Morre o cantor português Roberto Leal, aos 67 anos



 
Artista luso-brasileiro lutava contra um câncer e estava internado desde a última quarta (15) num hospital de São Paulo

Divulgação(foto: Divulgação)
O cantor português Roberto Leal morreu na madrugada deste domingo, em São Paulo, vítima de um câncer. Divulgada no jornal lusitano O Público, a informação foi confirmada pelo político José Cesário, deputado do parlamento português e amigo do músico. "A tristeza é enorme! Portugal e o Brasil estão de luto. Até sempre!", publicou Cesário no Facebook.

Talentos da minha terra - Cantora e compositora Gabriela Grisi



Naturalidade: João Pessoa – PB

Nascimento: 10 de junho de 1991

Formação artístico-educacional: Canto Popular (2011) pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Atividades artístico-culturais: Cantora, compositora e instrumentista.

E-mail: gabigrisi@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/GabriellaGrisiBR

Considerada um dos novos talentos do cenário artístico paraibano, Gabriella Grisi se apaixonou pela música desde a infância, influenciada por sua avó, que tocava piano, e seu pai, que cantava como hobby.

Com apenas 9 anos de idade, subiu no palco pela primeira vez para fazer um dueto com o cantor Benito Di Paula, um dos grandes nomes da música popular brasileira.

Aos 13 anos, começou a estudar música por influência do seu irmão, que tinha ganhado um violão como presente de aniversário. Aos 14, iniciou os estudos em Teoria Musical, na Escola de Música Anthenor Navarro, onde cursou canto lírico por dois anos, com a professora Sara Martins, e piano durante três anos e meio, com o maestro Luiz Carlos Durier. Apesar da formação musical erudita, Gabriella se identificava mais com o estilo de música popular.

Sua primeira composição foi feita ainda na adolescência, com 16 anos de idade, quando uma de suas professoras sugeriu que ela escrevesse uma música como trabalho escolar. Com a ajuda dos amigos Cileninha e Rostand, a jovem escreveu a canção “Meninos do Brasil”.

Gabriella revelou como foram os seus primeiros passos na carreira artística. “Trabalhar com música desde cedo é uma decisão difícil. Pensei em trabalhar com outras coisas antes, mas como a arte e a música sempre foram muito presentes na minha vida, eu não consegui deixá-las de lado”.

Em 2008, participou do Festival Nacional de Arte (FENART), na cidade de João Pessoa (PB), em parceria com o grupo Voluntários da Pátria. No ano seguinte, começou a cursar Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), mas abandonou a graduação. A partir de então, sua família percebeu o quanto a carreira musical era a verdadeira paixão da cantora, e passou a apoiá-la. A artista ingressou no curso de Canto Popular da UFPB, estudando com a professora Daniella Gramani.

Multi-instrumentista, Gabriella toca violão, piano, guitarra, escaleta e flauta doce. Tem o hobby de escrever nas horas vagas. Sobre suas influências musicais, revelou: “Vou de Nina Simone a Jackson do Pandeiro. Adoro a música nordestina, como Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Antônio Barros e Cecéu, Caetano Veloso, Djavan e tantos outros artistas brasileiros”.

No ano de 2011, realizou um pocket show no sarau poético “O Corujão”, da Livraria Letras e Expressões, no estado do Rio de Janeiro. Na ocasião, Gabriella Grisi foi apresentada para a plateia pelo cantor Jorge Ben Jor.

Em 2013, como um dos resultados do curso de Canto Popular, a cantora montou o show “Cravo e Canela”, inspirado no livro “Gabriela”, do escritor Jorge Amado. Brincando com o universo de dualidade da personagem do romance, que misturava o sensual com o inocente, e o doce com o apimentado, a cantora preparou um repertório que misturava composições autorais e músicas de artistas nordestinos, como Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Lula Queiroga e Dominguinhos. O musical fez parte do Projeto Vozes e foi apresentado na Estação Cabo Branco, na cidade de João Pessoa (PB).

No início de 2014, o show “Cravo e Canela” fez parte do Projeto Quintas Aumentadas, da Usina Cultural Energisa, na capital paraibana. No evento, Gabriella foi acompanhada pelos músicos Helinho Medeiros (teclado e acordeon), Gledson Meira (bateria), Léo Meira (guitarra), Adriano Ismael (contrabaixo), Léo Santos (percussão), Giovanna Maropo e Letícia Costa (backing vocal), com participação especial de Soraya Longo e do cantor Felipe Alcântara, do grupo Os Gonzagas.

Em 2015, Gabriella Grisi montou o show “O Afro-samba”, reunindo principalmente suas influências do jazz, samba e da música afro. A ideia do musical começou em São Paulo, quando a artista cantou “Berimbau” com o amigo e pianista Daniel Grajew, em um bar de jazz chamado All Of Jazz. “Na ocasião, o dono do bar me chamou pra fazer um show. Foi então que surgiu o insigth de fazer os afro-sambas com alguns elementos do jazz”, explicou a cantora.

O espetáculo foi feito em homenagem a Vinicius de Moraes e Baden Powell, e teve canções clássicas como “Samba da Benção”, “Canto de Ossanha”, “Pra que Chorar?” e “Berimbau”. Gabriella explicou que a escolha do repertório foi influenciada pelo disco “Os Afro-sambas”, de Vinicius e Baden, além de outras parcerias da dupla.

