O Brasil e a PEC 241/55 - Virgolino de Alencar




Nessa situação de Temer, caindo cedo no desgaste, minha preocupação não é com o presidente, mas com o Brasil.

A PEC 241/55 não é um projeto de Temer, nem de nenhum político.
É um modelo desenhado aina na gestão de Joaquim Levyr, por um grupo de técnicos, profissionais da máquina pública, concursados, que procuram servir ao país.
Joaquim Levy não emplacou porque Dilma não queria mudar porra nenhuma, e o substituto de Levy não levou à frente porque era um mero serviçal das loucuras de Dilma.

Com Meireles na gestão da Economia, os técnicos conseguiram levar à frente a PEC, um modelo bem desenhado para tentar tirar o Brasil do buraco, controlar as contas públicas, o país recuperar a credibilidade dos investidores e voltar a investir, crescer, gerar empregos, criar renda.

Mas, em um governo desgastado, ainda mais por suspeita de comportamento moral duvidoso, não vai ser fácil implementar as medidas da PEC, não por ela em si, mas pelos maus gestores que a conduzirão e que estão perdendo a confiança da Nação.
O brasil perde a grande oportunidade reverter um quadro onde sente-se a criação de nuvens penumbrais e que não podem ser clareadas só com conversas fiadas.
Precisamos de alguém que abrace a PEC 241/55 e a leve ao objetivo e alvo que ela aponta com possibilidade de se acertar na mosca.
Virgolino de Alencar

O nudismo e a luta das mulheres por igualdade - Virgolino de Alencar




O excesso de publicização do nudismo, em matérias imotivadas, acho que vão na contramão da luta das mulheres pela igualdade de direitos. Não estou, puritana e hipocritamente, condenando a nudez, uma coisa de opção individual espalhada pelo mundo inteiro, em todos os tempos.

Os quadros de nus artísticos dos grandes pintores podem ser exibidos até em museus sacros.

O que acho desmerecedor é essa forma que virou moda, onde mulheres ficam nuas em público, sob pretexto de estarem protestando contra alguma coisa ou apoiando alguma causa.

Elas não convencem, porque não têm nenhum discurso, e o que querem mesmo é acesso à publicidade e credenciamento a ensaios em revistas masculinas.
Vejo como uma opção de direito, porém feita respeitando a conveniência da sociedade, a que pertencem mulheres realmente lutadoras, afinal as ruas também são das crianças e não conheço sociedade que estimule nudez pública para pessoas de tenra idade ou em formação.

A classificação que trata da exibição pública da nudez, compatibilizando horário e faixa etária, existe em todos os países civilizados. Não precisa de censura prévia oficial normatizada em leis ordinárias(nos dois sentidos). Basta se cumprir a Carta Maior do respectivo país.

Concluindo, enfatizo que não sou contra(e nem adepto) os campos de nudismo, em áreas próprias e apropriadas e encaro como coisa normal.
Como diz o vulgo, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.

Dos concursos públicos e des(honestidade) - Virgolino de Alencar



 DE CONCURSOS PÚBLICOS E DES(HONESTIDADE)
Quando terminei o que na minha época era chamado de primário, para entrar no curso ginasial fiz o Exame de Admissão que era um verdadeiro Concurso. Passei.
Quando terminei o Ginásio, para entrar no curso Científico do Lyceu Paraibano, fui submetido a um exame de seleção que tinha a exigência de um Concurso. Passei.
Quando terminei o Secundário, para entrar na Universidade, fiz o tradicional Vestibular que tinha tudo de Concurso. Passei.
Para ser Auditor Fiscal Tributário do Estado, submeti-me ao Concurso Público. Passei.
Para ser Professor da Universidade, fiz Concurso Público. Passei.
Para ensinar Matemática, fiz Exame e Curso de Licenciatura de Curta Duração pela Faculdade de Filosofia, numa concorrência que se transformou num Concurso. Passei.
Aposentado, vem um sujeito toupeira, que nem passou por escolas, claramente desonesto, dado à bandidagem, e tacha o concursado de mais desonesto do que os políticos, segundo ele, que roubam, mas têm que lutar para serem eleitos.
O safado julgando o mundo por sua régua descalibrada e por seu torto conceito de Direito.
É assim que está o Brasil.
Puta que pariu!!!!!
VIRGOLINO DE ALENCAR

Constituição violentada - Virgolino Alencar



 
CF: Art. 52 - Compete privativamente ao Senado Federal:
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Parágrafo único - Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuizo das demais sanções judiciais cabíveis.

