FENAJ acusa e condena Bolsonaro por querer acabar Jornalismo

 A Federação Nacional dos Jornalistas soltou nesta noite de quarta-feira (14) documento em que encara e denuncia o Governo Bolsonaro por querer acabar com o jornalismo e jornalistas do mercado.

Eis a nota na intefra:

NOTA OFICIAL: Governo Bolsonaro age para destruir Jornalismo com MP inconstitucional

Federação Nacional dos Jornalistas conclama categoria a defender a profissão e exige que Congresso atue como legislador, impedindo mais esse retrocesso.

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e seus sindicatos filiados em todo o país denunciam a inconstitucionalidade da Medida Provisória 905/2019, que revoga a obrigatoriedade de registro para atuação profissional de jornalistas (artigos do Decreto-Lei 972/1969) e de outras 13 profissões. A Medida Provisória mantém o registro de classe somente para as profissões em que existem conselhos profissionais atuando (como advocacia, medicina, engenharias, serviço social, educação física, entre outros).

Dez anos depois da derrubada do diploma de nível superior específico como critério de acesso à profissão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a MP publicada ontem (12/11) no Diário Oficial da União é mais um passo rumo à precarização do exercício da profissão de jornalista, uma atividade de natureza social ligada à concretização do direito humano à comunicação. Na prática, sem qualquer tipo de registro de categoria, o Estado brasileiro passa a permitir, de maneira irresponsável, o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas, prejudicando toda a sociedade.

A FENAJ denuncia que o governo de Jair Bolsonaro constrói uma narrativa, desde a posse na Presidência, para deslegitimar a atuação dos jornalistas no exercício profissional. Agora, utiliza a MP 905/19 para, mais uma vez, atacar a profissão, os jornalistas e o produto da atividade jornalística: as notícias.

A FENAJ entende que a MP estabelece uma nova Reforma Trabalhista com a criação da carteira “Verde e Amarela” e a alteração de diversos itens da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), especialmente os relacionados a controle de jornada diária e trabalho aos fins de semana para o setor de comércio e serviços, o que também prejudica a categoria dos jornalistas profissionais. A jornada de trabalho de cinco horas diárias para jornalistas é estabelecida no artigo 303 da CLT e sua ampliação para até duas horas diárias está estabelecida no artigo 304. A MP estabelece o fim da notificação da ampliação de jornada aos órgãos de fiscalização.

Mais grave ainda é o fato de o governo Bolsonaro utilizar medidas provisórias de maneira abusiva, usurpando do Congresso Nacional a atribuição de legislar, sem o devido processo de tempo para reflexão e debates com toda a população sobre as alterações nas leis, que são garantidas nas tramitações que passam pela Câmara Federal e pelo Senado.

É preciso que as diversas categorias de trabalhadores afetadas profissões (jornalista, agenciador de propaganda, arquivista, artista, atuário, guardador a lavador de veículo, publicitário, radialista, secretário, sociólogo, técnico em arquivo, técnico em espetáculo de diversões, técnico em segurança do trabalho e técnico em secretariado) se unam para dialogar com senadores e deputados a fim de que o Congresso Nacional derrube essa medida provisória e restabeleça a obrigatoriedade de registro nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego que vinha sendo, desde 2009, o único critério legal de acesso a essas atividades profissionais.

A FENAJ vai tomar as medidas judicias cabíveis e, junto com os Sindicatos de Jornalistas do país, vai buscar o apoio dos parlamentares, das demais categorias atingidas, das centrais sindicais e da sociedade em geral para impedir mais esse retrocesso. E a Federação chama a categoria dos jornalistas em todo o país a fazer o enfrentamento necessário à defesa da atividade profissional de jornalista, que é essencial à Democracia.

Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ)

Brasília, 13 de novembro de 2019

Acesse: https://fenaj.org.br/governo-bolsonaro-age-para-destruir-jornalismo-com-mp-inconstitucional/


Sentença “copia e cola” da juíza Gabriela Hardt é derrubada pelo TRF-4

Do Conjur – Reproduzir, como seus, argumentos de terceiro, copiando peça processual sem indicação da fonte, não é admissível. Com esse entendimento, a 8ª Turma do Tribunal Federal da 4ª Região acatou apelação e anulou a sentença da juíza Gabriela Hardt, substituta de Sergio Moro na 13ª Vara Federal em Curitiba. O cargo hoje é ocupada pelo titular juiz Luiz Antônio Bonat.

