"O girador da Beira-Rio é o único girador que não gira - Albergio Gomes Medeiros



 
"O girador da Beira-Rio é o único girador que não gira. Luciano conseguiu um intento impossível: construir um girador que não gira."

Essas foram partes dos comentários que me recordo de um bate papo, hoje à tarde, numa roda de amigos.

Tudo começou quando eu disse que ontem havia trafegado por toda a Beira Rio, e ficado triste com o lastimável estado em que ficou a outrora arborizada avenida, altamente desfigurada.

O atual e reeleito edil conseguiu erradicar muito, mais muito mais da metade das árvores que embelezavam e faziam utilíssimas sombras ao longo da via, e com o único e frívolo objetivo de "PINTAR" uma "CICLOVIA", que não dará para duas bicicletas passarem em "mão e contra-mão".

A "obra" inviabilizou de vez qualquer tentativa de alargamento das vias, cerrando a possibilidade de uma terceira mão.

Ah, mas as bicicletas merecem prioridade, afinal, elas arrecadam IPVAs, multas nos pardais, geram emprego e renda, tais como postos para venda de combustíveis; oficinas; borracheiros; enfim, uma considerável gama de empregos diretos e indiretos, cujos automóveis não carreiam tamanhos benefícios à economia local.
Foi aí que o interlocutor da frase acima cunhou a irrepreensível questão: O girador da Beira-Rio é o único que não gira.". De fato, o atento cidadão fez uma pertinente observação, pois praticamente só restaram três possibilidades de retorno na longa avenida, posto que toas as possibilidades anteriores foram "sacrificadas", fechadas em favor dessa tal "CICLOVIA".

Esqueceram dos pedestres. Por onde andarão ou caminharão?

Mas, quer saber? O edil tem razão, afinal temos um clima bastante ameno e propício para o uso de bicicletas e caminhadas, com solo bem plano, sem ladeiras nem planaltos, sem esquecer da baixa incidência de raios solares, dos mais benéficos à saúde (recomendável entre as 9 da manha e 15:00), sem falar na ausência de criminalidade, haja vista vegetativa existência de marginais e facínoras.
É isso.

Lula não perde a oportunidade para "fazer" um "investimento" eleitoreiro - Albergio Gomes Medeiros



 Tento não falar de Lula da Silva nem sobre ele,  mas ele não deixa, já que não perde uma única oportunidade para "fazer" um "investimento" eleitoreiro, até mesmo em ações que aparentemente seriam humanitárias e dignas de elogios e aplausos. Nem por ocasião do falecimento da esposa, baluarte e esteio que foi para ele, deixa passar uma "jogada de marketing" político. Chega a ser bizarro o que seria elogiável: A disposição de doações de órgãos da falecida ex-primeira dama.

Ontem fiz uma pergunta a um renomado médico, radicado em outro estado da Federação, se seriam aproveitáveis órgãos de uma idosa (66 anos), ao que redarguiu que dependeria muito do padrão de vida e saúde da doadora, mas em regra é possível e louvável. Insisti na pergunta, dessa feita de modo específico, e obtive como resposta a assertiva de que possivelmente nenhum órgão seria aproveitável, uma vez que a falecida era hipertensa, fumava muito (e de longa data), era diabética, sem esquecer que apreciava bebidas alcoólicas, patologias que paulatinamente comprometem órgãos sem esquecer dos costumes pouco saudáveis.

Assim, lamentavelmente fico convencido de que o ex-presidente parece padecer de enfermidade mental, cujo propósito com a divulgação de disponibilidade para doação foi mais uma "jogada" político-eleitoreira visando angariar simpatias, apoios e votos.

Albergio Gomes Medeiros fala sobre a morte e a sua comemoração por alguns



 Tento aproveitar ao máximo as noites insones para ler, estudar, assistir filmes, refletir, elevar meus pensamentos e conversas com Jesus - expondo meus queixumes, ansiedades, frustrações, decepções, angústias, enfim, tento torná-las produtivas ao máximo.

Outra vantagem é poder navegar pelas redes sociais e ver o que mais postaram, produziram e-ou disseram, e desde ontem predominam comentários sobre o falecimento da esposa de Lula da Silva. Muitos comentários direcionaram-se ao lamento dela não chegar a ver o marido possivelmente condenado, enquanto outros externaram alguma queixa, enquanto os aliados não só prestaram veladas solidariedades, assim como insurgiram-se contra supostas pessoas que, ao dizer deles, “comemoraram” o falecimento.

