Gilmar Mendes, o imperador da imoralidade judiciária - Francis Lopes Mendonça

É DE DAR NOJO AS CANALHICES E A PROMISCUIDADE DE GILMAR MENDES!!!! UM PROSTITUTO DESCLASSIFICADO!!!! A TOGA É UM FRUTO DISSO!!!! GILMAR, "O IMPERADOR DA IMORALIDADE JUDICIÁRIA", ABRE AS PERNAS PRA QUEM LHE BENEFICIAR MAIS DENTRO DENTRO DE ESQUEMAS CRIMINOSOS!!!! ANALISEM, MEUS AMIGOS, E COMPARTILHEM COM PATRIOTISMO O QUE FOI ESCRITO ABAIXO PELO JORNALISTA RICARDO BOECHAT!!!!!


Gilmar Mendes nem deveria ser impedido, deveria ser preso. Os laços de Gilmar e sua mulher com Jacob Barata são de amizade, comerciais e profissionais. O cunhado do Gilmar é sócio de Jacob Barata. Jacob tinha o contato direto da mulher de Gilmar em seus contatos.

Esse senhor Barata, pelos crimes revelados por vários delatores, vem roubando diretamente da população mais pobre do RJ, comprando toda a cúpula da política fluminense e a fetranspor. O Sr. Barata roubou 10, 20 centavos 4, 6 vezes por dia da população mais pobre do RJ, por anos a fio.

A suspeição da Gilmar Mendes teria o efeito de mostrar que ele nada tem a ver com esses crimes, que a sociedade do cunhado e que a bênção no casamento, foram coincidências.

Mas como ele não se declarou suspeito, mesmo quando o "rabo abanou o cachorro" e com todas as manifestações do MP, demonstrando cabalmente que os elos são pessoais, comerciais e profissionais, a única opção a crer é que Gilmar tem muito a esconder tanto nessa relação como nas outras em que se posicionou de forma imoral.
Jacob Barata é um bandido violento. Provavelmente está roubando dos cariocas há 30 anos. É um milagre da Lava-Jato e adjacências que estejamos trazendo esse esquema à vista, à tona.

O judiciário e o MP precisam tratar Jacob Barata de forma especial, com o peso expressivo da lei, pois ele vai entregar Gilmar Mendes.

As últimas atuações do ministro são claras evidências de obstrução intencional da justiça, mandando às favas qualquer resquício de moralidade e racionalidade. Um acinte, um deboche.

Está muito claro que Gilmar é um infiltrado do status quo para explodir os esforços anti-corrupção e redirecionar os entendimentos do STF para a frouxidão ética e moral, apenas com seus "afilhados e amigos".

Derrubar Gilmar Mendes é atravessar uma das últimas muralhas de proteção do sistema corrupto que moveu a política brasileira nos últimos, pelo menos, 30 anos.
Os brasileiros podem até ser impotentes para derrubá-lo, mas a cada atuação do ministro, mais gente desacredita no país e FAZ QUESTÃO de não apoiar qualquer movimento de recuperação econômica.

Gilmar Mendes é a certeza da impunidade, portanto é a incerteza econômica. Gilmar Mendes é uma ode à concorrência desleal, portanto é um inimigo da governança e da ética nos negócios. Gilmar Mendes é o Alien parasita no organismo brasileiro.
Gilmar Mendes, mais do que Lula e Aécio (que são mortos vivos fedendo no noticiário), é a próxima fase de todas as lava-jatos do passado, e a primeira de todas as lava-jatos do futuro.

Ou é ele, ou é a nação. Jacob Barata não deve entregar Cabral, que é outro cadáver político, esse pelo menos não está fedendo em nossas salas. Tem que entregar Gilmar.
Acreditem. Gilmar convence os brasileiros a não lutar para tirar o Brasil dessa crise. Convence os brasileiros com mais capacidade, mais recursos e maior grau de empreendedorismo a cogitar SERIAMENTE sair do país. Gilmar Mendes é nosso ministro bolivariano.

