Condenado no caso Richthofen, Daniel Cravinhos deixa prisão

 

Daniel Cravinhos, condenado a 39 anos de prisão pela morte dos pais da ex-namorada Suzane Richthofen, deixou a penitenciária em Tremembé (SP) na tarde desta terça-feira (16). Ele foi beneficiado pela concessão do regime aberto e vai cumprir o restante da pena em liberdade.

Ele deixou a unidade, conhecida por abrigar detentos de casos de grande repercussão, às 16h35, conforme apurou o G1. A unidade onde ele estava preso tem como um dos internos Alexandre Nardoni, condenado pela morte da filha Isabella.

Daniel estava preso desde 2002, ano em que cometeu o crime. Ele foi condenado em 2006 junto com o irmão, Christian Cravinhos, que teve em agosto do ano passado o regime aberto concedido pela Justiça.

Antes do regime aberto, ambos cumpriam desde 2013 pena no regime semiaberto. No modelo, eles tinham direito a cinco saídas temporárias por ano.

Namorado de Suzane na época do crime, Daniel foi apontado como autor da execução do casal junto com o irmão. Ele cumpriu 16 anos de prisão e teve dois anos remidos da pena por ter trabalhado na cadeia.

A advogada dele, Mônica Silva, foi procurada pelo G1 e confirmou apenas que o cliente deixou a prisão. Daniel casou enquanto estava preso, em 2016. Os pais dele vivem em São Paulo.

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou, em nota, que cumpriu a decisão judicial e que o preso deixou a penitenciária 2.

Suzane Richthofen
Suzane segue presa em Tremembé e também pleiteia o benefício do regime aberto. Ela teve parecer favorável de uma junta médica para ser beneficiada com a progressão de regime e aguarda decisão da Justiça.

Ela namorou uma detenta em 2015 e atualmente namora um empresário de Angatuba (SP).
G1


Deputado defende pré-candidatura de Romero e sugere que Luciano Cartaxo indique vice

 

O deputado estadual licenciado Manoel Ludgério (PSD) reafirmou nesta terça-feira (16) sua preferência pela pré-candidatura do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), ao governo do estado. Para ele, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), poderia indicar Lucélio Cartaxo ou Maísa Cartaxo para a vaga de vice.

“A minha aproximação com Romero ao longo desses anos faz com que eu possa dizer à Paraíba que tenho esse sonho, esse desejo de ver Romero como candidato a governador, administrando o estado, como administra Campina Grande. Isso não faz de mim uma pessoa distante do prefeito da Capital que é filiado ao meu partido e faz também uma extraordinária administração. Um ótimo nome que representaria bem seria o de Lucélio ou de Maísa Cartaxo”, declarou.

De acordo com Manoel Ludgério, há um acordo dentro da oposição para que todos apoiem a candidatura que tiver maior musculatura eleitoral e capacidade de gestão. Ele garantiu ainda que o escolhido terá o seu apoio.

“Tenho certeza de que chegaremos em abril com Romero ou Cartaxo como candidato a governador e o escolhido terá o meu apoio”, assegurou.


Veja os salários de Cássio, Maranhão, Cícero e outros como ex-governadores

 Por Fábio Augusto Em 16 jan, 2018

As discussões sobre a reforma da Previdência contrastam com os privilégios concedidos historicamente à classe política. Este, talvez, seja o maior obstáculo para o convencimento popular de que a mudança na legislação é necessária. Afinal, ela não vai mexer com quem conseguiu graciosamente uma pensão no passado. Antes, um deputado eleito em dois mandatos era agraciado com uma pensão vultosa. Atualmente, 59 ex-parlamentares recebem o benefício. Isso tem um custo mensal para o erário de R$ 745 mil. E não acaba por aí. As viúvas de ex-deputados, beneficiadas com o dinheiro, somam 62 e custam R$ 579,6 mil ao erário todo mês. Daí dá para ter uma ideia do porquê de um déficit tão grande na Previdência Social.

