“Fui abusada por uma freira. Ela dizia que era uma forma de cura”: revela mulher que serviu de inspiração para livro

 

Publicado por: Amara Alcântara em 13/10/2018 às 02:10


Fui abusada por uma freira. Ela dizia que era uma forma de cura": revela mulher que serviu de inspiração para livro

Diferentes casos de abuso uniram quatro mulheres de quatro partes do Brasil em um livro. “As Iluminadas” (editora Qualitymark) narra abusos sofridos por Sabrina, Carine, Ivana e Edilaine e mostra a guinada que cada uma deu na própria vida para enfrentar as lembranças. Hoje, o quarteto toca o projeto social de mesmo nome, que ajuda mulheres em situação de vulnerabilidade a encarar traumas e a se livrar de violências. A Universa vai contar a história de todas as autoras em uma série de matérias. O relato da Ivana foi o primeiro. Conheça a história de Carine.

Carine não tinha nem 18 anos quando decidiu abandonar a vida no interior da Bahia para se dedicar a Deus em Botucatu, no interior de São Paulo. O avô, figura masculina mais presente na vida da jovem, morreu quando ela tinha 16 anos. Ele liderava o clã evangélico familiar onde Carine cresceu.

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No mesmo período, ela começou a namorar um homem que a forçava a barra para ter relações sexuais com ele. “Eu era virgem e só queria fazer sexo depois do casamento”. As decepções conjuntas se juntaram a um câncer de ovário que surpreendeu a menina. Ela entrou na menopausa ainda adolescente. No convento Santa Marcelina, conviveu com a pedofilia por parte de uma freira.

“Entrei no convento com a intenção de me isolar do mundo. Éramos 23 meninas, dormíamos no mesmo quarto. À noite, quando íamos dormir, uma freira nos abraçava e acariciava. Algumas eram levadas para o quarto dela. Eu sempre estudei e, em um momento em que não se falava sobre pedofilia, eu já sabia que tinha algo errado acontecendo ali.

A gente fazia trabalhos paralelos ao convento. O meu era um projeto social em escolas nas favelas com os que eram considerados os piores alunos. Diariamente, eu me reunia com usuários de drogas, meninos envolvidos com o crime, para tentar levar a palavra de Deus. Como era um trabalho difícil, todos os dias eu me reunia com uma psicóloga para passar o relatório dos alunos. Foi ela a primeira pessoa a saber dos abusos da freira.

Decidi perguntar às meninas o que acontecia quando ela as levava para o quarto, até então, nunca tinha acontecido comigo. Elas me contaram que a freira dizia que as meninas estavam carentes, que não tinham sido amamentadas quando bebês. Uma delas me disse: ‘Ela age como homem’. E um dia a vítima fui eu. Ela veio até a minha cama, me acariciou e me levou para o quarto. Repetiu o processo comigo alegando que era uma “cura intrauterina”. Eram gestos de casal, uma carícia sexual. Mesmo virgem, eu sabia que aquilo não era cura de jeito nenhum. Ela gerava carência nas meninas, principalmente das mais novas, de 13 e 14, para suprir a dela.

Comecei a perceber que o comportamento das vítimas começou a mudar quando a frequência dos abusos aumentou. Muitas cortavam os cabelos, deixavam de se cuidar. Queriam ficar parecidas com meninos, queriam ser invisíveis.

Depois de um ano e meio, não aguentei mais. Disse à psicóloga que abandonaria o convento. Ela me apoiou e sugeriu que eu contasse a verdade, mas não tive coragem. Tive uma conversa com a madre superiora e pedi para sair. Uma semana depois, liguei e revelei o motivo. Apontei, inclusive, quem eram as meninas que foram abusadas. A entidade temeu que eu contasse isso a alguém, por isso designou um frei para me acompanhar por alguns meses. Eu me calei. Só revelei o que aconteceu quando lançamos o livro.

Eu me libertei do convento, fiz faculdade de Direito em São José do Rio Preto, onde trabalhei por dois anos. Voltei para a Bahia e, depois de seis meses morando lá, recebi uma proposta de trabalho na Angola. Me casei e tive um filho contrariando meu corpo – menopausado desde os 16 anos.

Eu me ausentei do mercado por causa de uma depressão, assim que meu filho nasceu. Quando voltei, iniciei os trabalhos dentro da mudança comportamental. Fiz um curso de coaching e fui para Ohio para a especialização. Foi lá que conheci as meninas e descobri que nossas histórias poderiam ajudar outras mulheres.