Amigos, entendam a importância de combatê-lo. Não se enganem, é um elemento fundamental para a manutenção do status quo. Está entre nós e a esperança.
Assinem tudo, reverberem tudo, tudo o que for contra Gilmar. Esse cara quase torna a sonegação de impostos um imperativo ético. Ninguém merece pagar o salário desse imperador da imoralidade judiciária.

 


Delegado Antonio de Pádua Macedo é agraciado com medalha

O meu tio Antonio de Pádua Macedo, foi agraciado com diploma e medalha, pela direção da Polícia Civil da Paraíba, pelos relevantes serviços prestados aquela instituição como delegado de polícia e por ser um dos autores do seu hino.

A nossa família tem forte tradição na área policial, começando com o meu avô Pedro de França Macedo, que foi investigador de Polícia, ele Antonio de Pádua, eu como delegado e finalmente o meu filho Rodrigo Marinho, que é agente de policia e presidente do sindicato dos Policiais em Rondônia, ou seja, estamos na quarta geração de policiais. Em tempo: Por acaso, a exemplo do meu tio, este blogueiro também é autor do Hino da Polícia de Rondônia.


Comando da Polícia Militar da Paraíba cria comenda musical Maestro Joaquim Pereira

 JOAQUIM PEREIRA

O maestro Joaquim Pereira, nasceu na cidade de Caiçara e desde cedo revelou fortes pendores musicais, tendo sido descoberto aos 14 anos e convidado a fazer parte da Banda de Música da Policia Militar, se tornando o seu regente com apenas 19 anos de idade, tendo ainda atuado como professor de musica de vários colégios de nossa capital.

Foi ainda um dos fundadores da Orquestra Sinfônica da Paraíba, sendo, portanto o seu segundo regente e o primeiro paraibano a dirigi-la. Durante a sua vida Joaquim compôs mais de 300 músicas, inclusive foi o único autor brasileiro que teve uma de suas músicas incluídas na estréia da O.S.P.

Convidado ingressou no Exército brasileiro, iniciando no então 22 BC, indo em seguida para a Aman - Academia Militar de Agulhas Negras em Resende no Rio de Janeiro, onde ali, concorrendo com músicos de todo o país, foi aprovado em segundo lugar para a Escola Nacional de Música.

Com 150 anos da criação de banda de música da Polícia Militar, atualmente dirigida pelo capitão Henrique,  tendo passado por ali  mais de uma centena de maestros, Joaquim Pereira foi o escolhido para ser homenageado nesta medalha musical, que vai premiar músicos e aqueles que tenham trabalho na área.

Joaquim Pereira também é lebrando em rua e praça na nossa capital na rodovida Belém/Caiçara/Logradouro e também nos pavilhões de música do 15º Batalhão de Infantaria em João Pessoa e na Escola de Agulhas Negras em Resende no Rio de Janeiro..

 Vídeo: Dobrado Paraíba Moderna de sua autoria

 


Servidores vão levar 30 anos para receber salários mais altos pela proposta do governo

 

O plano de reestruturação das carreiras do poder Executivo proposto pelo governo pode fazer com que os servidores passem a levar até 30 anos para atingir os salários mais altos. Segundo dados do Ministério do Planejamento, uma pessoa começa hoje a carreira de gestor governamental com um salário inicial de R$ 16.933,64. Em apenas seis anos, os vencimentos desse servidor podem atingir R$ 20.521,98. O topo da carreira chega aos 13 anos de serviço: R$ 24.142,66.

Já pelo plano proposto, o salário inicial seria bem mais baixo, de R$ 5 mil, e só se atingiria o salário mais elevado após 30 anos. A gradação seria mais lenta e o salário de R$ 20.521,98 só seria obtido após um período de 23 anos. A expectativa com essa medida é dar aos cofres públicos uma economia de R$ 18,6 bilhões em cinco anos.