Demorei-me vendo inúmeras postagens, mas não me deparei com ninguém comemorando o falecimento da ex-primeira dama. Quando muito, disseram que não sentiram pena alguma, o que não tem nada demais nem há mal algum; eu mesmo não tive nenhum sentimento de lamento; assim como não torci pelo falecimento dela nem de nenhum outro. Entretanto, a cantilena e chiliques nas redes sociais predominaram, revoltadas com suposta falta de solidariedade ou piedade.

Reafirmo, antes de continuar o singelo comentário, não torço, em regra, pela morte de ninguém nem festejo; todavia, sejamos menos hipócritas: quem já não torceu pela morte de alguém? Já torci e até festejei, por exemplo, a morte do facínora “Focinho de porco”, lendário assassino que transitava por essas paragens tabajarinas, e tinha uma pontaria de deixar Wyatt Earp arrepiado de inveja. Torci e comemorei quando a polícia o eliminou após um exitoso cerco dentre outros muitos malogros. Não comemorei a morte de Che Guevara porque era criança e nem entendia de nada, mas comemorei a morte de Fidel, embora tenha pedido perdão a Deus, até mesmo pelo excesso de minha parte.

Dito isso, abundaram acusações de ausência de sentimentos de solidariedade cristã, algumas chegaram a dizer que o Papa Francisco teria dito que "Quando você comemora a morte de alguém, o primeiro que morreu foi você mesmo."

Embora seja o Papa mais falastrão que já vi, custo a crer que ele tenha dito tamanho disparate, não obstante, repito, seja um boquirroto de primeira linha. Recuso-me a acreditar que ele tenha dito isso, pois seria um “recibo”, um atestado de desconhecimento elementar das ESCRITURAS; pois até hoje a morte do Golias, protagonizada por Davi, é falada, cantada, decantada e comemorada, e desde o letal evento; e se o dizer atribuído ao Papa fosse compatível com as Escrituras e contexto, Davi e todos nós, Cristãos, estaríamos pré-mortos a Golias, desapartados até de Deus e Sua Graça.

Terei aos 87 anos uma aposentadoria em torno de tres salários minimos -Albergio Gomes Medeiros




"Brasil: Ame-o ou deixe-o", foi a palavra de ordem que ouvi quando era criança até início da adolescência. Tive uma oportunidade de deixá-lo por volta de meus 19/20 anos, quando uma instituição de ensino nos EUA ofereceu uma bolsa de estudos integral, desde que eu jogasse futebol pela instituição.

Cheguei a obter passaporte e visto com prazo de 10 anos; todavia "bati pino" de enfrentar um local desconhecido e sem nenhum domínio da língua; pelo que findou prevalecendo o amor à pátria. "Brasil, o país do futuro" foi o slogan sucessor daquele, e perdurou anos a fio, sem que o tal futuro chegasse e fosse pelo menos tangenciado.

Diante do turbilhão de frases de efeitos e alvissareiras promessas cogitei objetivos e metas, tracei diversos planos e vislumbrei projeções para minha vida em sua integralidade, ressaltando que nenhuma delas fi-lo exacerbada nem ambiciosa, apenas modestas e de factíveis alcances.Uma das projeções foi em relação à minha aposentadoria, cuja atividade periculosa me proporcionaria aposentadoria em torno dos 5.6.

Com o transcorrer do tempo e mudanças de cenários fui paulatinamente readequando metas e planos.Ontem fiz mais um exercício de reflexão e avaliação, sem esquecer do "balanço", e cheguei à conclusão de que lá pelos 86, 87 anos possivelmente conseguirei me aposentar, com uma remuneração confortável, em torno de uns 3 salários mínimos, se porventura nenhuma contundente mudança acontecer nas muitas variáveis.Viva o Brasil.

Os defensores do desarmamento, normalmente frouxos e incluídos no “Politicamente Correto‘ - Albergio Gomes Medeiros




Um conhecido meu, hoje, revolveu mesmas defesas alçadas por todos os defensores do desarmamento, normalmente frouxos e incluídos no “Politicamente Correto”; eis que deter-me-ei numa delas, qual seja, a recomendação de que não devemos, em hipótese alguma, reagir em um “assalto” (roubo), e por diversas razões: A uma, o elemento “surpresa” confere ao marginal uma folgada vantagem contra a vítima. A duas, o bandido sabe manusear e usar as armas - de facas a pistolas -, e são treinados. A três: Bandidos não têm nada a perder.

