A petralhada e os coleguinhas de outras legendas alvos de delações - Albergio Gomes Medeiros



 Está tudo bacana. A "Nova Republiqueta" aderna. A petralhada, de certa forma, vibra porque só agora, eles, petralhas, viram mais "irmãos de doutrina", mais "coleguinhas" de outras legendas, irmanadas que foram (e são) nas mancomunações, alvo de delações. O Príncipe e seu Pai, outrora Rei, findou confessando, nas entrelinhas, que mandou nesse país pouco tempo após a criação da empresa até dia desses. Todos saqueavam o país, alguns com incontestável cumplicidade, outros com a conivência, e maior parte por omissão, especialmente daqueles que, por dever de ofício, deviam impedir ou, pelo menos, publicizar o escárnio e avanço no dinheiro público - mas, até relevo nesse caso, pois, trata-se claramente de uma ORCRIM, e nos moldes que estão a revelar-se, provavelmente custaria a própria vida.

Ponto.
Intelectuais e festejados jornalistas, meio artístico, professores, enfim, os que são (e os que pensam ser) formadores de opiniões estão proclamando aos quatro cantos que é chegada a hora de passar esse país a limpo: Será?

Por outro lado, que tal deixarmos de tanto farisaísmo e admitirmos que é de conhecimento geral, de domínio público, com exceção das autoridades, que todas as campanhas apresentaram, ao longo de todas as eleições dessa apodrecida "Nova República", custos e despesas de campanhas - shows, "marketeiros", produções "hollywoodianas" - totalmente incompatíveis com o que víamos e assistíamos?
Ponto.
As delações, que estão causando tanta efervescência, findarão apenas revelando as entranhas do Brasil, e evidenciando os inexplicáveis - só nunca vistos pelas incontáveis instituições e autoridades nacionais com o mister fiscalizatório e denunciativo -, e motivos dos enriquecimentos meteóricos de muita gente, e perpetuações de parlamentares e chefes de executivos no Poder.

No frigir, para não nos determos nesse charco de podridão, nesse câncer que atingiu todos os tecidos sociais desse país, oxalá estivesse nos estertores, sabem quantos serão condenados criminalmente, já que não se espera que o brasileiro faça qualquer censura moral? Poucos; pouquíssimos, já que a prescrição alcançará quase todos, principalmente os que passaram dos 70 anos de idade.

A censura moral que qualquer povo civilizado e patriota faria seria banir essa raça da vida pública, jamais elegendo nem reelegendo nenhum (nem familiares) dos que comprovadamente praticaram atos delituosos delatados.

Se o brasileiro fosse um povo minimamente sério, a condenação seria a moral, naqueles moldes, não elegendo nem reelegendo jamais nenhum dos que COMPROVADAMENTE tiveram liames ou praticaram algum ato delituoso delatado. Sim; há de se ter muita cautela, pois nem tudo pode ser tomado como verdade já que a segregação do delator pode levá-lo a exagerar ou inventar eventos e fatos, ou distorcê-los, no afã de obter a graça estatal advinda das delações.

Vade retro! O povo merece. Merecemos.

Pense em um país nojento os EUA, intolerante e injusto ao extremo - Albergio Gomes Medeiros



 Após quase 30 anos do desaparecimento de uma jovem mulher, então casada com um marido violento, que já a agredira anteriormente, numa macabra descoberta de uma ossada, legistas constaram que se tratava daquela, cujo status de desaparecida foi consequentemente mudado para assassinada, vitimada por fatais agressões na cabeça.

Uma vez identificado os restos mortais e desvendada a causa da morte, investigações foram retomadas, e principal suspeito, ex-marido, diversas vezes ouvido pela polícia.

No final, a grande "INJUSTIÇA" foi feita, de tantas evidências e pressões, o ex-marido chegou a admitir que matara a esposa, e, para "perplexidade" de todos, foi condenado à prisão perpétua (Fonte: Matéria do canal Investigação Discovery).

Isso é lá país, nem povo??? Só "loucos" adotariam tão injusta e intolerante legislação e persecução criminal; por isso é um país subdesenvolvido, com um grande contingente de cidadãos querendo emigrar de tão atrasada civilização.
Certo é o Brasil, que com o tão decantado e reproduzido complexo, um tal de "complexo de vira latas", ensina ao mundo como se deve tratar "excluídos" que perdem a cabeça, revoltam-se com toda a justiça e envereda pelo caminho da suposta criminalidade, suposta, afinal, são meras vítimas da sociedade injusta.

