Presidência da República recebe texto aprovado no Congresso que reajusta salários de servidores


 Segundo nota divulgada pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), já está na Casa Civil o Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 16, de 2017 (Medida Provisória nº 765/2016), que trata do reajuste salarial de oito categorias e que do bônus de eficiência para o pessoal do Fisco.

De acordo com a Anfip, o texto foi encaminhado nesta terça-feira (20) para análise do presidente da República, que tem até o dia 10 de julho para sancionar a matéria, total ou parcialmente (com vetos).

 

Paridade remuneratória

Para a Anfip, a luta não acabou. Durante toda a campanha salarial, a Associação e suas regionais foram enfáticas na defesa da paridade entre ativos e aposentados, compromisso histórico com seus associados, e pela manutenção do subsídio.

Mesmo com o texto aprovado pelo Congresso Nacional, a entidade, em conjunto com sua equipe jurídica, prepara as petições iniciais para o ajuizamento das ações para o restabelecimento da paridade remuneratória, bem como a repristinação das rubricas salariais que deixaram de ser pagas quando do surgimento do subsídio.

O patrono dos processos judiciais é o escritório de advocacia coordenado pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), jurista Carlos Velloso. As ações somente serão protocoladas quando da publicação da Lei resultante do projeto aprovado no Congresso Nacional.

Fonte: Correio Braziliense,


Acesse a Postagem Original: http://www.servidorfederal.com/2017/06/presidencia-da-republica-recebe-texto.html#ixzz4kkFA9JKd


Brasil, Percam as esperanças, queridos otimistas - Francis Lopes de Mendonça


 

Percam as esperanças, queridos otimistas! O couro continua comendo no Brasil real do andar de baixo com desemprego em massa e recrudescimento dos problemas sociais, enquanto que no Brasil inacreditável do andar de cima a realidade é suficientemente abjeta e revoltante com os marginais a quem chamamos de "políticos" cuidando dos seus interesses de poder e seus privilégios e dispostos a tudo para livrar a pele, até mesmo se unir a seus piores inimigos numa guerra mortal que está aniquilando a sociedade brasileira, contanto que esses marginais travestidos de políticos sobrevivam para continuarem pilhando o dinheiro da nação.

Aliás, a notícia de roubalheira é uma coisa corriqueira. Mas o pior é saber que esses marginais permanecem mandando no país até que outros marginais tomem o poder, de forma democrática, para continuar os assaltos ao erário da nação.

Não é para isso que somos obrigados a participar dessa farsa, nem que o ato de participação seja apenas para dar o aval com o nosso voto a esse joguinho de dados viciado, só para darmos sustentação e legitimidade ao rol assombroso e escroto de privilégios especiais do poder dos quais nós, pessoas comuns, estamos excluídos?

Tudo embalado pelo espírito das "Diretas Já", de 1984, que hoje não passa duma imagem romântica perdida no tempo, morta e sepultada de vez pela polarização do confronto das minorias.

A História não se repete, a não ser como farsa. Na realidade, o Estado brasileiro apenas está servindo para ancorar um grande esquema de alimentar mordomias e mamatas imagináveis e inimagináveis do Legislativo, Executivo e Judiciário que são compostos por castas de senhores feudais viciados em benesses e altos salários.

Quem foi que disse que nesta pseudocracia a essência da "representatividade” é a "igualdade" entre o "representado" e o seu "representante"? Pois aqui o representante pode ser "mais" que o representado.

Os ditos "representantes do povo" podem ter mais privilégios do que os representados, o povo comum, esse mesmo povo que acumula a exaustão de tantos anos de roubalheira, sacanagem, traição, decepção e vergonha de viver tripudiado sob uma democracia tupiniquim porreta. Agora a saída digna para ele é o Guararapes ou o Galeão. Olhaí


Holocausto brasileiro - Osni Sá


Neste exato momento, aqui no Brasil, milhares de pessoas portadoras de doenças como esclerose múltipla e diabetes estão sem acesso aos medicamentos, em função da desculpa de que o governo não tem dinheiro para comprá-los e distribuí-los.

Milhares de pessoas morrem todos os anos e outras milhares sofrem enlutadas, por causa do descaso do governo, que tem dinheiro para tudo, menos para dar minimamente ao cidadão o direito de viver.

