Permitam essa reminiscência - Meu velho Piancó - Virgolino de Alencar




Virgolino de Alencar
Um piancoense saudoso da terrinha colocou, aqui no Face, essa imagem da Igreja de Santo Antônio, padroeiro de Piancó. De imediato veio a lembrança de minha infância e adolescência vividas na chamada Rainha do Vale, vale do Rio Piancó.
Nessa Igreja, eu fui coroinha, ajudando celebrar missa em latim, auxiliando os inesquecíveis Padres Manoel Otaviano e Luis Laíres da Nóbrega.
Nela, exerci também um trabalho burocrático, sendo escrivão do Livro de Registro de Casamentos e Batizados.
O Padre Manoel Otaviano, escritor, dramaturgo, professor de português, foi o responsável pelo meu despertar para a arte da escrita, inclusive seguindo fielmente a partitura gramatical. Já naquela época, as minhas redações em provas recebiam boas notas e elogios do ilustríssimo reverendo.
Bem ao lado da Igreja, havia um campo de peladas, onde a gurizada se divertia jogando futebol com a velha bola de borracha, pés descalços, em um gramado natural.
Depois da pelada, íamos para o rio, bem próximo, tomar banho, refrescar-se do calor intenso do Sertão e fazer outras inocentes presepadas daquela infância sem vícios e sem maldades. Mas, a rigidez dos pais não aceitava toda e qualquer brincadeira e o cocorote, o chinelo educador de minha santa mãe, quando não o cinto mesmo, comiam solto.
Muitos dos garotos eram bons no estudo e há muitos deles aqui em João Pessoa, hoje se destacando em áreas importantes para o Estado e do ponto de vista pessoal.
Por trás da Igreja ficava a pracinha, onde nos fins de semana e nas festas tradicionais fazíamos o footing e se namorava platonicamente.
São muitas as lembranças. Como disse antes, o tempo transforma as lembranças do cenário em imagens turvas, mas não apaga a saudade da infância e da adolescência bem vividas lá.
Na foto, a então Igreja Matriz de Santo Antônio

O engraçado (mau) humor do velho Ari Barroso - Virgolino de Alencar



 

 O ENGRAÇADO (MAU) HUMOR DO VELHO ARI BARROSO, COMPOSITOR, APRESENTADOR DE PROGRAMAS DE TV DOS ANMOS 50, INESQUECÍVEL AUTOR DE "AQUARELA DO BRASIL":


O caso a seguir ocorreu num programa apresentado por Ari Barroso, gênio, mas um pouco enjoado no tratamento com calouros, principalmente com os que afirmavam que iam cantar um "sambinha". Ari subia nas tamancas.
Um calouro, de sobrenome Chiado, com voz cavernosa que já denotava que cantaria mal, disse que ia cantar um "sambinha".
Ari, com a conhecida irritação que transformava-se em humor, perguntou ao calouro:
"Seu Chiado, sua mãe não se irritava quando seu pai chiava"?
O calouro respondeu: "A mamãe se divertia!".
Pegou Ari no contrapé.
Quem conta a história é José Vasconcelos, falecido, humorista da velha guarda do bom humor brasileiro.
Virgolino de Alencar

BRASOMÁLIA – BRASIL COM PERFIL DA SOMÁLIA - Virgolino Alencar



Virgolino de Alencar

Nos anos cinquenta, o Brasil se dividia entre os políticos alinhados com a política dos Estados Unidos, chamados então de entreguistas, e os nacionalistas, chamados de xenófobos. Os primeiros também eram anatematizados como direita reacionária e os segundos como camarilhas comunistas. Para o grupo político que afirmava ser bom para o Brasil o que fosse bom para os Estados Unidos havia a réplica de que eles consideravam nosso país como Estados Unidos do Brasil.

Embora essa divisão, de certo modo e teoricamente, continue a ser lembrada nas questões político-ideológicas, ao longo do tempo ela tomou muitos rumos e muita água rolou por debaixo da ponte, enquanto em cima se discutia os caminhos para o país.

Mesmo aos trancos e barrancos, o Brasil cresceu, sempre dentro de seu modelo, em que a riqueza é concentrada nas mãos de poucos e a maioria é excluída do banquete onde se come refinadas iguarias. Com a população crescendo, mesmo que o modelo mantenha-se uniforme, com o próprio fosso de separação de ricos e pobres aumentando de profundidade, o número dos que podem consumir aumenta e o mercado torna-se mais poderoso.