Em sua manifestação, o desembargador Leandro Paulsen afirmou que acompanha integralmente o voto do relator João Pedro Gebran Neto e salientou que a sentença é nula por afronta ao artigo 93, IX, da Constituição Federal, que determina que todos os julgamentos do Poder Judiciário serão públicos e fundamentadas todas as decisões.

O magistrado ainda argumenta que no caso em questão se constatou, de fato, que a “sentença apropriou-se ipsis litteris dos fundamentos das alegações finais do Ministério Público Federal, sem fazer qualquer referência de que os estava adotando como razões de decidir, trazendo como se fossem seus os argumentos, o que não se pode admitir”.

Paulsen ainda pondera que se admite as citações de alegações do MPF, mas reitera que copiar peça processual sem indicação da fonte não é admissível. O magistrado ainda salienta que decidiu se manifestar no acórdão para que em futuras sentenças o mesmo vício não seja reproduzido.

Outra irregularidade do processo é o uso de grampo telefônico de um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná que tem prerrogativa de foro, e omitiram essa irregularidade da juíza.

Mesmo a defesa demonstrando essa irregularidade com base nas contas do telefone funcional do conselheiro, a magistrada proferiu a sentença e depois mandou abrir um inquérito policial. A defesa dos apelantes foi feita pelos advogados Antonio Augusto Lopes Figueiredo Basto e Rodrigo Castor de Mattos.


Príncipe não foi vice de Bolsonaro porque era gay

O príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro desistiu de convidar o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança para ser vice-presidente em sua chapa depois de ter sido informado por seu então braço direito, o advogado Gustavo Bebianno , que haveria fotos de Orleans e Bragança participando de uma orgia e que ele teria envolvimento em agressões a moradores de rua. As informações foram publicadas pela revista Crusoé e confirmadas por ÉPOCA.

“Bebianno armou e não queria que eu fosse o vice. Ele disse ao presidente que haveria um dossiê que tinha fotos minhas, segundo um amigo me contou na ocasião. O dossiê foi usado porque era domingo de manhã e era o último dia para protocolar quem seria o vice. Ele não queria colocar um militar, inicialmente”, disse Orleans e Bragança a ÉPOCA.

Segundo o príncipe, Bolsonaro lhe pediu desculpas na última terça-feira 12. “Sei que esse tipo de armação ocorre a todo momento. Sei que circulam informações falsas. O dossiê era de fotos que eu fazia uma suruba gay e que eu batia em mendigo”, contou o deputado. À Crusoé, ele disse que “não é gay e nem sabe onde faz suruba”.

O deputado federal Alexandre Frota também confirmou à colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo que Bolsonaro lhe perguntou sobre o príncipe. “Me perguntou se eu sabia se o príncipe era gay ou não. Eu disse que não sabia”, disse


Governo já desembarca da tese de que navio grego despejou petróleo no oceano


Investigação não consegue confirmar a suspeita em torno do petroleiro Bouboulina

PF aponta navio grego Bouboulina como responsável pelo petróleo no mar
Navio Bouboulina da Delta Tankers em mares de Amsterdã. Foto: HannesvanRijn/FleetMon

O governo já desembarca da certeza de que o navio grego Bouboulina foi o responsável pelo despejo de petróleo que sujou o litoral brasileiro. Os gregos continuam na lista de suspeitos, mas em nível reduzido.

Técnicos do Ibama e do Inpe sempre foram reticentes sobre o laudo da Hex, uma empresa de tecnologia geoespacial de Brasília. Mas não se consegue confirmar a culpa dos gregos. Navios-fantasma (“dark ships”) e ecoterrorismo continuam sendo as suspeitas mais consistentes.

Imagens de mancha de formato retangular, apontada pela Hex, seriam de grande concentração de material orgânico – algas e não óleo.

Segundo técnicos, o despejo de navio deixaria rastro muito comprido de petróleo no mar, algo que não se verificou na rota do Bouboulina.