Oito anos é um período trabalhado ínfimo para a concessão de uma aposentadoria vitalícia. Veja bem, são 121 pessoas beneficiadas nesta modalidade. O que dizer de oito meses? Pois é. A mamata pública permitiu que pelo menos dois ex-governadores, que assumiram o poder logo após a saída do titular, recebam integralmente a pensão. São eles Cícero Lucena (PSDB), que assumiu o governo em 1994 após a renúncia de Ronaldo Cunha Lima (já falecido), e Roberto Paulino (MDB), beneficiado com a renúncia de José Maranhão (MDB), em 2002, para disputar o Senado. Façam as contas. São R$ 23.500,82 todos os meses como premiação por oito meses de trabalho após período como suplente.

Rádio Pauta
Veja os salários de Cássio, Maranhão, Cícero e outros como ex-governadores

A pensão dos ex-governadores é alvo de demanda judicial movida pela Procuradoria Geral da República (PGR) no Supremo Tribunal Federal. O caso da Paraíba está em fila para ser julgado. O penduricalho para outros estados já foi considerado inconstitucional. Se o regramento for mantido, haverá o risco de duas novas pensões serem concedidas até o fim do ano. Serão para o governador Ricardo Coutinho (PSB) e Lígia Feliciano (PDT), caso o socialista se licencie para a disputa do Senado. O peso para o orçamento é grande. Atualmente, há seis ex-governadores recebendo a pensão, além de oito viúvas de ex-governadores. Dos ex-governadores, os senadores José Maranhão e Cássio Cunha Lima são os únicos ainda na ativa na política.

Há um projeto de autoria do ex-deputado federal Ruy Carneiro (PSDB) em tramitação na Câmara. A medida propõe o fim do benefício para ex-governadores em todo o Brasil. A ação da PGR no Supremo está nas mãos do ministro Dias Toffoli.

Veja os números:
Ex-governadores
Quantidade: 6
Valor mensal da pensão: R$ 23.500,82
Custo para o erário: R$ 141.004,92

Viúvas de ex-governadores
Quantidade: 8
Valor mensal da pensão: R$ 7.978,62 (média)
Custo para o erário: R$ 78.229,00

Ex-deputados
Quantidade: 59
Valor mensal da pensão: R$ 12,6 mil (média)
Custo para o erário: R$ 745.190,61

Viúvas de ex-deputados
Quantidade: 62
Valor mensal da pensão: R$ 9,3 mil (média)
Custo para o erário: R$ 579.674,68

Total: R$ 1,54 milhão

 

Blog do Suetoni


Azevêdo desafia Cartaxo e Romero para assumirem ainda este mês que deixarão as prefeituras


Para ele, o desdém da oposição com sua pré-candidatura é uma maneira de mascarar a dificuldade deles formarem uma chapa

Por: Blog do Gordinho
O secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevêdo, desafiou os prefeitos de João Pessoa Luciano Cartaxo (PSD) e Romero Rodrigues (PSDB) para que digam ainda este mês se vão deixar seus cargos para disputarem o Governo do Estado. Ao menos para ele uma coisa está certa: vai se desincompatibilizar em abril da secretaria para ser o candidato a governador pelo PSB. As declarações foram dadas durante entrevista, na tarde desta terça-feira (16), no programa Rádio Verdade, da Arapuan FM.

“O PSB vai completar o oitavo ano como Governo do Estado e não apresentar a cabeça de chapa, isso seria um contrassenso. Entre 31 de março a 7 de abril, eu estarei fora da Secretaria, me desincompatibilizando, colocando o nome à disposição do partido. Espero que a partir do dia 5 de agosto, o nome à disposição para população representando um projeto que nós construímos nos últimos anos. Não tenha dúvida nenhuma do que eu estou dizendo. Este é o meu cronograma e será isto que vai acontecer. Eu não sei se outros que se dizem pretensos candidatos tem condição hoje de dizer que no dia 7 de abril estará fora das suas prefeituras. Eu não acho que tenham condição ou coragem para assumir isso agora”, alegou.

De acordo com João, o desdém da oposição para com sua pré-candidatura apenas é uma maneira de mascarar a dificuldade deles formarem uma chapa. “Pelas avaliações internas que o partido está fazendo, talvez a caminhada tenha sido muito maior do que as pessoas esperavam e talvez isso esteja preocupando outras pessoas que estão aí sem definição alguma. Esse processo começou há algum tempo atrás e que se dizia que o governo não teria nem nome para colocar. Depois o governo apresentou o nome e foi inclusive ratificado pelo congresso que teve pelo partido, e depois a oposição passa a levantar que será que está caminhando ou será que não está. Eu acho exatamente os números que foram apresentados em várias pesquisas no Curimataú, no Agreste e outras regiões que começaram a preocupar estas pessoas. Eu não tenho preocupação com o lado de lá porque eu acho que eles têm problemas demais, principalmente de formar uma chapa. O números que nós temos, graças a Deus, nos dá muita confiança”, explanou.