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Ora, a inabilitação é uma decorrência direta e, portanto, auto-aplicável, do ato de cassação, como garante o nosso sóbrio, sensato e competente jurista Albergio Gomes Medeiros, não cabendo decisão diferente.


Como é que um Presidente da Suprema Corte, guardiã da CF, admite uma violação clara à Carta Maior da Nação?

Baseado em que ele admitiu o fatiamento da votação?
Foi um arrumadinho. Os Senadores que fugiram da base aliada e votaram pelo Impeachment deram essa colher de chá à Dilma.

Ela poderá ser candidata a vereadora em Porto Alegre nas eleições de 2018.
Os gaúchos que querem o Rio Grande do Sul independente(não acredito que seja todo o povo gaúcho) podem levar avante a tese de separação, ficar com Dilma, Tarso Genro, Luciana Genro e toda a vermelhada que grassa nos pampas e que são líderes na Região.

E tentem ser felizes com tais figuras no comando do novo País, que, na verdade, já nascerá velho.

Permitam essa reminiscência - Meu velho Piancó - Virgolino de Alencar




Virgolino de Alencar
Um piancoense saudoso da terrinha colocou, aqui no Face, essa imagem da Igreja de Santo Antônio, padroeiro de Piancó. De imediato veio a lembrança de minha infância e adolescência vividas na chamada Rainha do Vale, vale do Rio Piancó.
Nessa Igreja, eu fui coroinha, ajudando celebrar missa em latim, auxiliando os inesquecíveis Padres Manoel Otaviano e Luis Laíres da Nóbrega.
Nela, exerci também um trabalho burocrático, sendo escrivão do Livro de Registro de Casamentos e Batizados.
O Padre Manoel Otaviano, escritor, dramaturgo, professor de português, foi o responsável pelo meu despertar para a arte da escrita, inclusive seguindo fielmente a partitura gramatical. Já naquela época, as minhas redações em provas recebiam boas notas e elogios do ilustríssimo reverendo.
Bem ao lado da Igreja, havia um campo de peladas, onde a gurizada se divertia jogando futebol com a velha bola de borracha, pés descalços, em um gramado natural.
Depois da pelada, íamos para o rio, bem próximo, tomar banho, refrescar-se do calor intenso do Sertão e fazer outras inocentes presepadas daquela infância sem vícios e sem maldades. Mas, a rigidez dos pais não aceitava toda e qualquer brincadeira e o cocorote, o chinelo educador de minha santa mãe, quando não o cinto mesmo, comiam solto.
Muitos dos garotos eram bons no estudo e há muitos deles aqui em João Pessoa, hoje se destacando em áreas importantes para o Estado e do ponto de vista pessoal.
Por trás da Igreja ficava a pracinha, onde nos fins de semana e nas festas tradicionais fazíamos o footing e se namorava platonicamente.
São muitas as lembranças. Como disse antes, o tempo transforma as lembranças do cenário em imagens turvas, mas não apaga a saudade da infância e da adolescência bem vividas lá.
Na foto, a então Igreja Matriz de Santo Antônio

O engraçado (mau) humor do velho Ari Barroso - Virgolino de Alencar



 

 O ENGRAÇADO (MAU) HUMOR DO VELHO ARI BARROSO, COMPOSITOR, APRESENTADOR DE PROGRAMAS DE TV DOS ANMOS 50, INESQUECÍVEL AUTOR DE "AQUARELA DO BRASIL":


O caso a seguir ocorreu num programa apresentado por Ari Barroso, gênio, mas um pouco enjoado no tratamento com calouros, principalmente com os que afirmavam que iam cantar um "sambinha". Ari subia nas tamancas.
Um calouro, de sobrenome Chiado, com voz cavernosa que já denotava que cantaria mal, disse que ia cantar um "sambinha".
Ari, com a conhecida irritação que transformava-se em humor, perguntou ao calouro:
"Seu Chiado, sua mãe não se irritava quando seu pai chiava"?
O calouro respondeu: "A mamãe se divertia!".
Pegou Ari no contrapé.
Quem conta a história é José Vasconcelos, falecido, humorista da velha guarda do bom humor brasileiro.
Virgolino de Alencar

BRASOMÁLIA – BRASIL COM PERFIL DA SOMÁLIA - Virgolino Alencar



Virgolino de Alencar

Nos anos cinquenta, o Brasil se dividia entre os políticos alinhados com a política dos Estados Unidos, chamados então de entreguistas, e os nacionalistas, chamados de xenófobos. Os primeiros também eram anatematizados como direita reacionária e os segundos como camarilhas comunistas. Para o grupo político que afirmava ser bom para o Brasil o que fosse bom para os Estados Unidos havia a réplica de que eles consideravam nosso país como Estados Unidos do Brasil.