 

Segundo os técnicos da área econômica, a rapidez com que os funcionários públicos chegam ao topo da carreira traz uma série de dificuldades para o fechamento das contas. Além de os salários iniciais serem elevados, os servidores que atingem os vencimentos mais altos passam a exercer pressão por reajustes mais altos. As negociações com o governo passam a ser a única forma de aumentar a remuneração.

— Fica mais difícil (para o governo) a negociação salarial quando o servidor chega logo ao topo. Só assim ele poderá ganhar mais — afirmou um técnico do governo.

Embora o pacote da equipe econômica inclua limitar o salário inicial do serviço público em R$ 5 mil, esse não será o valor para todas as categorias. Já há um entendimento dentro do Ministério do Planejamento que, em algumas carreiras, esse valor é muito baixo. Isso inclui, por exemplo, delegados, médicos e professores universitários. Nestes casos, explicam os técnicos, os salários iniciais poderiam ser mais altos, mas alinhados com o que ocorre no setor privado.

— O parâmetro será o mercado — explicou um técnico da equipe econômica.

O governo quer ainda mudar o critério de análise de eficiência dos servidores. Os integrantes do governo lembram que hoje o serviço público tem um programa de avaliação de desempenho, mas ele é falho. Um dos problemas é que a avaliação prevê que qualquer funcionário já receba de partida 80% de preenchimento dos critérios previstos:

— Isso significa que a avaliação hoje não funciona. A pessoa já tem 80% de partida. O critério tem ser mais próximo do utilizado pelo setor privado — disse o técnico.

Fonte: Jornal Extra


Acesse a Postagem Original: http://www.servidorfederal.com/2017/08/servidores-vao-levar-30-anos-para.html#ixzz4qZJtkzVy


Proposta de aumentar contribuição previdenciária atinge 70% dos servidores


Governo defende elevar alíquota, de 11% para 14%, para funcionários públicos que recebem acima de R$ 5,3 mil; veja distribuição de servidores por faixa salarial.
Por Darlan Alvarenga, G1

A proposta de elevar as alíquotas de contribuição previdenciária do funcionalismo público federal, se aprovada pelo Congresso, deverá atingir cerca de 460 mil servidores do Poder Executivo, mais de 70% do quadro atual.
Pela medida apresentada nesta semana pelo governo do presidente Michel Temer, a alíquota de contribuição irá subir de forma progressiva, dos atuais 11% para 14%, e vai atingir a parcela do salário dos servidores que ultrapassar o teto de R$ 5,3 mil. Quem ganha até esse valor não será afetado.
A proposta precisa da aprovação do Congresso para entrar em vigor. Se aprovada, a expectativa da Fazenda é que medida gere uma arrecadação extra de R$ 1,9 bilhão em 2018.
Salários dos servidores
Segundo dados do Ministério do Planejamento, 69,9% dos servidores ativos do Poder Executivo receberam em junho acima de R$ 5.500, e 9,2% ganha entre R$ 4.501 e R$ 5.500.
O Executivo federal reunia em junho 656 mil servidores ativos e 409 mil aposentados. No final de 2016, o quantitativo era de 622 mil na ativa e 388 mil aposentados. Do efetivo atual, cerca de 25% ganham abaixo de R$ 5 mil – valor que o governo pretende estabelecer como salário máximo inicial para as novas contratações. Veja quadro abaixo
Distribuição dos servidores por faixa salarial

