O bolsonarismo não tem ideologia coerente. Não tem organização de nada.



 


Francis Lopes de Mendonça

Não adianta esperar que o exercício da presidência ensine a Messias o valor dos princípios republicanos da impessoalidade e da moralidade. Esse cara é o que sempre foi, um ex-parlamentar medíocre e incapaz de compreender o valor de instituições fortes e independentes - uma abstração muito além de suas capacidades intelectuais.

Mas o que podíamos esperar dum tiozão fisiologista cuja única coisa que buscou no Estado brasileiro foi um meio de vida, utilizando o aparato estatal em benefício próprio, para posicionar todos os seus rebentos nas vastas tetas da máquina do poder?

Agora o que estamos vendo é alguém de uma pobreza sem fim de ideias, com uma visão atrasada 200 anos da sociedade. Uma figura retrógrada e ridícula que só virou presidente graças a circunstâncias pelas quais não tem nenhum mérito que não seja oriundo do vandalismo com o patrimônio nacional, que foi promovido pelo fiasco da aberração política que se chama “lulopetismo”, o que lhe deu destaque como anti-esquerdista.

Só que o cara continua se aproveitando dessa condição como trampolim para uma postura populista misturada com uma roupagem de liberalismo-pra-boi-dormir. Isso nada tem que ver com fascismo. De certa forma, o bolsonarismo é pior do que o fascismo, por ser intelectualmente muito inferior.E é melhor, pois sua profunda indigência intelectual e mental o torna menos perigoso. O fascismo teve uma ideologia, uma visão de mundo, um jeito de pensar o Estado bastante transparente. Surgiu numa época como a atual, de transformação profunda da base econômica, de desemprego estrutural porque negócios tradicionais quebravam, de insegurança e desesperança.

O bolsonarismo não tem nada disso. O bolsonarismo é uma esculhambação total, não tem ideologia coerente. Não tem organização de nada. Tem memes, tem palavras de ordem, mas não tem planejamento de nada. Nada mais distante do fascismo. Pois a única bússola dos adeptos fanáticos de Messias são as redes sociais e esse espírito paranóico frequente de que há inimigos por toda parte. Todo mundo é inimigo. Até os amigos são inimigos. Qualquer um que não reze por sua cartilha binária.

O conhecimento, enfim, é inimigo. Só que o fascismo não era tapado, sabia usar muito bem conhecimento em seu projeto, ao contrário do bolsonarismo que simplesmente ignora conhecimento. Alguém vai ter que extrair a língua de Messias para deixar de falar tanta merda.

PRÉDIO BALANÇANDO? FALÊNCIA DA CONSTRUTORA? Descubra a verdadeira história por trás do edifício mais alto da Paraíba que está inacabado



Publicado por: Alana Yaponirah 


Informações desencontradas e muita Polêmica envolvem o Residencial Liege localizado no Altiplano, zona nobre da capital. Após denúncias de que o empreendimento de 55 pavimentos de alto padrão cujas obras estariam paralisadas desde 2014 teria problemas estruturais como inclinação e as vigas “embuchando” com risco inclusive de desabamento.


De acordo com as informações chegadas ao portal Polêmica Paraíba, o motivo da paralisação da obra não seria estrutural e sim financeiro. Os moradores do residencial Liege estão requerendo na justiça a emissão de posse do edifício para concluir a obra.


CREA revela construtora e nome do engenheiro de obra que desabou na capital; veja

A nossa equipe conversou com Fábio Sobral presidente da associação de moradores, a GBM Engenharia contratou um ensaio do túnel do vento, e nesse estudo foi atestado que se um vento de 200 km/h acontecesse a obra poderia ser abalada em 10% e após esse estudo, uma correção estrutural foi feita aumentando em R$ 5 milhões, de acordo com Fábio esse e outros problemas técnicos teriam sido o motivo da paralisação da obra. A construtora que vendeu 131 de um total de 196 apartamentos não teria condições financeiras de continuar a execução da obra.

Segundo Geraldo Muniz diretor técnico da GMB em 2014 a construtora firmou um contrato com o Banco do Brasil. Ele disse também que em 2014 todos os problemas técnicos e financeiros foram sanados através de um empréstimo com o Banco do Brasil. E após a crise financeira e a bolha imobiliária de 2016 as obras foram paralisadas.

Uma das cláusulas do contrato com banco é de que a GBM sempre tivesse vendas de imóveis e com a falta de vendas e sem a capacidade de receber o Banco do Brasil paralisou o envio de recursos. O Banco do Brasil executou o financiamento em 2018. A GBM apoia a decisão da associação de moradores e acima de tudo os clientes fiquem satisfeitos e recebam suas unidades. Entendem o interesse deles.

 

 


Fonte: Polêmica Paraíba

Créditos: Polêmica Paraíba

Bolsonaro diz que governo estuda acabar com o fim da multa de 40% do FGTS




Presidente criticou multa que empregador tem de pagar em caso de demissão sem justa causa. Segundo ele, ‘é quase impossível ser patrão no Brasil‘.


Por G1
Bolsonaro fez a afirmação em entrevista depois de participar do evento religioso "Conquistando pelos olhos da fé", na igreja Sara Nossa Terra, em Vicente Pires, no Distrito Federal. (Foto: Reprodução)
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (19) que o governo estuda o fim da multa de 40% sobre o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para demissão sem justa causa e imediatamente em seguida disse desconhecer o assunto.