Quando ocorreu, a partir dos anos setenta, um crescimento e uma modernização mais acentuados, Edmar Bacha, economista e cientista social e escritor, criou para o Brasil a alcunha de Belíndia, significando que a economia do país tinha porte de uma Bélgica, mas mantinha índices sociais dignos de uma Índia, que à época se caracterizava por ser um país grande em dimensão, tanto quanto enorme na pobreza.

Já tínhamos riquezas de primeiro mundo e situação social, em termos de distribuição de renda, que se nivelava com o terceiro ou quarto mundo. Nos anos recentes, em que pese os maus governos que tivemos, com a globalização e o mercado mundial unido em tempo real, o Brasil ganhou o rescaldo da riqueza criada no primeiro mundo e cresceu bastante.

O nosso país, pelo seu potencial, foi descoberto pelas potências que formavam o G-7 e estas o elegeram, como também a China, a Índia e juntando mais a Rússia que faz parte dos dois blocos, para despejar seus maciços investimentos e aplicar seus dólares, atraídos, no caso especial do Brasil, pelos generosos juros pagos ao sistema financeiro e pelos governos que sujeitaram-se ao monitoramento das grandes potências.

A imprensa econômica mundial criou, informalmente, o grupo chamado de BRICS (iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), para onde estavam sendo carreados os recursos excedentes nos caixas dos países componentes, principalmente, do G-8. Do BRICS, o Brasil é o país que mais recebe investimentos estrangeiros em relação a seu Produto Interno Bruto-PIB, mas é o que apresenta menor índice de crescimento e maior taxa de inflação. A atração dos investimentos, como dito antes, deve-se à taxa de juros, uma das maiores do mundo.

Nesse modelo, a economia do Brasil é, hoje, grande na dimensão de seu PIB, mas permanece o mesmíssimo estado de coisas, ou seja, o enorme fosso entre os ricos e os pobres. 20% dos brasileiros detêm 80% do bolo das riquezas, restando 20% dele para 80% de brasileiros. A distribuição de renda é acanhada, muitas vezes feita mediante assistencialismo, doação, com caráter de esmola, de dinheiro sem retorno, sem geração de produto, ou seja, dinheiro que vira fumaça.

O Brasil tentou em época recente seguir, na economia, embora muito atrás, os caminhos da China, com algum desenvolvimento. Contudo, por outro lado, conservou um volumoso nível de pobreza, de baixo Índice de Desenvolvimento Humano-IDH (nesse item, o Brasil é o 72º país no mundo, perdendo para nações cronicamente atrasadas, porém com qualidade de vida humana melhor do que em nossa grande nação).

Por isso, lembrando Bacha e sua avaliação do Brasil dos anos setenta/oitenta, que intitulou o Brasil de Belíndia(Mistura de Bélgia e Índia), agora podemos dizer que o Brasil se aproxima da

Somália, com índices sociais da nação norteafricana, onde a fome impera desumanamente, matando populações, cujas vítimas chegam à casa da dezena de milhares.

Esse quadro do Brasil, por si só lastimoso e negativamente singular, é agravado pela imensa corrupção que destrói as estruturas administrativas públicas, fazendo com que os projetos de melhoria e benefícios para a população tenham os seus recursos desviados para contas de paraísos fiscais, em nome exatamente de muitos daqueles que são responsáveis pelo destino

Brasil, trabalho, pão e descanso - Virgolino Alencar



No Brasil, todo ano tem um longo carnaval, tem eleições de dois em dois anos e tem Copa do Mundo e Olimpíadas alternando-se a cada dois anos.

Juntando-se a outras paralisações em dias úteis, com certeza folga-se mais do que se trabalha.

Vale lembrar que esse eventos são crias dos mandantes que instituem e depois ficam reclamando.

O povo não cria essas festividades paralisantes, nem vai deixar de usufruir daquilo que os próprios entes que dirigem a nação oferecem.

Então, srs. dirigentes e responsáveis: reclamem menos e estabeleçam um equilíbrio entre trabalho e descanso, lembrando uma coisinha simples – quem trabalha merece paga por sua atividade e não doação como se óbolo ou mera oferenda fosse.
Para se ganhar o pão, precisa-se trabalhar, já dizia Paulo no início do período D. C., há mais ou menos dois mil janeiros.

