Morre candidata a prefeitura de Solânea

 
O presidente estadual do partido, Tárcio Teixeira, lamentou a morte da companheira e desejou força aos amigos e familiares de Rosângela

Rosângela Vital era candidata a prefeitura de Solânea pelo PSOL (Foto: Reprodução/Facebook)
Na manhã desta segunda-feira, faleceu Rosângela Vital, candidata a prefeitura de Solânea pelo PSOL. Conhecida como Rosa, a candidata já vinha lutando contra um câncer que atrapalhava sua participação em atividades de campanha.

Rosângela passou a última semana em João Pessoa, tratando a doença no Hospital Clementino Fraga. Segundo informações, a candidata estava há dias sem comer e dormir por conta da doença e na madrugada de hoje, ela não resistiu.

O presidente estadual do partido, Tárcio Teixeira, lamentou a morte da companheira e desejou força aos amigos e familiares de Rosângela, Pessoas próximas a Rosângela deixaram mensagens de solidariedade e apoio nas redes sociais

Rosângela Vital tinha 48 anos e era agente comunitária de saúde na cidade.


Ricardo entrega Barragem Nova Camará beneficiando 225 mil habitantes

 


Ricardo entrega Barragem Nova Camará beneficiando 225 mil habitantes

O governador Ricardo Coutinho inaugurou, nesta segunda-feira (26), a obra da Barragem Nova Camará, em Alagoa Nova, beneficiando aproximadamente 225 mil habitantes de mais de 20 municípios paraibanos, que sofreram com o rompimento da antiga barragem em 2004, quando mais de 800 famílias ficaram desabrigadas, quatro pessoas mortas e cidades destruídas. Mesmo antes de inaugurada, a Nova Camará já vinha sendo considerada a redenção de toda região do Brejo. Os investimentos ultrapassam R$ 48,6 milhões. Ricardo também entregou a primeira etapa do Sistema Adutor Nova Camará, que levará água de boa qualidade da barragem para mais de 48 mil habitantes. A vice-governadora Lígia Feliciano, o deputado federal Damião Feliciano, deputados estaduais, auxiliares do Governo e lideranças da região também participaram da inauguração.

Na ocasião, o governador caminhou pela obra e comentou que, após 12 anos da tragédia, Camará ressurge totalmente reconstruída e segura. Camará começou a ser reconstruída em 2012 e tem capacidade para acumular 26 milhões de metros cúbicos de água. “Essa barragem tem uma história trágica que causou mortes e destruição, devido a omissão de algumas partes. Quando entrei no Governo, sabia que era preciso reconstruir essa obra para o bem da população. Hoje, tenho a honra e felicidade de estar aqui inaugurando a Barragem Nova Camará, que representa R$ 48 milhões em investimentos. Estamos escrevendo uma nova página para a história de Camará. E nesta segunda, também é um dia histórico porque tanto Esperança quanto Remígio já passam a receber a água de Camará, através da primeira etapa do Sistema Adutor Nova Camará. Esse era um dos grandes desafios que essa gestão tinha e que conseguimos cumprir”, pontuou.

Ricardo também falou sobre a chamada Primavera das Águas, um conjunto de obras que estão sendo entregues promovendo a segurança hídrica no Estado. “Já inauguramos a adutora de Natuba, Aroeiras, Conceição, Areia, Camará e esta semana ainda devo entregar a adutora de Jandaia, que significam R$ 280 milhões investidos. Ou seja, é muita coisa para a Paraíba festejar na área de recursos hídricos. São 1.100 km de adutoras entre as inauguradas e as que estão sendo feitas pelo Estado”, falou.

De acordo com secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, a obra trará para a região a tão sonhada segurança hídrica. “Hoje é um dia histórico para o povo e para quem trabalha neste Governo. A Barragem Nova Camará está pronta e entregue. Nós nos preocupamos também em elaborar e começar uma implantação de adutoras que estão em execução e levarão água de Camará para as cidades. Então é uma obra de extrema importância para os moradores das redondezas. Esta semana a água da Barragem Nova Camará já vai chegar para Remígio e Esperança. Essa gestão trabalha muito para levar esse líquido precioso até as residências da população”, afirmou.

Algodão de Jandaíra, Alagoa Nova, Areial, Campinote, Cepilho, Esperança, Chã de Marinho, Floriano, Jenipapo, Puxinanã, Lagoa Seca, Matinhas, São Tomé, Lagoa do Mato, Pocinhos, Remígio, São Miguel e São Sebastião de Lagoa de Roça serão beneficiados com a entrega da Barragem Nova Camará.