Com o acompanhamento dos músicos Daniel Pina (baixo), Felippe Francis (violão), Ricardo Brito (piano e direção musical) e Beto Preah (bateria), o show “O Afro-samba” foi apresentado no Restaurante Pontal do Cabo, na Praia do Cabo Branco, em João Pessoa.

Em 2016, a artista lançou pela internet seu EP intitulado “Cravo e Canela”. Com composições autorais, o disco conta com a participação da cantora Lucy Alves, na faixa “A Flor do Sertão”.

Gabriella Grisi tem um projeto no YouTube, chamado “Gabi Convida”, onde canta com amigos artistas. Em novembro de 2016, se mudou para Houston (EUA), para passar uma temporada aprimorando o inglês, tocando e seguindo seu sonho de divulgar a música brasileira pelo mundo.

Mega-Sena acumula e estimativa de prêmio é de R$ 120 milhões no próximo sorteio

Walla Santos
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A quina teve 154 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 47.474,72. Já a quadra teve 13.387 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 780,19.


Por G1
 

O prêmio acumulou pelo 12º sorteio seguido. (Foto: Walla Santos/ClickPB/Arquivo)
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.188 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (14) em São Paulo. O prêmio acumulou pelo 12º sorteio seguido.

Veja as dezenas sorteadas: 02 - 17 - 21 - 28 - 51 - 60.

A quina teve 154 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 47.474,72. Já a quadra teve 13.387 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 780,19.

A estimativa de prêmio do próximo concurso é de R$ 120 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Cida tacha de “infeliz” falas de presidente da ALPB sobre RC



 “De minha parte não tenho dificuldade” diz Romero sobre aproximação com João

A deputada estadual Cida Ramos, PSB, classificou como infeliz, durante entrevista essa semana, a fala do presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB), que acusou o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) de atropelar, passar por cima, e, até mesmo, humilhar colegas para garantir a presidência do PSB na Paraíba, quando, na verdade, educadamente, poderia ter expressado o desejo de comandar a legenda.

“Acho uma fala infeliz. Ricardo procurou construir a maioria para que João pudesse governar de forma consensual para que essa casa tivesse uma contribuição muito forte na gestão de João. Eu acho que cada um é responsável pelo que fala, agora, a verdade, ela é única e é a verdade do povo da Paraíba”, disse.

Ainda ontem, em entrevista, o presidente da Casa avisou que deixaria os quadros do PSB paraibano assim que houvesse uma janela partidária. Ele adiantou que, mesmo que haja uma reconciliação entre Ricardo e João, a decisão dele já está tomada.

PB Agora

Loucuras relativas - Marcos Pires



Mãe Leca foi Diretora do Juliano Moreira por quase 4 anos e tinha colado no vidro do seu carro um adesivo enorme daquela maravilhosa instituição, que lhe permitia acesso ao estacionamento interno do manicômio.

Um dia ela estava conduzindo duas amigas a quem dera carona, quando o policial de uma blitz de trânsito mandou que parasse. O militar pediu que ela apresentasse seus documentos. Obvio que Mãe Leca, como sempre, esquecera a bolsa em casa. Mas não se fez de rogada. Mostrou o adesivo e disse ao policial: “- O senhor me permite pegar a bolsa na mala do carro? É que trabalho no Juliano Moreira e estou levando essas duas pacientes para internar. Como a mais alta é violenta, eu tive medo de deixar a bolsa ao alcance dela. Mas por favor, fique tomando conta das duas que eu pego rapidamente a bolsa na mala e apresento os documentos”. As amigas, ao ouvirem a conversa, entenderam a situação e simularam umas caras e gestos de loucura.

O militar aboticou os olhos e respondeu: “- Como é? A senhora quer que eu fique tomando conta sozinho dessas duas loucas, sendo que uma delas é violenta? Tá doida, minha senhora, pode ir embora”.

Já dois amigos meus (F. e A.) estavam voltando para casa depois de um fim de semana na farra.

A. adormeceu e F., muito presepeiro, estacionou em frente ao supermercado Extra, onde à época funcionava a Clinica São Pedro, que cuidava de alienados mentais. Sem que o amigo acordasse, disse ao atendente que se tratava de um louco furioso, que precisava ser internado, mas que tivessem cuidado porque ele era violento e tinha a mania de dizer que não era maluco. ”- Pode deixar, aqui todos dizem que não são doidos”. Em seguida, quatro parrudos enfermeiros colocaram uma camisa de força no dorminhoco que acordou brabo, dando pesadas e dizendo que era normal.

Rindo muito, F. dirigiu-se para casa, onde pretendia tomar um banho e voltar para liberar A.. Porém adormeceu e acordou dez horas depois. Correu à clínica para esclarecer a brincadeira, mas os médicos não acreditaram ser uma patuscada ante a fúria que o interno demonstrou ao rever F.. Foi necessário um laudo de J., psiquiatra amigo de ambos, para liberar A..

Durante muitos anos quando os dois se encontravam num bar, A. confundia as orelhas de F. com um tira-gosto.

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