brecht “A Exceção e a Regra”, e de “teatro invisiível”, de Augusto Boal. Foi Membro da Comissão Estadual de Desenvolvimento Cultural do Estado da Paraíba e do Conselho Editorial da Coleção Literatura Paraibana Hoje – João Pessoa 2000, Produtor Executivo do espetáculo Parai-bê-a-bá, de Paulo Pontes, encenado pelo Teatro de Arena da Paraíba e estreado no Teatro Nacional de Comédias, no Rio de Janeiro em 1968, Secretário e Diretor Substituto do Theatro Santa Roza, representante da Confederação Nacional de Teatro Amador (Confenata) na Paraíba, sendo responsável pela fundação da Federação de Teatro Amador da Paraíba; Diretor da Editora Universitária da UFPB, Coordenador do Núcleo de Teatro Universitário/UFPB, Representante do Centro de Ciências, Letras e Artes no Conselho Editorial da UFPB, Diretor Geral da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo do Estado da Paraíba (extinta), substituindo o Titular da Pasta em seus impedimentos e ausência; Coordenador do Núcleo de Arte Contemporânea/UFPB, Representante da Secretaria da Educação e Cultura do Estado da Paraíba junto à Procenge/Projeto Nordeste/Banco Mundial para elaboração e implantação do Cadastro Cultural (CAC) do Sistema Integrado de Informações Gerenciais (SIIG) da SEC/PB – 1998/99; representante do Conselho Estadual de Cultura na Comissão Normativa da Lei Viva Cultura do Município de João Pessoa; integrante, como Membro Suplente, do Conselho Estadual de Proteção dos Bens Históricos e Culturais/Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba e Secretário Executivo do Fundo de Desenvolvimento Cultura. Participou, como Expositor, do III Seminário de Estudos sobre o Nordeste – O Teatro – Salvador-BA, e, juntamente com a arte-educadora Laís Aderne, ministrou Curso Livre de Teatro – Oficina Básica, em São Cristóvão-SE, a convite da Universidade Federal de Sergipe. Foi Debatedor nos V Congresso Brasileiro de Teoria e Crítica Literária e I Seminário Internacional de Literatura/Núcleo de Estudos Lingüísticos e Literários – Campina Grande, 1980 e Expositor no 1º Fórum Nacional de Teatro/UFBA – Salvador-BA. Participou, como aluno, dos I Curso de Gestão Cultural - Ministério da Administração e Reforma do Estado/Escola Nacional de Administração Pública(ENAP), em Brasília-DF, e V Curso de Gestão Cultural – ENAP – São Luís-MA.
Trabalhos publicados: Gran Pipoca Circus, peça teatral infantil, montada em João Pessoa pela Cactus Produções, 1975; A Cara do Povo do Jeito Que Ela É (Edições Paulo Pontes, João Pessoa, 1975). Peça teatral montada em João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras (PB), Salvador (BA) – três montagens - e Ponta Grossa (PR); Teatro Paraibano, Hoje (A União, João Pessoa, 1980. Co-autoria); A Pedra Misteriosa Que Destruiu Hiroxima (Banco de Peças do Autor Nordestino, João Pessoa, 1977); BR 230 (co-autoria), peça teatral encenada em João Pessoa, Campina Grande e Salvador (BA); A Educação Brasileira Contemporânea (Editora Universitária, João Pessoa, 1981; organizador); Apesar de tudo o Nordeste resiste – também no teatro (revista Vôo Livre, Ano I, nº 1, Diretoria Geral de Cultura, João Pessoa, agosto/85; A Várzea da Mula Manca (revista Vôo Livre, Ano I, nº 2, Diretoria Geral de Cultura, João Pessoa, dezembro/85. Co-autoria); O Bibliotecário é um comunicador? (revista Signo, Curso de Comunicação Social/UFPB, João Pessoa, outubro/93), ensaio; Aruanda – Tributo a Linduarte Noronha, anais (Fundação Ulysses Guimarães, João Pessoa, 1999), organizador de textos; O Jornalismo e o Atual Momento Político Brasileiro. Essa relação tem ética? (Fundação Ulysses Guimarães, João Pessoa, 2001), editor; I Encontro de Gestores e Lideranças Municipais (Fundação Ulysses Guimarães, João Pessoa, 2001), editor de texto.

Trabalhos inéditos: Sexo Côncavo Convexo, romance; Quando os lobos uivam, peça teatral didática, adaptação do conto Os Irmãos de Medranhos, de Eça de Queiroz; Incesto dos Orixás, peça teatral baseado na mitologia nagô; Frutos da falta, poemas.
TRADUÇÕES AUTORIZADAS: A Sociedade, peça teatral Los Criminales, do dramaturgo venezuelano Rodolfo Santana; Patrão muy amigo, tradução da peça teatral La empresa perdona un momento de locura, do dramaturgo venezuelano Rodolfo Santana.