Já a primeira etapa do Sistema Adutor Nova Camará representa um investimento de R$ 28 milhões e beneficia Remígio e Esperança. Quando for concluído o sistema atenderá mais 11 municípios: Alagoa Nova, Alagoa Grande, Algodão de Jandaíra, Arara, Areial, Lagoa Seca, Matinhas, Montadas, Pocinhos, Puxinanã e São Sebastião de Lagoa de Roça.

“A Barragem Nova Camará tem um significado ímpar para a sociedade. O rompimento da obra deixou marcas trágicas e agora a história será reiniciada de forma segura. Nova Camará ressurge e vai garantir água para toda essa região. O Governo do Estado está de parabéns por esta obra grandiosa”, pontuou o deputado estadual Gervásio Maia Filho.

Lembranças da tragédia – O aposentado José Vicente, de 82 anos, lembra que na noite do rompimento da Barragem foi um desespero nas cidades vizinhas. Era muita gente correndo para sair das casas e fugir da inundação. Conheço muitas pessoas que perderam tudo, uma tristeza grande. Agora esta obra foi refeita, está bonita e é só esperar Jesus mandar a água da chuva para encher a Barragem de Camará mais uma vez”, comemorou.

“Acredito que os moradores de Alagoa Grande foram os que mais sofreram com a inundação provocada pelas águas da Barragem Camará. Minha antiga vizinha ficou desabrigada, perdeu, além da moradia, os documentos pessoais. Foi um tempo muito difícil para a população das cidades que foram vítimas da inundação”, comentou a dona de casa Maria das Neves.

A estudante Ana Beatriz também relatou momentos do dia em que a tragédia aconteceu. “Felizmente eu moro numa parte de Alagoa Nova que não foi muito atingida. Mas, lembro muito bem do sofrimento de alguns amigos que ficaram sem ter onde morar, principalmente as pessoas de Alagoa Grande. Os postes foram arrancados, casas derrubadas, escolas e postos de saúde ficaram sem funcionar. Enfim, foi uma parte da história triste de lembrar. Agradeço ao governador por não deixar Camará esquecida. A Nova Camará com certeza só vai trazer alegrias para a população”, falou.

O rompimento da Barragem – Na noite do dia 17 de junho de 2004 a barragem de Camará se rompeu, levando desespero aos moradores das cidades de Alagoa Nova, Alagoa Grande, Areia e Mulungu. Mais de três mil pessoas ficaram desabrigadas e quatro morreram. O rompimento causou devastação, a água inundou ruas da parte baixa destes municípios, destruiu imóveis e saiu arrastando tudo pela frente. A tragédia marcou a vida de mais de 800 famílias da área.


Ricardo alfineta Cássio e Maranhão ao criticar “política mesquinha” da Paraíba


De acordo com o socialista, houve um profundo descaso de governos passados que culminou com o rompimento da barragem

ricardocoutinho

O governador Ricardo Coutinho (PSB) alfinetou os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB) e José Maranhão (PMDB) durante solenidade de entrega das obras da Barragem Nova Camará, localizada em Alagoa Nova. De acordo com o socialista, houve um profundo descaso de governos passados que culminou com o rompimento da barragem.

“A política precisa de coragem para mudar conceitos e apostar naquilo que é concreto. Nós fizemos grandes intervenções e o ranking de competitividade colocou a Paraíba em segundo lugar em investimentos em infraestrutura, perdendo apenas para São Paulo”, disse.

Para o governador, a “política mesquinha”, que prioriza apenas a disputa eleitoral, está se acabando na Paraíba.

“O tempo da política mesquinha está passando. A Paraíba está avançando e precisa avançar cada vez mais. Espero que Deus nos dê forço para perseverar nesta caminhada”, falou.

Blog do Gordinho


Cida sobe, Cartaxo volta a cair e diferença entre os dois é de 7,4 pontos percentuais

 

Na reta final da campanha eleitoral de 2016, a TV Master divulga números de pesquisa para a corrida à Prefeitura de João Pessoa. A emissora de TV a cabo contratou o Instituto LGLUZ Consultoria e Serviços LTDA, que ouviu os posicionamentos de 1200 eleitores da Capital.

Conforme a pesquisa, o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), recebeu 42,1% das intenções de votos, na pesquisa estimulada. A candidata Cida Ramos (PSB) tem 34,7% da preferência, seguida do Professor Charliton (PT) com 2,2% e Victor com 0,8

Alguns números que precisam ser levados em consideração são os eleitores que disseram não votar nos candidatos (4,4%), os que disseram votar nulo (4,6%), aqueles que não sabem em quem votar (6,8%) e os eleitores que não quiseram responder (4,4%).