O sacrossanto Lula e seu endeusamento pelos apresentadores do Programa Correio Debate - Albergio Gomes Medeiros



Albergio Gomes Medeiros

 Ontem ouvi um dos programas de rádio local, especificamente o Correio Debate, e, com exceção de Fabiano Moura, os demais integrantes do programa "canonizaram" Lula, e crucificaram Temer e corriola, demonizando-os porque estão posando e replicando fotos e visitas das obras de transposição do São Francisco.

Sem dúvida que a paternidade da obra é de Lula, incontestavelmente; mas os ilustres e apaixonados comentaristas esqueceram, propositalmente, de que praticamente todos os programas que o messiânico Lula da Silva diz ser "pai", foi simplesmente usurpado de seus antecessores, o que também é irrefutável. Ponto!!!!

De outra banda, numa abordagem reducionista, porém válida, é sabido que os traficantes têm sucesso nas comunidades em que ocupam e lideram, obtêm facilmente refúgios, e têm recrutamentos exitosos de "soldados", enfim tudo em razão do vácuo dos Poderes Públicos, haja vista imprestáveis serviços e assistências, ausências essas supridas pelo traficante e líderes das áreas. Todavia, não obstante tais prestações assistenciais às expensas e patrocínio dos meliantes se configurem em boas ações, os propósitos e ações outras não elidem nem descriminalizam as atividades diuturnas praticadas por aqueles delinquentes.

Logo, mesmo sendo a transposição uma obra de inestimável valor para o sertão do nordeste brasileiro, e tendo a digital do sacrossanto Lula, na louvável iniciativa de realizá-la, todavia, não tem o condão nem o viés de descriminalizar as ações realizadas nos oito (8) anos em que esteve como Presidente, nem elide a descerebrada e claramente inimputável sucessora.
Vade retro.

"O girador da Beira-Rio é o único girador que não gira - Albergio Gomes Medeiros



 
"O girador da Beira-Rio é o único girador que não gira. Luciano conseguiu um intento impossível: construir um girador que não gira."

Essas foram partes dos comentários que me recordo de um bate papo, hoje à tarde, numa roda de amigos.

Tudo começou quando eu disse que ontem havia trafegado por toda a Beira Rio, e ficado triste com o lastimável estado em que ficou a outrora arborizada avenida, altamente desfigurada.

O atual e reeleito edil conseguiu erradicar muito, mais muito mais da metade das árvores que embelezavam e faziam utilíssimas sombras ao longo da via, e com o único e frívolo objetivo de "PINTAR" uma "CICLOVIA", que não dará para duas bicicletas passarem em "mão e contra-mão".

A "obra" inviabilizou de vez qualquer tentativa de alargamento das vias, cerrando a possibilidade de uma terceira mão.

Ah, mas as bicicletas merecem prioridade, afinal, elas arrecadam IPVAs, multas nos pardais, geram emprego e renda, tais como postos para venda de combustíveis; oficinas; borracheiros; enfim, uma considerável gama de empregos diretos e indiretos, cujos automóveis não carreiam tamanhos benefícios à economia local.
Foi aí que o interlocutor da frase acima cunhou a irrepreensível questão: O girador da Beira-Rio é o único que não gira.". De fato, o atento cidadão fez uma pertinente observação, pois praticamente só restaram três possibilidades de retorno na longa avenida, posto que toas as possibilidades anteriores foram "sacrificadas", fechadas em favor dessa tal "CICLOVIA".

Esqueceram dos pedestres. Por onde andarão ou caminharão?

Mas, quer saber? O edil tem razão, afinal temos um clima bastante ameno e propício para o uso de bicicletas e caminhadas, com solo bem plano, sem ladeiras nem planaltos, sem esquecer da baixa incidência de raios solares, dos mais benéficos à saúde (recomendável entre as 9 da manha e 15:00), sem falar na ausência de criminalidade, haja vista vegetativa existência de marginais e facínoras.
É isso.

Lula não perde a oportunidade para "fazer" um "investimento" eleitoreiro - Albergio Gomes Medeiros



 Tento não falar de Lula da Silva nem sobre ele,  mas ele não deixa, já que não perde uma única oportunidade para "fazer" um "investimento" eleitoreiro, até mesmo em ações que aparentemente seriam humanitárias e dignas de elogios e aplausos. Nem por ocasião do falecimento da esposa, baluarte e esteio que foi para ele, deixa passar uma "jogada de marketing" político. Chega a ser bizarro o que seria elogiável: A disposição de doações de órgãos da falecida ex-primeira dama.