Faixa de remuneração (R$) Ativos (%) Aposentados (%)
Até 1.150 0,7 0,2
De 1.150 a 1.200 0,02 0,03
De 1.201 a 1.300 0,08 0,1
De 1301 a 1.400 1,1 0,1
De 1.401 a 1.500 0,1 0,1
De 1.501 a 2.000 0,4 1,1
De 2.001 a 2.500 1,7 1,5
De 2.501 a 3.000 2,5 2,9
De 3.001 a 3.500 4,5 5,4
De 3.501 a 4.500 9,8 21,1
De 4.501 a 5.500 9,2 10,4
De 5.501 a 6.500 9,1 12,3
De 6.501 a 7.500 8,3 8,4
De 7.501 a 8.500 5,4 5,7
De 8.501 a 9.500 4,8 5
De 9.501 a 10.500 7,1 2,8
De 10.501 a 11.500 5,6 2,5
De 11.501 a 12.500 5,4 2
De 12.501 a 13.000 1,2 0,8
Acima de 13.000 23 17,5

Fonte: Ministério do Planejamento
23% recebem acima de R$ 13 mil
Atualmente, 23% do total do funcionalismo da ativa (cerca de 150 mil servidores) recebem acima de R$ 13 mil. Entre as maiores remunerações, estão médicos de alguns órgãos, técnicos em polícia criminal e delegado da Polícia Federal, cujos salários no fim da carreira chegam a passar de R$ 28 mil. Veja quadro abaixo
Segundo o IBGE, o rendimento médio do brasileiro ficou em R$ 2.104 em junho.
Cargos com maiores salários iniciais e de fim de carreira (Foto: Reprodução/Ministério do Planejamento) Cargos com maiores salários iniciais e de fim de carreira (Foto: Reprodução/Ministério do Planejamento)
Cargos com maiores salários iniciais e de fim de carreira (Foto: Reprodução/Ministério do Planejamento)
O conjunto de medidas anunciadas inclui ainda o adiamento, por um ano, do reajuste acordado com algumas categorias de servidores e que seria pago a partir de janeiro de 2018, a extinção de 60 mil cargos públicos, que estão atualmente vagos, e a instituição de teto salarial no serviço público, que não poderá ultrapassar os R$ 33,4 mil pagos a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Entenda as medidas anunciadas
As medidas foram anunciadas na terça-feira (15) logo após os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, confirmarem a decisão de propor ao Congresso elevar o teto para o rombo das contas públicas em 2017 e 2018, para R$ 159 bilhões.

Questionado pelo G1 sobre o alcance das mudanças propostas no funcionalismo, o Ministério do Planejamento informou que "o detalhamento dessas e de outras medidas anunciadas ainda está sendo trabalhado dentro do governo e será divulgado oportunamente".

Em junho, as despesas do Executivo com pessoal somaram R$ 29,54 bilhões ante R$ 27,3 bilhões em maio.

Como é hoje a contribuição de servidores
Pelas regras atuais do regime previdenciário dos servidores, a alíquota de contribuição é de 11% para todos os servidores, independente de faixa remuneratória. Segundo a Secretaria de Previdência, em alguns estados e municípios já existem alíquotas superiores, normalmente entre 11% e 14%, conforme previsto nas leis estaduais e municipais.

Já para os trabalhadores da iniciativa privada as regras são diferentes. Para os contribuintes enquadrados no Regime Geral de Previdência Social, as alíquotas variam entre 8% e 11% dependendo da faixa de rendimento, e podem chegar a 20% para o contribuinte individual sem vínculo empregatício.


‘Fundão‘ bilionário para bancar campanhas no Brasil é o maior do mundo


R$3,6 BILHÕES SUPERAM ELEIÇÃO NA ALEMANHA, EUA E MÉXICO SOMADOS
Publicado: 22 de agosto de 2017 às 00:01 - Atualizado às 00:10

FUNDO PÚBLICO DE CAMPANHAS NO BRASIL SERÁ MAIOR QUE AS CAMPANHAS DA ALEMANHA, EUA E MÉXICO SOMADOS
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O relator da reforma política, Vicente Cândido (PT-SP), contou lorota ao afirmar ontem que o valor do “fundão” de R$3,6 bilhões retirados dos cofres públicos para custear campanhas eleitorais, “está em sintonia” com “grandes democracias”. Não é verdade. Os R$3,6 bi que ele imagina tungar do Tesouro Nacional é mais dinheiro que a soma do custo das eleições na Alemanha, no México e nos Estados Unidos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
O “fundão” deve retirar dos cofres públicos R$11,2 bilhões a cada quatro anos. Nenhuma eleição no mundo custa tanto dinheiro.