João ainda comentou sobre a reunião com o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, ainda filiado ao MDB, e garantiu que quer tê-lo na chapa majoritária. “Tivemos uma conversa bastante agradável com Veneziano no sentido de analisarmos a possibilidade dele vir a compor a chapa, em uma das vagas para o Senado. Lógico que essa não é uma decisão de uma reunião, de um encontro. O deputado entendeu qual era a proposta, se sente motivado, mas tudo isso passar por conversas em suas bases e isso é o que ele está fazendo agora. Nós esperamos que a resposta seja positiva até porque, pela história de Veneziano, teria muito a contribuir para a formação dessa chapa”, declarou.


Estação Ciência - Isso é um crime

 por Tião Lucena

Soube que o prefeito Cartaxo está com viagem marcada para Princesa dia 20. Vai aos comes e bebes da ex-deputada Flora, aniversariante ilustre da terra de Zé Pereira e, claro, aproveitará para dizer que é um administrador tampa.

Não é não.

Se alguém da minha terra acreditar nele, vai se ferrar.

 

Um prefeito que deixa uma Estação Ciência nessa situação, não é um bom administrador.
No mínimo é uma pessoa que não zela pelo patrimônio público.

Coisa de gente que brilha por acaso, não por méritos.

Um administrador que, se morasse num pois sério, seria levado aos Tribunais para se explicar.

Hoje os vereadores foram à Estação Ciência Cabo Branco e encontraram o caos.

Os banheiros estão piores do que os das antigas rodoviárias.

Tudo desabando, caindo e sujo.

E sabem porque está assim?

Porque quem construiu foi Ricardo Coutinho e Cartaxo não se conforma em não ser igual a Ricardo Coutinho.

Querer ele até que queria, mas lhe falta talento.


Ministério Público do Trabalho determina que Correios faça o desligamento dos que não foram contratados por concurso

 

 Vera Batista

blogdoservidor.com;br
O Ministério Público do Trabalho determinou o imediato desligamento dos assessores especiais, empregados dos Correios em função de confiança que faziam parte dos quadros da estatal, sem terem concurso público. Hoje a ECT tem cerca de 110 mil empregados

O MPT propôs a Ação Civil Pública nº 000 1243 18 2013 5 10 0002 contra os Correios questionando a regularidade da contratação desses “empregados em comissão”, forma de contrato de trabalho”sem previsão no ordenamento jurídico pátrio, portanto, vedada o exercício por empresas públicas”. A partir desta ação, em fevereiro de 2014, foi celebrado um Termo de Acordo Judicial, com determinação do número máximo de 18 empregados nessa condição, com previsão de rescisão dos seus respectivos contratos em fevereiro de 2016, podendo ser prorrogado por única vez, até fevereiro de 2018.

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) mostrou interesse em novo acordo com o MPT, razão pela qual foi realizada reunião na última semana, com a presença de representantes da estatal, do Ministério Público e dos trabalhadores, por meio da Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP). A determinação do MPT foi no sentido de impedir a manutenção desses empregados na ECT, uma vez que as contratações são irregulares. O desligamento – uma conquista dos funcionários da empresa – deverá acontecer até o início do mês de fevereiro.

Segundo as advogadas Karoline Martins e Adriene Hassen, que participaram da negociação pelo escritório Cezar Britto & Reis Figueiredo Advogados Associados, houve sensibilidade por parte do MPT no sentido de entender que a contratação destes trabalhadores sem concurso público é contraria à Constituição, ferindo ainda regras estipuladas pela própria empresa, desestimulando servidores concursados que inclusive tinham remuneração inferior.

“A empresa declara já há algum tempo que vive situação de dificuldade financeira, inclusive estimulando planos de demissões incentivadas e responsabilizando até mesmo o gasto com a folha de pagamento dos trabalhadores para justificar a sequência de gestões pouco eficientes. Desta forma, não há justificativa para manter em seus quadros trabalhadores que nem concursados são e que geram sim mais custos, além de promover um tratamento diferenciado, inclusive remuneratório, em relação aos trabalhadores efetivados por meio de concurso público”, explica a advogada Karoline Martins.

