Lucas “flerta” com candidatura para Câmara Federal e defende renovação política em 2018




Mas admite que maiores chances de vitória seria ao disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Paraíba
blogdogordinho.com.br
Por: Edilane Ferreira

O vereador Lucas de Brito (Livres) está convicto de que será candidato nas eleições do próximo ano. O dilema é saber para qual Casa Legislativa vai disputar uma vaga. Em entrevista ao Blog do Gordinho, ele afirmou que apesar de seu tamanho político garantir maiores chances de uma vitória para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), sinalizou que sua vontade mesmo é de participar do dia a dia da Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Serei candidato, mas ainda não defini para qual cargo. Calculo que meu tamanho político indicaria para uma disputa pela Assembleia Legislativa. Também estou vendo a possibilidade de ousar um pouco mais e tentar imprimir uma renovação onde, até mais do que na Assembleia, me parece ser necessário que é na Câmara dos Deputados. A quantidade de decepções que o Congresso Nacional conseguiu fazer com que o povo brasileiro experimentasse nos últimos anos é impressionante. Eu sou entusiasta da ideia que o povo precisa aproveitar as eleições de 2018 para renovar os quadros”, explicou.

Ele, que também é presidente estadual do Livres na Paraíba, afirmou que pensa em uma possível licença na Câmara de João Pessoa para poder dar conta de toda a demanda partidária. “Estou me familiarizando com essa nova tarefa, não imaginava que seria tão trabalhoso. Estamos fazendo diretórios municipais, convenções, participar de novas convenções, trazer novos filiados, preparar pré-candidaturas pra federal, estadual, tudo isso é um trabalho muito extenso. Diminui minhas atividades privadas, presença em escritório de advocacia e entre outras coisas para me dedicar a essa nova tarefa. Faço de forma prazerosa e talvez avalie, mais à frente, uma eventual necessidade de fazer isso. Não tenho convicção total de que seja necessário me licenciar da Câmara Municipal. Pode ser que aconteça em um período de recesso parlamentar, para que eu possa me dedicar a essa tarefa partidária. Mas, se for necessário, conversarei com a direção nacional e mergulhar no propósito principal, que é fazer o partido crescer em 2018”, afirmou

PT avalia que candidatura Lula será impugnada

Leonardo Benassato
Leonardo Benassato

 
Josias de Souza 
Leonardo Benassatto/Reuters

Embora não admita publicamente, a cúpula do PT avalia que dificilmente Lula conseguirá disputar a Presidência da República em 2018. A despeito disso, dirigentes do partido informaram a aliados que a candidatura do ex-presidente será mantida até as últimas consequências.

Dá-se de barato no petismo que o TRF da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, confirmará a sentença do juiz Sergio Moro que condenou Lula a 9 anos e meio de cadeia. Nessa hipótese, a Lei da Ficha Limpa o impediria de disputar eleições. O PT se equipa para guerrear na Justiça.

O partido não cogita substituir o candidato senão em último caso, depois que a Justiça Eleitoral impugnar o registro da candidatura. A estratégia afungenta até aliados tradicionais. O PCdoB, por exemplo, já lançou a candidatura presidencial da deputada estadual gaúcha Manuela D’ávila. O PSB, depois de se reunir com a presidente petista Gleisi Hoffmann, também tomou distância.

Juiz federal condena Renan à perda de mandato e de direitos políticos



 
POR FÁBIO GÓIS 

Agência Senado
Renan diz que vai recorrer a quem tiver “última palavra” na Justiça

 

O juiz Waldemar Carvalho, da 4ª Vara Federal de Brasília, condenou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) à perda do mandato parlamentar. A sentença, obtida pelo portal UOL nesta sexta (17), foi proferida ontem (quinta, 16) pelo magistrado. Waldemar também suspendeu os direitos políticos do parlamentar por oito anos. Em casos de improbidade administrativa, como este que envolve Renan, cabe decisão na primeira instância até para quem tem diteiro a foro privilegiado.

<< Janot denuncia Jucá, Renan, Lobão e outros membros do PMDB por organização criminosa

<< Efeito “eu sou você amanhã” mobiliza o Senado em torno de Aécio contra o Supremo

Ex-presidente do Senado, o peemedebista ainda pode recorrer da decisão, mantendo-se no exercício do mandato até que os recursos sejam julgados. Por meio de nota (íntegra abaixo), Renan já anunciou que contestará a sentença “a quem cabe a palavra final”, ou seja, ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região e, em último caso, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos principais alvos da Operação Lava Jato, o senador é alvo de diversos processos no Supremo Tribunal Federal (STF), como o que apura sua participação em esquema de corrupção para saquear o Postalis, fundo de pensão dos funcionários dos Correios (ECT).

Réu no STF por uso irregular de verba indenizatória, Renan foi condenado por ”enriquecimento ilícito” e “vantagem patrimonial indevida”. Embora o caso ainda esteja sob segredo de Justiça, a reportagem apurou que a sentença de Waldemar é referente ao caso da jornalista Mônica Veloso, com que o senador teve um caso extraconjugal.

As investigações apontam que Renan apresentou documentos falsos ao registrar notas de venda de gados, no valor de R$ 1,9 milhão, a fim de demonstrar renda utilizada para sustentar situação familiar. Em 2007, Mônica Veloso acusou o ex-presidente do Senado de receber dinheiro ilícito da empreiteira Mendes Júnior para pagar suas despesas com a pensão da filha e o aluguel de um imóvel. Devido à repercussão desse e de outros casos, Renan renunciou ao comando da Casa legislativa.