Com o lançamento do livro, tivemos oportunidade de fazer palestras gratuitas para mulheres em situações de vulnerabilidade. Foi uma alegria. Há convites aqui da Angola, do zumbi dos Palmares… É uma forma de mostrar que dá para enfrentar os traumas e dar um novo significado a eles.

 

Fonte: UOL

Créditos: UOL


Veneziano assegura emenda para construção de um ramal no Eixo Norte da Transposição


Por Redação Paraíba Já

O Senador eleito Veneziano Vital do Rêgo (PSB) destacou que ainda como Deputado Federal propõe junto à bancada federal paraibana que uma das duas emendas de bancada para o Orçamento 2019, seja destinada a construção de um ramal de 30 quilômetros interligando o Eixo Norte do projeto de transposição do Rio São Francisco à cabeceira do Rio Piancó, o conhecido ”Ramal Piancó’ que vai assegurar o abastecimento de água do conjunto de barragens Coremas-Mãe D’água, na Paraíba.

Veneziano assegura emenda para construção de um ramal no Eixo Norte da Transposição

Segundo Veneziano, o Ramal Piancó, é um canal que vai perenizar o Rio Piancó, abastecendo o maior conjunto de barragens da Paraíba, que é o Coremas-Mãe D’Água, que hoje sofre com os efeitos da seca. “Esse ramal vai ser a complementação da transposição do rio São Francisco e vai beneficiar todo o Vale do Piancó, composto por aproximadamente 18 municípios”, esse é um compromisso do nosso mandato.

Os 18 municípios circunvizinhos que compõem o Vale do Piancó formam, de acordo com o IBGE, uma área metropolitana. A atividade econômica da região se apoia basicamente na agricultura, pecuária e no turismo comercial, setores cujo desenvolvimento deverá se impulsionar com as condições geradas pelo ramal do Piancó, lembra Veneziano.


Deputado descarta deixar vida pública e admite disputar Prefeitura de CG em 2020

 
Parlamentar afirmou que desistir da vida pública por conta da derrota nas eleições deste ano seria uma fraqueza
Por: Blog do Gordinho

O deputado estadual e presidente do Solidariedade na Paraíba, Bruno Cunha Lima, admitiu disputar a Prefeitura de Campina Grande nas eleições de 2020. O parlamentar afirmou que desistir da vida pública por conta da derrota nas eleições deste ano seria uma fraqueza.

“Pode sim, nós temos um projeto. Não é simplesmente porque não logrei o êxito que se almeja na política, que é conquistar o broche, o acento, que vou, simplesmente, abandonar, seria de uma fraqueza moral muito grande e precisamos seguir adiante”, afirmou.

O líder da oposição na Assembleia Legislativa destacou ainda que seus mais de 44 mil anos são resultados de uma campanha sem compra de votos.

“Nós fizemos uma campanha sem estrutura, rejeitamos recursos públicos para as eleições e cumpri, essencialmente o que me propus, fazer uma campanha limpa, sem compra de votos, sem cooptação de nenhum tipo. Os 44.143 votos conquistados no trabalho e no diálogo representa algo muito grande”, analisou.


Ministério Público denuncia empresários que desviaram R$ 15 milhões do Brisas de Coqueirinho

 A FRAUDE DO "BRISAS DO COQUEIRINHO" MP denuncia sete pessoas por envolvimento em esquema que desviou R$ 15 milhões - VEJA OS NOMES

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) denunciou sete pessoas, entre ex-administradores e empresários, por suposto envolvimento em um esquema que desviou mais de R$ 15 milhões na construção do condomínio de luxo, Brisas de Coqueirinho, na Paraíba.

A fraude foi investigada pela Operação Maresias, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, ainda em 2017.

Foram denunciados Célio Silva, Mário Sérgio Coutinho Soares Júnior, Marco Gralio de Lima Soares, Victor Caetano de Oliveira, Luís Barbosa, Fábio Proença dos Reis e Ruben Willnael de Lemos, conforme o documento abaixo.
DHOM 300x127 - A FRAUDE DO "BRISAS DO COQUEIRINHO" MP denuncia sete pessoas por envolvimento em esquema que desviou R$ 15 milhões - VEJA OS NOMES
Destaque-se que o MP também ressaltou que a loja de roupas de luxo Dhom foi aberta com dinheiro desviado do empreendimento pelos empresários Marco Grálio, Fábio Reis e Rubinho Lemos, etc.