PRÊMIOS: Primeiro Lugar no I Concurso Paraibano de Peças Teatrais, com a peça BR 230 (co-autoria com Carmélio Reynaldo e Fernando Teixeira), promovido pela Secretaria da Educação e Cultura do Estado da Paraíba – 1976; Prêmio Universidade Federal da Bahia – 1ª lugar no Concurso Nacional de Peças Teatrais, com a peça “A Pedra Misteriosa Que Destruiu Hiroxima” – 1977; Troféu Comunicação 1987, outorgado pela Associação Paraibana de Imprensa, por destaque no teatro paraibano; Troféu Comunicação 1988, outorgado pela Associação Paraibana de Imprensa, por destaque como docente na área de Comunicação Social; Menção Honrosa outorgada pelo Conselho Estadual de Cultura, pelo trabalho desenvolvido na área cultural – 1996.
iniciou atividades profissionais na Rádio Correio da Paraíba, levado por Pedro Santos, e, em seguida, também no jornal Correio da Paraíba. Ainda como profissional de imprensa, teve atuação na Rádio Arapuan (Redator-chefe), Diário de Pernambuco (diretor da Sucursal Paraíba e, depois, Correspondente), O Momento (colunista) e jornal A União, onde, ocupou diversas funções e cargos, desde Redator, Chefe de Reportagem, Editor e Diretor Técnico. Em Fortaleza, Ceará, trabalhou nos jornais Correio do Ceará (redator) e Unitário (Secretário de Redação) e na Ceará Rádio Clube (noticiarista).

É fundador da Federação Paraibana de Teatro Amador (FPTA), além de participar ativamente de todos os lançamentos no campo das artes; seja enquanto autor, diretor, crítico ou simplesmente expectador.

Foi sócio-fundador e membro da diretoria do Centro de Tradições de Cajazeiras (CTC).
O conheci ao ingressar na Rádio Correio da Paraíba, lá por volta de 1969, no tempo em que fazia teatro amador, e fui testemunha do seu trabalho incansável para manter as atividades culturais em evidência na Paraíba, apesar de todas as dificuldades.
Lutou ao lado de inúmeros cajazeirenses pela construção do teatro de Cajazeiras.Não se contendo com essas atividades, apaixonado por pesquisar a história da Paraíba, é autor de diversas obras, das quais destaco A União 120 anos: uma viagem no tempo, realizado em parceria com o Poeta e Escritor Juca Pontes.

Foi sócio-fundador e membro da diretoria do Centro de Tradições de Cajazeiras (CTC). Profissional atuante, tendo contribuído para o encandecer o jornalismo da Paraíba, ainda jovem tive a honra de trabalhar com ele na Radio Correio da Paraíba. Alarico sem dúvidas é um marco no jornalismo paraibano.

 

Livro de autoria de Camilo Macedo a ser lançado brevemente

 

 


Uma Câmara de vereadores nos anos cinquenta - Ramalho Leite

Na eleição de 1951 defrontaram-se no município de Bananeiras a Coligação Democrática Paraibana (CDP) que elegera José Américo de Almeida, governador do Estado e a União Democrática Nacional (UDN), partido de Argemiro de Figueiredo. Para a prefeitura municipal de Bananeiras foram eleitos o agrônomo Antônio Coutinho Filho e a seguinte Câmara de Vereadores: Mozart Bezerra Cavalcanti, Gastão Carlos de Almeida, Arlindo Rodrigues Ramalho, João Elísio da Rocha, José Tomas de Aquino, Luiz Ferreira de Melo, Joaquim Pereira de Castro, Cláver Ferreira Grilo, Antônio Alencar de Oliveira, sendo cinco da CDP e quatro da UDN.

Nesse período, o fato mais importante que se debateu foi a emancipação política do distrito de Moreno, transformado no município de Solânea. Efetivado o desmembramento, os vereadores João Elísio da Rocha e Luiz Ferreira de Melo, radicados em Solânea, considerando que estavam ocupando indevidamente cadeiras que deveriam pertencer ao município de Bananeiras, renunciaram aos seus mandatos. No período de 1951/1954 foram presidentes do legislativo os vereadores João Elísio da Rocha e, com a renúncia deste, o vereador Luiz Ferreira de Melo; Arlindo Rodrigues Ramalho e Ozias Guedes Alcoforado, este suplente convocado com a renúncia de titulares e, finalmen te, Cláver Ferreira Grilo, eleito no último ano, 1955. O presidente tinha mandato de um ano e os vereadores não eram remunerados. Arlindo tomou posse como presidente aos onze dias do mês de dezembro de 1953.