A consulta foi realizada entre os dias 22 a 24 de setembro, com margem de erro de 2,9% para mais ou para menos. A pesquisa custou R$ 12 mil e a estatística responsável é Ianne Rafaella Santos Melo. As informações são do blog Polêmica Paraíba.


‘Vou fazer turnê’ para lançar livro, declara Cunha

Moacir Lopes Moacir Lopes


Josias de Souza 


Sem mandato, Eduardo Cunha corre contra o relógio para preparar seu livro sobre o impeachment, a ser lançado no final do ano. “Vou lançar em Brasília, disse ele, em entrevista ao Valor. “Depois, todas as capitais e grandes cidades. Vou fazer turnê.” Ainda que Dilma Rousseff resolva contar a mesma história, Cunha avalia que seu roteiro será mais completo. “A Dilma pode até fazer um livro. Mas só pode contar a ótica dela. Eu posso contar a ótica de quem fez o impeachment.”

Cunha ainda não sabe quem editará a versão impressa do livro. Mas já escolheu a editora da versão eletrônica: “O digital devo fazer com a Amazon.” Ele reiterou que reproduzirá todas as conversas que manteve na fase de articulação do impeachment. Esteve inclusive com Lula. “As conversas que tive com ele vou relatar dia, hora e local.”

Mencionará proposta de acerto que diz ter recebido do chefe da Casa Civil de Dilma. “Houve proposta do PT pelo Jaques Wagner. Seria uma coisa absolutamente inócua. Qualquer acordo no conselho [de Ética da Câmara] vai depois para o plenário. Vencer ou perder no conselho não muda nada.”

Perguntou-se ao ex-deputado: Os políticos vão ficar melhores, menos fariseus, menos covardes nesse livro? E Cunha: “Não sei. Vai ser engraçado. Vou me divertir muito.” O personagem atribui a cassação do seu mandato não à roubalheira na Petrobras, mas a uma suposta vingança por seu protagonismo na deposição de Dilma.

Cunha põe em dúvida o título de político mais odiado do país. “Em São Paulo não posso andar, sou celebridade‘‘, diz, a certa altura. “Não sei se eu sou o mais odiado”, declara noutro ponto da conversa. “Eu sofri uma exposição negativa de mídia sem precedentes. Muito maior que a Dilma sofreu. Não dá nem pra comparar. Me transformaram, de repente, no chefe do petrolão. Agora entrou o Lula.”

Prosseguiu: “Eu estou andando na rua com muita naturalidade. Tem mais grupamentos positivos do que contrários. Tem gente contrária? Tem. Principalmente da semana passada pra cá, depois da cassação, ficou mais acirrado. Dos dois lados.”

Cunha contou um episódio que sucedeu no aeroporto: “Na quinta-feira passada, quando eu embarcava para o Rio, veio grupo com três ou quatro petistas atrás de mim no aeroporto, me ofendendo. Até que chegou num ponto, eu cheguei na praça de alimentação, e fui cercado por uns 50 aplaudindo e gritando para os para os caras ‘Fora, PT‘, ‘Fora, Dilma’, ‘Obrigado pelo impeachment’.”

Acha que se elegeria, se pudesse concorrer em 2018? “Se você perguntar se posso disputar uma eleição de governador, majoritária, talvez meu nível de rejeição, causado pelo desgaste, não permita. Mas para eleição proporcional vou ter muito mais voto do que eu tive antes.”

Vou ter mais voto?!? Como assim, cara pálida?!? Por um instante, Cunha parece ter esquecido que a cassação tornou-o inelegível por oito anos. De resto, o ex-deputado ainda não se deu conta de que perdeu a controle sobre o próprio futuro. Fala em realizar no final do ano uma “turnê” de lançamento do seu livro sem levar em conta a hipótese de estar atrás das grades.


Pressão por reajuste evidencia disparidades no setor público

 

A guerra por salários entre servidores evidencia também disparidades que marcam as remunerações no setor público. É o caso do auxílio-alimentação, que é cerca de 100% maior no Legislativo e no Judiciário em relação ao Executivo. Enquanto o vale-refeição pago aos funcionários do Executivo é de R$ 458 mensais, o valor chega a R$ 884 no Judiciário e a R$ 924 na Câmara e no Senado.