Segundo o MP, os envolvidos teriam cometido fraudes auferidas para obterem vantagens ilícitas em prejuízo alheio ao procederem a venda fraudulenta, bem como se apossarem de quantias pertencentes a uma construtora com capital britânico.


Mulheres ciumentas - Marcos Pires

Sou expert no assunto. Seja como namorado, marido, advogado atuante no Direito de Família, até como amigo. Ciúme é coisa difícil, mas administrável. Meu avô sempre dizia a minha avó Julieta: “- Só quem tem ciúme é mulher feia”. Ela ouvia e ficava calada, mas por dentro o ciúme roía a boa senhora.

Homens ciumentos serão objeto de outra coluna. Hoje trato de mulheres com crises de ciúme hilárias.

É verdade científica que quando uma esposa quer descobrir os malfeitos do marido com certeza conseguirá o intento. Um advogado do nosso escritório já sugeriu que para cortar custos da operação lava-jato bastaria contratar umas cinco mulheres dessas bem ciumentas para investigar contas correntes e e-mails dos suspeitos de corrupção; com a experiência que elas adquiriram vigiando os maridos teriam pleno êxito.

Outro movimento natural nas esposas é se afastarem daquele casal que até então era amigo do dia a dia e parceiro nas férias, se esse casal se separou. É o instinto da esposa falando mais alto e defendendo-se da futura sirigaita.

Além da capacidade de investigação, as ciumentas têm uma memória de elefante. Sempre que necessário arrastam fatos perdidos no tempo. “- Nem vem; pensa que eu esqueço daquela curtida que você deu no post da tal Vidinha no facebook em 21 de janeiro do ano passado? ”.

Também é próprio das ciumentas marcar os maridos em cima. “- Não sou ciumenta não, querido. As doze vezes que eu liguei para você hoje foram somente para saber se você estava bem. As outras dez apenas para conferir. Que coisa! ”.

Já vi um casamento acabar de uma maneira incrível. Estávamos vários casais num mesmo restaurante, comemorando uma data qualquer, quando a esposa de um amigo nosso perguntou a ele o que achava do vestido de uma vizinha de mesa nossa. Era um vestido vermelho com um decote um tanto ousado. Ele respondeu que era um vestido muito bonito. A esposa subiu o tom de voz: “- Engraçado, tenho um vestido igualzinho e você nunca disse nada. No mínimo deve ser porque o decote dela está mostrando aqueles peitos siliconados. Eu sabia. Você se faz de inocente mas fica de olho nas mulheres dos outros. Você não presta, nunca me enganou”.

Notaram, observadores leitores, que o marido havia se limitado a responder uma pergunta que a esposa fizera? Pois o casamento acabou.


Lava Jato tenta reaver R$ 54,9 bi, mas devoluções somam somente R$ 2,5 bi


Josias de Souza 
A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, a cifra corresponde a tudo o que o BNDES pretende investir em projetos de infra-estrutura até o final de 2019. Entretanto, a verba efetivamente devolvida aos cofres públicos em quatro anos e meio de Lava Jato soma, por ora, pouco mais de R$ 2,5 bilhões —ou 4,5% do total requisitado.

22.fev.2016 - A construtora Odebrecht foi novamente alvo da Operação Lava Jato, desta vez na 23ª fase. O procurador regional da República Carlos Fernando do Santos Lima, da força-tarefa da Operação Lava Jato, afirmou que foram encontrados indícios de que a empreiteira Odebrecht "vem retirando" investigados do "alcance das autoridades". Cinco alvos de pedido de prisão da Operação Acarajé, deflagrada nesta segunda-feira, estão no exterior, entre eles o marqueteiro do PT João Santana e executivos da Odebrecht que eram os supostos controladores de contas do grupo no exterior
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Desde 2014, quando foi às ruas, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma Rousseff, passou na chave o projeto presidencial de Lula e está perto de acertar as contas com Michel Temer. A operação também trancafiou a nata da oligarquia política e empresarial. Gente que estava escondida atrás da imunidade parlamentar foi surrada nas urnas de domingo passado, despencando na primeira instância Judiciário. Não se via tamanha movimentação nos salões do poder e nas cadeias desde a chegada das caravelas.