De fato, concordei com a terceira alegação; pois bandido não tem nada a perder; todavia, dizer que o bandido levaria vantagem em razão do “elemento surpresa” é de uma estupidez danada, pois como estamos, nas atuais circunstâncias, o bandido estará sempre à frente, já que a população está totalmente desarmada, à mercê da marginália, não fazendo sentido algum dizer que o meliante ainda se preocupa em protagonizar “elemento surpresa”, já que tem convicção de que a vítima estará desarmada.

Por fim, indaguei ao colega se ele conhecia algum campo ou "stand" de treinamento em que os bandidos se valem, pois, até onde sei, o “treino” deles é na prática, no dia a dia, no vetusto método da “tentativa e erro”.

Esses frouxos nem defendem-se por faltar coragem mesmo - e essa é a verdade -, e ainda querem impedir que o façam os que não ostentam semelhante covardia!
Vade retro.

A hipócrisia dos petistas - Albergio Gomes Medeiros



 Tem um edifício, cujo nome não me recordo no momento, localizado bem próximo ao edifício condominial Recanto das Artes, de elevado padrão construtivo, com condôminos de altíssimo padrão remuneratório. Ponto.

Conheço um petista de "carteirinha" que reside em edifício nas proximidades, e que até dia desses era Fiscal do Trabalho, e renitente militante petista, e que vira e mexe posta em "meu" face críticas e epítetos a mim dirigidos, dentre eles os que me taxam de "golpista", "coxinha". Ponto.

Pois bem, o luxuosíssimo condomínio é "guardado" diuturnamente (e noturnamente, como diria a "dilmanta") por vigilantes, claro. Mas, e daí, indaga-me o prezado "faceano"? Não teria nada demais se os vigilantes não estivessem expostos às intempéries como incidência solar, chuva, ausência de guarita e wc, dentre outros requisitos que qualquer particular seria autuado porventura ousasse contratar vigilantes e os deixassem em condições semelhantes.

Os vigilantes ficam em pé praticamente na calçada, ou, quando muito, sentados numa minúscula cadeira em fibra de vidro (ou plástico), embaixo de um improvisado e pequeno guarda sol.

Cadê os incontáveis fiscais e até "militontos" que me azucrinam falando sobre defesa de trabalhadores etc. e tal???? Cadê que esse "militonto" toma alguma providência?

 

 

 

Nota do subscritor deste blog:  Eles os petralhas são assim mesmo pregam: Alice no País das Maravilhas, mas nos seus cotidianos agem totalmente diferente. São uns hipócritas.

 

 

Temer flexibiliza alguns artigos do “santo catecismo” (CLT) - Albergio Gomes Medeiros



 É muito diferente uma condução de um país por uma pessoa equilibrada, secundada por uma equipe competente, sem preocupação primordial de atender minorias barulhentas que se entrincheiram em sindicatos e movimentos sociais, dominando-os por séculos sem fim; e sem o viés puramente ideológico, e de bolorenta doutrina esquerdista.

Eis que o Presidente Temer, solenemente, anunciou medidas que, de certa forma, flexibiliza alguns artigos do “santo catecismo” (CLT). Embora tímidas, que não trarão significativas mudanças nas relações de trabalho, uma delas foi bastante racional, a saber, unificação da contagem dos prazos processuais na forma prescrita no CPC vigente, isto é, contagem por dias úteis.

Tímidas, mas já é um alvissareiro início de, tomara, vindouras modernizações e flexibilizações que privilegiem diretamente as relações “empregado x empregador” e seus pactos, atualizando-as ao século XXI, adequando-as à realidade.
Ponto que considerei nevrálgico e que duvido resultar em êxito foi na busca da redução de “spread” por medidas meramente administrativas via simples liberações de FGTS inativos, resultando numa diminuição de juros nos cartões de créditos e-ou juros rotativos.
Salve salve!

Como se defender essa gente responsável pelo maior saque do período republicano ? Albergio Gomes Medeiros



 É de desanimar chegarmos ao final do ano, após uma dura e exaustiva luta para tirarmos esses danados esquerdistas que estiveram aboletados no Poder Político Federal, por mais de 13 anos, e ainda nos depararmos com defensores dessa gente que promoveu o maior saque do período republicano.

Para agravar, ainda posam e distorcem a realidade como se não tivessem nenhuma responsabilidade nem cumplicidade com relação ao atual presidente Temer, com quem esteve de mãos dadas até dia desses, num "casamento" mal resolvido com o PMDB, partido mais oportunistas, sem identidade e fisiologista já existente.