E isso não é só no atual governo. A mesma situação vimos no governo anterior, cujas verbas milionárias sustentaram a corrupção, obras superfaturadas, empreiteiras, países ideologicamente alinhados, copa do mundo, olimpíada e etc, enquanto o povo morria nos hospitais por falta de médicos, equipamentos, medicamentos e etc.

Não adianta programas como Mais Médicos e etc, se os hospitais estão sucateados, os equipamentos não funcionam, não há leitos suficientes, os medicamentos não chegam e muitas vezes perdem a validade estocados em algum esconderijo, para que outros possam ser adquiridos com superfaturamento para alimentar a corrupção e os conluios com laboratórios.

Em qualquer pais civilizado do mundo é inadmissível a necessidade de entrar com uma ação na Justiça, com a finalidade de forçar o governo a cumprir com a sua obrigação de dar ao cidadão aquilo que ele precisa pra viver. Já aqui, o governo brasileiro é o primeiro a descumprir a Constituição Federal no mais fundamental de todos os direitos nela especificados, que é o direito à vida.

Quando o governo cerceia a saúde, tira o poder de escolha entre viver e morrer, de uma maioria pobre e sem recursos. Nenhum governante brasileiro, seja ele de qual partido for, pode abrir a boca para citar o holocausto nazista como tendo sido um dos maiores crimes cometidos contra a humanidade, se aqui mesmo o que se pratica há mais de vinte anos é um holocausto contínuo, que se bobear, já matou mais gente que os nazistas.

O atual governo e seus antecessores assassinaram cruelmente milhões de pessoas e continuam matando todos os dias, em todos os lugares do Brasil. E executaram impondo um profundo sofrimento.

*Isso é o mínimo que devemos ter em mente antes de brigarmos defendendo o político A ou B, Nós brigamos por eles, e eles nos retribuem nos matando.*

_Osni Sá_


TJPB rejeita liminar de Anísio e mantém Jackson Macedo presidente do PT


 
Anísio alegava que o encontro não respeitou as regras partidárias


O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) rejeitou, nesta quarta-feira (21), pedido de liminar no Agravo de Instrumento movido pelo deputado Anísio Maia (PT) solicitando a suspensão do encontro estadual do PT, que elegeu no último dia 06 de maio Jackson Macedo presidente do partido na Paraíba.

A decisão do TJPB, através do relator do Agravo, o juiz convocado João Batista Barbosa, mantém o posicionamento do juiz Keops Vasconcelos, da 15ª Vara Cível de João Pessoa, que no final de maio denegou ação do deputado Anísio questionando a legalidade do encontro e manteve a eleição de Jackson Macedo.

Na liminar, Anísio alegava que o encontro que elegeu Jackson não havia respeitado as regras partidárias, pois não contou com a inscrição de 120 delegados, necessários para validar o processo.

Diante da suposta ilegalidade, a chapa Muda Partido organizou outro encontro, que elegeu Anísio presidente.

No entanto, o relator João Batista considerou “nebuloso” o encontro paralelo da chapa Muda Partido e indeferiu o pedido de Anísio Maia.

Cristiano Teixeira - WSCOM

 


Gervásio afirma que ALPB não vai parar e promete ocupação do Paraíba Palace ainda durante o recesso



Gervásio adiantou que o pagamento da desapropriação do imóvel onde funcionará o estacionamento da AL acontecerá ainda esta semana

Por: Larissa Claro

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Gervásio Maia (PSB), fez um balanço positivo dos seis meses à frente da presidência da Casa de Epitácio Pessoa. O deputado adiantou que o recesso parlamentar não atingirá todos os setores da Casa, já que há muitos projetos em andamento, como a reforma do Paraíba Palace, a compra do imóvel que servirá de estacionamento para a Assembleia e a instalação de um Centro Médico no Plenário.

De acordo com Gervásio, a ALPB pagará o valor de desapropriação do futuro estacionamento ainda esta semana e a expectativa é que Assembleia comece a ocupar o espaço na próxima semana. “Pela primeira a Assembleia estará adquirindo um patrimônio e quando nós voltarmos do recesso a Assembleia já vai ter um local para acomodar os veículos da Casa, melhorando a mobilidade em frente ao prédio”, ressaltou.