Quebraram-se paradigmas também na recuperação da verba roubada. Antes da Lava Jato, os pedidos de reparação rodavam na casa dos milhões. Depois, passaram a ser computados em bilhões. Mas o resultado, quando confrontado com o tamanho da pilhagem, não chega a entusiasmar. Graças aos acordos de delação premiada, os procuradores de Curitiba conseguiram obter de criminosos: confissões, provas e compromissos de devolver algo como R$ 12,3 bilhões. O problema é que o dinheiro roubado à vista será devolvido a prazo.

Há parcelamentos de até duas décadas. Daí a disparidade entre os valores solicitados e o montante ressarcido até o momento. A coisa se complica ainda mais nos casos em que a devolução depende não de acordos de colaboração, mas do desfecho de batalhas judiciais. Ouvido pelo blog, um dos procuradores da força-tarefa de Curitiba resumiu o drama:

“É um milagre termos no Brasil esse ressarcimento de pouco mais de R$ 2,5 bilhões. A Lava Jato é uma árvore frondosa crescendo no deserto. A regra no país era não recuperar nada. Antes da Lava Jato, todo o dinheiro repatriado somava menos de R$ 45 milhões. Mesmo depois, houve apenas um outro caso envolvendo repatriação de cerca de R$ 70 milhões. Desconheço qualquer outro caso que envolva recuperação superior a R$ 100 milhões. ”

O procurador acrescentou: “Nas ações penais e de improbidade, o dinheiro só será recuperado no final do processo, quando tudo transitar em julgado. Ou seja: no Dia de São Nunca. É muito comum que esses processos durem mais de dez anos. O réu tem que ter muito azar e a sociedade tem que ter muita sorte para conseguir a recuperação. Pedidos de ressarcimento viraram piada no Brasil. Quando se esgotam as possibilidades de recurso, o réu já se desfez de todo o patrimônio.”

“A gente tenta obter bloqueios cautelares”, prosseguiu o procurador. “Mas se você vai bloquear recursos de uma empreiteira, elas trabalham alavancadas. A indústria, a fábrica, todos os fornecedores já têm uma, duas ou três hipotecas. O Estado entra em quarto lugar na fila. Não pode bloquear capital de giro, porque mata a empresa e gera desemprego. Quando conseguimos bloquear o patrimônio dos réus, pessoas físicas, o bloqueio permanece até o final do processo. Um dia, se os crimes não prescreverem, a gente conseguirá recuperar.”

Como se vê, mesmo nos casos submetidos aos novos padrões de investigação e julgamento, o dinheiro surrupiado do Estado continua sendo como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta não é tarefa simples. A encrenca não se restringe a Curitiba. No Rio de Janeiro, a Lava Jato pleiteia ressarcimentos de R$ 2,3 bilhões. A Receita Federal já aplicou a empresas e pessoas enroladas no petrolão autuações fiscais de R$ 17,1 bilhões. Só nesses três guichês, o Estado tenta receber notáveis R$ 74,3 bilhões.


Bolsonaro promete banir impunidade, corrupção e o crime da cultura brasileira

Ele prevê Justiça independente acelerando punição de culpados

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Foto: Vladimir Platonow/ABr

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (13) nas redes sociais que, se for eleito, vai promover uma grande transformação cultural no país, “onde a impunidade, a corrupção e o crime não serão mais associados à nossa identidade nacional”.

“A lei e a constituição serão nossos instrumentos. A Justiça será independente e deverá acelerar as punições aos culpados! Esse é o Brasil que juntos poderemos construir. Um país que respeita seus cidadãos e que é respeitado por eles e pelo mundo todo”, disse o candidato.

Na noite de ontem (12), o candidato fez uma transmissão ao vivo ao lado de Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, deputado federal eleito por São Paulo. Bolsonaro disse que aconteceu um “fenômeno” no primeiro turno das eleições, quando o PSL fez 52 deputados federais.

O candidato comentou ainda a questão da urna eletrônica. “Se eu for presidente, podem ter certeza, nós vamos ter já na eleição de 2020 uma forma segura de se votar, onde se possa fazer uma auditoria. A pessoa que for votar terá a certeza de que votou realmente naquela pessoa”.

Bolsonaro conclamou ainda os eleitores para se mantenham mobilizadas no segundo turno. “Se houver um problema urna de votação que peça ao mesário que troque a urna ou passe para o voto de papel, apesar de nós termos uma diferença de 17 milhões de votos a mais em relação ao Haddad [adversário do PT],a gente não pode bobear”, avaliou o candidato.