Mas, para se trabalhar e merecer o pão, entre muitos outros, três itens da vida de uma sociedade são básicos: educação, saúde e postos de trabalho.
Com isso, haverá produção, haverá produtividade, haverá renda, e o usufruto nas paralisações racionalizadas serão um justo prêmio pelos esforços.
Se não há essas bases, não há esforços, o modelo se esgotará na falta de todos os meios de sustentação.

E o povo mergulhará no caos, com fome e sede.

Fora disso, é a enganação do falso e farsante ideal socialista, que só cava o buraco onde todos cairão, inertes, em estado esqueletoso.

Não é isso que o bom senso a prevalecer na humanidade deseja e defende.

Brasil - Piadas que ninguém ri - Virgolino Alencar



Negócio seguinte: a gente fala, grita, reclama, reverbera a montanhosa roubalheira, apoia movimentos de protestos, como o dos cminhoneiros, mostra que o governo atropela a lei, a Constituição, a lógica, o idioma, pratica descaradamente a FRAUDE CONTÁBIL no Balanço e comete tantos outros CRIMES, e nada acontece.

Quando acordamos cedinho e lemos ou vemos na TV e na Internet as notícias, na realidade assistimos os membros da quadrilha, bandidos homiziados nos palácos, fazendo palhaçadas e piadas sem graça.

Como me sinto jogando palavras ao vento, desaqueço as catilinárias que tenho sempre prontas para jogar na bandidagem, e passo a postar matérias com histórias que realmente levem os amigos a rirem, fazendo uma pausa na luta pesada, já cansativa, para amenizar e arejar o ambiente.

Para mim a coisa está tão ruim, mas tão ruim, que preciso ter cuidado para não desencantar-me da vida, afinal tenho uma família que me coloca no patamar de mantenedor e de líder e que me cerca de carinho e amor.

Não quero perder a alegria, o bom humor, perdas que fazem mal ao fígado e ao coração e que podem apressar a viagem para o além.
É rir ou morrer.

Vamos rir!!!


Virgolino de Alencar

Adão e Eva - A pergunta pertinente - Virgolino Alencari



 Se Adão fosse homossexual ou Eva fosse lésbica ou os dois tivessem ao mesmo tempo essas preferências sexuais, indago, e não digam que a pergunta é impertinente:

HAVERIA HUMANIDADE? COMO?

Não concebo o argumento de que Deus os tenha feito bissexuais.
Os mandamentos desmentem qualquer argumentação nesse sentido.

Na verdade, Adão era homem hétero, há uma clara lógica sobre isso, e Eva era feminina hétero pela mesma circunstância.

Logo, a homossexualidade poderá ser explicada e até com respeitadas justificações, mas jamais poderá se dizer que está na gênese do ser humano.

E mais. Mesmo que a homossexualidade seja explicável, a viadagem, a espalhafatosa soltada de franga, o deboche, o sacana argumento de que os héteros são homos enrustidos, tudo isso é para defender e justificar um contexto de provocação à sociedade organizada que segue a hortodoxia da criação segundo a forma desenhada pelo Supremo Criador.

Não me preocupa, não patrulho, não policio o comportamento de ninguém na suas escolhas pessoais, nas suas preferências eletivas, exceção à desonestidade, à bandidagem e ao crime por vocação.

Mas respeitem a nossa escolha também, porque mais do que uma escolha é uma circunstância bem circunscrita à criação da própria humanidade.
Vamos separar o joio do trigo. Fique com seu joio e deixem-me curtir o meu trigo. Ora, pois!

Divisão e confusão do estado brasileiro - Virgolino de alencar



 
(Detenham-se nessa análise, amigos, e vejam a raiz de nossas dificuldades)
No Brasil, o Estado Nacional foi fatiado em dois segmentos:
1. A máquina pública brasileira;

2. A máquina privada do PT.

A primeira não é em absoluto causa do desastre do país, mergulhado num buraco escuro, sem luz porque arrasaram a capacidade energética da nação. É vítima de uma quadrilha do crime político organizado.

A segunda, a máquina que o PT privatizou para ele, é a responsável direta pelo estraçalhamento das estruturas morais, éticas, financeiras, econômicas, educacionais, sanitárias, infraestruturais, previdenciária e tantas outras do Brasil.
O déficit, grande e não revelado, é oriundo da invasão lulopetista e do avanço desmedido e sem preocupação com limites, com investigações, com justiça, no erário, raspando descaradamente o tacho.

O tal déficit de 30 bilhões é uma palhaçada. O Orçamento global da União deverá atingir em 2016 o montante de 3,2 trilhões de reais. A despesa, que a máquina petista não deixa cortar, também atinge 3,2 trilhões de reais.

