Nomes Que Fizeram E Fazem A História Da Paraíba - Alice Azevedo Monteiro



 

Alice Azevedo Monteiro – Foi Professora e Jornalista. Alice Azevedo, notável educadora. Destacou-se na sociedade paraibana Contribuiu com vários artigos e poesias na imprensa da capital, além de participar ativamente na Associação Paraybana Pelo Progresso Feminino no ano de 1933, onde possuía o cargo de secretária.

Seus artigos de cunho feministas foram publicados nos jornais A UNIÃO e A IMPRENSAe Era Nova,Revista do Ensino.

Foi sócia efetiva no conceituado Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, no dia 05 de junho de 1936. Em reconhecimento dos bons serviços prestados à educação da mocidade pessoense, a Prefeitura da cidade de João Pessoa deu seu nome a uma das ruas centrais da capital paraibana.

Sua contribuição à educação paraibana assinala-se principalmente por haver fundado o primeiro Jardim da Infância, a princípio no âmbito particular, em 1932. Em seguida colaborou na criação do primeiro Jardim de Infância oficial, sob a égide da Diretoria de Ensino Público da Paraíba, em 1934.

Como Escritora, destacou-se prioritariamente publicando artigos referentes à educação infantil e aos jardins de infância, grande parte coletada até o presente na Revista do Ensino.

Também publicou poesias e assinou comunicados da Sociedade Parahybana Pelo Progresso Feminino na condição de Secretária, sempre publicados na página Feminina, uma coluna semanal do jornal A União.

Além desse tipo de publicação, poderão ser encontrados escritos seus no Almanaque do Estado da Paraíba sob o titulo de Cidade dos Jardins.

Educadora e Escritora, se voltava também para as ações sociais, sempre mantendo a linha mestra que balizou suas atividades: a Educação e proteção à infância.
Alice Azevêdo Monteiro foi Presidente da Sociedade de Assistência aos Lázaros e Defesa contra a Lepra no Estado da Paraíba.

Na Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, criada em 1922, priorizou a luta pelo voto e o direito à Educação. Onde foi criada A Associação Paraibana Pelo Progresso Feminino (APPF), foi criada em 11 de março e instalada em 11 de abril de 1933 em João Pessoa, capital paraibana, seguindo a orientação da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF - 1922), cujo objetivo maior era a luta pelos direitos da mulher brasileira, especificamente no que diz respeito ao direito de votar, estabelecendo como condição precípua para a emancipação feminina o acesso da mulher à educação. Assim como a FBPF, a APPF desenvolveu ações a fim ampliar o acesso da mulher paraibana à educação.

A diretoria era composta por mulheres de destaque na sociedade paraibana por suas atuações no sistema educacional, ao lado de outras mulheres gigantes de seu tempo, como Lylia Guedes, a Secretária Olivina Carneiro da Cunha, Albertina Correia Lima, Francisca de Ascenção, Cunha e Analice Caldas.

Essas mulheres discutiam e escreviam acerca dos direitos das mulheres: moda, novos hábitos urbanos, relação homem/mulher, política, Educação e Poesia, entre outros temas.

Não entendo o porquê da Historia não manter vivos nomes como a da professora Alice Azevedo. Confesso que, desde criança, eu passo diariamente na rua que leva seu nome e só hoje me delicio lendo sobre a vida dessa admirivel mulher paraibana naqueles anos.

O que muito se permitiu àquela mulher, com anuência do pai, foi apenas exercer o magistério, quando Alice já pensava e vislumbrava ser uma mulher livre.
É lamentável que saibamos tão pouco desta e de outras grandes mulheres paraibanas.
Foi sócia efetiva do IHGP, onde ingressou no dia 5 de Junho de 1936.
Além disso, em 1934 foi Vice-presidente da Paraíba, Sociedade de Professores Primários, em 1937 e, em 1939, presidente da Sociedade de Assistência aos Lázaros na Paraíba.Faleceu precocemente, no inicio da década de 1940.

 

Livro de Camilo Macedo a ser lançado oportunamente

 

 

Foi preso por uma vertente ligada ao "lixo" - Albergio Gomes de Medeiros



 

Foi preso por uma vertente ligada ao "lixo". Eu esperava desde ano passado coisa semelhante referente ao caso da compra da renúncia de mandato de um Prefeito, depois ligações espúrias com o sucessor, veladas e tenazes lutas contra a construção e instalações de um Shopping Center em Intermares, onde até uma obscura e absolutamente desconhecida entidade de Campina Grande meteu o bedelho e atrapalhou o negócio. O Prefeito foi preso, como ainda está; um bando de vereadores acumpliciados também continuam alvissareiramente segregados, mas o denunciado financiador ainda transitava livremente, aqui e pelo exterior.
Hoje, finalmente, por outro fato, em tese delituoso, foi aprisionado por tempo indeterminado.

