TSE emite certidão que comprova que Ricardo Coutinho não tem pendências com a Justiça Eleitoral – VEJA DOCUMENTO



 Polemicaparaiba

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu, neste sábado (26), uma certidão na qual comprova que o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) está quite com a Justiça Eleitoral. Desta forma o candidato do PSB se torna apto a disputar a eleição para a Prefeitura de João Pessoa.


O documento saiu depois que o Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a impugnação da candidatura do socialista, alegando que ele não tinha pago uma multa em atraso junto à Justiça Eleitoral.

Mega-Sena: veja as dezenas sorteadas neste sábado

Walla Santos
Walla Santos

 

Até a última atualização desta reportagem, a Caixa não havia divulgado se houve ou não um ou mais ganhadores.



Por G1
 

As dezenas sorteadas foram: 03 - 07 - 17 - 20 - 48 - 50. Prêmio pode chegar a R$ 50 milhões. (Foto: Walla Santos/ClickPB/Arquivo)
A Caixa fez neste sábado (26) em São Paulo o sorteio do concurso 2.303 da Mega-Sena. As dezenas sorteadas foram as seguintes: 03 - 07 - 17 - 20 - 48 - 50.

O prêmio está estimado em R$ 50 milhões. Até a última atualização desta reportagem, a Caixa não havia divulgado se houve ou não um ou mais ganhadores.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

PB registra 597 novos casos de covid-19 mais 10 novos óbitos



 

Moradores de Águas Claras enfrentam filas enormes para teste do Covid-19 no estacionamento do Centro Universitário Euroamericano (Unieuro). O ‘drive-thru’ é feito para testagem em massa do novo coronavírus e o atendimento realiza-se por ordem de chegada, dentro do veículo, sendo proibido sair do carro sem orientação da equipe de saúde. Também é recomendado o uso de máscaras faciais e que cada carro tenha, no máximo, quatro pessoas. Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
 

Neste sábado (26), a Secretária de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) registrou, em seu boletim epidemiológico, mais 597 novos casos da Covid-19.

O boletim aponta ainda 10 óbitos confirmados desde a última atualização, sendo que 6 deles ocorreram nas últimas 24h.

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Ainda de acordo com a SES, em todo o estado até o momento 119.731 pessoas já contraíram a doença, 93.294 já se recuperaram e 2.788 faleceram.

O boletim aponta ainda que 364.749 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados na Paraíba.

Com relação à taxa de ocupação, a porcentagem de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) – adulto, pediátrico e obstétrico – ocupadas em todo o Estado é de 29%.

Esses são os menores índices registrados desde abril.

Confira:

 

PB Agora

Mariz um político coerente - Ramalho Leite




O amigo velho Ernani Satyro , quando censurado por contestar o regime que ajudara a implantar e lhe exigiram coerência, respondeu bem humorado:“quem tem coerência tem idéia fixa e quem tem idéia fixa é doido”. Logo, não se exija coerência dos políticos, pois a política é dinâmica e muda como as nuvens, levando nos ventos das mudanças, os seus protagonistas. Antonio Marques da Silva Mariz, promotor de justiça, prefeito, deputado, senador e governador, não era adepto dessa teoria. O silogismo dele era outro e não partia de premissas falsas. Podia a política mudar, ele mesmo mudar de partido, mas não renunciava aos seus princípios. Estes eram imutáveis. Nos vinte anos da ausência de Mariz, muitas passagens de sua vida pública vieram à tona. Escolhi duas, que representam sua paixão pela coerência e firmeza de princípios:

O cenário era o gabinete do senador Humberto Lucena, em Brasília. Os aliados do governo e integrantes da bancada federal paraibana foram reunidos pelo ex-governador João Agripino. Agripino prometera ao presidente Sarney o apoio unânime de seus correligionários à tese dos cinco anos para o mandato presidencial que estava prestes a se findar.Passou essa informação aos deputados e foi ouvindo um a um. A maioria era a favor dos cinco anos, mas havia discrepâncias: João Agripino Neto, Cássio Cunha Lima e Antonio Mariz.