Embora essa divisão, de certo modo e teoricamente, continue a ser lembrada nas questões político-ideológicas, ao longo do tempo ela tomou muitos rumos e muita água rolou por debaixo da ponte, enquanto em cima se discutia os caminhos para o país.

Mesmo aos trancos e barrancos, o Brasil cresceu, sempre dentro de seu modelo, em que a riqueza é concentrada nas mãos de poucos e a maioria é excluída do banquete onde se come refinadas iguarias. Com a população crescendo, mesmo que o modelo mantenha-se uniforme, com o próprio fosso de separação de ricos e pobres aumentando de profundidade, o número dos que podem consumir aumenta e o mercado torna-se mais poderoso.

Quando ocorreu, a partir dos anos setenta, um crescimento e uma modernização mais acentuados, Edmar Bacha, economista e cientista social e escritor, criou para o Brasil a alcunha de Belíndia, significando que a economia do país tinha porte de uma Bélgica, mas mantinha índices sociais dignos de uma Índia, que à época se caracterizava por ser um país grande em dimensão, tanto quanto enorme na pobreza.

Já tínhamos riquezas de primeiro mundo e situação social, em termos de distribuição de renda, que se nivelava com o terceiro ou quarto mundo. Nos anos recentes, em que pese os maus governos que tivemos, com a globalização e o mercado mundial unido em tempo real, o Brasil ganhou o rescaldo da riqueza criada no primeiro mundo e cresceu bastante.

O nosso país, pelo seu potencial, foi descoberto pelas potências que formavam o G-7 e estas o elegeram, como também a China, a Índia e juntando mais a Rússia que faz parte dos dois blocos, para despejar seus maciços investimentos e aplicar seus dólares, atraídos, no caso especial do Brasil, pelos generosos juros pagos ao sistema financeiro e pelos governos que sujeitaram-se ao monitoramento das grandes potências.

A imprensa econômica mundial criou, informalmente, o grupo chamado de BRICS (iniciais de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), para onde estavam sendo carreados os recursos excedentes nos caixas dos países componentes, principalmente, do G-8. Do BRICS, o Brasil é o país que mais recebe investimentos estrangeiros em relação a seu Produto Interno Bruto-PIB, mas é o que apresenta menor índice de crescimento e maior taxa de inflação. A atração dos investimentos, como dito antes, deve-se à taxa de juros, uma das maiores do mundo.

Nesse modelo, a economia do Brasil é, hoje, grande na dimensão de seu PIB, mas permanece o mesmíssimo estado de coisas, ou seja, o enorme fosso entre os ricos e os pobres. 20% dos brasileiros detêm 80% do bolo das riquezas, restando 20% dele para 80% de brasileiros. A distribuição de renda é acanhada, muitas vezes feita mediante assistencialismo, doação, com caráter de esmola, de dinheiro sem retorno, sem geração de produto, ou seja, dinheiro que vira fumaça.

O Brasil tentou em época recente seguir, na economia, embora muito atrás, os caminhos da China, com algum desenvolvimento. Contudo, por outro lado, conservou um volumoso nível de pobreza, de baixo Índice de Desenvolvimento Humano-IDH (nesse item, o Brasil é o 72º país no mundo, perdendo para nações cronicamente atrasadas, porém com qualidade de vida humana melhor do que em nossa grande nação).

Por isso, lembrando Bacha e sua avaliação do Brasil dos anos setenta/oitenta, que intitulou o Brasil de Belíndia(Mistura de Bélgia e Índia), agora podemos dizer que o Brasil se aproxima da

Somália, com índices sociais da nação norteafricana, onde a fome impera desumanamente, matando populações, cujas vítimas chegam à casa da dezena de milhares.