Isenta o Bouboulina o fato de o comandante grego não haver desligado equipamentos de localização para “apagar pistas” do despejo de óleo.

A Skytruth, empresa americana de análises do mar via satélite, descartou o navio grego. Já pesquisa da Ufal aposta em “dark ship”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.


Ricardo com Lula, Cássio com Bolsonaro: dois encontros, vários significados


Por Flávio Lúcio

Dois encontros ocorridos essa semana colocaram o governador João Azevedo numa posição política, no mínimo, desconfortável.

O primeiro, aconteceu na última segunda (11/11), em Campina Grande, durante a inauguração do Conjunto Aluísio Campos, obra do programa Minha Casa, Minha Vida, e os protagonistas foram o ex-senador Cássio Cunha Lima e o presidente Jair Bolsonaro.

Cássio foi tratado com especial deferência: sentou na primeira fila ao lado do presidente e foi tratado durante o pronunciamento de Bolsonaro como “patrimônio do Brasil”. Enquanto o presidente falava, uma ausência era sentida em cima do palanque: a do bolsonarista de primeira hora e deputado federal, Julian Lemos, que se jacta por onde passa de ser “amigo íntimo” do presidente, amizade que não resistiu às disputas pelo controle do fundo partidário do PSL: Lemos não acompanhará a família Bolsonaro ao novo partido, cuja criação foi anunciada hoje.

Enfim, Bolsonaro escolheu seu lado na Paraíba: a família Cunha Lima.

LULA COM RICARDO

O segundo encontro aconteceu, ontem, em São Paulo. Dele participaram o ex-presidente Lula e o ex-governador Ricardo Coutinho. Trata-se de um encontro carregado de significados políticos.

O primeiro deles é a inquestionável deferência com que Lula trata Ricardo Coutinho, uma retribuição à lealdade demonstrada pelo ex-governador da Paraíba, sobretudo nos momentos mais difíceis que antecederam e sucederam o golpe contra Dilma Rousseff.

O segundo, é a demonstração de que, caso o racha se efetive mesmo no PSB da Paraíba, o que certamente não interessa nem ao ex-presidente nem à esquerda do país, Lula já tem lado e é ao lado de Ricardo Coutinho.

E JOÃO AZEVEDO?

Numa América Latina cada vez mais conflagrada e num Brasil em estado de tensão permanente – hoje, o filho do presidente da República e deputado federal, Eduardo Bolsonaro, comemorou, pelo Twitter, a invasão a Embaixada venezuelana em Brasília, – o governador João Azevedo parece não dar a menor importância ou simplesmente não tem uma análise de conjuntura que traduza como a dimensão da, chamemos assim, grande política pode influenciar nos destinos do seu governo e no seu próprio destino político.

O resultado mais provável é que ele e seu governo passem ao largo dessa polarização, submergindo pela incapacidade demonstrada até agora de se posicionar em um cenário difícil, mas que cobrará cada vez mais posições claras dos seus agente políticos.

Cássio Cunha Lima e seu grupo caminham para ocupar o espaço que, em certo sentido, Bolsonaro e seu grupo ofereceram para ser ocupado por João Azevedo. Ao mesmo tempo, enquanto fazia acenos ao bosonarismo, João Azevedo atuava com uma timidez paralisante enquanto Lula estava preso.

Agora, resta esperar os desdobramentos do anúncio do racha definitivo de João Azevedo com Ricardo Coutinho, se é que vai acontecer mesmo. Enquanto isso, a roda continuará girando…


Cícero bate martelo e confirma que está fora da disputa de 2020

Com o nome em evidência dentro do ninho tucano mesmo antes e principalmente agora, após absolvição no caso Confraria, o ex-senador Cícero Lucena (PSDB) reforçou, durante entrevista a uma emissora de rádio de João Pessoa nesta quarta-feira (13) que não disputará mais cargos eletivos.

De acordo com Cícero sua decisão de não concorrer mais não estava atrelada à decisão judicial, portanto ele poderá até auxiliar dando “pitaco” se for consultado, mas colocar o nome à disposição da sigla para concorrer é uma tese que o político descartou.