As atividades de presidente, ao que parece, eram incompatíveis com as ações e iniciativas normais de um vereador. Os requerimentos com respeito ao distrito de Borborema, principal reduto do vereador Arlindo Ramalho, passaram a ser assinados pelo seu colega de bancada, vereador Antônio Alencar, representante de Solânea. Este, após a emancipação de Solânea, não seguiu o exemplo de seus colegas solaneneses, pois ,não consta que haja, por igual, renunciado o seu mandato de vereador.

Deixando a presidência, voltou o vereador Arlindo Ramalho a exercer o seu papel de oposicionista. Era um fiscal exigente das contas e serviços municipais. Uma das prestações de contas do prefeito Antônio Coutinho, recebeu voto favorável do vereador João Rocha, com a justificativa de que, tendo o vereador Arlindo Ramalho dado parecer favorável, não poderia duvidar da lisura dessas contas. Em Borborema, Arlindo Ramalho não dava trégua ao soba local, o industrial José Amâncio Ramalho, para evitar que implantasse ali um regime do quero, posso e mando. Uma usina de energia estava sendo implantada em Bananeiras, vez que a hidroelétrica de Borborema, fundad a por Zé Amancio, já se mostrava sem capacidade para atender a sete municípios da região. A Câmara reclamava da demora. O dr. José Amâncio dirigiu-se aos vereadores pedindo um prazo de sessenta dias para concluir a obra. O vereador Arlindo propôs uma emenda e assim foi aprovado o prazo de, apenas, trinta dias.(11.06.1952).
As reivindicações do vereador Arlindo eram em sua maior parte com referência ao distrito de Borborema. Pedia ao DER para restaurar a estrada entre Bananeiras e Borborema; denuncia as arbitrariedades policiais cometidas pelo cabo Valdemar Coutinho e agradece ao industrial Juradir Rocha sua interferência retirando o referido policial daquele distrito; pede auxilio ao município para a construção da torre da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, de Borborema; pede informações ao prefeito sobre a construção de um galpão, este de caráter provisório, antes da obra de um matadouro definitivo, o que considerava desperdício de dinheiro público; pede cria&c cedil;ão de uma Guarda Noturna; cria um prêmio denominado “Dr.Mariano Barbosa”, destinado a estudantes; registra o falecimento do dr.José Amâncio Ramalho, aos nove dias de junho de 1953; pede a construção de uma ponte sobre o rio Cumatí, na estrada de Vila Maia; apela ao DER para alargar a estrada para Borborema, à altura do Hospital João da Mata.

A ordem do dia de uma Câmara de Vereadores, ontem como hoje, trata de assuntos os mais diversos. Selecionei essa do dia 23 de dezembro de 1952: ORDEM DO DIA- 1.Projeto de higienização das feiras;2. Projeto de urbanização da cidade;3.Projeto que autoriza linha telefônica entre a cidade e a escola agrícola;4.Resolução que trata de uma gratificação a ser concedida ao médico Mariano Barbosa e ao farmacêutico Eloi Farias;5.Voto de Aplausos ao monsenhor José Coutinho pelo recebimento, no Rio de Janeiro, de honraria concedida pela Standard do Brasil S/A; 6.Voto de Aplauso ao monsenhor José Pereira Diniz, pela sua promoção;7.Voto de Aplau so ao dr.Rivando Bezerra Cavalcanti pela sua colação de grau em direito (Rivando chegou a desembargador e presidente do TJPB e, nessa condição assumiu o governo da Paraíba por mais de trinta dias, enquanto era processada pela Assembleia a eleição dos novos dirigentes do Estado para um mandato tampão, face a renúncia do governador Wilson Braga e seu vice)( Para o livro ARLINDO RAMALHO, A CANDEIA ESPEVITADA DA UDN)


O poder e o sexo - Marcos Pires

Desde que o capitão fez aquela postagem nas redes sociais demonizando o carnaval, fiquei interessado no assunto.

Êpa! Que se entenda a maneira como Presidentes de Repúblicas enfrentaram o tema “sexo” nos últimos tempos.

Eu lembrava que a ex Presidente da Argentina, Cristina Kirchner, no exercício do mandato, havia feito apologia da carne de porco como afrodisíaca. Chegara mesmo a dizer que é mais gratificante comer um leitãozinho na grelha do que ter que usar o viagra. A assanhada ainda se referiu ao desempenho de Nestor (seu marido) como fantástico depois de uma refeição suína. Só que…o pobre coitado morreu dois meses depois com a carótida entupida.

