Prefeitura de João Pessoa divulga resultado final do concurso do IPM nesta quinta-feira



 
Por Redação Paraíba Já 


A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) divulga, nesta quinta-feira (21), o resultado final do concurso do Instituto Municipal de Previdência (IPM). Após as provas objetivas, os candidatos passaram pelas fases subsequentes, cuja etapa final foi a análise da perícia médica. Desde o dia 12 de junho, a comissão responsável pelo concurso avalia os pedidos de revisão da perícia. As informações sobre o resultado final do concurso estarão disponíveis no site da organizadora: no endereço eletrônico www.ibade.org.br

As provas do IPM aconteceram no mês de março e vão selecionar 60 novos profissionais em diversos cargos. Ao todo, 4.627 candidatos realizaram as provas e vão disputar as vagas previstas no edital. Segundo o Ibade, o total de candidatos faltosos foi de 877, já que 5.504 candidatos estavam aptos a fazer o certame.

As provas foram realizadas em colégios da Capital e não foi registrada nenhuma ocorrência. Os procedimentos de segurança destinados a garantir a isonomia do certame foram executados com sucesso, de acordo com o edital do concurso.

Funções – No total, estão sendo oferecidas 60 vagas para as seguintes funções: suporte administrativo e previdenciário, assistente de tecnologia da informação, além de técnico previdenciário, este voltado para profissionais das áreas de Contabilidade e Informática.

O IPM também vai convocar servidores para o cargo de analista previdenciário, que reunirá funções de nível superior: administrador, advogado, analista de informática, arquivologista, assistente social, atuário, contador, economista, médico-perito e psicólogo.

Tese de desistência de Lucélio leva PSDC a iniciar ‘namoro’ com o partido de Maranhão




Por Fabio Bernardo - 

Apesar da direção estadual do PSDC ter anunciado apoio à pré-candidatura de Lucélio Cartaxo (PV) ao governo, integrantes do partido do folclórico presidenciável José Maria Eymael parece que não estão satisfeitos com a decisão tomada pela cúpula da legenda.

Nesta quarta-feira (20), chegou ao Blog à informação de que, dias atrás, dirigentes do Partido da Social Democracia Brasileira iniciaram conversações com o senador José Maranhão, pré-candidato do MDB ao Governo da Paraíba.

Uma das teses ditas ao Blog para justificar o início do ‘namoro’ de setores do PSDC com Maranhão, é a eminente possibilidade de recuo de Lucélio, já que nos bastidores da política paraibana, tem sido disseminadas informações de que o irmão gêmeo do prefeito de João Pessoa estaria para desistir de concorrer ao Governo do Estado.

Outro argumento utilizado por democratas cristãos é a falta de confiança mútua entre os integrantes da aliança costurada por Lucélio. Conforme o Blog apurou, essa tese ganhou mais força nas últimas horas depois que o senador Raimundo Lira (PSD) anunciou sua desistência de concorrer à reeleição.

– Se até o senador Lira, que é um político de expressão nacional, resolveu pular do barco, por que a gente, que é um partido de pequeno forte, vai permanecer nessa barca furada? Ponderou, em tom de ironia, um dirigente do PSDC paraibano, que por enquanto, prefere ficar no anonimato.

Só o tempo irá dizer…

Agora, resta apenas esperar para sabermos se esse ‘namoro’ vai dar mesmo em casamento.

Paraibaja.com.br

 

Ricardo Coutinho firma compromisso com Polícia Civil da Paraíba



A Associação dos Delegados da Polícia Civil da Paraíba conseguiu hoje a autorização do governador Ricardo Coutinho para publicação do edital para promoções da Polícia Civil. Depois de várias reuniões realizadas com a secretária de administração, o presidente da entidade, Steferson Nogueira, e o vice, Cláudio Lameirão, foram recebidos pelo governador e saíram com o compromisso da publicação do edital.

" Foi um grande avanço, um reconhecimento a esses policiais civis que merecidamente serão promovidos", declarou Steferson Nogueira. Na reunião, ele apresentou ao governador Ricardo Coutinho parte do Plano de Reestruturação da Polícia Civil, que está sendo elaborado pela Adepdel.