O imbróglio resultou ao menos duas ações judiciais para Renan. A que resultou na atual condenação, de caráter civil, foi iniciada pelo Ministério Público em 2015, enquadrando o senador por improbidade administrativa. Na outra ação, esta de natureza criminal, o MP encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia acusando o peemedebista por uso de documento falso, falsidade ideológica e peculato (desvio de dinheiro público). Embora uma parte dessa acusação não tenha sido acatada, por falta de provas, em 2016, o processo continua em tramitação no STF.

<< Leia a íntegra da reportagem

 

A nota de Renan:

O senador Renan afirma que não conhece a decisão, que está sob segredo de Justiça. Se a notícia for verdade, a sentença do juiz de primeira instância causa surpresa, pois o Supremo já julgou esse caso e sequer o recebeu por falta de prova. Todos os ouvidos negaram os fatos.

Por isso, o senador irá recorrer com serenidade a quem cabe a palavra final.

MP de São Paulo vai investigar improbidade de coronéis da Polícia Militar



 
SÃO 17 CORONÉIS E MAIS DOIS OFICIAIS SUSPEITOS DE CORRUPÇÃO

IMPROBIDADE POR PARTE DE CORONÉIS, TENENTE-CORONEL E UM CAPITÃO DA PM (FOTO: FACEBOOK/REPRODUÇÃO)
O Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo abriu inquérito civil para investigar “fortes indícios” de atos de improbidade administrativa por parte de 17 coronéis, um tenente-coronel e um capitão da Polícia Militar. A investigação, de âmbito civil, começa quase dois meses depois de vir à tona uma carta em que o tenente-coronel investigado, José Afonso Adriano Filho, levanta suspeitas contra colegas que atuaram no comando da corporação.
Entre os investigados estão o ex-comandante-geral da PM coronel Álvaro Camilo, hoje deputado estadual (PSD), e o juiz coronel do Tribunal de Justiça Militar Orlando Eduardo Geraldi. Os envolvidos negam ter praticado quaisquer crimes.

O inquérito foi instaurado pela 5.ª Promotoria do Patrimônio Público da capital por informações levantadas pela carta do tenente-coronel Adriano. O caso ficou conhecido como Lava Jato da PM pela proporção das acusações contra a cúpula que administrou a corporação entre 2005 e 2012. O desvio é estimado em R$ 200 milhões.

Na portaria em que instaura o inquérito, o promotor Nelson Luís Andrade diz que as informações de Adriano caracterizam “fortes indícios de atos de improbidade administrativa”.

Andrade relata ter pedido à Corregedoria da PM informações sobre suspeitas contra Adriano e colegas no suposto esquema. O promotor recebeu do órgão uma lista de 22 inquéritos policiais-militares (IPMs) instaurados entre 2015 e este ano em que há suspeita de crimes.

A investigação se concentra na contratação pelo comando de empresas de informática, manutenção de viaturas e material de construção. Apesar de haver outros indiciados, só Adriano figura como denunciado por crimes relacionados aos IPMs.

Adriano foi detido em março pela Corregedoria, que identificou desvio de R$ 7 milhões na relação do oficial com uma empresa de fachada de que o próprio tenente-coronel seria dono, a Construworld. O esquema teria se repetido com outras 20 empresas. Ele resolveu, então, escrever uma carta em que direciona perguntas a coronéis que participaram da administração da PM, indicando que teriam se beneficiado. Ele agora negocia delação premiada com o MPE.

Desdobramentos. O Tribunal de Justiça Militar disse esperar posição do MPE, “a quem compete a investigação”. Procurada pelo Estado para saber sobre os desdobramentos do caso, a Corregedoria da PM disse que a apuração corre sob sigilo.

O Coronel Camilo disse ter tomado conhecimento do inquérito civil pela reportagem e disse que, ao saber de supostas irregularidades, determinou a “imediata apuração” do caso e afastou o tenente-coronel das funções. Para ele, “o ex-PM tenta agora criar ilações para obter vantagens no processo”.

 

Diariodopoder.com.br

 

 

Demissões em massa na CUT - Empregados da CUT ameaçam greve contra programa de demissão voluntária



 DEMISSÕES EM MASSA NA CUT
EMPREGADOS DA CUT AMEAÇAM GREVE CONTRA PROGRAMA DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA
CENTRAL DECIDE CORTAR 60% DOS GASTOS COM FOLHA DE PAGAMENTO
Publicado: 18 de novembro de 2017 às 11:22 - Atualizado às 00:33

APÓS ANÚNCIO DE UM PROGRAMA DE DEMISSÃO INCENTIVADA (PDI) PELA CUT, FUNCIONÁRIOS DA ENTIDADE AMEAÇAM ENTRAR EM GREVE NESTA SEMANA (FOTO: ROVENA ROSA/ABR)
Os empregados da Central Única dos Trabalhadores (CUT) ameaçam entrar em greve nos próximos dias após anúncio de um Programa de Demissão Incentivada (PDI).
A CUT, que sempre se posiciona contra programas de demissão voluntária e estimula greves por essa razão nas empresas, agora alega, quem diria, a necessidade enxugar gastos com a folha de pagamento, "asfixiada" com o fim da obrigatoriedade do imposto sindical, decidida na reforma trabalhista que entrou em vigor no último sábado (11).

Com o programa de demissão, a CUT, que tem ao todo 178 empregados, quer cortar 60% das despesas com pessoal. Desse modo, o restante das atividades da central poderão ser mantidos.

Se até o dia 4 de dezembro, quando se encerra o PDI, o programa não tiver adesão, a CUT começará a demitir até que se alcance o percentual estipulado.

A redução na folha de pagamento não é uma medida apenas da CUT. Outros sindicatos estão tomando decisões semelhantes após o fim das contribuições sindicais obrigatórias. A Confederação Nacional dos Metalúrgicos é uma delas.

Sidebar Menu