Os EUA têm a eleição mais cara: US$2,5 bilhões (R$7,9 bilhões) para eleger o presidente. Mas nenhum centavo sai dos cofres públicos.

A eleição na Alemanha custa 450 milhões de euros (R$1,6 bilhão) por cada um dos quatro anos da legislatura. Só um terço é dinheiro público.

O ciclo eleitoral no México, em 2015, custou US$558 milhões (R$1,7 bi), segundo o jornal El Universal, tudo pago com dinheiro público.


STF aceita denúncia e Fernando Collor vira réu

Geraldo Magela
Geraldo Magela

DENÚNCIA POR CORRUPÇÃO E OUTROS CRIMES É ACEITA POR UNANIMIDADE
Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou hoje (22) denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Fernando Collor (PTC-AL) pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Com a decisão, Collor vira réu nas investigações da Operação Lava Jato.

A PGR acusa o parlamentar de receber R$ 29 milhões em propina pela suposta influência política na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de Collor, estão envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e mais seis acusados que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no recebimento dos valores.

Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello seguiram o voto do relator, Edson Fachin. Sem entrar no mérito das acusações, que serão analisadas ao fim do processo, Fachin entendeu que a denúncia contém os indícios legais que autorizam a abertura de ação penal contra o senador.

A denúncia afirma que o senador comprou carros de luxo com o dinheiro da suposta propina. Entre os veículos estão um Lamborghini, avaliado em R$ 3,2 milhões, uma Ferrari (R$ 1,4 milhão), um Bentley e duas Land Rover. Em julho de 2015, os carros de luxo foram apreendidos na residência particular do senador em Brasília, conhecida como Casa da Dinda.

Outro lado

Na semana passada, durante a primeira parte do julgamento, os advogados de Collor defenderam a rejeição da denúncia. O defensor de Collor sustentou durante o julgamento que não há provas de que o parlamentar teria recebido dinheiro desviado. Para o advogado Juarez Tavares, não há ato de ofício que possa comprovar contrapartida por parte do senador para receber a suposta propina.

"Não há prova efetiva de que o senador Collor de Mello tivesse recebido dinheiro destas entidades às quais estaria vinculado, ou seja, a BR Distribuidora, os postos de gasolina ou as empresas privadas às quais fazia contrato. Não há uma prova de que o ingresso nas contas do senador advém dessas empresas ou de atos vinculados à realização desses contratos”, disse o advogado.

Diariodopoder.com.br

 


Moro solta Cândido Vaccareza após pagamento de fiança

Dida Sampaio
Dida Sampaio

 
EX-LÍDER DE DILMA E LULA PAGOU R$1,5 MILHÃO PARA SER SOLTO

MORO PONDERA QUE VACCAREZZA TINHA BIÓPSIA NA PRÓSTATA AGENDADA PARA ESTA SEMANA (FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO)
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O juiz federal Sérgio Moro mandou soltar o ex-deputado federal Cândido Vaccarezza nesta terça-feira, 22. O magistrado impôs fiança de R$ 1.522.700,00, a ser paga em dez dias, e cinco medidas cautelares.
“Proibição do exercício de cargo ou função pública na Administração Pública direta ou indireta; compromisso de comparecimento a todos os atos do processo; proibição de deixar o país, com a entrega do passaporte a este Juízo em 48 horas; proibição de contatos com os demais investigados, salvo familiares e proibição de mudança de endereço sem autorização do Juízo”, determinou o juiz da Lava Jato.