Ontem fiz uma pergunta a um renomado médico, radicado em outro estado da Federação, se seriam aproveitáveis órgãos de uma idosa (66 anos), ao que redarguiu que dependeria muito do padrão de vida e saúde da doadora, mas em regra é possível e louvável. Insisti na pergunta, dessa feita de modo específico, e obtive como resposta a assertiva de que possivelmente nenhum órgão seria aproveitável, uma vez que a falecida era hipertensa, fumava muito (e de longa data), era diabética, sem esquecer que apreciava bebidas alcoólicas, patologias que paulatinamente comprometem órgãos sem esquecer dos costumes pouco saudáveis.

Assim, lamentavelmente fico convencido de que o ex-presidente parece padecer de enfermidade mental, cujo propósito com a divulgação de disponibilidade para doação foi mais uma "jogada" político-eleitoreira visando angariar simpatias, apoios e votos.

Albergio Gomes Medeiros fala sobre a morte e a sua comemoração por alguns



 Tento aproveitar ao máximo as noites insones para ler, estudar, assistir filmes, refletir, elevar meus pensamentos e conversas com Jesus - expondo meus queixumes, ansiedades, frustrações, decepções, angústias, enfim, tento torná-las produtivas ao máximo.

Outra vantagem é poder navegar pelas redes sociais e ver o que mais postaram, produziram e-ou disseram, e desde ontem predominam comentários sobre o falecimento da esposa de Lula da Silva. Muitos comentários direcionaram-se ao lamento dela não chegar a ver o marido possivelmente condenado, enquanto outros externaram alguma queixa, enquanto os aliados não só prestaram veladas solidariedades, assim como insurgiram-se contra supostas pessoas que, ao dizer deles, “comemoraram” o falecimento.

Demorei-me vendo inúmeras postagens, mas não me deparei com ninguém comemorando o falecimento da ex-primeira dama. Quando muito, disseram que não sentiram pena alguma, o que não tem nada demais nem há mal algum; eu mesmo não tive nenhum sentimento de lamento; assim como não torci pelo falecimento dela nem de nenhum outro. Entretanto, a cantilena e chiliques nas redes sociais predominaram, revoltadas com suposta falta de solidariedade ou piedade.

Reafirmo, antes de continuar o singelo comentário, não torço, em regra, pela morte de ninguém nem festejo; todavia, sejamos menos hipócritas: quem já não torceu pela morte de alguém? Já torci e até festejei, por exemplo, a morte do facínora “Focinho de porco”, lendário assassino que transitava por essas paragens tabajarinas, e tinha uma pontaria de deixar Wyatt Earp arrepiado de inveja. Torci e comemorei quando a polícia o eliminou após um exitoso cerco dentre outros muitos malogros. Não comemorei a morte de Che Guevara porque era criança e nem entendia de nada, mas comemorei a morte de Fidel, embora tenha pedido perdão a Deus, até mesmo pelo excesso de minha parte.

Dito isso, abundaram acusações de ausência de sentimentos de solidariedade cristã, algumas chegaram a dizer que o Papa Francisco teria dito que "Quando você comemora a morte de alguém, o primeiro que morreu foi você mesmo."

Embora seja o Papa mais falastrão que já vi, custo a crer que ele tenha dito tamanho disparate, não obstante, repito, seja um boquirroto de primeira linha. Recuso-me a acreditar que ele tenha dito isso, pois seria um “recibo”, um atestado de desconhecimento elementar das ESCRITURAS; pois até hoje a morte do Golias, protagonizada por Davi, é falada, cantada, decantada e comemorada, e desde o letal evento; e se o dizer atribuído ao Papa fosse compatível com as Escrituras e contexto, Davi e todos nós, Cristãos, estaríamos pré-mortos a Golias, desapartados até de Deus e Sua Graça.

Terei aos 87 anos uma aposentadoria em torno de tres salários minimos -Albergio Gomes Medeiros




"Brasil: Ame-o ou deixe-o", foi a palavra de ordem que ouvi quando era criança até início da adolescência. Tive uma oportunidade de deixá-lo por volta de meus 19/20 anos, quando uma instituição de ensino nos EUA ofereceu uma bolsa de estudos integral, desde que eu jogasse futebol pela instituição.

Cheguei a obter passaporte e visto com prazo de 10 anos; todavia "bati pino" de enfrentar um local desconhecido e sem nenhum domínio da língua; pelo que findou prevalecendo o amor à pátria. "Brasil, o país do futuro" foi o slogan sucessor daquele, e perdurou anos a fio, sem que o tal futuro chegasse e fosse pelo menos tangenciado.

Diante do turbilhão de frases de efeitos e alvissareiras promessas cogitei objetivos e metas, tracei diversos planos e vislumbrei projeções para minha vida em sua integralidade, ressaltando que nenhuma delas fi-lo exacerbada nem ambiciosa, apenas modestas e de factíveis alcances.Uma das projeções foi em relação à minha aposentadoria, cuja atividade periculosa me proporcionaria aposentadoria em torno dos 5.6.