Para se ter o déficit real, ideia exata do rombo, há que só olhar, detidamente, as dotações para pagamento de juros e encargos da dívida, para os itens de interesse do Partido e dos aliados, tudo embutido lá dentro das verbas, porque a peça orçamentária é um primor de rubricas codificadas, desdobradas nos chamados Elementos, Subelementos, Itens, Subitens e se chega às Rubricas Analíticas, tudo ainda agrupado em Funções, Subfunções, Projetos e Atividades, que pouquíssimas pessoas nesse país sabem "lê-las" e extrair a verdade.

É nesse emaranhado que o Congresso, a Mídia e até ditos especialistas não sentem vontade de deitar-se sobre o calhamaço orçamentário, chamado de LOA-Lei Orçamentária Anual, uma peça tremendamente enfadonha para se analisar.
Nela, os governos empurram o que bem querem, goela abaixo de uma nação totalmente desprotegida da necessária transparência.

É nisso que o país está mais arrombado do que o rabo de Jean Wyllys.
Virgolino de Alencar

O tempo de Deus e dos políticos - Virgolino Alencar



Aprendi na vida que não se pode forçar o tempo para amoldá-lo aos nossos desígnios pessoais.

O futuro a Deus pertence, o tempo de Deus não podemos mudar.

Porém, isso não quer dizer que adiemos as coisas que dependem da gente, da nossa obrigação, que devam ser inadiáveis. Façamos o que deve ser feito.

Os políticos, entretanto, querem ser Deus e ajustam o tempo às suas vontades. A nação precisa de um ato político para corrigir flagrantes erros do sistema de poder, são exigências que não podem ser diferidas para o amanhã, mas, eles, os políticos, não estão nem aí.

Vejam o sr. Eduardo Cunha. Põe a esperança na cabeça do povo brasileiro,

Apresenta-se como pessoa capaz de ajudar na solução desse grave problema vivido pelo Brasil e na hora "h" diz que não é tempo de encaminhar a providência, no caso, colocar em discussão e votação na Câmara Federal o Impeachment da presidente Dilma, fato clamado pela maioria do povo brasileiro, inclusive por muitos que sufragaram seu nome nas eleições.

O volume de fatos que a enquadram no crime de responsabilidade, previsto na Constituição Federal, gritam por uma medida urgente que não encontra eco nos ouvidos do presidente da Câmara Federal.

Ele está tratando um assunto seríssimo como uma brincadeira, com uma atitude "chove, não molha", própria dos calhordas chantagistas que se aproveitam desses episódios para tirarem vantagens.

Minhas dúvidas sobre Eduardo Cunha, já expostas em outros comentários, cada vez aumentam mais.

Não lhe dou mais crédito.

Virgolino de Alencar

Os ladrões deixaram o país de pires na mão - Virgolino de Alencar




Pela quantidade, detalhes e qualidade das medidas adotadas pelo desgoverno Dilma, fica patente uma circunstância: o Brasil está quebrado, está de pires na mão, precisando de ajuda da sociedade, só que, pasmem, com esta aceitando ser roubada mais ainda.

Como esta se recusa a cobrir o buraco causado por puro roubo, o governo lança mão de sua habitual forma de agir: roubar nossa renda.

E quem quebrou o país? A quadrilha comanda por LULA, DILMA, O PETISMO E OS ALIADOS, aboletados nas tetas do Estado, onde sugaram até esgotar o leite e sair sangue.

Esse pacote do pires na mão poderá, e assim Deus queira, dar o empurrãozinho final, tangendo essa quadrilha de bandidos, que nada fica a dever às organizações criminosas tradicionais, comanda por um sem vergonha, sem caráter, sem ética, de personalidade sem eira nem beira.