O ex-parlamentar foi preso temporariamente em São Paulo na Operação Abate, desdobramento da Lava Jato, na sexta-feira, 18. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal queriam a conversão da custódia temporária em preventiva.

A defesa de Vaccarezza havia informado à Lava Jato que o ex-deputado tinha agendado para a segunda-feira, 21, ‘uma biópsia de próstata diante da constatação de uma alteração na glândula’. O advogado Marcellus Ferreira Pinto junto aos autos o agendamento do exame.

Moro anotou que nem a Polícia Federal e nem o Ministério Público Federal ‘questionaram a autenticidade desses documentos relativos ao exame, nem se manifestaram a esse respeito’.

“No contexto do agendamento referido exame, este Juízo reputa, por ora, mais adequado impor medidas cautelares alternativas ao invés da prisão preventiva requerida. As medidas alternativas propiciarão tempo para o esclarecimento da situação de saúde do investigado, para o aprofundamento das investigações, inclusive quanto à origem do dinheiro em espécie encontrado e quanto ao eventual envolvimento do investigado em outros crimes contra a Petrobrás”, decidiu Moro.

A Operação Abate apontou que Cândido Vaccarezza, líder do PT na Câmara, entre janeiro de 2010 e março de 2012, usou ‘a influência decorrente do cargo em favor da contratação da Sargeant Marine pela Petrobrás, o que culminou na celebração de doze contratos, entre 2010 e 2013, no valor de aproximadamente US$ 180 milhões’. O ex-deputado teria recebido propina de US$ 500 mil.

Segundo Moro, é ‘forçoso reconhecer’ que ‘salvo o episódio envolvendo a Sargeant Marine, as investigações relacionadas aos outros fatos ainda nem se iniciaram e as provas pertinentes ainda são limitadas’.

Durante buscas da Abate, foram encontrados R$ 122 mil na casa de Vaccarezza. O juiz afirmou que o fato ‘não favorece’ Vaccarezza.

“Embora não seja ilegal a posse de quantidade expressiva de dinheiro em espécie, trata-se de um elemento indiciário do envolvimento atual do investigado em crimes, já que é comum, na atividade criminal, a realização de transações vultosas em espécie, a fim de evitar rastreamento”, afirmou o juiz da Lava Jato.

“É certo que o investigado apresentou uma explicação para o fato, mas ela precisar ser melhor analisada na investigação.”

O magistrado relatou que Vaccarezza não foi reeleito em 2014 e, por isso, ‘sua influência política deveria ter sofrido alguma diminuição’.

“Entretanto, constam notícias na rede mundial de computadores de que ele seria presidente regional de uma nova agremiação política. Ainda que sem mandato parlamentar, o ex-deputado ainda tem alguma influência política e que, infelizmente, pode ser indevidamente utilizada para a prática de crimes contra a Administração Pública. (AE)

Diariodopoder.com.br

 


Raquel Dodge escala veteranos para sua equipe de transição

Marcelo Camargo
Marcelo Camargo

 

RAQUEL DODGE ESCOLHEU OS CINCO PROCURADORES QUE A ACOMPANHARAM NA TRANSIÇÃO PARA A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA. FOTO: MARCELO CAMARGO/ABR
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A futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, divulgou os nomes dos cinco procuradores que compõem seu grupo de transição. Os procuradores regionais do Distrito Federal Raquel Branquinho, Alexandre Camanho, José Alfredo de Paula Silva, Alexandre Espinosa e Lauro Cardoso são conhecidos pela experiência em ruidosos casos penais e de improbidade.
Dodge foi nomeada pelo presidente Michel Temer após ocupar a segunda posição na lista tríplice eleita pela categoria. Ela, no entanto, não contava com o apoio do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Com antigas ligações na área de processos criminais e a escalação de nomes que já ocuparam cargos à frente de grandes investigações da Lava Jato, a futura procuradora-geral deixou claro que não vai dar prioridade apenas ao combate à corrupção, ela tem divulgado a pretenção de enfatizar questões ligadas a direitos humanos, comunidades tradicionais e meio ambiente.