Ainda segundo Gervásio, o Paraíba Palace – onde funcionará o Centro Administrativo da ALPB – já está sendo reformado e climatizado e a ideia é que os anexos do Poder Legislativo ocupem o espaço antes mesmo do fim do recesso.

O parlamentar também comemorou sua atuação diante da presidência dos trabalhos: “Estou muito feliz. Eu já fui da situação e da oposição e tive o prazer de conduzir as sessões respeitando todas as bancadas, todos os partidos, fazendo que aqueles que assessoram a Mesa respeitem todos os deputados, independente de coloração partidária. Até porque esta é a casa da democracia, o bom debate tem que a acontecer, dando o direito a todos de debater todos os assuntos e todas as matérias”, avaliou.


Entrelinhas: resposta de Cartaxo revela que prefeito deve ficar fora da disputa pelo Governo da Paraíba, em 2018



O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), queria arrastar o chá de cadeira que vem dando na imprensa e nos aliados políticos sobre a sucessão eleitoral de 2018, mas acabou dando pistas de que deve ficar de fora da disputa eleitoral pelo Governo da Paraíba.

Apesar de dar diversas declarações afirmando que falará sobre o pleito do próximo ano, no próximo ano, Cartaxo deixou claro que vai fazer o mesmo percurso adotado em 2016, quando dizia em 2015 que falaria sobre a eleição no ano seguinte e, quando o ano seguinte chegou, ele disse que só iria falar sobre o tema ‘eleições’ seis meses depois.

O problema é que Cartaxo tem só até abril para se definir sobre a postulação, já que terá que se desincompatibilizar do cargo pelo menos seis meses antes das eleições se quiser estar apto com o que preconiza a legislação eleitoral. Como afirmou que só vai entrar no debate eleitoral em junho de 2018, Cartaxo acaba, nas entrelinhas, confirmando que não será candidato.

O gestor pode seguir o mesmo caminho de Veneziano, em Campina Grande, que exerceu seus dois mandatos à frente do executivo, depois ficou dois anos ausente do cenário político, e ressurgiu, em 2014, na disputa por uma vaga na Câmara Federal, a qual emplacou o mandato.

VEJA A DECLARAÇÃO

“Sempre fui instigado a debater no ano de 2015 inteiro a fazer o debate de maneira antecipada e eu dizia, só vou fazer esse debate em 2016. Chegou em 2016 eu dizia, só vou olhar com mais atenção quando chegar no segundo semestre e foi exatamente no mês de junho que a gente deu uma olhada mais atenciosa no processo, nas composições e daí nós montamos uma coligação importante para a Capital, vencendo o pleito. Essa é a questão, é maturidade, o equilíbrio nesse caminho e eu vou fazer isso do mesmo jeito. A mesma receita que nós usamos para 2016, vamos usar para 2018”, disse, arrastando o debate, depois de ter praticamente entregado o jogo.

A declaração do prefeito acaba trazendo à tona um novo cenário. No final, poderá ser o vice prefeito Manoel Júnior (PMDB) quem mudará os planos, voltando para a disputa por uma vaga federal nas eleições do próximo ano.


A declaração de Cartaxo veio após uma indagação do jornalista Suetoni Souto Maior, no programa CBN João Pessoa, e passou despercebida. Na ocasiãi o comunicador queria saber sobre um suposto estremecimento na relação do prefeito da Capital com o prefeito Romero Rodrigues (PSDB), de Campina Grande.

Sobre esse assunto, Cartaxo disse: “Do ponto de vista pessoal tenho uma relação tranquila com Romero, não é de hoje, já é há bastante tempo. E essa discussão eu repito, nós só vamos cuidar de maneira mais objetiva em relação a eleição, a composição de chapa a partir do próximo ano”. O complemento da resposta, foi o exposto acima.