Não comento me jactando, até porque não tenho nem nutro inveja de ninguém, nem me apetece a desgraça nem insucesso dos outros, principalmente dele, um vitorioso empresário e corajoso empreendedor de primeira ordem e grandeza, mas que foi infeccionado pelo incurável vírus da extrema cobiça, e insaciável ambição; e digo isso com muita tranquilidade e por ter conhecido um Roberto humilde, sem desmedida ambição, pois quando éramos adolescentes fizemos "muitos pegas" com "cinquentinhas", só eu e ele, nos quais nunca venceu um, porém saí de cena para trabalhar e estudar, e ele continuou aprimorando as habilidades e talentos que eram claramente verificáveis quando pilotava motocicletas. Doravante passará por algumas intempéries e tempestades, mas ao final, no saldo, ainda sairá vitorioso e tomara que seus valores retorne ao que um dia foi.

Até onde eu saiba ele não tem curso de Terceiro Grau, então, fatalmente será recambiado para um presídio comum, a menos que a reinante heterodoxia que assola de norte a sul, de leste a oeste, os pretórios, seja custodiado em outro local.

Marinho diz que governo não vai fazer reestruturações salariais



 

O secretário nacional da Previdência, Rogério Marinho, disse hoje (21) que não há margem para fazer reestruturações de outras carreiras federais durante as discussões da reforma previdenciária. A proposta de reforma da previdência dos militares, apresentada ontem (20) pelo governo, inclui uma reestruturação da carreira das Forças Armadas.

"Nos últimos 19 anos, a única categoria mais relevante do serviço público que não teve reestruturação foi as Forças Armadas", disse.

Marinho disse que até pode haver pressão de outras categorias para que se faça o mesmo com elas, mas o governo não pretende ceder. "Não há nenhuma possibilidade, nenhuma margem de tratarmos desse tema".

Segundo Rogério Marinho, a reforma da proteção social dos militares deve gerar economia de R$ 97 bilhões em dez anos. A reestruturação da carreira custará cerca de R$ 87 bilhões." Na verdade, há um superávit. Estamos dando muito mais do que estamos ganhando".

O secretário espera que a reforma da previdência seja aprovada no primeiro semestre, mas destacou que agora a decisão está com o Congresso.

"Agora, quem tem que dar o ritmo é o Congresso. Os deputados têm que se sentir confortáveis para fazer a tramitação. É claro que, para o governo e para a sociedade brasileira, é importante que o projeto tenha a celeridade adequada sem que se perca a qualidade do debate", disse, ao participar de congresso da Associação Brasileira de Supermercados hoje no Rio de Janeiro.
Fonte: Agência Brasil,

Proposta de aposentadoria dos militares divide deputados



 

 

Entre os deputados, a divergência em torno da reforma dos militares (PL 1645/19) já começa no nome. Enquanto o governo chama as mudanças de reestruturação das Forças Armadas sob o argumento de que os militares não têm aposentadoria, mas um sistema de proteção social, outros deputados afirmam que a reforma previdenciária dos militares foi encolhida com aumentos de salários.

A reforma dos proventos de aposentadoria dos militares prevê um aumento escalonado de 7,5% para 10,5% nas contribuições pagas para futuras pensões de filhos e cônjuges. O valor também passaria a ser cobrado de pensionistas, alunos, cabos e soldados. Também aumenta o tempo de serviço de 30 para 35 anos, mas quem está na ativa terá a opção de cumprir mais 17% do tempo que faltar para atingir o atual tempo mínimo de serviço, o chamado pedágio. Ou seja, quem tiver 20 anos de serviço, terá que cumprir 31,7 anos.

A transição dos civis é mais rígida. O trabalhador só terá a possibilidade de pedágio se estiver a dois anos de se aposentar e ele será de 50% do tempo que faltar. A opção não será oferecida aos servidores públicos civis. Além disso, as mudanças de alíquotas de contribuição para os servidores civis será imediata.


Adicional no soldo

A reforma dos militares ainda cria um adicional de disponibilidade militar, que representará um máximo de 41% do soldo, para um general de Exército, até um mínimo de 5% para os soldados. Já o adicional de habilitação, que corresponde aos cursos feitos ao longo da carreira, terá um aumento escalonado até 2023 e passará, no caso dos altos estudos de um general de Exército, equivalente a um doutorado, dos atuais 30% para 73% do soldo. Quando for para a inatividade, um general manterá ainda um adicional de representação de 10% do soldo, hoje pago só aos ativos.