“A decisão que nós tomamos não estava embasada nessa questão desse processo. Até porque Deus me permitiu um ano depois na efervescência desse processo eu conseguir ser senador eleito pela bondade do povo paraibano, então essa decisão da política não tava atrelada a questão da justiça, então realmente a gente quer manter. Embora meu neto Davi, ele tem no sangue obviamente por ser meu neto a política, e por parte de pai é bisneto de Luís de Barros, então a política tá no DNA ele, então ele disse que torce para que eu seja o candidato. Mas dessa vez ele não vai ser atendido não” disse.

PB Agora


Gervásio diz que PEC da segunda instância é inconstitucional: “É preciso deixar demagogia de lado e respeitar a Constituição

 

Durante discurso na Câmara dos Deputados, o deputado federal Gervásio Maia, vice-líder das oposições, afirmou que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição), que tramita atualmente na CCJ da Casa, para permitir o início do cumprimento da pena após condenação em 2ª Instância é inconstitucional. “O que se vê por aqui, são discursos, não todos é claro, mas muitos deles, discursos demagógicos, sem pautar a verdade para tentar manipular o povo brasileiro. O que tramita na Câmara é uma proposta de emenda que muda o artigo 5º da Constituição, que é inconstitucional. O artigo 60 [da Constituição], diz o seguinte: Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir os direitos e garantias individuais, ou seja, esta Casa não pode avançar naquilo que se trata de cláusula pétrea”, afirmou.

De acordo com Gervásio, a PEC fere, ao menos, dois sustentáculos da República, que são: os direitos e garantias fundamentais e a separação dos Poderes do Estado, ambos considerados cláusulas pétreas. “Dessa forma, a PEC não pode ser objeto de deliberação e discussão e, muito menos, ser aprovada, no Congresso Nacional. E o pior é que tentam manipular o debate, dizendo que nós precisamos votar uma matéria plenamente inconstitucional”, ressaltou o parlamentar.

O vice-líder da oposição, disse ainda que a polarização política do país não pode passar por cima da garantia de direitos dos brasileiros. “A Constituição tem que ser justa por completo. Se esta Casa aprovar essa matéria inconstitucional, teremos uma Constituição justa pela metade. Para se ter uma ideia, de 2009 a 2017 se essa excrescência estivesse na nossa Constituição, 25.322 pessoas teriam perdido o direito, de dizer, a partir de um julgamento em segunda instância, que são inocentes. É essa a Constituição que a gente quer para o Brasil? Uma polarização política de dois partidos ou de situação e oposição não pode, jamais, se sobrepor aos interesses de mais de 200 milhões de brasileiros garantidos na Constituição. É isto que a polarização quer rasgar. Se a Câmara dos Deputados fizer isso, eu temerei muito pelo futuro da democracia, pelo futuro do Estado democrático de direito”, lamentou.

O parlamentar terminou a fala sugerindo um debate amplo com parlamentares de todas as legendas para discutir a questão da procrastinação da Justiça. “Vamos buscar uma forma eficaz de evitar que pessoas se utilizem, a partir do julgamento da segunda instância, de instrumentos meramente protelatórios e procrastinatórios. Agora, a alternativa não pode ser a de destruir uma cláusula pétrea e de prejudicar uma série de pessoas. Temos como agir neste sentido, mas sem destruir princípios nem desrespeitar a Constituição”, finalizou Gervásio Maia.


Vereador que foi contra o “SOS transposição” faz demagogia e toma banho nas águas do São Francisco “relinchando” igual Bolsonaro


Marcos Marinho

O até aqui pífio desempenho do vereador campinense Sargento Neto (PRTB) ganhou hoje repercussão nacional, mas não por alguma ação parlamentar relevante que pudesse vir a transformá-lo em exemplo para a atual legislatura, considerada a pior de todos os tempos da história do Município.

Neto virou destaque nacional por imitar o Presidente Jair Bolsonaro e o seu deplorável relinchar com o qual encerrou discurso na inauguração em Campina Grande do conjunto Aluízio Campos, segunda feira.

O edil oportunisticamente viajou a Sertania, no vizinho Estado de Pernambuco, e foi banhar-se nas águas do rio São Francisco como forma de se capitalizar perante o eleitorado mostrando que por força também de sua iniciativa política, o líquido de fato já voltou a ser bombeado com destino ao açude Epitácio Pessoa, que abastece Campina Grande e Região.

