ECONOMIA: PIB da Paraíba cresce quase 13% em sete anos, diz IBGE



 
Publicado por: Larissa Freitas em 14/11/2019 às 07:04


O crescimento acumulado do Produto Interno Bruto (PIB) da Paraíba entre os anos 2010 e 2017 foi de 12,9%. Os dados são do Sistema de Contas Regionais, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (14).

O resultado aponta que os valores acumulados estão acima da média do Brasil, de 3,7% e também do Nordeste, de 6,5%. Entre os estados da região Nordeste, a Paraíba apresentou o 3º melhor resultado no mesmo período.

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Já em 2017, o PIB da Paraíba registrou uma queda de 0,1% no volume, em comparação ao ano de 2016. Junto com Rio de Janeiro e Sergipe, o estado foi um dos únicos do país a registrar variação negativa de volume. Apesar disso, o crescimento nominal, que não considera o desconto da inflação, foi de 5,6% no mesmo período e o montante atingiu R$ 62,39 bilhões.

O PIB paraibano teve uma participação de 6,5% no total do Nordeste e de 0,9% no nacional. Em termos de volume, a economia do estado se manteve estável. A variação em volume foi de -0,1%, influenciada pelo desempenho negativo da Indústria, de -4,5%, não compensada pela variação dos Serviços, de 0,5%.

Agropecuária foi o setor que mais cresceu na Paraíba
A agropecuária foi o grupo de atividade que mais cresceu em volume, com 8,9%, devido ao ganho de todas as atividades: agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.

Já a indústria registrou variação em volume negativa. Influenciaram no desempenho do setor os recuos em volume de indústrias extrativas, de construção e de indústrias de transformação.

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Por outro lado, a atividade eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação contribuiu de forma positiva por causa do aumento da produção de geradoras de energia eólica e do tratamento e distribuição de água e esgoto.

O grupo de atividade de serviços aumentou a participação em 0,7 ponto percentual, passando a concentrar 81% da economia do estado, em 2017.

 

Fonte: G1

Créditos: G1

João Azevedo não tem projeto. Ele sai do PSB em busca de um?




Por Flávio Lúcio

Finalmente, o grupo do governador João Azevedo anunciou o passo definitivo que os desafetos do ex-governador Ricardo Coutinho na política e na imprensa esperava ansiosamente.

Assim que Edvaldo Rosas soube que os deputados estaduais Buba Germano, Jeová Campos e Cida Ramos substituíriam João Azevedo, Veneziano Vital e ele próprio na Comissão Provisória estadual do PSB, o ex-presidente da legenda e atual Chefe de Governo, falando em nome do governador, disse que seu grupo vai buscar “outro projeto dentro do campo da esquerda” é que a “disputa no PSB é página virada”.

Essas declarações de Rosas merecem pelo menos duas observações.

Não se sabe o motivo de tanta demora para que esse anúncio fosse feito, afinal de contas, há semanas os três nomes substituídos haviam renunciado publicamente às indicações feitas pela Direção Nacional do PSB.

João Azevedo achava que os cargos vagos permaneceriam assim indefinidamente? Que o grupo liderado pelo ex-governador Ricardo Coutinho no PSB iria esperar até que houvesse uma reconsideração ou fosse anunciado o novo partido que João Azevedo pretende entrar para ser o dono, já que ele é “governador”?

Edvaldo Rosas fala também que o grupo “vai em busca de um novo projeto”.

Trata-se de uma estranha concepção de projeto essa. Primeiro, Rosas mostra que o grupo do governador não tem projeto, já que, ao que parece, o governador está à procura de um – quem sabe no PDT dos Feliciano, ou no Cidadania, de Nonato Bandeira, que, no caso do último, pertence àquela safra de partidos que se envergonham de serem chamados assim.

Essa lição, Edvaldo Rosas já deveria ter aprendido. Além de ser resultado de uma construção histórica e coletiva, todo projeto, portanto, pressupõe identidade política e ideológica que ganha forma e se aperfeiçoa. Todo projeto, enfim, tem objetivos de longo prazo para que possam ser compartilhados, tanto por seus militantes como por seus eleitores.