Esse quadro do Brasil, por si só lastimoso e negativamente singular, é agravado pela imensa corrupção que destrói as estruturas administrativas públicas, fazendo com que os projetos de melhoria e benefícios para a população tenham os seus recursos desviados para contas de paraísos fiscais, em nome exatamente de muitos daqueles que são responsáveis pelo destino

Brasil, trabalho, pão e descanso - Virgolino Alencar



No Brasil, todo ano tem um longo carnaval, tem eleições de dois em dois anos e tem Copa do Mundo e Olimpíadas alternando-se a cada dois anos.

Juntando-se a outras paralisações em dias úteis, com certeza folga-se mais do que se trabalha.

Vale lembrar que esse eventos são crias dos mandantes que instituem e depois ficam reclamando.

O povo não cria essas festividades paralisantes, nem vai deixar de usufruir daquilo que os próprios entes que dirigem a nação oferecem.

Então, srs. dirigentes e responsáveis: reclamem menos e estabeleçam um equilíbrio entre trabalho e descanso, lembrando uma coisinha simples – quem trabalha merece paga por sua atividade e não doação como se óbolo ou mera oferenda fosse.
Para se ganhar o pão, precisa-se trabalhar, já dizia Paulo no início do período D. C., há mais ou menos dois mil janeiros.

Mas, para se trabalhar e merecer o pão, entre muitos outros, três itens da vida de uma sociedade são básicos: educação, saúde e postos de trabalho.
Com isso, haverá produção, haverá produtividade, haverá renda, e o usufruto nas paralisações racionalizadas serão um justo prêmio pelos esforços.
Se não há essas bases, não há esforços, o modelo se esgotará na falta de todos os meios de sustentação.

E o povo mergulhará no caos, com fome e sede.

Fora disso, é a enganação do falso e farsante ideal socialista, que só cava o buraco onde todos cairão, inertes, em estado esqueletoso.

Não é isso que o bom senso a prevalecer na humanidade deseja e defende.

Brasil - Piadas que ninguém ri - Virgolino Alencar



Negócio seguinte: a gente fala, grita, reclama, reverbera a montanhosa roubalheira, apoia movimentos de protestos, como o dos cminhoneiros, mostra que o governo atropela a lei, a Constituição, a lógica, o idioma, pratica descaradamente a FRAUDE CONTÁBIL no Balanço e comete tantos outros CRIMES, e nada acontece.

Quando acordamos cedinho e lemos ou vemos na TV e na Internet as notícias, na realidade assistimos os membros da quadrilha, bandidos homiziados nos palácos, fazendo palhaçadas e piadas sem graça.

Como me sinto jogando palavras ao vento, desaqueço as catilinárias que tenho sempre prontas para jogar na bandidagem, e passo a postar matérias com histórias que realmente levem os amigos a rirem, fazendo uma pausa na luta pesada, já cansativa, para amenizar e arejar o ambiente.

Para mim a coisa está tão ruim, mas tão ruim, que preciso ter cuidado para não desencantar-me da vida, afinal tenho uma família que me coloca no patamar de mantenedor e de líder e que me cerca de carinho e amor.

Não quero perder a alegria, o bom humor, perdas que fazem mal ao fígado e ao coração e que podem apressar a viagem para o além.
É rir ou morrer.

Vamos rir!!!


Virgolino de Alencar

Adão e Eva - A pergunta pertinente - Virgolino Alencari



 Se Adão fosse homossexual ou Eva fosse lésbica ou os dois tivessem ao mesmo tempo essas preferências sexuais, indago, e não digam que a pergunta é impertinente:

HAVERIA HUMANIDADE? COMO?

Não concebo o argumento de que Deus os tenha feito bissexuais.
Os mandamentos desmentem qualquer argumentação nesse sentido.

Na verdade, Adão era homem hétero, há uma clara lógica sobre isso, e Eva era feminina hétero pela mesma circunstância.

Logo, a homossexualidade poderá ser explicada e até com respeitadas justificações, mas jamais poderá se dizer que está na gênese do ser humano.

E mais. Mesmo que a homossexualidade seja explicável, a viadagem, a espalhafatosa soltada de franga, o deboche, o sacana argumento de que os héteros são homos enrustidos, tudo isso é para defender e justificar um contexto de provocação à sociedade organizada que segue a hortodoxia da criação segundo a forma desenhada pelo Supremo Criador.