Hoje, com toda "derrota", bem ou mal, é o que temos; é o que resta, e em quem temos de apostar para sairmos dessa recessão macroeconômica sob pena de todos nós afundarmos.

Qual o problema e tamanho ódio que impede essa gente de torcer por Temer, legado "lulopetista", principalmente depois da mais desastrosa, desvairada, desonesta, incompetente e inconsequente administração já vista? Aí os encardidos defensores dirão que existiram acertos etc. e tal.

Mas é claro que acertos existiram, pois até um relógio parado, quebrado, acerta a hora duas vezes por dia, mas acertos pífios, insignificantes e na dimensão em que qualquer ruminante conseguiria idêntico resultado.

Agora, em minha leitura, o maior desmando, o que conseguiu extrapolar tudo de insanidade, burrice e incompetência que essa arrogante gente promoveu foi pegar o meu, o seu, o nosso suado dinheiro, oriundo de asfixiante carga tributária, tão pesada que o "quinto dos infernos" seria bem-vindo nos dias atuais, e doar a fortuna de 25 milhões ao Hamas, grupo terrorista. Esse escárnio foi maior do que os saques que patrocinaram, isso, em termos de escárnio e deboche com a coisa pública.
É de cortar os pulsos!

Imaginem, precisar de uma PEC para saber qual o teto salarial - Albergio Gomes Medeiros



 "O teto constitucional estabelecido é de R$ 33.763, salário recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pelos senadores.".

Imaginem: Precisar de uma PEC para ver cumprida uma clara, expressa e autoaplicável norma constitucional? Teto é teto: não há outra hermenêutica que vá além do limite superior; caso contrário, se o limite fosse inferior seria piso.

Curioso que não há nem nunca houve a menor dúvida nem interpretação do que é "PISO"; todavia, como o brasileiro é patriota e solidário por natureza, burlam sistematicamente e desde o início de vigência dessa constituição federal, princípio de maior parte dos males que vivemos.

O pior é que esse vilipêndio à norma constitucional tem sido propositalmente descumprida pelos três poderes, até mesmo pelo que deveria zelar pelo cumprimento, um por ser "fiscal da lei" e o outro guardião da constituição.
"Art. 37. (...)

(…) XI – a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, PERCEBIDOS CUMULATIVAMENTE OU NÃO, INCLUÍDAS AS VANTAGENS PESSOAIS OU DE QUALQUER NATUREZA, NÃO PODERÃO EXCEDER O SUBSÍDIO MENSAL, EM ESPÉCIE, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos;

Dos Atos das Disposições Transitórias

Artigo 117 - (...).
Os vencimentos, a remuneração, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadorias que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes, não se admitindo, neste caso, invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título”(CF).
Aí, a malandragem começou a distorcer o que viria a ser SUBSÍDIO e o termo "EM ESPÉCIE" e o céu passou a ser o limite.

enquanto isso o profissional liberal e o trabalhador celetista ou da iniciativa privada raramente consegue uma aposentadoria no Teto do INSS, que não chega aos R$ 5.200,00, fechados.

Um país desses pode se desenvolver? Pode falar em justiça nem distribuição de renda?

Caso Renan - A Rede da amorfa Marina Silva quer se apropriar do monopólio da moralidade - Albergio Gomes Medeiros



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Proclama um ditado Xintoísta que "decisões sobre assuntos importantes não devem ser tomadas por apenas uma pessoa."

A Rede, mais um partido de esquerda criado pela amorfa Marina Silva, que quer apropriar-se do monopólio da moralidade, nesse arroubo bolorento que infesta incuravelmente qualquer esquerdista, deflagrou a ADPF que, para azar do impoluto e puro sen. Renan, foi calhar nas mãos do cultíssimo e nada volúvel min. marco Aurélio.

Certamente numa apressada leitura, desprovido dos óculos apropriados, deferiu no início do horário vespertino, uma liminar monocrática, determinando a saída do Renan da Presidência do Senado, cuja intimação foi tão diligente que, nas primeiras horas do dia seguinte já estavam com os oficiais de justiça para cumprimento da decisão veiculada pela notificação.

O açodamento ou hipermetropia da decisão foi flagrantemente contrário às expressas normas que regem a espécie.

O imaculado Renan, que de besta não tem nada, com seu formidável implante de cabelos, usou a cabeça e simplesmente fez o inimaginável: Recusou-se a assinar a notificação (ou sabe-se lá se intimação).