Com o transcorrer do tempo e mudanças de cenários fui paulatinamente readequando metas e planos.Ontem fiz mais um exercício de reflexão e avaliação, sem esquecer do "balanço", e cheguei à conclusão de que lá pelos 86, 87 anos possivelmente conseguirei me aposentar, com uma remuneração confortável, em torno de uns 3 salários mínimos, se porventura nenhuma contundente mudança acontecer nas muitas variáveis.Viva o Brasil.

Os defensores do desarmamento, normalmente frouxos e incluídos no “Politicamente Correto‘ - Albergio Gomes Medeiros




Um conhecido meu, hoje, revolveu mesmas defesas alçadas por todos os defensores do desarmamento, normalmente frouxos e incluídos no “Politicamente Correto”; eis que deter-me-ei numa delas, qual seja, a recomendação de que não devemos, em hipótese alguma, reagir em um “assalto” (roubo), e por diversas razões: A uma, o elemento “surpresa” confere ao marginal uma folgada vantagem contra a vítima. A duas, o bandido sabe manusear e usar as armas - de facas a pistolas -, e são treinados. A três: Bandidos não têm nada a perder.

De fato, concordei com a terceira alegação; pois bandido não tem nada a perder; todavia, dizer que o bandido levaria vantagem em razão do “elemento surpresa” é de uma estupidez danada, pois como estamos, nas atuais circunstâncias, o bandido estará sempre à frente, já que a população está totalmente desarmada, à mercê da marginália, não fazendo sentido algum dizer que o meliante ainda se preocupa em protagonizar “elemento surpresa”, já que tem convicção de que a vítima estará desarmada.

Por fim, indaguei ao colega se ele conhecia algum campo ou "stand" de treinamento em que os bandidos se valem, pois, até onde sei, o “treino” deles é na prática, no dia a dia, no vetusto método da “tentativa e erro”.

Esses frouxos nem defendem-se por faltar coragem mesmo - e essa é a verdade -, e ainda querem impedir que o façam os que não ostentam semelhante covardia!
Vade retro.

A hipócrisia dos petistas - Albergio Gomes Medeiros



 Tem um edifício, cujo nome não me recordo no momento, localizado bem próximo ao edifício condominial Recanto das Artes, de elevado padrão construtivo, com condôminos de altíssimo padrão remuneratório. Ponto.

Conheço um petista de "carteirinha" que reside em edifício nas proximidades, e que até dia desses era Fiscal do Trabalho, e renitente militante petista, e que vira e mexe posta em "meu" face críticas e epítetos a mim dirigidos, dentre eles os que me taxam de "golpista", "coxinha". Ponto.

Pois bem, o luxuosíssimo condomínio é "guardado" diuturnamente (e noturnamente, como diria a "dilmanta") por vigilantes, claro. Mas, e daí, indaga-me o prezado "faceano"? Não teria nada demais se os vigilantes não estivessem expostos às intempéries como incidência solar, chuva, ausência de guarita e wc, dentre outros requisitos que qualquer particular seria autuado porventura ousasse contratar vigilantes e os deixassem em condições semelhantes.

Os vigilantes ficam em pé praticamente na calçada, ou, quando muito, sentados numa minúscula cadeira em fibra de vidro (ou plástico), embaixo de um improvisado e pequeno guarda sol.

Cadê os incontáveis fiscais e até "militontos" que me azucrinam falando sobre defesa de trabalhadores etc. e tal???? Cadê que esse "militonto" toma alguma providência?

 

 

 

Nota do subscritor deste blog:  Eles os petralhas são assim mesmo pregam: Alice no País das Maravilhas, mas nos seus cotidianos agem totalmente diferente. São uns hipócritas.

 

 

Temer flexibiliza alguns artigos do “santo catecismo” (CLT) - Albergio Gomes Medeiros



 É muito diferente uma condução de um país por uma pessoa equilibrada, secundada por uma equipe competente, sem preocupação primordial de atender minorias barulhentas que se entrincheiram em sindicatos e movimentos sociais, dominando-os por séculos sem fim; e sem o viés puramente ideológico, e de bolorenta doutrina esquerdista.

Eis que o Presidente Temer, solenemente, anunciou medidas que, de certa forma, flexibiliza alguns artigos do “santo catecismo” (CLT). Embora tímidas, que não trarão significativas mudanças nas relações de trabalho, uma delas foi bastante racional, a saber, unificação da contagem dos prazos processuais na forma prescrita no CPC vigente, isto é, contagem por dias úteis.