Bolsonaro fez a afirmação em entrevista depois de participar do evento religioso "Conquistando pelos olhos da fé", na igreja Sara Nossa Terra, em Vicente Pires, no Distrito Federal.

Questionado se a multa iria cair, respondeu:

"Está sendo estudado, desconheço qualquer trabalho nesse sentido."
Antes, Bolsonaro havia criticado a multa:

"Essa multa de 40% foi quando o Dornelles era ministro do FHC. Ele aumentou a multa para evitar a demissão. O que aconteceu depois disso? O pessoal não emprega mais por causa da multa", declarou.

Segundo o presidente, "é quase impossível ser patrão no Brasil".

"Defender o empregado dá mais voto. Eu pretendo lançar o programa Minha Primeira Empresa para todo mundo que reclama do patrão ter chance de ser patrão um dia”, disse.

Bolsonaro repetiu o que afirmava durante a campanha eleitoral – que o trabalhador terá de optar entre ter menos direitos e mais emprego ou mais direitos e menos empregos.

“Eu tenho dito. Um dia o trabalhador vai ter que decidir: menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego. Isso perde voto. Ganha antipatia de pessoas populistas, de comunistas. Colocam na cabeça do povo que eu estou errado, perseguindo o pobre.”.

Para Bolsonaro, o empregado não pode considerar o patrão como inimigo. Segundo ele, o funcionário precisa "olhar o patrão como pessoa que tem que prosperar para melhorar o salário dele".

"É a velha divisão de classes. Não é só homo e hétero, branco e negro, rico e pobre. É empregado e patrão também. A esquerda prega isso o tempo todo para nos dividir e eles se perpetuarem no poder ou voltar ao poder um dia", declarou.

Advogado Marco Villar vai recorrer ao STJ no âmbito da Xeque Mate



 O advogado Marco Villar informou que irá recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba, que negou pedido de Habeas Corpus em seu favor para o trancamento da Ação Penal nº 0000129-88.2019.815.0731. Para ele, no entendimento do órgão, existiam elementos para que a Ação Penal fosse realizada no conjunto de todos os apontados na investigação da Operação batizada como Xeque-Mate, mas o seu pedido foi justamente para que, o Tribunal avaliasse individualmente a conduta de cada agente político citado. O que foi negado.

“Estou absolutamente tranquilo sobre a lisura dos meus atos na gestão pública e também da minha atuação profissional. Na condição de controlador-chefe do município, o despacho por mim realizado foi para que o procedimento licitatório em questão – que está sendo alvo de suspeita de irregularidades na operação –, só poderia ser realizado mediante necessária juntada da documentação legalmente exigida. Condição para que pudesse ser finalizado. Eu não posso ser responsabilizado pela autorização do procedimento, nem tampouco pela ordenação da despesa, porque essas não são atribuições da função que exercia”, explicou.

Ele ressaltou ainda que não existe irregularidade na sua atuação como chefe do Controle Interno do Município de Cabedelo e advogado de defesa de municípios junto ao Tribunal de Contas do Estado. Villar lembrou que a Corte de Contas é integrante do Poder Legislativo e na sua função de controlador ela não ordena despesas

“Como controlador-chefe, não tive função de direção ou gestão sob o município, não participando de ordenamento de despesas. Minhas decisões sempre estiveram vinculadas a homologação futura pela Procuradoria Geral do Município e, por fim, pelo chefe do Poder Executivo local”, ressaltou.

Além disso, Marco Villar frisou que a Constituição Federal coloca o Tribunal de Contas como órgão integrante do Poder Legislativo. “Neste sentido a minha atuação perante a Corte de Contas Estadual não viola o que determina o Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil, uma vez que não se trata de atuação perante o Poder Judiciário”, comentou.

PMJP contraria MPF e decide manter execução de obras no Parque Sanhauá



 Mesmo com a recomendação do Ministério Público Federal, que determinou que Prefeitura de João Pessoa se abstenha de iniciar a aplicação de recursos federais na obra do Parque Ecológico Sanhauá, no Centro Histórico, a PMJP informou nesta sexta-feira (19) que não paralisará a obra.

De acordo com a recomendação do MPF, a ausência de regularização na cessão da área onde a prefeitura pretende construir o parque turístico, que é de propriedade da União, é a razão para a determinação.

Contrariando o que preconizou o MPF, o procurador da PMJP, Adelmar Régis confirmou que as obras não devem ser paralisadas porque a PMJP entende que não há problemas com a falta de cessão das terras.

“Respeitamos o posicionamento do Ministério Público Federal, mas temos um entendimento divergente. Eu entendo que não precisa de cessão formal da área. Existe uma Legislação federal que transfere aos municípios esses logradouros públicos. Se a própria lei transfere a titularidade, não há necessidade de nenhum ato formal de cessão. E o próprio projeto da obra não existe apenas áreas de titularidade da União, existe áreas próprias do município, como a praça Napoleão Laureano, a praça XV de Novembro, são áreas de equipamento comunitário, e obviamente não precisaria de cessão” disse.

Prefeitura, Caixa e construtora foram informadas que o não acatamento das recomendações poderá dar ensejo ao ajuizamento das ações judiciais cabíveis.

PB Agora

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