Os servidores ainda recebem auxílio pré-escolar e auxílio à saúde, valores que reforçam a remuneração básica mês a mês e que também demonstram realidades diferentes entre os Poderes. No auxílio pré-escolar, o valor é de R$ 782 para o Legislativo, de R$ 699 para o Judiciário e de R$ 321 para funcionários do Executivo.

As disparidades se estendem aos salários básicos (sem benefícios) de algumas carreiras, como a de médico. Na Fiocruz, uma instituição de excelência em saúde pública, um médico com doutorado ganha entre R$ 4,2 mil e R$ 8,4 mil mensais por uma jornada de 20 horas.

 

Já um médico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sem especificação de titulação, recebe de R$ 10,7 mil a R$ 16,1 mil pela mesma carga horária, segundo dados do Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento. Os dados são de julho deste ano.

A negociação conduzida pelo governo agravou as discrepâncias já existentes. Ao prever a criação de um bônus de produtividade no projeto dos auditores fiscais da Receita, o governo rompeu com a equiparação que havia entre a carreira e o Tesouro Nacional, que deflagrou greve em protesto à medida.

Outras categorias, como funcionários do Banco Central e do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, também passaram a reivindicar a criação de um bônus. "Não temos de comentar sobre o pedido de outras categorias", rebateu o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), Cláudio Damasceno.

Entre as carreiras que já tiveram o reajuste assegurado, a avaliação é de que o governo apenas honrou o acordo firmado. "Eles já avaliavam todo o contexto político e econômico. Mas tem algumas carreiras que não aceitaram (a proposta do governo) e talvez tenham perdido a oportunidade de ganhar", disse a presidente da Associação Nacional dos Membros das Carreiras da Advocacia-Geral da União (Anajur), Joana Mello. Com o aumento, os salários iniciais da AGU passarão de R$ 17,33 mil neste ano para R$ 19,2 mil em 2017. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Notícia retirada do Portal do Servidor Federal: http://www.servidorfederal.com/2016/09/pressao-por-reajuste-evidencia.html#ixzz4LROY1k90


Reforma da Previdência: governo está disposto a proibir desaposentação


Regra deverá constar da proposta de reforma da Previdência, que o Planalto pretende enviar ao Congresso Nacional nesta semana ou, no máximo, logo após as eleições

Correio Braziliense

Célia Perrone
Thiago Fagundes/CB/DA PressEm qualquer serviço, quem paga mais espera retorno maior. Mas, quando se trata da Previdência Social, com tantas distorções e injustiças, essa lógica só vale para os que se esforçam muito. Foi o que levou 182.138 pessoas a buscarem na Justiça a desaposentação, o recálculo do valor que recebem do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Aposentadas, elas continuaram no mercado de trabalho. Como efeito da reforma de 1999, tornaram-se obrigadas a seguir contribuindo com o INSS. Exigiram, então, que a conta do benefício a que têm direito seja refeita, já que desembolsaram mais. Por falta de previsão legal sobre o tema, caberá à Justiça decidir. O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou na semana passada a data da retomada do julgamento do tema: 26 de outubro.


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Até lá, porém, a confusão só vai aumentar. No projeto de reforma da Previdência, o governo pretende deixar claro que a desaposentação é proibida. Há, no Planalto, quem defenda enviar até a próxima sexta-feira ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema, antes do primeiro turno das eleições municipais, ou, no máximo, pouco depois do resultado das urnas.

Alguns argumentam que é preciso, antes, debater o tema com empresários e trabalhadores. Mas o grupo que defende a celeridade quer dar ao mercado um sinal claro de compromisso com o ajuste fiscal.

Prejuízo
Para especialistas, o julgamento da desaposentação no STF será prejudicado se a matéria já estiver em discussão no Congresso. Dois anos atrás, quando o julgamento foi interrompido, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, votou favoravelmente. Mas pretende dar ao Congresso 180 dias para que faça uma lei sobre a questão. Com isso, a perspectiva de veto à desaposentação no Legislativo impedirá qualquer decisão favorável no Judiciário aos aposentados que buscam o recálculo do benefício.

A tendência é que a discussão seja novamente adiada no STF. “Já que a Corte esperou até agora, poderia esperar mais seis meses”, argumenta a advogada Jane Berwanger, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP). Ela vê chances de que o Congresso faça o Executivo voltar atrás no veto à desaposentação. “Isso poderia ser usado como moeda de troca. Será difícil conseguir a aprovação da reforma, pelas medidas duras que se quer aprovar”, completa.