Tímidas, mas já é um alvissareiro início de, tomara, vindouras modernizações e flexibilizações que privilegiem diretamente as relações “empregado x empregador” e seus pactos, atualizando-as ao século XXI, adequando-as à realidade.
Ponto que considerei nevrálgico e que duvido resultar em êxito foi na busca da redução de “spread” por medidas meramente administrativas via simples liberações de FGTS inativos, resultando numa diminuição de juros nos cartões de créditos e-ou juros rotativos.
Salve salve!

Como se defender essa gente responsável pelo maior saque do período republicano ? Albergio Gomes Medeiros



 É de desanimar chegarmos ao final do ano, após uma dura e exaustiva luta para tirarmos esses danados esquerdistas que estiveram aboletados no Poder Político Federal, por mais de 13 anos, e ainda nos depararmos com defensores dessa gente que promoveu o maior saque do período republicano.

Para agravar, ainda posam e distorcem a realidade como se não tivessem nenhuma responsabilidade nem cumplicidade com relação ao atual presidente Temer, com quem esteve de mãos dadas até dia desses, num "casamento" mal resolvido com o PMDB, partido mais oportunistas, sem identidade e fisiologista já existente.

Hoje, com toda "derrota", bem ou mal, é o que temos; é o que resta, e em quem temos de apostar para sairmos dessa recessão macroeconômica sob pena de todos nós afundarmos.

Qual o problema e tamanho ódio que impede essa gente de torcer por Temer, legado "lulopetista", principalmente depois da mais desastrosa, desvairada, desonesta, incompetente e inconsequente administração já vista? Aí os encardidos defensores dirão que existiram acertos etc. e tal.

Mas é claro que acertos existiram, pois até um relógio parado, quebrado, acerta a hora duas vezes por dia, mas acertos pífios, insignificantes e na dimensão em que qualquer ruminante conseguiria idêntico resultado.

Agora, em minha leitura, o maior desmando, o que conseguiu extrapolar tudo de insanidade, burrice e incompetência que essa arrogante gente promoveu foi pegar o meu, o seu, o nosso suado dinheiro, oriundo de asfixiante carga tributária, tão pesada que o "quinto dos infernos" seria bem-vindo nos dias atuais, e doar a fortuna de 25 milhões ao Hamas, grupo terrorista. Esse escárnio foi maior do que os saques que patrocinaram, isso, em termos de escárnio e deboche com a coisa pública.
É de cortar os pulsos!

Imaginem, precisar de uma PEC para saber qual o teto salarial - Albergio Gomes Medeiros



 "O teto constitucional estabelecido é de R$ 33.763, salário recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pelos senadores.".

Imaginem: Precisar de uma PEC para ver cumprida uma clara, expressa e autoaplicável norma constitucional? Teto é teto: não há outra hermenêutica que vá além do limite superior; caso contrário, se o limite fosse inferior seria piso.

Curioso que não há nem nunca houve a menor dúvida nem interpretação do que é "PISO"; todavia, como o brasileiro é patriota e solidário por natureza, burlam sistematicamente e desde o início de vigência dessa constituição federal, princípio de maior parte dos males que vivemos.

O pior é que esse vilipêndio à norma constitucional tem sido propositalmente descumprida pelos três poderes, até mesmo pelo que deveria zelar pelo cumprimento, um por ser "fiscal da lei" e o outro guardião da constituição.
"Art. 37. (...)

(…) XI – a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, PERCEBIDOS CUMULATIVAMENTE OU NÃO, INCLUÍDAS AS VANTAGENS PESSOAIS OU DE QUALQUER NATUREZA, NÃO PODERÃO EXCEDER O SUBSÍDIO MENSAL, EM ESPÉCIE, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos;

Dos Atos das Disposições Transitórias

Artigo 117 - (...).
Os vencimentos, a remuneração, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadorias que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes, não se admitindo, neste caso, invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título”(CF).
Aí, a malandragem começou a distorcer o que viria a ser SUBSÍDIO e o termo "EM ESPÉCIE" e o céu passou a ser o limite.

enquanto isso o profissional liberal e o trabalhador celetista ou da iniciativa privada raramente consegue uma aposentadoria no Teto do INSS, que não chega aos R$ 5.200,00, fechados.

Um país desses pode se desenvolver? Pode falar em justiça nem distribuição de renda?

Caso Renan - A Rede da amorfa Marina Silva quer se apropriar do monopólio da moralidade - Albergio Gomes Medeiros



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Proclama um ditado Xintoísta que "decisões sobre assuntos importantes não devem ser tomadas por apenas uma pessoa."