Sargento Neto gravou um vídeo emocionado nas águas da transposição do rio São Francisco e conseguiu chamar a atenção de Bolsonaro, que compartilhou as imagens em suas redes sociais exatamente na parte onde o ineficiente vereador relincha ‘patrioticamente’ o iiiihuuuu que copiou do Chefe da Nação.

Segundo o campinense, as águas devem chegar em até oito dias até a cidade de Monteiro, na Paraíba.

CONTRA TRANSPOSIÇÃO

O banho de Neto em Sertânia não passou, na verdade, de pura demagogia.

Meses atrás, quando Campina Grande já amargava a seca dura e a possibilidade de vivenciar um novo caos no seu abastecimento de água potável, ele manifestou-se radicalmente contrário ao evento ‘SOS Transposição” que o ex-governador Ricardo Coutinho organizou para chamar a atenção das autoridades federtais para o problema.

Na tentativa de ridicularizar a ação de Coutinho, coube exatamente a Neto propor e aprovar na Câmara de Vereadores um voto de aplausos para o governador João Azevedo por ele não ter ido ao evento em Monteiro.

Aplauda o “relincho” do Sargento acessando o link abaixo:

https://twitter.com/i/status/1194584912394887169


(MP), acaba com a obrigatoriedade do registro profissional de jornalista na DRT - Marcela Sitônio

Primeiro o STF decidiu, em 2009, derrubar o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Agora, o presidente Jair Bolsonaro, através de uma Medida Provisória (MP), acaba com a obrigatoriedade do registro profissional na DRT para algumas categorias que não têm conselhos, dentre elas, a de jornalista.

Vamos fazer uma mea culpa? Devíamos ter criado nosso Conselho, estava na pauta da primeira e única Conferência de Comunicação, realizada em 2009. Não que ele fosse salvaguardar a atividade, mas, fortaleceria, e muito, a profissão, penso eu.
Para ser aprovado, o projeto de criação do Conselho de Comunicação deveria partir da iniciativa do Poder Executivo.

Nem um conservador, e até os dois governos petistas (Lula e Dilma), ditos de esquerda, vanguardistas das boas causas, foram capazes de criar o conselho.

Na atual realidade, a maioria dos jornalistas está perdida e mal paga, com o mercado restrito, sem nenhuma regulamentação.

Não sei qual será mais o papel dos sindicatos a partir de agora.

Já os cursos de Jornalismo, precisam discutir com exaustão, a situação da categoria, para que o estudante tenha consciência de seu real papel na comunicação e não queira glamourizar a profissão.


Gabinete de Bolsonaro comprou passagem no dia da morte de Marielle


Pelos registros de transparência da Câmara do Deputados o presidente teria comprado dois bilhetes de passagem aérea na mesma data do assassinato de Marielle Franco: 14 de março de 2018
CN Cristiane Noberto*

Segundo testemunha, acusado de matar a vereadora teria se reunido com outro suspeito no condomínio onde morava presidente dizendo, na portaria, que iria até a casa de Bolsonaro(foto: Reprodução/Youtube)
Segundo testemunha, acusado de matar a vereadora teria se reunido com outro suspeito no condomínio onde morava presidente dizendo, na portaria, que iria até a casa de Bolsonaro
(foto: Reprodução/Youtube)
O caso Marielle voltou a causar debate nas redes sociais. O deputado David Miranda (PSol-RJ) resgatou o tuíte de uma jornalista nesta quarta-feira (13/11) afirmando que o presidente Jair Bolsonaro teria voltado mais cedo no dia 14 de março de 2018, mesma data do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

O Correio apurou que os registros da Câmara dos Deputados indicam que o gabinete do então deputado Jair Bolsonaro comprou dois bilhetes aéreos de Brasília para o Rio de Janeiro no mesmo dia.

Bolsonaro declarou que estava em Brasília no dia e, inclusive, registrou presença em duas votações na Câmara dos Deputados. Porém, o tuíte da jornalista Thaís Bilenky afirma que o presidente estaria com uma intoxicação alimentar pelos dois dias anteriores, reduzindo o ritmo da sua agenda e voltando mais cedo para o Rio de Janeiro no dia do assassinato. A postagem da jornalista provocou grande repercussão nas redes sociais. O termo ‘‘Seu Jair‘‘ estava em terceiro lugar, às 15h20, nos assuntos mais comentados do Twitter.