Quando a nação ver-se ameaçada em sua segurança, vislumbra o perigo de ver rasgada sua Carta Magna, é exatamente nessa Carta que estão os meios e os direcionamentos institucionais para defenestrar os bandoleiros que a infelicitam.
NÃO TEM NADA DE GOLPE, NEM DE DITADURA. AO CONTRÁRIO, QUER-SE EVITAR A IMPLANTAÇÃO DA DITADURA SANGUINÁRIA DO COMUNO-SOCIALISMO QUE O POVO BRASILEIRO JÁ DEMONSTROU QUE NÃO ACEITA.
OS ACÓLITOS IDIOTAS DOS BANDIDOS TENTAM ASSUSTAR A POPULAÇÃO COM O PODRE ARGUMENTO DE QUE SE ESTÁ DEFENDENDO DITADURA.
NÃO. QUEREMOS, SIM, BLOQUEAR A EXPEDIÇÃO DITATORIAL DE QUEM FEZ DE SUA VIDA UM IDEAL DE DITADURA DE ESTADO, TOMANDO O PODER PARA TIRAR DELE OS RECURSOS E LEVAR PARA SEU PATRIMÔNIO PARTICULAR.
NA VERDADE, QUEREMOS SALVAR O PAÍS DESSA BANCARROTA, JUNTO COM A ROTA TROUPE QUE O ASSALTA E QUER FICAR IMPUNE.
O RABO DE PALHA DELES ESTÁ ESQUENTANDO.
E VAI SER QUEIMADO COM A DEFINITIVA DERROCADA DE UM SISTEMA PODRE E IMORAL.

Esclarecendo os companheiros, se é que eles querem esclarecimento - Virgolino Alencar



O Governo não mandou ao Congresso um orçamento deficitário.


Encaminhou o Projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias-LDO, estabelecendo, como o nome deixa claro, as Diretrizes para o Orçamento de 2016, projeto que devia entrar no Congresso até junho de 2015, portanto já com atraso.
O Projeto de Lei Orçamentário Anual-LOA, ainda será encaminhado ao Congresso Nacional. Na LOA, dado o tempo decorrido, muita coisa prevista pela LDO poderá e deverá ser mudado.

Não há rombo de R$ 30,5 bilhões. Isso é um balão de ensaio do Governo, escondendo que o buraco é muito maior e que aparecerá na LOA, que mostrará a receita prevista e a despesa fixada.

Na receita constarão as operações de financiamento do deficit e se verá que o rombo é imenso.

O Governo botou um bode na sala, todo mundo está com o olho no bode e não vai atentar para a realidade da LOA, esta sim o instrumento que representa a real gestão das contas públicas.

Esse mimimi em torno do tal deficit da LDO é uma jogada do sistema de Poder, desviando o foco de questões mais cruciais.

Os técnicos do Governo, com cara de besta, estão rindo dos bestas que estão debatendo em torno do nada.

Estou vendo companheiros, sem se deter nessa realidade, dizendo bobagens, alardeando tolices, alimentando os satânicos desígnios do Sistema Putopetista.
Se querem ser enganados que sejam.

Como modesto especialista em Administração Financeira e Orçamentária, eu estou fora!
 

A insondável figura de Eduardo Cunha - Virgolino de Alencar



Pelas posições que estão abrindo caminho para a possibilidade real do Impeachment, adotadas por Eduardo Cunha, com muita disposição, diga-se, leva-nos a torcer para que ele tenha êxito, afinal ele está fazendo o todos nós queremos.
Mas, confesso, que bate em mim uma desconfiança das atitudes enigmáticas de Eduardo Cunha. Na hora do pega pra capar, ele mantém a posição ou vai, sobre pretexto de não causar estabilidade das instituições, ficar adiando e rolando a coisa pra frente?

É esse o meu receio e de muita gente.

Mas não apoiamos essa caça feroz que o PT desencadeia para afastar do caminho o Presidente da Câmara e fazer escapar Lula e Dilma de toda essa bandalheira de que eles são autores, partícipes e beneficiários, em prejuízo da economia, da ética e da moral nacional, da própria vida do País.

É esperar pra ver, com o foco no esquema de corrupção institucionalizado exatamente a partir de 2003, como PT no Poder.

Essa verdade, a essa altura, ninguém pode mais esconder.
 

Respeito à palavra, ao idioma - Virgolino de Alencar



 

(O que não está sendo o forte do sistema de pode nacional)


O grande romancista francês Stendhal, na novela Armance, colocou na boca de um personagem esta sentença irretocável: “O homem criou a palavra para esconder seu pensamento”.

Há um fingimento no homem de difícil, mas não impossível, percepção, exigindo uma sutil análise do que ele diz. Não é o fingimento de que falou Fernando Pessoa, quando afirmou que “O poeta é um fingidor/Finge tão completamente/Que chega a fingir que é dor/A dor que deveras sente”.