 


Márcia Dias

PB Agora


Condenado a 181 anos, ex-médico Abdelmassih ganha prisão domiciliar


 
Desde o dia 18 de maio, Abdelmassih está internado em um hospital da cidade com broncopneumonia. Com a decisão, quando receber alta, ele vai para casa, mas deve usar tornozeleira eletrônica

Agência Estado
Nelson Antoine/Agência O Globo

Condenado a 181 anos de prisão pelo estupro de pacientes, o ex-médico Roger Abdelmassih, de 74 anos, obteve autorização da Justiça, nesta quarta-feira, 21, para cumprir a pena em regime domiciliar. A Justiça de Taubaté, interior de São Paulo, concedeu o benefício ao preso, por entender que o ex-médico está acometido de enfermidades severas, passíveis de agravamento no regime carcerário. Desde o dia 18 de maio, Abdelmassih está internado em um hospital da cidade com broncopneumonia. Com a decisão, quando receber alta, ele vai para casa, mas deve usar tornozeleira eletrônica.

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Os advogados do ex-médico vinham tentando conseguir um perdão judicial para o preso desde o ano passado. O indulto humanitário pode ser concedido a presos que têm doença grave permanente, com limitação severa nas atividades, exigindo cuidados contínuos, que não podem ser dados na prisão. O pedido dos advogados já havia sido negado em outras ocasiões. Desta vez, o juiz levou em conta laudos médicos que indicaram o agravamento de suas condições de saúde nos últimos meses e autorizou apenas a prisão domiciliar.

Além de usar tornozeleira eletrônica, o ex-médico não poderá deixar a cidade sem autorização judicial. Ele pode, no entanto, se deslocar para tratamento médico de urgência. Procurados, os defensores de Abdelmassih não retornaram as ligações. A reportagem não conseguiu contato com o representante do Ministério Público Estadual que acompanha o caso.

Estupros


Especialista em reprodução humana, Roger Abdelmassih chegou a ser condenado em 2010 a 278 anos de reclusão por 48 crimes de estupro contra 37 pacientes entre 1995 e 2008. Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, permitiu que recorresse da sentença em liberdade. Em 2011, com a decretação de sua prisão, ele foi considerado foragido e passou a ser procurado também pela Interpol, polícia internacional.

Três anos depois, o ex-médico foi preso pela Polícia Federal em Assunção, no Paraguai. No mesmo ano, sua pena foi reduzida para 181 anos em regime fechado. Desde agosto de 2014, Abdelmassih vinha cumprindo pena na Penitenciária II, de Tremembé, interior de São Paulo.


PF desarma policiais civis que faziam segurança de Joesley em depoimento



Policiais tiveram as armas apreendidas e foram convocados à explicar o motivo de estarem fazendo o trabalho de segurança

Renato Souza
Pedro Ladeira/FolhaPress
Joesley chegou por volta das 9h ao prédio da PF. Com um blazer preto e um boné, ele estava acompanhado de advogados e não falou com a imprensa
Dois homens que faziam a segurança do empresário Joesley Batista, dono da JBS, em seu depoimento à Polícia Federal, na manhã desta quarta-feira (21/6), foram identificados pelos agentes da PF como policiais civis do Estado de São Paulo.


Os dois tiveram as armas apreendidas e foram convocados a explicar o motivo de estarem fazendo o trabalho de segurança, uma vez que isso caracteriza exercício irregular da profissão de policial. Até a última atualização desta reportagem, a dupla estava sendo ouvida. O motorista do empresário também foi interrogado.

Joesley, um dos delatores da Operação Lava-Jato, presta depoimento hoje na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. O depoimento ocorre no âmbito da operação Bullish, deflagrada em 12 de maio, que investiga irregularidades em empréstimos de R$ 8,1 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para a JBS, com a presença de investigadores de outra operação, a Greenfield.

O empresário do grupo J&F, que controla a JBS, chegou por volta das 9h ao prédio da PF. Escoltado e acompanhado de advogados, Joesley entrou de forma discreta no prédio, vestindo um blazer preto e um boné, e não falou com a imprensa. O depoimento dele ocorre no mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) discute a homologação do acordo de colaboração dos executivos do grupo J&F. Um dos temas a ser julgado é a imunidade concedida a Joesley.