Para o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), o governo terá dificuldades para explicar por que a economia com essa reforma saiu dos R$ 92,3 bilhões anunciados em fevereiro para R$ 10,45 bilhões:

“Uma coisa é debater a Previdência. Outra coisa é debater a questão salarial. Se há ou não necessidade de fazer ajustes na tabela, na remuneração dos militares, é uma discussão que pode até ser feita. Mas conectar essas duas coisas vai ficar difícil de explicar. Existem outras categorias, outros setores do serviço público que também demandam plano de carreira, reajustes contidos e assim por diante”, observou Almeida.

O deputado Coronel Armando (PSL-SC) explica que as perdas acumuladas dos militares iniciaram em 2001. “O que acontece é que a carreira militar vinha defasada desde 2001, com a MP 2215, do presidente Fernando Henrique Cardoso. E se você considerar que nenhuma carreira fica dez anos sem ser reestruturada, então é que o momento da reestruturação está ocorrendo no início; mas ele ocorreria ao longo desses dez anos e a economia seria nesse valor”, disse o deputado.

No Plenário, vários deputados repercutiram a proposta, como o deputado Marcon (PT-RS):

“Chegou aqui na Casa o projeto da previdência dos militares. Na nossa opinião não muda nada: é seis por meia dúzia."


Promessa de campanha

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) destacou que o presidente Jair Bolsonaro cumpriu promessa de campanha:

“A reforma dos militares cumpre mais uma promessa sua de campanha. Uma promessa como presidente. Dia 20 de março, acabamos de receber. Temos que festejar esse compromisso do presidente, que é um homem de palavra”, disse a deputada.

Pela reforma dos militares, a idade limite para um general de Exército ir para a inatividade passará de 66 para 70 anos. Para um soldado, de 44 para 50 anos. Em todos os casos, a remuneração na inatividade será igual ao último salário, com reajustes iguais aos dos ativos.
Fonte: Agência Câmara

Beneficiados com reestruturação, militares têm reajustes desde 2016



 

Apesar de defenderem que não têm reestruturação das carreiras militares desde 2001, os representantes das Forças Armadas receberam reajuste salarial desde 2016, após terem negociados ganhos no governo Dilma Rousseff em 2015. Pelo o que foi acertado, o acréscimo no rendimento dos oficiais foi de 27,5% nos últimos quatro anos.

No mesmo período, o rendimento médio do trabalhador da iniciativa privada saltou de R$ 2.185 para R$ 2.270, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa um avanço de cerca de menos de 4%.

Os militares foram os únicos da sociedade a serem contemplados com um projeto de reestruturação da carreira em meio à reforma da Previdência. As mudanças na estrutura do funcionalismo das Forças Armadas estão previstas juntas com o texto que altera as regras para a inatividade da categoria. Para alguns parlamentares, o tratamento diferenciado foi mal recebido no Congresso.

O assessor especial do Ministério da Defesa, general Eduardo Garrido justificou, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (20/3), que, se as mesmas regras fossem aplicadas entre civis e militares, a União teria um gasto a mais de, pelo menos, R$ 20,7 bilhões por ano aos militares. “Nós não queremos receber isso, porque perderíamos a nossa essência de ser das Forças Armadas. Mas podemos identificar uma série de direitos que não são aplicados para nós. Há uma espécie de contrato entre a sociedade e os militares onde nós nos colocamos a disposição do estado 24 horas por dia e fazemos o juramento de sacrifício da própria vida pela pátria”, afirmou.

O general elencou, como especificidades, o risco de morte, a ausência de adicional noturno, o não ter direito a greve, a rígida disciplina, além de ter disponibilidade a qualquer momento. “Não podemos acumular emprego. Não fazemos jus às gratificações salariais e ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). O nosso regime de trabalho é de, no mínimo, oito horas por dias”, exemplificou o general Garrido.

Apesar das exigências, os militares foram contemplados com ganhos salariais de 27,5% nos últimos quatro anos. Em 2015, o governo de Dilma Rousseff parcelou os ganhos dos oficiais, a começar por 2016. Ou seja, o último reajuste da remuneração ocorreu em 2019. Além disso, segundo Garrido, o governo gasta, em média, R$ 81 bilhões por ano com a folha de pagamento dos militares. Com a proposta, passariam a ter um implemento de cerca de 5% em 2020.

A reestruturação amplia o volume de gratificações aos oficiais das Forças Armadas. O assessor especial ressaltou que, apesar disso, os militares estão contribuindo para o empenho nacional em melhorar as contas públicas. “Sacrifício é uma palavra que nós conhecemos bem. Nós já nos sacrificamos em 2001 e, por conta disso, já tínhamos um achatamento salarial desde então”, afirmou Garrido.

Perguntado sobre possíveis alterações no projeto na Câmara e no Senado, tanto a equipe econômica, quanto os representantes das Forças Armadas disseram que o Congresso é soberano. “Mas nós vamos mostrar a eles (parlamentares) os benefícios do projeto”, alegou o general.
Fonte: Correio Braziliense

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