Para que ele fez isso? Despertou censuras e revoltas de petralhas e coxinhas aos grandes e estelares pensadores brasileiros, dos mais modestos aos mais titulados juristas. Fomentou entusiasmados debates. Em todos esses fóruns de debates o velho ditado que diz de decisão judicial não se discute, cumpre-se, foi o mais proclamado.

Nada demoveu o baluarte das Alagoas do firme propósito de ousar descumprir uma decisão judicial, verdadeira heresia.

Pois bem, mas foi exatamente esse atrevimento que determinou sua boa sorte, pois se tivesse candidamente recebido a intimação e limitado-se a manejar recursos, em hipótese alguma obteria a prestação jurisdicional hoje. Não temo dizer que o período do mandato de senador findaria e não obteria julgamento do recurso, menos ainda o mérito da ação.

No que diz respeito à decisão, o STF deixou-me com alguma esperança de que julgamentos podem ser mais técnicos do que políticos, menos heterodoxos.

Ah, só para lembrar: Não sou dos fãs de Renan, mas nem por isso torci para que a absurda ação da Rede, nem a insana liminar perdurasse.

A questão amigo, é que tolerar violações a artigos de lei protagonizados por quem tem o poder jurisdicional é inaceitável, mesmo que tal teratologia eventualmente atendesse a algum interesse meu, nosso e-ou desejos, mas amanhã, a repetir-se incólume a nociva prática, poderia ser usada contra mim, você, algum amigo nosso ou familiar.

Lembre-se, caro patriota, nenhum alcoólatra começa já alcoólatra. Inicia-se de gole em gole, de copo em copo.


Vade retro.

Vejam que maravilha a ficha corrida do sucessor de Renan Calheiros - Albergio Gomes Medeiros



 
Vejam em que mar de lama e areia movediça estamos: O excelso e galático STF, surpreendentemente - já que passava de anos - em decisão liminar, com efetiva intimação com agilidade invejável e modelar, retirou o impoluto Renan, para gáudio de todos nós, especialmente da "esquerdalha", e particularmente das vestais de uma tal "Rede" de Marina.

Todavia, vejam que maravilha de sucessor:

(JORGE VIANA – PT).

1)STF – Inquérito nº 3183 – Acusação: sonegação de contribuição previdenciária.

2)TRF-1 - Seção Judiciária do Acre – Processo nº 0006871-19.2011.4.01.3000- Improbidade administrativa movida pelo MPF.

3)TSE – Processo nº 31539.2011.600.0000 – Recurso contra expedição do diploma apresentado pelo MPE por abusos de poder econômico e político e uso indevido de meio de comunicação social.

4)TRE-AC – Processo nº 194018.2010.601.0000 – Representação feita pelo MPE por conduta vedada a agente público.
E aí, seis por meia dúzia?

Será mesmo que não tenho argumento - Albergio Gomes Medeiros



 Em um comentário que fiz numa postagem do face de um amigo, fui criticado sob acusação de que não tenho "argumentos".

Não polemizei demais por estar com uma preguiça mental enorme hoje, até porque não são muitos que sabem distinguir argumentos de proposições nem premissas etc., mesmo ainda quais podem ser chamadas de verdadeiras ou falsas,certas ou erradas, ou seja, do ramo da "Lógica-matemática".

Reconheço que eu podia dormir sem essa hoje, pois o que eu tinha de externar comentário sobre postagem de outro face? Pensei o quão me expus

Desnecessariamente e o tanto que a ilusão do "conhecimento" pode nos contaminar.

Enquanto pensava a respeito, e sobre aspectos da natureza humana lembrei-me do que ensinavam alguns filósofos dentre os que afloraram à minha memória, de leituras bem antigas, de muito antes da existência de redes sociais etc. e tal.


Permitam-me, pois, esse breve escorço sobre o que ensinava Protágoras.
Dentre os ensinamento do mencionado estudioso destaco o que dizia sobre o homem: "O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são.".
A construção doutrinária filosófica correlacionou tal aforismo a Heráclito, melhor dizendo, que Protágoras fundara seu apotegma no que aquele ensinava.

O fato é que consideram Protágoras como o "pai" do relativismo existencial. Todavia, quem leu Teeteto, de Platão, deparou-se com Sócrates destroçando o aforisma, cujas lições seduzem-me sempre que leio e releio. Talvez seja uma explicação de minha predileção por Albert Camus em relação a Sartre, de cujas lições e escritos só despertam-me contundente antipatia.

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