Segundo a advogada Adriene Hassen, a multa aplicada pelo MPT à empresa pelo descumprimento da determinação judicial será de R$ 10 mil por dia. Adriene disse que a empresa em Estatuto Social no artigo 45, aprovado pelo Decreto n° 8.016/2013, estipulou que 18 cargos poderiam ser ocupados por assessores especiais sem concurso público em vagas na presidência e vice-presidência da empresa. “Porém, de acordo com a Constituição Federal, não existe a figura de emprego em comissão, uma vez que os empregados dos Correios são regidos pelo regime CLT, havendo a previsão para cargos em comissão apenas para empresas regidas pelo regime estatutário, o que não se aplica, portanto, aos Correios”, esclarece. Hoje a ECT tem cerca de 110 mil empregados.


‘Criminosos em série‘ Cunha e Henrique Alves fazem da política ‘Um caminho para a vida delituosa‘

Gabriela Korossy
Gabriela Korossy

 
MPF PEDIU 386 ANOS DE PRISÃO PARA CUNHA E 78 PARA ALVES

MPF FEZ ALEGAÇÕES FINAIS NO ÂMBITO DA AÇÃO PENAL DERIVADA DA OPERAÇÃO SÉPSIS (FOTO: GABRIELA KOROSSY/AG. CÂMARA)
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Nas alegações finais do processo da Operação Sépsis – investigação sobre fraudes e desvios na diretoria do Fundo de Investimentos do FGTS da Caixa -, o Ministério Público Federal afirma que os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, ambos do MDB, ambos presos, são ‘criminosos em série’.
“Igualmente é essencial para a definição das penas de Henrique Alves e Eduardo Cunha a constatação de serem estes criminosos em série, criminal serial, fazendo da política e da vida pública um caminho para a vida delituosa”, sustentam os procuradores da Sépsis.

“De fato, restou demonstrado no curso da ação penal que Cunha e Alves possuem personalidades voltadas para o crime, para a corrupção em seu sentido mais amplo”, segue o documento de alegações finais.

Os procuradores pedem à Justiça Federal em Brasília que Eduardo Cunha e Henrique Alves sejam condenados, respectivamente, a penas de 386 anos e de 78 anos de prisão.

De acordo com a acusação, Cunha cometeu os crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e prevaricação. Henrique Alves, por sua vez, responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

“São pessoas que não demonstraram ou comunicaram, ao menos até o presente momento, qualquer arrependimento por seus crimes”, afirma a Procuradoria.

Além dos dois ex-parlamentares, são réus no processo o ex-vice-presidente da Caixa, Fabio Cleto, o corretor Lúcio Bolonha Funaro e seu funcionário Alexandre Margotto.

Os três assinaram acordos de delação premiada e, portanto, os procuradores sugerem o cumprimento das penas estipuladas nas negociações. (AE)


Governo ainda não tem votos suficientes para a reforma, admite Marun

Valter Campanato
Valter Campanato

 
MINISTRO REBATEU FALA DO PRESIDENTE DA CÂMARA SOBRE FALTA DE OTIMISMO

“NÃO TEMOS O SUFICIENTE, TEREMOS EM 19 DE FEVEREIRO”, DISSE (FOTO: VALTER CAMPANATO/ABR)
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O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu hoje (16) que o governo ainda não tem os votos garantidos para aprovar a reforma da Previdência. “Não temos o suficiente, teremos em 19 de fevereiro”, disse. O ministro almoçou com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, a convite da entidade. O almoço contou com a participação de diretores da entidade e presidentes de associações e de sindicatos e foi mais uma oportunidade no convencimento para a aprovação da reforma da Previdência.

A proposta da reforma da Previdência aguarda análise do plenário da Câmara dos Deputados desde maio do ano passado. Como a reforma é por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição, são necessários pelo menos 308 votos favoráveis entre os 513 deputados, em dois turnos. A votação da PEC em plenário está marcada para 19 de fevereiro.