Ainda neste sábado, Bolsonaro escreveu que a esquerda financiou ditaduras via BNDES; anulou o legislativo comprando votos de deputados; tem tesoureiros, marketeiros [sic] e ex-presidente na cadeia por corrupção; quer acabar com investigações de desvio de dinheiro público, além de controlar a mídia e internet. “Se alguém ameaça a democracia, esse alguém é a esquerda que está há quase 30 anos no poder!”, disse Bolsonaro. (Agência Brasil)


Com 58% dos votos válidos, Bolsonaro pode ser mais votado que Lula em 2006

Pesquisa Datafolha sinaliza mais de 62 milhões de votos no dia 28

Bolsonaro pode querar recorde de 58 milhões de votos de Lula na reeleição de 2006. Foto: Rafaela Frutuoso/Folhapress/Arquivo

O candidato a presidente do PSL, Jair Bolsonaro, pode somar mais votos em 2018 que o ex-presidente Lula em 2006, na reeleição. Ele ganhou “de lavada” nos segundos turnos contra José Serra (PSDB) em 2002, com 61,3% (52,79 milhões de votos) e contra Geraldo Alckmin em 2006, com 60,8% (58,29 milhões de votos, o recorde histórico). Com 58% dos válidos, Bolsonaro pode chegar aos 62 milhões de votos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os 58,3 milhões de votos de Lula em 2006 marcou o recorde de um só candidato a presidente, em um turno de votação.

Dilma é a segunda colocada no número absoluto de votos para presidente: 55,75 milhões no segundo turno de 2010, contra Serra.

Fernando Henrique Cardoso, o único eleito em primeiro turno no Brasil, obteve 34,31 milhões em 1994 e 35,93 milhões de votos em 1999.

Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisas, prefere a cautela: “é possível que Bolsonaro tenha mais votos que Lula, mas é cedo para ter certeza”.

Diariodopoder.com.br

Foto Rafaela Frutuoso

 

 


Campanhas superam R$ 4 bilhões em gastos

Gasto se aproxima dos R$5 bilhões de 2014, auge das empreiteiras

Gasto, agora público, se aproxima dos R$ 5 bilhões de 2014, auge das empreiteiras. Foto: Marcello Casal jr/ABr

A duas semanas do segundo turno das eleições presidenciais e dos governos de 13 Estados e do Distrito Federal, o custo das campanhas já superou R$4 bilhões, sendo 81,3% desse valor, cerca de R$3,3 bilhões, pagos com dinheiro público vindo dos fundos partidário ou do Fundo Especial para Financiamento de Campanha, o absurdo fundão eleitoral. O restante saiu dos bolsos dos candidatos ou de doadores. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os candidatos já desembolsaram R$357 milhões, segundo relatório do TSE. Candidato a presidente, Henrique Meirelles gastou R$54 milhões.

MDB, PT e PSDB foram os maiores beneficiados e já gastaram juntos R$ 616,5 milhões para tentar eleger seus candidatos.

Por algum motivo, nobre ou não, 20 brasileiros doaram R$1 milhão ou mais. Só o rei das distribuidoras Rubens Ometto doou R$6,98 milhões.

Diariodopoder.com.br

 


João comenta votação em CG e diz que cidade deu a si mesma “a maior vitória”: independência política


Por Feliphe Rojas 

João vê ‘inexperiência‘ em Lucélio e ironiza:
O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), comentou sobre a votação que recebeu no município de Campina Grande, onde historicamente lideranças de oposição têm muita força. João recebeu 38,45% dos votos contra 42,10% de Lucélio Cartaxo (PV), candidato apoiado pelos Cunha Lima e os Ribeiro, com diferença apenas de aproximadamente 6 mil e 500 votos.

“Se você imaginar que tinha Daniella [Ribeiro] candidata a senadora, Cássio candidato a senador, você tinha como candidata a vice-governadora a esposa do prefeito, você tinha o irmão do prefeito candidato, você tinha Tovar, você tinha Bruno, você tinha tudo. Onze candidatos pedindo voto para a oposição e nós não tínhamos essa estrutura. Campina Grande nos deu uma grande vitória, mas, acima de tudo, Campina Grande deu a si mesma a maior vitória, que foi a independência política”, afirmou.

Durante entrevista no programa “Rádio Verdade”, da Arapuan FM, nessa quinta-feira (11), aniversário de 154 anos de Campina Grande, João renovou ainda a garantia de construir o Centro de Convenções da cidade e implantar o VLT (Veículo Leve sob Trilhos).