Na realidade, sentimos uma cruel insinceridade na palavra dos homens, fazendo com que, por trás da verdade que eles dizem, vejamos uma mentira, e na mentira que eles contam, se possa sentir algum sopro de verdade, ainda que seja por esperteza.
No campo da política, no discurso dos palanqueiros, a sentença de Stendhal é presença assídua, recorrentemente tonitruando, dolorindo nossos ouvidos.
Viva a palavra, mas salve-nos do seu mau uso!

A linha tênue entre o normal racional e o anormal por desânimo emocional circunstancial - Virgolino Alencar




A nossa emoção normal e racional caminha sobre uma linha tênue que a separa da reação anormal ativada por circunstância que nos traz desânimo e nos incita a se afastar do meio em que vivemos e nos meter num retiro isolado e desconectado do mundo.

O controle emocional, da calma, da paciência, da tolerância, da aceitação de um contratempo, de repente pode transformar-se em perda do domínio dessas emoções e circunstâncias e as reações mais primitivas ameaçam nos atiçar para atitudes injustificadas.

Ter essa conjunção que se instala na mente, e focado nessa possibilidade de ser engolfado por fatores externos e dominado por situações adversas, momentâneas, sentimos que explodem como raio e como raio desaparecem, desafia o segredo para um autodomínio e um seguro controle emocional, que evite, por pender na linha tênue, passar para o lado errado que, em frações de tempo, ameaça nos empurrar para um destino definitivamente destrutivo.

A forma mais segura é segurar-se na fé, que, como diz minha mulher, Ida Macêdo De Alencar, na sua convicção espiritual, "é a chama viva que devemos manter no nosso coração".

Está aí a força que nos segura na linha tênue e nos evita pular para o lado anormal que o desânimo nos possa empurrar.

Ministros do Supremo Tribunal Federal - Escolhas - Virgolino de Alencar



Vou tocar aqui num tema que possa parecer absurdo, mas de acordo com as claras regras da nossa Carta Magna, não o é, ao contrário é argumento constitucional.
A Constituição Federal, no Capítulo III(Do Poder Judiciário), Seção II(Do Supremo Tribunal Federal), Art. 101, expressa:
 

"O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco anos e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada."

A CF não exige o diploma de Bel. em Direito, não cabendo assim a ninguém exigir. E notável saber jurídico pode ser encontrado num cidadão autodidata, publicamente reconhecido por sua atividade, pelo que defende e/ou escreve sobre a temática jurídica.

Não é uma regra, Deus me livre de defendê-la, mas uma exceção e exceção factível.
Em qualquer setor da vida, é melhor um não diplomado com notável saber do que um jumento com diploma.

Quem, mesmo não Bacharel, mas estuda, observa, acompanha o Direito, testemunha escorregadas jurídicas de muitos dos Excelentíssimos Ministros do Supremo Federal, surfando sobre dispositivos da Constituição, fazendo incorreta exegese de termos ou textos jurídicos não tão dificultosos assim de se interpretar. Enfim, no Brasil sempre prevalece o lema de que "o Poder tudo pode" e nos empurram goela abaixo as mais esdrúxulas decisões.

Fazer o quê?
 

SABATINA - DESMORALIZARAM A ETIMOLOGIA, O SENTIDO IDIOMÁTICO DO TERMO, AS LEIS E A SERIEDADE NA ESCOLHA DO MINISTRO DO STF - VIRGOLINO ALENCAR



Etimologicamente, juridicamente, regimentalmente e legalmente, sabatina não é nada daquilo que aconteceu ontem no Senado da República.

O que houve foi uma pantomima, um espetáculo midiático com pauta e roteiro pré-desenhado, pois muito antes da votação já se sabia o resultado.

O cidadão indicado e questionado não foi "sabatinado" na exata medida e sentido da figura idiomática, jurídica, política e legal. Permitiu-se discursar, expor suas falsas intenções, em franco contraste com seu passado, seu desconhecido saber jurídico, sua nada ilibada reputação, não preenchendo os pré-requisitos para ascender ao elevado cargo de Ministro da Alta corte do país.

Suas ideias que ele vinha professando nessa fase anteindicação não foram suficientemente levantadas para mostrar que ele não merece ser nomeado, porque fica bem claro que ele será tão-somente o advogado de um esquema, de um partido, de um governo e, pior, de uma quadrilha que assalta os cofres públicos.

Sabatina, em todas as enciclopédias, jurídicas, políticas, acadêmicas, linguísticas, não entrou no recinto do Senado, aliás, ficou até proibida de ser exercida em sua plenitude na Comissão de Constituição e Justiça, onde se desdenhou a Constituição e se desmoralizou a Justiça.