Dodge, que tomará posse no dia 18 de setembro, às 10h30, foi acompanhada por sua equipe em três reuniões com membros da gestão de Janot na última semana. Os encontros trataram, principalmente, dos recursos humanos e orçamentários.

A equipe

Branquinho é procuradora desde 1997 e desde então atuou em casos como Marka/FonteCindam, em referência a duas instituições financeiras e auxiliou o então procurador-geral da República, Antonio Fernando, no mensalão.

Também faziam parte da equipe do Mensalão os procuradores Espinosa e José Alfredo, outros dois componentes da equipe de Dodge. Mais tarde José Alfredo fez parte da Operação Zelotes, responsável pela investigação do esquema de fraudes no Carf, conselho onde contribuintes recorrem de multas da Receita Federal. No entanto, ambos foram criticados pelo ministro do Supremo Tribuanl Federal (STF) Gilmar Mendes, que sugeriu o uso político de denúncias e procedimentos no Ministério Público Federal (MPF) sobre improbidade administrativa.

Camanha atuou no caso Collor-PC Farias e nas investigações de venda de ambulâncias superfaturadas, operação que ficou conhecida como “máfia dos sanguessugas”. Já Cardoso, o quinto nome da equipe, desempenhou funções administrativas como chefe de Procuradoria no Distrito Federa e secretário-geral da Procuradoria Geral da República (PGR) durante a gestão de Roberto Gurgel. Ele também foi secretário-geral no primeiro mandato de Rodrigo Janot.

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RC critica suspensão do fim do racionamento de CG pela Justiça e diz que “hienas da política vibraram” com decisão

Jose Marques
Jose Marques


Ricardo confirmou que o Governo do Estado irá recorrer da decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande

O governador Ricardo Coutinho (PSB) utilizou uma rede social para comentar, nesta segunda-feira (21), a decisão da juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, Ana Carmem Pereira Jordão, que acatou o pedido da Defensoria Pública do Estado para suspender o fim do racionamento de água em Campina e 18 municípios.

Entenda: Justiça suspende o fim do racionamento em Campina; Governo do Estado vai recorrer da decisão

Ricardo confirmou que o Governo do Estado irá recorrer da decisão e disse que os adversários políticos, a quem chamou de “hienas”, vibraram com a decisão da suspensão do racionamento.

“Decisão da Justiça se cumpre, se recorre. Lutaremos com todas as armas da legalidade e do bom senso para dar a Campina Grande e região o direito à água. Desde 18 de junho a Agência Nacional das Águas já autorizara o Estado a suspender o racionamento. Parece que decisões técnicas não valem nada. As hienas da política e do atraso vibraram com a continuidade do racionamento, afinal, atinge “apenas” a 90% da população que mais precisa. Eu disse que a Transposição do São Francisco era o maior golpe contra o coronelismo político que produz poder com água. Alguém tem dúvidas?”, publicou o socialista.

Na manhã de hoje o governador havia anunciado a antecipação da normalização da distribuição de água em Campina e região para a próxima sexta-feira (25). Na oportunidade, Ricardo comentou as polêmicas em torno do fim do racionamento e apresentou dados que comprovariam a viabilidade da ação.


Ator Paulo Silvino atuou em filme e humorísticos com o caiçarense Rafael de Carvalho

No último dia 17 o Brasil perdeu o ator Paulo Silvino, um dos seus grandes humoristas. Muito conhecido pelos programas humorísticos, Silvino também atuou em vários filmes. Em um deles, “Cômicos e mais Cômicos” ele foi protagonista ao lado do ator Rafael de Carvalho, paraibano, da cidade de Caiçara.