A Rede, mais um partido de esquerda criado pela amorfa Marina Silva, que quer apropriar-se do monopólio da moralidade, nesse arroubo bolorento que infesta incuravelmente qualquer esquerdista, deflagrou a ADPF que, para azar do impoluto e puro sen. Renan, foi calhar nas mãos do cultíssimo e nada volúvel min. marco Aurélio.

Certamente numa apressada leitura, desprovido dos óculos apropriados, deferiu no início do horário vespertino, uma liminar monocrática, determinando a saída do Renan da Presidência do Senado, cuja intimação foi tão diligente que, nas primeiras horas do dia seguinte já estavam com os oficiais de justiça para cumprimento da decisão veiculada pela notificação.

O açodamento ou hipermetropia da decisão foi flagrantemente contrário às expressas normas que regem a espécie.

O imaculado Renan, que de besta não tem nada, com seu formidável implante de cabelos, usou a cabeça e simplesmente fez o inimaginável: Recusou-se a assinar a notificação (ou sabe-se lá se intimação).

Para que ele fez isso? Despertou censuras e revoltas de petralhas e coxinhas aos grandes e estelares pensadores brasileiros, dos mais modestos aos mais titulados juristas. Fomentou entusiasmados debates. Em todos esses fóruns de debates o velho ditado que diz de decisão judicial não se discute, cumpre-se, foi o mais proclamado.

Nada demoveu o baluarte das Alagoas do firme propósito de ousar descumprir uma decisão judicial, verdadeira heresia.

Pois bem, mas foi exatamente esse atrevimento que determinou sua boa sorte, pois se tivesse candidamente recebido a intimação e limitado-se a manejar recursos, em hipótese alguma obteria a prestação jurisdicional hoje. Não temo dizer que o período do mandato de senador findaria e não obteria julgamento do recurso, menos ainda o mérito da ação.

No que diz respeito à decisão, o STF deixou-me com alguma esperança de que julgamentos podem ser mais técnicos do que políticos, menos heterodoxos.

Ah, só para lembrar: Não sou dos fãs de Renan, mas nem por isso torci para que a absurda ação da Rede, nem a insana liminar perdurasse.

A questão amigo, é que tolerar violações a artigos de lei protagonizados por quem tem o poder jurisdicional é inaceitável, mesmo que tal teratologia eventualmente atendesse a algum interesse meu, nosso e-ou desejos, mas amanhã, a repetir-se incólume a nociva prática, poderia ser usada contra mim, você, algum amigo nosso ou familiar.

Lembre-se, caro patriota, nenhum alcoólatra começa já alcoólatra. Inicia-se de gole em gole, de copo em copo.


Vade retro.

Vejam que maravilha a ficha corrida do sucessor de Renan Calheiros - Albergio Gomes Medeiros



 
Vejam em que mar de lama e areia movediça estamos: O excelso e galático STF, surpreendentemente - já que passava de anos - em decisão liminar, com efetiva intimação com agilidade invejável e modelar, retirou o impoluto Renan, para gáudio de todos nós, especialmente da "esquerdalha", e particularmente das vestais de uma tal "Rede" de Marina.

Todavia, vejam que maravilha de sucessor:

(JORGE VIANA – PT).

1)STF – Inquérito nº 3183 – Acusação: sonegação de contribuição previdenciária.

2)TRF-1 - Seção Judiciária do Acre – Processo nº 0006871-19.2011.4.01.3000- Improbidade administrativa movida pelo MPF.

3)TSE – Processo nº 31539.2011.600.0000 – Recurso contra expedição do diploma apresentado pelo MPE por abusos de poder econômico e político e uso indevido de meio de comunicação social.

4)TRE-AC – Processo nº 194018.2010.601.0000 – Representação feita pelo MPE por conduta vedada a agente público.
E aí, seis por meia dúzia?

Será mesmo que não tenho argumento - Albergio Gomes Medeiros



 Em um comentário que fiz numa postagem do face de um amigo, fui criticado sob acusação de que não tenho "argumentos".

Não polemizei demais por estar com uma preguiça mental enorme hoje, até porque não são muitos que sabem distinguir argumentos de proposições nem premissas etc., mesmo ainda quais podem ser chamadas de verdadeiras ou falsas,certas ou erradas, ou seja, do ramo da "Lógica-matemática".

Reconheço que eu podia dormir sem essa hoje, pois o que eu tinha de externar comentário sobre postagem de outro face? Pensei o quão me expus

Desnecessariamente e o tanto que a ilusão do "conhecimento" pode nos contaminar.

Enquanto pensava a respeito, e sobre aspectos da natureza humana lembrei-me do que ensinavam alguns filósofos dentre os que afloraram à minha memória, de leituras bem antigas, de muito antes da existência de redes sociais etc. e tal.