Bancários e Fenaban negociam em busca de acordo que coloque fim à greve

 

Agência Estado
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltam à mesa de negociação nesta terça-feira, 27, às 14h, para tentar chegar a um acordo que coloque fim à greve dos bancários, que completou 21 dias nesta segunda-feira, 26. A informação é do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

"Na sexta-feira (23), enviamos carta à Fenaban reiterando nossa disposição para negociar com os bancos. Esperamos que eles voltem à mesa de negociação com uma proposta condizente com seus lucros. Já são 17 dias sem nova proposta e os trabalhadores e a população não podem ser prejudicados pela ganância dos banqueiros", disse em nota a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, Juvandia Moreira.

Um balanço feito pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região mostra que 913 locais de trabalho, sendo 10 centros administrativos e 903 agências, fecharam nesta segunda-feira. Estima-se que mais de 32 mil trabalhadores participaram das paralisações.

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A data-base dos bancários é 1º de setembro. A categoria entregou pauta com as reivindicações no dia 9 de agosto e, após cinco rodadas de negociação com a Fenaban, não houve acordo para o índice de reajuste e demais reivindicações.

No dia 30/8 os bancos apresentaram proposta com reajuste de 6,5%, com R$ 3.000 de abono para os trabalhadores. A categoria rejeitou a proposta e a greve teve início no dia 6 de setembro. A segunda proposta aconteceu no último dia 9, com reajuste de 7% (com 2,39% de perda salarial) e abono de R$ 3.300, rejeitada na mesa de negociação. Nas outras duas reuniões, em 13 e 15 de setembro, não houve mudança na proposta. O sindicato dos bancários pede 14,78% de reajuste (alta real de 5%, considerando a inflação).

Segundo apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, na última sexta-feira, do lado dos bancos, não há a expectativa de um impacto do acordo salarial com a classe que justifique a elevação dos guidances de despesas para o ano, segundo fontes. Ainda que o aumento fique acima do orçado pelas instituições, em torno dos 7%, explica um executivo, será compensado com corte de custos e também de funcionários. "Os bancos estão cada vez mais eficientes. Se aperta de um lado, sai do outro. Os bancos terão de desligar mais gente", afirma um executivo.


Além disso, o impacto da paralisação nos resultados dos bancos é cada vez menor, em meio à migração das transações bancárias para os canais digitais, como o internet banking e o mobile banking.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) destacou, em nota ao Broadcast na sexta-feira que o uso de canais alternativos às agências bancárias para fazer operações, especialmente os meios eletrônicos, tem sido eficaz para minimizar os efeitos da greve. Juntos, internet banking e mobile banking responderam por mais da metade das transações bancárias (54%). "O internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações em 2015, com 33% do total, o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias. As contas com internet banking saltaram de 56 milhões, em 2014, para 62 milhões no ano passado", reforça a Febraban.

"A tendência é impactar cada vez menos. Cada vez mais as operações são on-line e digitais", diz um analista de bancos.


Operação Omertà - PF suspeita que Jorge Viana tenha relação com propina negociada com Palocci

 
SUSPEITA É QUE ELE SEJA “O MENINO DA FLORESTA” IDENTIFICADO NA PLANILHA DA ODEBRECHT

SUSPEITA É QUE VIANA SEJA “O MENINO DA FLORESTA” IDENTIFICADO NA PLANILHA DA ODEBRECHT
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A 35ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta segunda-feira, 26, conduziu de maneira coercitiva para depor o consultor Marcio Antônio Marucci, um ex-assessor do Senado ligado ao senador Jorge Viana (PT-AC). As suspeitas são que ele possa ter relação com propina negociada pelo ex-ministro da Fazenda e Casa Civil Antonio Palocci, com a empreiteira Odebrecht.
Viana – irmão do governador do Acre, Tião Viana (PT) – não é alvo da Operação Omertà, nome da 35ª fase. As suspeitas dos investigadores é que ele seja “o menino da floresta” identificado na planilha do Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, tratado pelos investigadores como o “departamento da propinas”. O senador do Acre é engenheiro florestal.

A Lava Jato rastreou entregas de valores no endereço de Marucci. Em março de 2015, o alvo foi nomeado assessor parlamentar na primeira vice-presidência do Senado. Ele foi exonerado do cargo em junho deste ano.