Não me preocupa, não patrulho, não policio o comportamento de ninguém na suas escolhas pessoais, nas suas preferências eletivas, exceção à desonestidade, à bandidagem e ao crime por vocação.

Mas respeitem a nossa escolha também, porque mais do que uma escolha é uma circunstância bem circunscrita à criação da própria humanidade.
Vamos separar o joio do trigo. Fique com seu joio e deixem-me curtir o meu trigo. Ora, pois!

Divisão e confusão do estado brasileiro - Virgolino de alencar



 
(Detenham-se nessa análise, amigos, e vejam a raiz de nossas dificuldades)
No Brasil, o Estado Nacional foi fatiado em dois segmentos:
1. A máquina pública brasileira;

2. A máquina privada do PT.

A primeira não é em absoluto causa do desastre do país, mergulhado num buraco escuro, sem luz porque arrasaram a capacidade energética da nação. É vítima de uma quadrilha do crime político organizado.

A segunda, a máquina que o PT privatizou para ele, é a responsável direta pelo estraçalhamento das estruturas morais, éticas, financeiras, econômicas, educacionais, sanitárias, infraestruturais, previdenciária e tantas outras do Brasil.
O déficit, grande e não revelado, é oriundo da invasão lulopetista e do avanço desmedido e sem preocupação com limites, com investigações, com justiça, no erário, raspando descaradamente o tacho.

O tal déficit de 30 bilhões é uma palhaçada. O Orçamento global da União deverá atingir em 2016 o montante de 3,2 trilhões de reais. A despesa, que a máquina petista não deixa cortar, também atinge 3,2 trilhões de reais.

Para se ter o déficit real, ideia exata do rombo, há que só olhar, detidamente, as dotações para pagamento de juros e encargos da dívida, para os itens de interesse do Partido e dos aliados, tudo embutido lá dentro das verbas, porque a peça orçamentária é um primor de rubricas codificadas, desdobradas nos chamados Elementos, Subelementos, Itens, Subitens e se chega às Rubricas Analíticas, tudo ainda agrupado em Funções, Subfunções, Projetos e Atividades, que pouquíssimas pessoas nesse país sabem "lê-las" e extrair a verdade.

É nesse emaranhado que o Congresso, a Mídia e até ditos especialistas não sentem vontade de deitar-se sobre o calhamaço orçamentário, chamado de LOA-Lei Orçamentária Anual, uma peça tremendamente enfadonha para se analisar.
Nela, os governos empurram o que bem querem, goela abaixo de uma nação totalmente desprotegida da necessária transparência.

É nisso que o país está mais arrombado do que o rabo de Jean Wyllys.
Virgolino de Alencar

O tempo de Deus e dos políticos - Virgolino Alencar



Aprendi na vida que não se pode forçar o tempo para amoldá-lo aos nossos desígnios pessoais.

O futuro a Deus pertence, o tempo de Deus não podemos mudar.

Porém, isso não quer dizer que adiemos as coisas que dependem da gente, da nossa obrigação, que devam ser inadiáveis. Façamos o que deve ser feito.

Os políticos, entretanto, querem ser Deus e ajustam o tempo às suas vontades. A nação precisa de um ato político para corrigir flagrantes erros do sistema de poder, são exigências que não podem ser diferidas para o amanhã, mas, eles, os políticos, não estão nem aí.

Vejam o sr. Eduardo Cunha. Põe a esperança na cabeça do povo brasileiro,

Apresenta-se como pessoa capaz de ajudar na solução desse grave problema vivido pelo Brasil e na hora "h" diz que não é tempo de encaminhar a providência, no caso, colocar em discussão e votação na Câmara Federal o Impeachment da presidente Dilma, fato clamado pela maioria do povo brasileiro, inclusive por muitos que sufragaram seu nome nas eleições.

O volume de fatos que a enquadram no crime de responsabilidade, previsto na Constituição Federal, gritam por uma medida urgente que não encontra eco nos ouvidos do presidente da Câmara Federal.

Ele está tratando um assunto seríssimo como uma brincadeira, com uma atitude "chove, não molha", própria dos calhordas chantagistas que se aproveitam desses episódios para tirarem vantagens.

Minhas dúvidas sobre Eduardo Cunha, já expostas em outros comentários, cada vez aumentam mais.

Não lhe dou mais crédito.

Virgolino de Alencar

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