Nessa terça-feira (20/6), a Polícia Federal entregou ao STF um relatório preliminar no qual aponta indícios de crime de corrupção passiva cometido pelo presidente Michel Temer e por seu ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) no inquérito aberto com base na delação de Joesley. A PF também pediu mais dias de prazo para encerrar a apuração. O inquérito que investiga Temer e Rocha Loures não foi concluído na parte em que são apurados crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. O laudo final da perícia nos áudios gravados por Joesley não foi totalmente finalizado.

"Chefe de quadrilha"


A delação premiada de Joesley Batista e de outros executivos do grupo JBS levou à abertura de um inquérito contra o presidente Michel Temer (PMDB). A investigação de suspeitas de corrupção provocou a pior crise do governo até o momento. Temer tem refutado as acusações lançadas sobre ele após investigação contra ele iniciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A defesa de Temer entrou com pedido na 12ª Vara do Distrito Federal para processar por calúnia e difamação o empresário, mas o juiz Marcus Vinicius Reis Bastos negou. A ação, apresentada na segunda-feira (19/6), alegava que Joesley caluniou o presidente ao afirmar, em entrevista concedida à revista Época, que temer é "chefe de uma quadrilha perigosa" e que exigiu dele dinheiro para financiar campanhas do PMDB.


Definição de calendário da reforma da Previdência fica para semana que vem


 

O deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), relator da reforma da Previdência na Câmara, informou por meio de sua assessoria de imprensa que a definição do calendário de votação da reforma da Previdência deve ocorrer apenas na próxima semana. A expectativa do relator é levar o texto para votação em agosto, mas a data ainda depende da articulação do Planalto com o presidente da Câmara.

A eventual denúncia a ser apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer, que precisa ser apreciada pelos deputados, deve interromper a tramitação da reforma. “Eu acho que é difícil votar a reforma antes da denúncia. Então votaremos a denúncia e em seguida daremos sequência à reforma”, disse o relator na segunda-feira.

 

Arthur Maia tentou marcar uma reunião na terça com o presidente da República em exercício, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para definir um calendário de votação da proposta na Câmara, mas não conseguiu. Por isso, a definição deve ocorrer somente a partir da semana que vem, já com o presidente Michel Temer (PMDB) de volta ao Brasil.

Na segunda-feira, o relator havia anunciado em São Paulo uma reunião com Maia e com o ministro da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy (PSDB),ainda esta semana, para discutir o avanço da proposta na Câmara. O texto já foi aprovado em comissão especial e ainda deve passar pelo plenário com o apoio de pelo menos 308 deputados para que possa seguir ao Senado.

No entanto, o encontro não foi possível pela viagem de Imbassahy ao exterior acompanhando o presidente Temer e pela agenda de Maia no Planalto.

Nesta quarta-feira, 21, Arthur Maia viaja a Bahia, seu reduto eleitoral, e deve retornar a Brasília apenas na próxima terça-feira, 27. Os parlamentares costumam viajar para seus Estados nesse período em virtude dos festivos juninos.

Fonte: Revista Istoé


Acesse a Postagem Original: http://www.servidorfederal.com/2017/06/definicao-de-calendario-da-reforma-da.html#ixzz4kiH2c2g6


Para 71% dos brasileiros, o juiz federal Sérgio Moro vai condenar Lula



MAIORIA ACHA QUE LULA VAI CUMPRIR PENA PELO CASO DO TRÍPLEX

MAIORIA DA POPULAÇÃO ACREDITA EM CONDENAÇÃO NO CASO DO TRÍPLEX
Levantamento nacional realizado pela Paraná Pesquisas revelou que 71,4% dos brasileiros acreditam que o juiz federal Sérgio Moro vai condenar o ex-presidente Lula no caso do tríplex. Apenas 24,4% esperam absolvição do petista.
Idagados sobre se há algum tipo de perseguição do magistrado contra o ex-presidente, tese sempre repetida pela defesa do petista, 61,1% foram categóricos ao afirmar que Moro não persegue Lula. Para 35,9% dos entrevistados, há algum tipo de perseguição e 3% não souberam opinar.

O prazo para as alegações finais, tanto da defesa quanto da acusação, acabou ontem (20) e todos os documentos foram entregues. Com base em outras ações julgadas por Moro, o prazo para decisão pode ser até de três dias, dependendo de condições como se há alguém preso.