Apesar do recesso da Câmara, Marun continua no trabalho de conquista de votos. “Estamos avançando na conquista de votos, não estamos preocupados no momento com a contagem de votos. A chegada dos parlamentares [em Brasília] em grande número deve acontecer ao fim do recesso e nesse momento nós efetuaremos uma contagem mais efetiva. Eu posso garantir que vivemos hoje um momento muito melhor do que vivíamos antes do recesso parlamentar”, reafirmou o que disse aos jornalistas segunda-feira (15), em Brasília.

Para o ministro, o importante agora é manter o diálogo com as diversas lideranças. “O setor empresarial está perfeitamente convencido dessa necessidade [aprovação das reformas]”.

Quanto aos encontros do presidente Michel Temer com lideranças religiosas, ele disse que o governo conversa com quem queira dialogar. “Estamos conversando com lideranças de todo o país, reconhecemos o peso das lideranças evangélicas, como das lideranças religiosas, ou seja, estamos dialogando com aqueles que querem dialogar”.

Na quinta-feira (18), Marun se reúne com empresários da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte.

O presidente da Fiesp, Paulo Skap, disse que confia na aprovação da reforma da Previdência. “O que conversamos durante ao almoço foi um projeto de país. Para o Brasil é importante que aconteça a reforma da Previdência e para isso tem que haver a sensibilidade dos deputados no sentido de votarem a favor”, disse.

Rodrigo Maia

Para Marun, a falta de otimismo declarada hoje (16) pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se dá pelo fato de ele estar fora do país. “O presidente [da Câmara] Rodrigo [Maia], que é um dos baluartes desse processo de aprovação, talvez porque tenha se ausentado do país não esteja com as informações suficientes que nós temos. Assim que acontecer o seu retorno, eu tenho certeza que o seu otimismo retornará, até porque esse otimismo é necessários para que sejamos vitoriosos nessa luta em prol do Brasil”.

Marun admitiu que a proximidade com as eleições pode ser um impeditivo, mas o que o preocupa mesmo é que alguém se eleja mentindo para os eleitores. “Minha preocupação em relação às eleições é que alguém se eleja mentindo para população, dizendo que a reforma não é necessária, sendo que em 2019 ou 2020 será necessária”, disse.

O ministro informou que as estratégias continuam sendo o diálogo permanente com parlamentares, o esclarecimento da sociedade e que não há alternativa à votação. “Não temos plano B, o plano é colocar em votação, até porque nós sabemos que a reforma deve ser aprovada até março, talvez a questão eleitoral se torne a protagonista das discussões”. (ABr)

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Nada feito - Desembargador do TRF-4 nega pedido de Lula para depor novamente


DESEMBARGADOR NEGA NOVO DEPOIMENTO DO EX-PRESIDENTE QUE É RÉU

ADVOGADOS ALEGAM QUE LULA NÃO TEVE DIREITO A DEFESA COM ‘PLENITUDE‘
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O desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), negou pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele seja ouvido novamente antes de seu julgamento pela Corte de apelação da Operação Lava Jato. A condenação de 9 anos e seis meses por corrupção e lavagem de dinheiro, imposta pelo juiz federal Sérgio Moro, em julho do ano passado, no caso triplex, será avaliada pelo TRF-4, no próximo dia 24.
Gebran Neto é um dos três desembargadores que vai julgar Lula no dia 24 de janeiro. Além de Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luis dos Santos Laus, da Oitava Turma da Corte, vão decidir se mantêm a condenação ou se reformam a sentença imposta por Moro ao petista.

A defesa do petista alegou que seu interrogatório por Moro, no dia 10 de maio de 2017, "foi totalmente viciado". Os advogados sustentaram que Moro "dirigiu a ele (Lula) perguntas estranhas ao processo" e "não permitiu ao ex-presidente exercer o direito de autodefesa com plenitude".

Ao indeferir o pedido da defesa de Lula, o desembargador Gebran Neto afirmou que a "determinação de novo interrogatório exige o reconhecimento de eventual nulidade do primeiro, e tal compreensão, envolve o exame de matéria de fato, somente passível de deliberação pelo Colegiado".

"Não socorre a defesa o disposto no artigo 196 do Código de Processo Penal, no sentido de que ‘a todo tempo o juiz poderá proceder a novo interrogatório de ofício ou a pedido fundamentado de qualquer das partes‘, já que a previsão se destina à instrução do feito, e não impositivamente ao juízo recursal", afirmou o desembargador.