O presidente da Associação sugeriu ao governador a mudança de nomenclatura da carreira de motorista policial, pois o nome do cargo não reflete as suas reais atribuições. E ainda a designação de servidores administrativos do Estado para auxiliar nas demandas das delegacias desafogando o trabalho dos escrivães e possibilitando maior celeridade no atendimento ao público e elaboração de boletins de ocorrência.

"O governador entendeu perfeitamente a situação e determinou que fosse providenciado o remanejamento de servidores e a mudança referente a carreira dos motoristas policiais. Estamos confiantes na publicação do edital nos próximos dias" afirmou Steferson Nogueira.

Assessoria

De olho em votos, presidenciável Jair Bolsonaro desembarca na Paraíba nesta quinta-feira



O pré-candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), vem conhecer os festejos juninos e manter contatos com correligionários da Paraíba a partir desta quinta-feira (21).

De acordo com o presidente estadual do PSL, Julian Lemos, a chegada de Bolsonaro está prevista para as 15 horas no Aeroporto João Suassuna, em Campina Grande, onde haverá recepção ao candidato.

O parlamentar fará uma visita à Praça da Bandeira, onde fará um pronunciamento, e participará de um evento na AABB. Em seguida, ele segue para Patos, onde conhecerá os festejos juninos da cidade.

Na sexta-feira (22), ele retorna à Campina Grande para participar do São João da cidade.

STF valida delações premiadas negociadas pelos delegados de Polícia




Por 10 votos a 1, o STF confirmou hoje a validade da autorização legal para que delegados das polícias Civil e Federal

Por: Agência Brasil

Por 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou hoje (20) a validade da autorização legal para que delegados das polícias Civil e Federal possam negociar delações premiadas, conforme previsto na Lei de Organizações Criminosas (12.850/2013). Para os ministros, delegados podem usar os depoimentos de colaboração como instrumento de obtenção de provas durante a investigação.

A decisão terá impacto nas delações de investigados na Operação Lava Jato que não conseguiram assinar acordos com a força-tarefa de procuradores do Ministério Público e tentaram acordo com a Polícia Federal, como o publicitário Duda Mendonça e o ex-ministro Antônio Palocci. Com a decisão do STF, a Justiça poderá decidir sobre a homologação dos acordos.

A norma foi questionada no Supremo pela Procuradoria-Geral da República (PGR), em 2016. Na ocasião, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, alegou que a possibilidade de a PF realizar acordos enfraquece a atribuição exclusiva do Ministério Público (MP) de oferecer denúncia contra criminosos.

A PGR também sustentou que delegados não têm a prerrogativa de oferecer prêmios ao colaborador, uma vez que cabe somente ao Ministério Público o papel de apresentar denúncia contra o criminoso.

O julgamento foi interrompido em dezembro do ano passado, quando o placar estava em 6 a 1 a favor das delações negociadas pelas polícias, mas com divergências. O único ministro que votou contra as delações negociadas pela polícia foi o relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin.

Na sessão de hoje, a questão foi definida com os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e da presidente, Cármen Lúcia. No entendimento de Mello, a lei definiu que a delação é um meio de obtenção de prova, cabendo ao Judiciário decidir se o acordo pode ser homologado ou não. Segundo o ministro, a colaboração só tem validade após passar pelo crivo de um juiz.

“A fiscalização de legalidade pelo Poder Judiciário destina-se precisamente a impedir que se ajustem, no plano negocial, cláusulas abusivas e cláusulas ilegais. Na verdade, o acordo de colaboração premiada sem homologação judicial não significa nada.”, argumentou.

A ministra Cármen Lúcia disse que o instituto da colaboração “é um prêmio para a cidadania e contra o crime” e tem objetivo de tornar as investigações mais rápidas, principalmente, as que envolvem organizações criminosas. “A colaboração é um negócio jurídico e, dessa forma, apenas uma ferramenta para se chegar a obtenção de provas”, disse.

Durante a tramitação do processo, associações de classe ligadas aos delegados, como a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), discordaram da PGR e consideraram que a tentativa de impedir que delegados possam propor a assinatura de acordos é um retrocesso.

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