Na pesquisa que fiz encontrei o caso do então Presidente venezuelano, Hugo Chávez, que falava num programa de rádio no dia dos namorados e lá pras tantas mandou um recado para sua esposa: “-Se prepara, Marisabel, que hoje à noite te dou aquilo que você gosta!”. E ainda provocou: “- Ei, lembra aquela noite no Volkswagem?”.

Mas a minha história preferida é a do “Efeito Coolidge”. Segundo minha amiga Rosane F., tanto na psicologia como na biologia trata-se do tempo que o homem precisa para se recuperar entre um coito e outro. Tudo certo, afora a improbabilíssima origem do termo. É que vamos tratar de um Presidente americano conservador, circunspecto, beirando a chatice, chamado Calvin Coolidge, que exerceu seu mandato lá por 1920. E foi baseado nele que se criou esse tal efeito. Que cousa, hem? Na verdade ocorreu que o então Presidente americano Calvin Coolidge, em companhia da primeira dama, estava visitando uma granja de galinhas onde estimulavam a reprodução. A senhora Coolidge, que caminhava mais rápido, observou que vários galos não paravam de copular, e o técnico esclareceu que cada um deles transava doze vezes por dia. A esposa pediu então que o técnico desse aquela explicação ao Presidente, que vinha alguns passos atrás. Ao receber a informação e saber que fora sua esposa quem havia pedido para lhe comunicarem o fato, o Presidente perguntou ao técnico: “- Mas o galo faz sexo com a mesma galinha todos os dias?”. Quando o técnico disse que o galo frequentava doze galinhas diferentes, Coolidge pediu ao técnico: “- Pois então conte isso a minha esposa quando ela passar aqui na volta”.

E tenho que agradecer aos queridos leitores pelos elogios à coluna do último domingo. É isso que me move.


Governo emite nota sobre prisão de Livânia

O Governo do Estado emitiu nota oficial deplorando a prisão de Livânia, enfatizando que não foi respeitada a presunção de inocência e anunciando que a secretaria da Administração encaminhou carta pedindo exoneração do cargo. Leia:

NOTA

O Governo do Estado da Paraíba comunica que a secretária estadual de Administração, Livânia Farias, encaminhou na noite deste sábado (16) carta de renúncia do cargo que ocupa, lamentando profundamente que tal fato tenha se dado em razão de prisão efetivada neste mesmo dia. Causa estranheza que tenham cerceado a liberdade da secretária apesar dela possuir domicílio certo, ter se colocado publicamente à disposição da Justiça ou de quaisquer órgãos de investigação e, principalmente, sem que tenha sido facultada uma única palavra de defesa ao longo de todo o processo investigatório, não obstante a execração pública antecipada.

A presunção de inocência, mandamento constitucional, deve ser respeitada e uma investigação, qualquer que seja ela, precisa estar em consonância com as normas fundamentais que asseguram a ampla defesa.

É devido a uma postura responsável que o Governo da Paraíba tem adotado, em todos os níveis de gestão, medidas regulares e constantes do contínuo aprimoramento da legalidade e lisura de todos os atos administrativos, e relações institucionais deles decorrentes.

Especificamente, em se tratando dos contratos com as Organizações Sociais, dentre diversas medidas, criou-se a Superintendência de Coordenação e Supervisão de Contratos de Gestão – SCSCG; determinou-se formalmente, de acordo com o decreto publicado no Diário Oficial do Estado em 25 de janeiro de 2019, a Intervenção em algumas unidades hospitalares do Estado geridas por OSs; e, mais recentemente, assinado Termo de Acerto de Conduta com os Ministérios Públicos Federal, Estadual, do Trabalho e de Contas para continuar aperfeiçoando os contratos de gestão com as entidades do terceiro setor.

Tudo com o objetivo de continuar avançando em todas as esferas da administração pública estadual, assegurando à Paraíba todas as transformações que mudaram concretamente o perfil econômico e social do povo paraibano, fortalecendo nossas vocações e elevando a patamares históricos a autoestima do nosso Estado.

CARTA EXONERAÇÃO

Exmo. Sr.

Governador João Azevedo.

No dia de hoje (16) fui surpreendida com o cumprimento de um mandado de prisão expedido pelo nos autos de medida cautelar que tramita no Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba.

Tenho absoluta convicção de minha inocência e de que não cometi qualquer irregularidade ou ilícito à frente dos cargos públicos que exerci ao longo de minha vida profissional.

O momento exige integral dedicação à minha defesa jurídica. Provarei minha inocência e a verdade será restabelecida.

Desse modo, ao tempo em que agradeço a confiança sempre dispensada, solicito à V. Exa. minha exoneração do cargo de Secretária de Estado da Administração.

Livânia Maria da Silva Farias


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