Triste Brasil, onde os conceitos que norteiam a vida de uma nação, fundados em suas leis maiores, são empurrados para debaixo de um tapete sujo, por onde desfilam uma caravana de personagens mais sujos ainda.
Virgolino de Alencar

Informação oficial, com provável margem de erro para menos - Virgolino Alencar



 

Desemprego chega a 7,9%, maior nível desde o 1º trimestre de 2013, diz IBGE
O desemprego no primeiro trimestre de 2015 chegou a 7,9%, maior taxa desde o primeiro trimestre de 2013, quando foi de 8%. No mesmo período do ano passado, o desemprego registrado foi de 7,2%.

Os dados fazem parte da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) e foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (7). Ela leva em conta dados de 211.344 domicílios particulares permanentes distribuídos em cerca de 3.500 municípios.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Esse e todos os dados da performance econômica do país, nesse primeiro trimestre de 2015, foram desastrosos, vergonhosos, dando mais um empurrãozinho do país para o fundo do poço.

Querem resolver aumentando os juros, os tributos, os preços e, em outra ponta, achatar a renda, suprimir direitos.


Sem renda, quem vai pagar esses juros, quem vai recolher tributos, quem vai comprar?
Consequência: Retração no consumo, menos produção, mais desemprego.
E mais buracos nas contas públicas.

Onde Joaquim Levy aprendeu esse modelo econômico?

Sabe-se lá!!!!!

 


 

De neurônio re neuropsicologia



 

Não sou psicólogo, menos ainda psiquiatra e nem neurologista.

Mas não acho difícil observar o papel e a ação dos neurônios em muita gente, inclusive até intelectualizada.

O que venho observando é o seguinte.

Em algumas pessoas, os neurônios não aguentaram o desvio de pensamento e tomaram uma atitude:

- GENTE, NÃO FUI FEITO PARA ISSO, ENTÃO ADEUS!
E DERAM NO PÉ!

A pessoa perdeu a capacidade de raciocinar, já não diz coisa com coisa, defende uma idéia hoje, amanhã desdiz, dando tapa nos fatos e tiro no pé.

Sofre de hiponeuronia, a diminuição drástica dos níveis ideais de neurônios, causando a cegueira mental. A mente negando o que os olhos vêem.

São essas pessoas que, com claras deficiências neurológicas, acompanham e defendem o sistema bandido de comando da nação, sem que elas sejam pessoalmente adeptas de banditismo.

É uma circunstância intrínseca à composição do sistema nervoso central, não tendo em muitos casos nada a ver com a inteligência da pessoa.

Mas, em algumas, juntam-se as duas características da mente, ou seja, jumentice e neuronice, e aí a coisa pega feio.

Com a palavra os especialistas.

VIRGOLINO DE ALENCAR

Petroladora desinformação - Virgolino Alencar



 

A Petrobras apresentou o balanço de 2014, desta vez com uma característica especial. Em razão do Petrolão, a "mise en scène" objetivava mostrar que a estatal ia bem, como se um balanço, retardado e martelado, pudesse esconder a realidade.

Não tiveram como escamotear o rombo, tentaram suavizar, apresentando um prejuizinho de mais de 20 bilhões de reais, dentro do qual o efeito do Petrolão foi só de 6 bilhões de reais, como se isso fosse pouco.

Mas não esqueçamos que o sistema de ataque aos cofres da Petro começou, conforme dito pelos que estavam lá dentro e foram perpetradores confessos da patranha, em 2004.

Nesse 10 anos, se somados, os desvios da nossa(?) empresa vai a centena de bilhões de reais e que o futuro dela é penumbral, cinzento, que não se resolve com o ajuntamento de dados em tabelas referentes a um período pequeno da desgraceira que cometeram na estrutura da petroleira nacional.

Não é esse balanço que vai pôr abaixo o quadro negro da safadeza, a prisão dos vilões, a desarticulação da quadrilha que fez de um patrimônio da sociedade o mais escroto rateamento e retalhamento entre os apaniguados do poder, um grupo que tomou o Poder em 2003, com a sede insaciável da riqueza fácil.

Se imaginam que o espetáculo midiático de ontem os imuniza e dar-lhes impunidade, estão quadradamente enganados.

A investigação continua, vai bater às portas dos tubarões e abrir as portas da Papuda para eles.