Éfundamental que a família Bolsonaro seja investigada, o episódio de obstrução de justiça praticado pelo presidente levanta a necessidade de investigação. Esse tweet só reforça ainda mais as incoerências nesta história.
Marielle e Anderson foram assassinados no dia 14/03/2018. pic.twitter.com/JKQe7eUs8R

%u2014 David Miranda (@davidmirandario) November 13, 2019


Confira abaixo as informações contidas no Portal da Transparência da Câmara dos Deputados Cia Aérea

Procurada pelo Correio, a assessoria do Palácio do Planalto não enviou nota oficial até o momento.

* Estagiária sob supervisão de Vinicius Nader

Correiobrazilense.com.br

 


Enem 2019: gabarito oficial de todas as provas é divulgado pelo Inep


Estudantes podem acessar documentos com questões dos 12 tipos de caderno de prova junto com as respostas oficiais divulgadas pelo Inep nesta quarta
postado em 13/11/2019 16:21 / atualizado em 13/11/2019 17:12

Último domingo de prova teve abstenção de 27% dos inscritos(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
Último domingo de prova teve abstenção de 27% dos inscritos
(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)

Os mais de 3 milhões de estudantes que compareceram aos dois dias de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem conferir todos os gabaritos oficiais e cadernos de questões no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O órgão acaba de liberar os arquivos na página oficial. Eles estão separados dia de aplicação (primeirou ou segundo domingo), cor do caderno, e tipo de aplicação (regular, braile com ledrou ou libras).

 Cálculo da nota

 Mesmo com as respostas divulgadas, ainda é cedo para os estudantes saberem que nota tiraram na prova. Isso porque a correção do Enem é feita a partir da chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI). Nesse método, um sistema de inteligência artificial extrai o gabarito preenchido por cada estudante nos cartões de resposta e encaminha à base de dados do Inep.

 

Lá, há um processamento desses dados para garantir que estudantes que marcaram aleatoriamente o cartão não recebam a mesma pontuação de quem respondeu com base nos próprios conhecimentos. Isso é possível porque o TRI atribui um peso específico para cada questão segundo os padrões de resposta do próprio candidato.

 

Resultado oficial

 

Para ter certeza da pontuação, só mesmo aguardando o resultado oficial. A previsão do Inep é que as notas estejam disponíveis em janeiro de 2020, em dia ainda a confirmar. Por fim, treineiros poderão saber do próprio desempenho em março do mesmo ano, assim como o espelho da redação.


Ex-deputado federal Laerte Bessa agride porteiro; veja vídeo


A confusão foi motivada pela entrega de um pedido feito por delivery pelo ex-deputado. O porteiro não permitiu que o motoboy subisse para deixar a comida com o político:"Você quer morrer? Eu te mato aqui agora"
APAlexandre de Paula

(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

Um vídeo gravado na noite da terça-feira (13/11) mostra o ex-deputado federal Laerte Bessa ameaçando e agredindo o porteiro do prédio em que mora em Águas Claras.

Deputados do PSL pedem avanço de medidas para permitir prisão em 2ª instância
A confusão foi motivada pela entrega de um pedido feito por delivery pelo ex-deputado. O porteiro não permitiu que o motoboy subisse para deixar a comida com o político.

Durante a confusão, o ex-parlamentar chegou a ameaçar o funcionário. “Você quer morrer? Eu te mato aqui agora”, disse Bessa depois de chutá-lo.
 essa alega que não sabia de uma norma do prédio que proíbe entrega após as 23h. “Foi um momento de explosão. Achei que era algo contra mim. Por que não receber a comida?”, disse ao Correio Braziliense.

O ex-parlamentar, no entanto, diz que o incidente foi um momento de explosão e afirma que pedirá desculpas. “Estou consciente de que me excedi e, na hora oportuna, vou pedir desculpas”, afirmou.

Policial civil aposentado, Bessa deixou a Câmara dos Deputados em 2018. Nas últimas eleições, tentou se reeleger pelo PL, mas ficou de fora das vagas de deputado federal com 28,5 mil votos.


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