"Ante o exposto, sobretudo porque eventual deferimento do reinterrogatório passa, necessariamente, pela apreciação das alegações de invalidade daquele prestado perante o juízo de origem, indefiro o pedido", decretou Gebran.

 

Diariodopoder.com.br

 

 


Polícia teme que o PT ‘Produza‘ um cadáver dia 24

Mateus Bonomi
Mateus Bonomi


AUTORIDADES ESTÃO PREOCUPADAS COM INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA DO PT

POLÍCIA SABE QUE ‘FABRICAÇÃO‘ DE CADÁVER É RECURSO RECOMENDADO PELOS MANUAIS DE AGITAÇÃO POLÍTICA.
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Autoridades de segurança estão prevenidas sobre a forte possibilidade de o PT promover manifestações violentas, no próximo dia 24, o “dia de fúria” contra a Justiça, provocando policiais gaúchos a tentar “produzir um cadáver”. Só a comoção provocada por uma morte, na concepção de porraloucas petistas, poderia inibir a condenação de Lula por corrupção no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, de Porto Alegre. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
As forças de segurança estão cientes de que os manuais de agitação e propaganda preconizam a fabricação de cadáver, em casos extremos.

“Tudo o que o PT mais deseja, na situação atual, é um cadáver”, adverte experiente analista de inteligência de órgão de informações.

A “palavra de ordem” de ódio foi da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, incitando a violência: “Para prender o Lula, vai ter que matar gente”.

Não há manipulação no processo contra Lula. Sérgio Moro o condenou a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção, simples assim.

Diariodopoder.com.br

 


Lucas anuncia saída do PSL e culpa Bolsonaro

 

O vereador Lucas de Brito não faz mais parte do Partido Social Liberal (PSL). Lucas, que chegou a ser presidente do partido no estado, atribui sua saída à chegada do presidenciável Jair Bolsonaro na legenda. O vereador fez o anúncio em suas redes sociais na manhã desta segunda-feira (15).

De acordo com o parlamentar, o partido está ignorando pauta liberal e focando apenas em um nome. “Para ter um presidenciável em suas fileiras, sacrificou a pauta liberal. A prioridade do PSL não é mais uma ideia (a defesa da liberdade), e sim uma pessoa: Jair Bolsonaro”, escreveu ele.

O vereador também criticou atual presidente do partido na Paraíba, Julian Lemos. Segundo Lucas, isso também motivou os fundadores da legenda se desfiliarem do partido.

“Eu me nego a celebrar alianças que violentem meus princípios, meus valores ou minha crença na liberdade”, ressaltou o parlamentar, que garante que decisão não vai mudar seus planos para 2018.

Lucas de Brito afirmou que continua na corrente Livres, que também deixa o PSL.

Confira publicação:

O Partido Social Liberal rendeu-se ao pragmatismo político. Para ter um presidenciável em suas fileiras, sacrificou a pauta liberal. A prioridade do PSL não é mais uma ideia (a defesa da liberdade), e sim uma candidatura à Presidência da República. . Diante dessa nova realidade, decido sair do PSL. Eu me NEGO a celebrar alianças que violentem meus princípios, meus valores ou minha crença na LIBERDADE. Permaneço integrando o LIVRES, que também deixa o PSL. . Essa decisão em nada muda o planejamento que fiz para 2018. Minha história política não depende de apadrinhamentos, de siglas partidárias, de presidenciáveis. Eu sou LIVRES!

 


Combustíveis e gás de cozinha sofrem reajustes a partir desta terça-feira na Paraíba

A partir desta terça-feira (16), o preço médio ponderado ao consumidor final para os combustíveis sofrerá alterações na Paraíba. O reajuste foi determinado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

O preço médio da gasolina ficará em R$ 4,0113; o diesel fica em R$ 3,3557; o GNV é de R$ 2,8377; o etanol terá um preço médio de R$ 3,0758.

O gás de cozinha orçado em R$ 65,00 terá um aumento de R$ 2,00 e passará a custar R$ 67,00.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás GLP da Paraíba (Sinregás-PB), Marcos Bezerra, todas as revendedoras devem repassar o reajuste aos consumidores.

Ele explicou que o reajuste se dará por conta do aumento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) determinado pelo governo federal.


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