Agripino começou cobrando a posição do próprio filho. Agripino Neto reafirmou sua posição em favor dos quatro anos para o mandato presidencial, todavia, afirmou: “se o partido fechar questão, eu voto pelos cinco anos”. Chegando a sua vez, Cássio acompanhou a posição de Agripino Neto, apesar de defender o mandato de quatro anos, mas diante do “fechamento de questão”, não iria contrariar o partido. Mariz ouviu seus companheiros, contudo, não esperou ser cobrado: “Sou a favor dos quatro anos de mandato. Se o partido fechar questão, continuo votando a favor dos quatro anos”, encerrou o assunto. Fui testemunha da contrariedade de João Agripino.

Na batalha pela indicação para governador da Paraíba, pela via indireta, a ARENA estava dividida em dois blocos. O capitaneado pelo governador Ivan Bichara defendia a indicação do senador Milton Cabral e o outro queria a ascensão do deputado Mariz. Os ânimos ainda não estavam acirrados e os blocos dialogavam entre si. Conseguimos um encontro de Mariz e seus contestadores com a participação também dos que o apoiavam.

O cenário foi o antigo Elite Bar, de saudosa memória, em Tambaú, em frente à gameleira também desaparecida. A mesa que se formou era enorme, acomodando doze deputados de ambas as facções. Houve quem lembrasse a Ceia Larga, sem a presença do Cristo, mas com alguns candidatos a Judas. Pelos governistas falou o deputado Egidio Madruga expondo seus pontos de vista, mas asseverando que, pessoalmente, nada tinham contra o nome de Mariz. Como o processo de escolha era uma incógnita, qualquer um poderia ser escolhido, disse Egídio. Aquela reunião era para abrir o diálogo, por isso, “queremos saber, de logo, qual a sua posição com relação a nós que não o apoiamos, caso seja escolhido governador”? A resposta veio rápida, no estilo inimitável de Mariz:

– Se eu for governador, vou ensinar vocês a ser oposição durante quatro anos.
O desfecho desse episódio todos sabem: o escolhido para governar a Paraíba foi o professor Tarcísio de Miranda Burity.

A boate Passargada (primeira parte) Marcos Pires



 

Rose di Primo era a mais deslumbrante mulher brasileira em 1977. Várias vezes capa das revistas bacanas da época, foi a inventora da tanga, que incendiou nossa imaginação e as praias brasileiras. Pois bem, eu trouxe para a inauguração da minha boate não somente a glamorosa modelo, bem assim as quatro outras mais famosas profissionais da época. De quebra ainda veio o internacionalmente famoso fotografo Indalécio Wanderley, para produzir com elas uma série de fotografias que fizeram sucesso posteriormente numa matéria publicada na revista “de homem” mais cobiçada da época.

A ideia de construir uma boate aqui em João Pessoa sempre me perseguira. Morando fora desde os 17 anos (tanto no exterior mas principalmente no Rio de Janeiro) frequentava o que de melhor havia na época. O impulso final veio por dois caminhos diferentes. Eu havia sido testemunha do “acidente” que vitimou Zuzu Angel e morria de medo do que poderia me acontecer. Portanto, voltar para casa depois de tantos anos era uma espécie de proteção. Naquela época eu frequentava a New York City Discotheque, em Ipanema, e fui dos poucos felizardos que conheceram a Frenetic Dancing Days, que Nelson Mota instalou por alguns meses no Shopping da Gávea. Vi as Frenéticas nascerem (Abra suas asas, entre nessa festa…). Portanto, construir aqui a boate dos meus sonhos era uma espécie de desígnio da natureza.

Ah, leitores amigos; imaginem um garotão com vinte e poucos anos, solteiro, sem dimensão de custos porque os pais milionários bancavam tudo, pronto para aventurar-se na melhor fase de sua vida. De inicio procurei meu amigo Luciano Agra, que posteriormente viria a ser Prefeito da capital. Disse-lhe a pretensão e ele juntou-se com outro arquiteto, acho que um Jorge, e passamos muito tempo inventando o impossível porque naquela época nem o simples gelo cristal existia; quebrávamos barras de gelo para pôr nas bebidas. Basicamente eu queria uma boate onde a temperatura fosse muito fria, com um teto de vidro para todos verem a lua e as estrelas, um dancing montado em cima de um lago e arrodeado por uma cachoeira, sendo que na parte de baixo eu fazia questão de instalar aquelas aguas dançantes que o circo Thiany exibia. Tinha muito mais coisa, porém deixemos para o próximo capitulo onde direi da inauguração da boate e da razzia que as tais supermodelos provocaram aqui. Terá de tudo, inclusive boas fofocas.

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