Permitam-me, pois, esse breve escorço sobre o que ensinava Protágoras.
Dentre os ensinamento do mencionado estudioso destaco o que dizia sobre o homem: "O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são.".
A construção doutrinária filosófica correlacionou tal aforismo a Heráclito, melhor dizendo, que Protágoras fundara seu apotegma no que aquele ensinava.

O fato é que consideram Protágoras como o "pai" do relativismo existencial. Todavia, quem leu Teeteto, de Platão, deparou-se com Sócrates destroçando o aforisma, cujas lições seduzem-me sempre que leio e releio. Talvez seja uma explicação de minha predileção por Albert Camus em relação a Sartre, de cujas lições e escritos só despertam-me contundente antipatia.

Não existe nenhuma ameaça a Operação Lava Jato - Albergio Gomes Medeiros



 Para não dizer que não falei das flores, e para que não continuem a enviar "in box" umas 200 mensagens de "Vem para a rua - 4 de dezembro", informo que dessa vez não participarei desse movimento em suposta "defesa de DEMOCRACIA" ou qualquer "slogan" assemelhado, e por diversas razões, sendo a mais preponderante minha descrença nos reais motivos do movimento.

Segundo: não me alinharei nesse caso a nenhum movimento que defende corporativismo, os quais serão protagonistas nesse vindouro "protesto".

Terceiro: Em minha modesta e insignificante leitura e convicção, não houve ameaças ne atentado algum à "Lava jato", tampouco ameaças às independência, autonomia, prerrogativas e-ou garantias afetas ao Judiciário, e por extensão, aos membros do Ministério Público, não passando de falácia ou manipulação hermenêutica as críticas às "MONSTRUOSIDADES" e "DEFORMAÇÕES‘ que os "saltimbancos" congressistas, demonizados por uma horda que sequer se deu ao trabalho de ler as propostas primitivas, muito menos as aprovadas, supostamente perpetraram.

Assim, peço a gentileza e bondade de deixarem de enviar essas mensagens ou convocações, pois não participarei da pantomima.

A propósito: onde estavam quase todas essas "corporações" quando alguns solitários e persistentes patriotas expunham-se e iam às ruas em busca de instigar parlamentares e autoridades para que adotassem as providências cabíveis, dentre elas, o expurgo de Dilma, e quadrilheiros que saqueavam o país há 13 anos, numa proporção nunca vista antes? Onde estavam e o que faziam, ou a democracia não corria risco naquele período? Agora corre risco porque alguns procuradores da república fazem beicinhos e até ameaçaram, quebrando tudo que é ética e decoro, renunciar ao trabalho para os quais foram designados por Portarias?

Falta praticamente tudo nesse país, inclusive honestidade intelectual. vade retro.

Não existe razões para se barrar ´Lava Jato´ nem nenhuma ´operação´. Esse argumento não passa de embuste, de balela. Albergio Gomes Medeiros



 Tenho visto convergentes decisões de tribunais condenando civilmente advogados tidos como negligentes, desidiosos, imperitos dentre outras. Já vi até sob alegação de não ter atravessado esse ou aquele recurso, o que teria prejudicado o constituinte, segundo as decisões.

Vemos médicos - com exceção dos cirurgiões plásticos que têm a atividade de resultado -, condenados por alguma imperícia ou negligência (comissiva ou omissiva) ou outras.. Jornalistas idem.

Servidores podem ser condenados, em ação de regresso, em determinados casos.
Qual a diferença em se responsabilizar um Delegado, um membro do Ministério Público, ou procuradores de Fazendas, ou Magistrados, em casos, por exemplo, de imperícia, negligência e-ou assemelhados ???

Quem não se lembra de casos em que algum desses atuou com açodamento ou sem a devida cautela ou qualquer outra motivação e arruinou patrimônios, vidas, tolheu liberdades sem o devido e acurado exame da justa causa? Só como ilustração, quem esqueceu aquele caso em que uma escola tradicional pelas bandas de São Paulo, onde uma aluna, mimada e desequilibrada, acusou um diretor da escola de tê-la tentado estuprá-la, tendo a imprensa ´condenado´ o diretor, e o representante do MP dado entrevistas etc. e tal,, no entanto um tempo depois a tresloucada adolescente confessou ter mentido? Arruinou a instituição de ensino, levou à cisão do casamento do diretor e a vida dele; sem falar que, em um primeiro momento, levou ao desemprego os que trabalhavam na então tradicional escola.

Não, não devemos nem podemos permitir que nenhum profissional nesse país seja indene à responsabilizações, seja por imperícia, imprudência, negligência etc., até em homenagem aos princípios constitucionais da igualdade (entre todos) e isonômico tratamento.