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De 81 candidatos ao Senado que tiveram campanha milionária, apenas 26 se elegeram

 
Por Feliphe Rojas 

Senador Cássio é vaiado após sua imagem aparecer em telão de evento em Camalaú, revela blog
Dos 81 candidatos ao Senado que foram financiados com pelo menos R$ 1 milhão, só 26 se elegeram. Com R$ 4 milhões recebidos, Dilma Rousseff (PT), por exemplo, não conseguiu a vaga. Outros 20 senadores que tentaram a reeleição com financiamento público falharam, entre eles Lúcia Vânia (PSB-GO), com R$ 3,5 milhões recebidos, Romero Jucá (MDB-RR), com R$ 2,25 milhões, e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), com R$ 1,57 milhão.

Dos quase 9 mil candidatos que disputaram uma cadeira no Congresso neste ano, menos da metade (44,7%) recebeu recursos do fundo eleitoral, composto por dinheiro público. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que, entre os que usaram esse recurso em suas campanhas, 11,62% conseguiram se eleger. Por outro lado, 175 dos 359 candidatos a deputados e senadores que receberam R$ 1 milhão ou mais do fundo ficaram sem a vaga.

Aprovado no ano passado pelos parlamentares após a proibição de doações empresariais, o fundo eleitoral contou com R$ 1,7 bilhão, valor repassado aos partidos.

Para quem concorreu sem o fundo eleitoral, o porcentual de sucesso foi baixo – só 2% conseguiram se eleger. A exceção ficou com o PSL, que elegeu 37 deputados e três senadores que não usaram esses recursos. Eles foram impulsionados pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL) ao Planalto, que também não usou a verba pública até

As legendas priorizaram as candidaturas à Câmara, aplicando nelas 46% do total de R$ 1,7 bilhão (R$ 794 milhões) recebido. Esse é o destino preferencial porque a fatia de recursos que as siglas recebem e também o tempo de TV dependem do tamanho da bancada.

A maior parte desse investimento, ou R$ 443,6 milhões, foi feita em parlamentares que não se elegeram, como o deputado e ex-ministro da Justiça Osmar Serraglio (PP-PR) e o deputado federal por quatro mandatos Benito Gama (PTB-BA).

Também ficaram fora da Câmara dos Deputados candidatos como Danielle Cunha (que recebeu R$ 2 milhões do fundo eleitoral) e Cristiane Brasil (R$ 1,85 milhão) – filhas, respectivamente, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), condenado e preso na Lava Jato, e do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), condenado no processo do mensalão.

Senado

Só oito dos 32 senadores candidatos à reeleição tiveram êxito, o que quer dizer que 85% dos eleitos vão renovar o Senado, ainda que alguns não sejam novatos, como Jarbas Vasconcellos (que recebeu R$ 2,1 milhões) e Jaques Wagner (R$ 1,3 milhão). Partidos aplicaram R$ 174 milhões para obter vagas no Senado, mas 70% (R$ 120 milhões) foram para candidatos que não conseguiram a eleição.

Criterioso

Na avaliação do cientista político Humberto Dantas, o investimento no Senado não foi tão certeiro porque o eleitor foi mais criterioso na avaliação dos nomes propostos, em comparação com a lista de deputados. “Talvez o dinheiro seja menos eficiente porque o eleitor enxerga de maneira mais clara onde está colocando o dinheiro dele. Diante de escândalos em Estados como Paraná e Goiás, o eleitor evitou ex-governadores”, afirma. “Ele também demora mais nessa eleição ao Senado, tem dificuldade de eleger dois. Mas ele enxerga nominalmente de maneira clara.” Com Estadão.

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Com 11 no páreo, Estela descarta concorrer à presidência na ALPB


Com 11 no páreo, Estela descarta concorrer à presidência na ALPB
Reeleita para o segundo mandato com 40.761 votos, a deputada estadual Estela Bezerra descartou a possibilidade de concorrer à presidência da Assembleia Legislativa. Atualmente pelo menos seis colegas dela estão no páreo pelo posto.

Estela, todavia, defende que, além de saber ouvir e respeitar as pessoas, o futuro presidente da Casa tem que ser um aliado do governo

“Eu acho que a Casa vai ter os azeitamentos e eu sei que sou um nome que assimilou o funcionamento do Poder Legislativo, mas não tenho nenhuma ambição, mas naquela Mesa vai se sentar quem trata bem as pessoas e que usa o senso da equidade e isso eu defenderei”, destacou.

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