O Paraná Pesquisas ouviu 3.962 brasileiros entre os dias 12 e 15 de junho por meio de questionário online. A margem de erro é de 1,5% para mais ou menos e o perfil da amostra tem grau de confiança de 95%.


Planalto atua para impedir que JBS ‘Vaze‘ do país

Mateus Bonomi Mateus Bonomi


GOVERNO DECIDE AGIR PARA QUE JBS NÃO DEIXE O BRASIL NO PREJUÍZO
 

GOVERNO FARÁ TUDO PARA IMPEDIR QUE JBS DEIXE BRASIL NO PREJUÍZO
Sem poder contar com o Ministério Público Federal, o Planalto decidiu utilizar os instrumentos de que dispõe para não deixar barato os crimes confessos dos donos da JBS. A ordem é impedir que o grupo “vaze” do Brasil, como se suspeita, ou que dê calote em bancos públicos como BNDES. O governo monitora o que a Advocacia Geral da União (AGU) definiu como “desfazimento de bens” da turma de Joesley Batista. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A ordem de Michel Temer, antes de viajar à Rússia, foi acionar os órgãos de controle do governo para não deixar Joesley & cia impunes.

A J&F/JBS tenta levantar R$6 bilhões com a venda de ativos. Oferece ao mercado 19% da Vigor Alimentos e duas subsidiárias estrangeiras.

As subsidiárias da J&F/JBS à venda são a Moy Park, sediada da Irlanda do Norte, e a americana Five Rivers Cattle Feeding.

A AGU já pediu ao TCU o bloqueio de bens dos donos da J&F/JBS no valor de R$850 milhões, para ressarcir prejuízos do BNDES.

 

DIARIODOPODER.COM.BR

 

 


Ex-Tesoureiro do PT pede a Moro para ser reinterrogado


 EX-TESOUREIRO DO PT PEDE A MORO PARA SER REINTERROGADO
JUIZ DA LAVA JATO DEFERIU O PEDIDO, MAS ADVERTIU PAULO FERREIRA

PAULO FERREIRA, ALVO DA OPERAÇÃO ABISMO FOI PRESO EM 2016 POR ORDEM DO JUIZ MORO E SOLTO DEPOIS QUE ADMITIU ‘INFORMALIDADES NOS PROCESSOS ELEITORAIS DE TODOS OS PARTIDOS, INCLUSIVE O PT‘ (FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE)

O ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira pediu ao juiz federal Sérgio Moro para ser reinterrogado em ação penal na Operação Lava Jato. Em petição a Moro, a defesa de Ferreira requereu nova audiência para o petista, com base no artigo 196 do Código de Processo Penal.
Moro aceitou o pedido, mas advertiu Ferreira. “A presente ação penal está tendo o seu encerramento prolongado por sucessivos pedidos de novos interrogatórios, o que não é muito adequado. De todo o modo, a bem da ampla defesa, defiro excepcionalmente o requerido, advertindo porém que será a última audiência, designo a data de 19 de julho de 2017, às 14. Caso algum outro acusado pretenda ser interrogado, deverá comparecer na referida data e horário. Fica a defesa de Paulo Ferreira encarregada de apresentar seu cliente.”

Ferreira foi preso em junho de 2016 na Operação Abismo, 31.º desdobramento da Lava Jato – neste caso, além do ex-tesoureiro, outros treze investigados são réus.

O petista é acusado do recebimento de propinas nas obras do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás (Cenpes).

Ele foi solto seis meses depois, assim que, em depoimento a Moro, admitiu prática de ilícitos nas campanhas eleitorais. “Negar informalidades nos processos eleitorais brasileiros de todos os partidos é, na minha opinião, negar o óbvio”, declarou Paulo Ferreira, na ocasião.

Moro perguntou. “Inclusive no Partido dos Trabalhadores, na sua campanha?”

“Exatamente”, admitiu Ferreira, terceiro ex-tesoureiro do PT envolvido na Lava Jato – antes dele, caíram na malha fina da grande investigação João Vaccari Neto e Delúbio Soares.

Agora, Paulo Ferreira quer depor outra vez. (AE)

 

Diariodopoder.com.br

 

 


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