Não vi nenhum impedimento nem meio de barrar ´Lava Jato´ nem nenhuma ´operação´. Esse argumento não passa de embuste, de balela.
Bem, essa é minha modesta opinião.

A vida é um rascunho que poucos conseguem completar - Albergio Gomes Medeiros



 A vida é um rascunho que poucos conseguem completar muitas páginas.
Sonho transforma-se em pesadelo; este em despertar.

A morte de Fidel me causou alegria, protagonista que foi de pesadelo para um povo, homicida inconteste de milhares e desagregador no seio da própria família.
Já hoje, deparei-me com informações sobre a tragédia do avião que levava a briosa equipe da Chapecoense, uma tragédia onde, sem dúvida, 75 pessoas, dentre atletas, jornalistas e convidados, estavam a caminho de um penúltimo passo para concretização de um dos sonhos que desencadearia muitos outros ... Abateu-me sobremodo essa notícia onde o imponderável findou prevalecendo e destroçando corpos, planos e sonhos.

Essa sim, uma tragédia tremenda, por demais lamentável, onde jornalistas, jovens jogadores, atletas e profissionais de um clube de pouca notoriedade, mas com humildade e competência dos atletas, rumava para disputar a primeira final da Copa Sul-americana, com todas as possibilidades de obter um grande resultado.

E a dinâmica da vida reforçando nossa convicção do quão imprevisível será o segundo vindouro, e o infausto como preponderante.

O advogado não pode redigir uma ação como se fizesse um bolo, ou um pudim - Albergio Gomes Medeiros



 Dentre as inúmeras dificuldades que a militância advocatícia enfrenta, uma delas reside na própria confecção de uma ação. Enquanto um dentista se dá ao luxo de agendar o tratamento; o médico de aprazar a consulta, o cirurgião de agendar a cirurgia, o pedreiro de começar ou parar para depois dar continuidade, na hora que lhe convier, sem prejuízo da qualidade nem continuidade; e o magistrado deparar-se com duas ou mais teses postadas para julgamento, o advogado não pode nem consegue começar o dia, sentando-se num bureau. Não é exercício profissional tão simples. Não há de simplesmente dar início à redação de uma ação, sem que esteja inspirado, mesmo que se trate de tema com espelho anterior.

Não, não é nem funciona assim; pelo menos não funciono dessa maneira. Preciso estar inspirado para redigir uma ação, especialmente as mais difíceis e complexas. Todavia, lamentavelmente creio que pensam que redigir uma ação seja semelhante à feitura de um bolo, torta ou pudim, bastando seguir uma receita qualquer. Culpa dessa impressão atribuo aos que imaginam que bastará copiar do Google ou de qualquer manual que contenha um acervo de modelos de petições.

Se fosse meramente um processo mecânico, seria muito bom; mas não é, carecemos da inspiração que capacita um escritor, por exemplo.

Albergio Gomes Medeiros fala sobre a Lei Seca no Brasil



 Os Caçadores de Mitos, realizaram um experimento na CALIFÓRNIA - Estado de um país "terceiro mundista", atrasadíssimo e subdesenvolvido - local onde o individuo só é considerado, segundo a lei vigente, tecnicamente embriagado quando a concentração de álcool atinge 0,08 %, conforme aferição no etilômetro.

Os caçadores de mitos tomaram 3 doses de whisky e nem nem. Tomaram 13 doses para atingir 0,09 / 0,010 %.

Já aqui, na "Tupiniquinlândia", o grande ex-deputado Rui Carneiro, no auge de sua imensa cultura e saber, relator da exitosa proposta, reduziu a ZERO o percentual.
Aqui, nessa pátria de párias e bananas, nesse país de Primeiríssimo Mundo, exemplo de civilidade, distribuição de renda e domínio do "Politicamente Correto", é quem está correto ao ter tolerância ZERO, afinal, um bombom de licor, uma taça de vinho embriaga qualquer recém-nascido, se não levá-lo a óbito, fruto de coma alcoólico.
Já nos EUA a elástica tolerância demonstra inequivocamente que as coisas lá só são feitas para sacanear, para arrecadar, asfixiar ainda mais o norte-americano, enquanto aqui, na "Tupiniquilândia" (ou Bananópolis) as coisas têm apenas fins pedagógicos, claro!

Aliás, os testes foram realizados no laboratório de ciências da Polícia de Los Angeles. Bem fraquinho.

Mas, convenhamos, lá é "Terceiro Mundo"; enquanto aqui exemplo de politicamente correto.

Lá é caça niqueis, aqui é pedagógico!
Vade retro.

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