As investigações contra Viana correm no Supremo Tribunal Federal (STF), onde estão os alvos com foro privilegiado. (AE)


Senhorita Andreza - Grazziotin apoia promotora de festas regada a drogas e sexo

A CANDIDATA A VEREADORA FOI PRESA NO INÍCIO DO ANO COM DROGAS E MUNIÇÃO PARA ARMAS DE FOGO. FOTO: POLÍCIA CIVIL A CANDIDATA A VEREADORA FOI PRESA NO INÍCIO DO ANO COM DROGAS E MUNIÇÃO PARA ARMAS DE FOGO. FOTO: POLÍCIA CIVIL

 
PARA SENADORA, JOVEM REPRESENTA MULHERES, JOVENS E TRABALHADORES


Durante a passagem por Belém para participar de eventos da campanha de Lélio, candidato do partido a prefeito, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) gravou vídeo de apoio à candidata a vereadora Senhorita Andreza.
No vídeo (abaixo), a senadora diz já conhecer a fama de Andreza e que "sem dúvida nenhuma ela será uma grande vereadora, uma representante da juventude, das mulheres, dos trabalhadores e dos estudantes".

 

A candidata a vereadora é conhecida na cidade por promover festas, ou "sociais", regadas a álcool, drogas como maconha e cocaína, além de exploração sexual de mulheres. Em outro vídeo (abaixo) a Senhorita Andreza pode ser vista convocando as pessoas para mais uma festa do tipo.

No início deste ano, Andreza foi presa em casa pela Polícia Civil sob acusação de tráfico de drogas, mas, para surpresa dos agentes, além das drogas foram encontrados produtos odontológicos e munição para armas de fogo. Além de Andreza, outras cinco pessoas foram presas na casa da agora candidata, incluindo seu marido e um assassino confesso.

 

Em nota, a senadora alega que todos são "responsáveis pelos próprios atos" e "devem ter a chance de corrigir os erros". Grazziotin não reiterou o apoio, mas disse que o PCdoB apoia Andreza por sua "força e determinação". De acordo com a nota, a "candidata agora abraça a militância política como um novo caminho na vida".


 


Demorou - Ficha de Palocci é suja desde quando foi prefeito

 

ANTES DE FICAR MILIONÁRIO NOS GOVERNOS LULA E DILMA, PALOCCI SE ENVOLVEU ATÉ COM A "MÁFIA DO LIXO" EM RIBEIRÃO PRETO. (FOTO: WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO)
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A prisão de Antônio Palocci, ex-ministro de Lula e de Dilma, levou o PT a fingir “indignação” outra vez, como se os ladrões fossem heróis e os culpados estivessem na força-tarefa da Lava Jato. Palocci é chamado de “ladrão” pelos adversários desde quando foi prefeito de Ribeirão Preto (SP) e acusado de envolvimento no escândalos como da “máfia do lixo”. Como ministro, foi acusado de multiplicar sua fortuna. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Rogério Buratti, ex-assessor, revelou que a “máfia do lixo” da prefeitura de Ribeirão Preto pagava mensalão de R$ 50 mil a Antonio Palocci.

O caseiro Francenildo sofreu perseguição implacável após confirmar que Palocci ia muito a mansão frequentada por prostitutas, em Brasília.

Condenada a pagar R$ 400 mil ao caseiro, a Caixa alegou não ter havido quebra, mas somente a “transferência” do sigilo a Palocci.


Lado mais fraco - Receita cobra R$23,8 bilhões dos pequenos e poupa os grandes devedores

 

RECEITA COBRA R$ 23 BILHÕES DE PEQUENOS E IGNORA R$ 392 BILHÕES DE GRANDES
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A Receita Federal notificou ontem 668.440 microempresas e pequenas empresas a pagarem quase R$ 23,8 bilhões em débitos com impostos, previdência etc, que têm prazo apertado de 30 dias para isso ou serão excluídas do regime tributário Simples. A Receita não informou se vai adotar providências contra dívidas semelhantes, no valor astronômico de R$ 392 bilhões, de apenas 500 grandes empresas brasileiras. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Só a fraude detectada pela Operação Acrônimo no Carf, o Conselho de Administração de Recursos Fiscais, é de mais de R$ 20 bilhões.

O rombo estimado pela Lava Jato na Petrobras é de R$ 23 bilhões, mesmo valor das dívidas das 668.440 empresas que serão esfoladas.

Após os desacertos do governo Dilma, que permanecerão impunes, o rombo no orçamento previsto do governo federal é de R$ 170 bilhões.

Só um diretor da Fiesp deve à Receita, na pessoa física, um terço da dívida das 668 mil empresas no paredão da Receita: R$ 6,9 bilhões.


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