Brasil, país fora-da-lei - Virgolino de Alencar




Nosso país, decididamente, não terá jeito enquanto as pessoas só respeitarem a lei se esta for de seu interesse individual. A partir dos dispositivos constitucionais, mesmo aqueles referentes às chamadas “cláusulas pétreas”, o brasileiro não costuma dar ouvidos aos argumentos de defesa do estrito cumprimento das normas da Carta-Magna, quando a desatenção e até a vulnerabilização dos princípios constitucionais não o estejam incomodando diretamente, ainda que estejam afetando a coletividade e a própria segurança da nação.

São inúmeros os dispositivos constitucionais vistos como letra morta, ninguém respeita, a justiça releva as infrações, a imprensa fica indiferente e a pessoa que reclamar, isoladamente, ficará clamando no deserto, não será ouvida e pode até ser considerada louca, intrometida, inconveniente, perturbadora.

Por conta dessa postura generalizada, comete-se desde infrações civis, infrações penais, até crimes graves e hediondos. A impunidade e a vaga pressão da sociedade sobre os culpados tornam as ações criminosas meras manchetes e matérias sensacionalistas na mídia, as investigações somente são impulsionadas por uma gritaria popular, mas, infelizmente, a força da real cidadania não é exercida de modo suficiente e eficaz. Há muito barulho e pouco resultado, os assuntos caem no vazio, os criminosos escapam, a justiça põe pedra em cima dos processos e o aparelho policial arrefece o ânimo investigatório.

Tudo isso traz como lamentável consequência o descumprimento da lei, criando-se os institutos jurídicos das leis “que pegam” e das leis “que não pegam”. Quando a norma “não pega”, e isto acontece até com normas constitucionais, vira letra morta, abandonada, descartada e desaplicada. E fica por isso mesmo.

Tomemos como exemplo, entre muitos, o caso dos auxiliares do Presidente Luis Inácio Lula da Silva que cometem crimes contra a administração pública. O Chefe de Governo, ao ter ciência das graves acusações, limita-se a afastar dos cargos os infratores, e isso depois de perder a batalha da comunicação, onde insiste na inocência dos companheiros. Sob pressão, afasta o auxiliar e com isso quer convencer a opinião pública de que adotou as providências que os casos requerem.

Mas, não é bem assim. A Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, determina no seu artigo 143: “A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo, assegurada ao acusado a ampla defesa.” Ao não promover a apuração dos casos denunciados, o Presidente comete omissão e descumprimento do dever, incorrendo em crime de responsabilidade, de prevaricação.

O mundo jurídico, político e até a imprensa do país portam-se desatentamente para o dispositivo da Lei 8.112/90, não cobram a sua aplicação, nem tocam na omissão do Presidente. Parece haver, apenas, uma encenação. A ordem é: “vamos denunciar, vamos pré-julgar, vamos sancionar moralmente o acusado. Mas nada de punir judicialmente, nada de afetar o mandato, a imunidade e intocabilidade do acusado.” Deve-se deixar tudo como está, para ver como é que fica.
E assim o Brasil vai seguindo, como um país fora-da-lei.

Responda quem tiver algum exemplo possível na história da humanidade, como se tem avanços sociais - vIRGOLINO aLENCAR




1. Com a economia seguidamente ou crescendo menos do que a inflação interna ou até encolhendo, registrando-se índices negativos;

2. Com a inflação atingindo patamares situados entre os maiores do mundo, perdendo para os pobres países companheiros da América Latina;

3. Com a taxa de juros na estratosfera, tornando falso e limitado o crédito;

4. Com uma das mais elevadas cargas tributárias, carga concentrada exatamente na renda da classe que alavanca a economia;

5. Com a taxa cambial descontrolada, num país que ainda importa muito produtos e serviços;

6. Com um nível de endividamento que obriga o governo a sacrificar a educação, a saúde, a segurança, a infraestrutura, a previdência, a manutenção da própria máquina administrativa, para assegurar os encargos da dívida;

7. Com dados sociais de nações subdesenvolvidas, com IDH que perde para países somalianos, qualidade de vida que envergonha seus próprios patrícios:

8. Com 20% da população dependente de bolsa assistencial do governo;
9. Com parte significativa da população enquadrada na categoria de miseráveis absolutos;

10.Com um volume de corrupção que representa índice substancial de seu PIB, desviado para patrimônio particular e depositado no Exterior.

ALGUÉM SE PROPÕE A RESPONDER?
VIRGOLINO DE ALENCAR

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