Por isso, Rosas confunde projeto com sigla partidária. Talvez não possa mesmo ser diferente disso, porque o grupo que capturou o Governo do Estado não parece ter nada em comum, além do interesse de ocupar e ampliar os espaços que já dispõem, no vácuo de poder ocasionado pela rasteira dada no ex-governador Ricardo Coutinho.

Depois de oito anos, o passado volta a bater as portas da Paraíba, mesmo depois de seu eleitorado ter se posicionado com clareza pela continuidade do projeto iniciado por Ricardo Coutinho.

Galdino diz que Ricardo Coutinho em João Pessoa e Vené em Campina são os nomes mais fortes na disputa para prefeito



 O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), elegeu o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB) como os nomes mais fortes para a sucessão eleitoral nas prefeituras de João Pessoa e Campina Grande, respectivamente.

“O nome mais forte em ganhar as eleições de Campina Grande é Veneziano, que me desculpe Inácio Falcão”, afirmou o presidente sobre Veneziano.

Ainda sobre o senador socialista, Galdino fez a ressalva de que, se Cássio Cunha Lima (PSDB) entrar no páreo em Campina Grande, a disputa fica em aberto.

As declarações do presidente da ALPB se deram durante entrevista à Rádio Arapuan FM, nesta quinta-feira (14).(do paraibaja)

Alvo na Justiça, Aécio aposta na defesa de municípios para voltar à cena




Por Lauriberto Pompeu Em 14 nov, 2019 - 16:20

Aécio conseguiu reverter cenário desfavorável dentro do PSDB.Agência SenadoAgência Senado
O candidato pelo PSDB nas eleições presidenciais de 2014, Aécio Neves, tem focado nos últimos meses em uma proposta de emenda à Constituição que facilita o repasse da União para municípios.

O deputado federal de Minas Gerais foi o relator da matéria em uma comissão especial na Câmara e teve seu parecer (íntegra) aprovado na última terça-feira (12). De acordo assessores de Aécio ouvidos pelo Congresso em Foco, a ideia é que a PEC seja votada na próxima semana no plenário da Câmara, no entanto, a movimentação ainda precisa ser chancelada por um acordo de líderes na Casa Legislativa.


O tucano é otimista e crê que a matéria pode ser aprovada ainda este ano. “Tenho confiança de que o teremos aprovado nos próximos 15 dias na Câmara e no Senado”, disse em mensagem compartilhada nas redes sociais.

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O prazo para isso acontecer é curto, pois o recesso legislativo começa em dezembro e os congressistas ainda precisam aprovar o planejamento para o orçamento federal de 2020.

Essa é a primeira iniciativa de destaque do tucano desde que saiu do Senado e assumiu o mandato como deputado federal este ano. Aécio era alvo de um processo interno dentro do PSDB que previa sua expulsão do partido, mas conseguiu anular a representação por ampla vantagem de votos.

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>PSDB arquiva pedido de expulsão contra Aécio Neves

O movimento contra Aécio foi iniciado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que quer expurgar da legenda quadros envolvidos em denúncias de corrupção. Doria queria usar essas ações como trunfo para uma candidatura presidencial em 2022.

Apesar de não ter sido condenado, o ex-candidato a presidente nas eleições de 2014 foi alvo de pelo menos nove inquéritos no Supremo Tribunal Federal após ser citado na delação premiada de Joesley Batista, dono da JBS.

Um desses casos evoluiu e transformou o mineiro em réu, que é o que trata do empréstimo de R$ 2 milhões pedido pelo tucano para bancar sua defesa na Lava Jato.

De postura comedida durante a maior parte deste ano, o tucano vem nos últimos dias se posicionando tanto contra o governo de Jair Bolsonaro quanto contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na semana passada, ele criticou a ideia do governo federal de extinguir municípios com menos de 5 mil habitantes e que não tenham pelo menos 10% de receitas próprias.

“É extremamente simplista a proposta do governo de extinção de 1254 municípios do país. Minas Gerais, pelos critério definidos, perderia mais de 200. A população dos municípios continuaria viver nessas comunidades passando a enfrentar maior dificuldade no acesso a serviços básicos”, disse em texto publicado nas redes sociais.

O tucano cobra que seja criado pelo governo um plano de fomento e regras tributárias diferenciadas para as cidades. “Extinguir os municípios é mera ilusão. Os problemas não serão extintos”, declarou.

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Na segunda-feira (11), ao comentar a soltura de Lula, o mineiro pregou uma união de políticos não identificados nem com o PT, nem com Bolsonaro.

“O radicalismo se retroalimenta. Ou o centro toma coragem e reage, ou o Brasil vai sofrer mais do que poderia imaginar”, disse ao jornal Folha de São Paulo.

Aécio foi escolhido relator da PEC que prevê transferências diretas da União para estados e municípios após garantir a permanência no PSDB e deixar claro que tem o apoio da maioria dos colegas para se manter no partido.

O tucano tem usado a relatoria com um trunfo político em sua base eleitoral, em Minas Gerais. Ele tem promovido eventos com prefeitos de cidades mineiras para apresentar a iniciativa, que facilita a transferência de verbas para os municípios.

A proposta relatada por Aécio é de de autoria da presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), que organizou a PEC quando era senadora. A matéria retira a previsão de que os repasses feitos pela União precisam ser homologados por bancos estatais com a Caixa Econômica Federal.

O texto já passou por uma aprovação no Senado, mas, se aprovado pelos deputados, precisa de uma nova análise visto que o tucano alterou a PEC original de Gleisi.

Entre as mudanças feitas por Aécio na PEC estão restrições aos repasses feitos por meio de títulos de doação, como a proibição de que o dinheiro seja usado para despesas com funcionários.

“Recursos das transferências especiais [70%] deverão ter aplicação final em despesas de capital, excetuado, naturalmente, o pagamento de amortizações da dívida pública do ente federado. Isto significa que estes recursos serão aplicados em obras públicas, na compra de equipamentos e outros investimentos. Os 30% restantes podem ser aplicados em despesas de custeio, mas não podem ser destinados ao pagamento de despesas com pagamento de pessoal e encargos sociais ou de juros da dívida pública”, consta no relatório aprovado pela comissão especial.

Divulgado resultado preliminar do concurso com mil vagas para professores do Estado da PB




O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado ainda neste mês de novembro. O concurso ofereceu mil vagas para professores de 13 disciplinas.


Por ClickPB
O candidato poderá consultar seu desempenho no endereço eletrônico do Instituto AOCP, banca organizadora do certame. (Foto: Pixabay/Ilustrativa)
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração, publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (14) o resultado e a classificação preliminar do concurso para o magistério. A lista também está disponível na edição online do Diário Oficial do Estado (DOE). O candidato poderá consultar seu desempenho também no site do Instituto AOCP, banca organizadora do certame.

Caberá interposição de recurso, que deverá ser protocolado em formulário próprio, disponível no endereço eletrônico da AOCP no período da 0h00 do dia 18 de novembro até as 23h59 do dia 19, observado o horário oficial de Brasília (DF).

O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado ainda neste mês de novembro. O concurso ofereceu mil vagas para professores de 13 disciplinas: Artes (72), Biologia (150), Educação Física (68), Filosofia (6), Física (47), Geografia (72), História (78). Língua Espanhola (18), Língua Inglesa (61), Língua Portuguesa (195), Matemática (199), Química (28) e Sociologia (6). Das 1.000 vagas oferecidas para o cargo efetivo de Professor de Educação Básica III, da carreira do Magistério Estadual, 50 vagas são destinadas às pessoas com deficiência.

As provas foram aplicadas no dia 21 de julho nos municípios de Cajazeiras, Campina Grande, Catolé da Rocha, Cuité, Guarabira, Itabaiana, Itaporanga, João Pessoa, Mamanguape, Monteiro, Patos, Pombal, Princesa Isabel e Sousa.

Os vencimentos para o cargo de Professor de Educação Básica III – Classe B, poderão chegar ao valor de R$ 3.468,12, somando-se o valor do vencimento básico (R$ 2.110,12) mais o Bolsa Desempenho (R$ 1.208,00), acrescido da Bolsa de Incentivo ao Programa de Modernização e Eficiência da Gestão de Aprendizagem da Paraíba (R$ 150,00).

Os nomeados ainda poderão receber mais benefícios, como o Prêmio Mestre da Educação, que dá direito ao 14º e 15º salários, além do Prêmio Escola de Valor e o Bolsa Ensino Médio Inovador (Proemi), do Ministério da Educação (MEC). A carga horária é de 30 horas semanais.

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