Nesse filme, de 1971, Paulo Silvino faz um diretor de cinema e Rafael de Carvalho um fotógrafo trapalhão, participam também Costinha e Wilza Carla, dentre outros. Na história eles estão produzindo um documentário sobre os grandes humoristas do Brasil, assim, o filme contém imagens raríssimas com atuações de nomes como Mazzaroppi, Oscarito, Zé Trindade, Procópio Ferreira, Alvarenga e Ranchinho, Colé e outros.

Rafael de Carvalho (1918-1981) atuou em 35 filmes (Eles não usam Black-tie, Macunaíma, O Pica-pau Amarelo, Fogo Morto, Terra em Transe, O Trapalhão na Ilha do Tesouro, etc.), cinco novelas (Bem-Amado, Gabriela, Saramandaia e outras), programas de humor (Coral do Bigodudos, Chico City, Balança mas não Cai, e outros), gravou sete discos, escreveu mais de vinte cordéis, três livros, produziu espetáculos e atuou na militância cultural e política como membro do Partido Comunista, motivo pelo qual chegou a ser preso.

Entre seus filmes, os humorísticos são os mais frequentes, devido a isso Rafael atuou os maiores nomes do humor de várias gerações como Procópio Ferreira, Oscarito, Ankito, Grande Otelo, Chico Anísio e Renato Aragão.

Atualmente o legado de Rafael de Carvalho, inclusive muitos filmes raros como este que ele atuou com Paulo Silvino, encontram-se no acervo do pesquisador Jocelino Tomaz, presidente do Grupo Atitude, de Caiçara. O mesmo tem espera ver mais valorizado esse acervo e seja edificado um memorial na cidade. Jocelino prepara uma antologia com as poesias de Rafael de Carvalho e, posteriormente, uma biografia. São ações para que o multiartista seja mais conhecido e reconhecido no seu estado.


Suspeição de Gilmar é toga justa para Cármen

 

Josias de souza
O pedido de suspeição da Procuradoria-Geral da República contra Gilmar Mendes deixou Cármen Lúcia numa toga justa. Se enviar a peça ao arquivo, a presidente do Supremo Tribunal Federal fará tempestade num copo de veneno, atraindo para si as críticas dirigidas ao colega. Por sorte, a doutora encontra no regimento interno da Suprema Corte o melhor antídoto. Basta transferir a decisão para o colegiado.

Reza o regimento que, admitida a suspeição, Cármen Lúcia precisa ouvir Gilmar. Que repisará a tese segundo a qual o fato de ter sido padrinho de casamento de Beatriz Barata não o impede de livrar da cadeia o pai dela, Jacob Barata Filho. O noivo é sobrinho de Guiomar Mendes, mulher de Gilmar. Mas isso tampouco é motivo para que o ministro se declare impedido de atuar no caso. O pai do noivo, irmão de Guiomar e, por conseguinte, cunhado de Gilmar, é sócio de Jacob, o preso libertado. Mas e daí?

Por muito menos o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, declarou-se suspeito para julgar um habeas corpus ajuizado no Supremo pela defesa de Lula. Fachin tomou distância do processo sob a alegação de que era padrinho de casamento da filha de um dos advogados signatários da petição.

Em casos como o de Gilmar, o regimento do Supremo prevê que Cármen Lúcia pode ouvir testemunhas. Se achar desnecessário, a ministra poderá submeter a encrenca ao plenário. Parece trivial. Mas isso é algo que jamais aconteceu no Supremo. A transparência é a regra no serviço público. Porém, o regimento do tribunal prevê que são secretas as sessões para o julgamento de pedidos de suspeição contra seus ministros. Lastimável!

A petição do procurador-geral Rodrigo Janot no caso Barata não é a primeira investida contra Gilmar. O chefe do Ministério Público já havia colocado em dúvida a isenção do ministro no julgamento do habeas corpos que libertou o empresário Eike Batista. Juntos, os dois pedidos oferecem aos dez colegas de Gilmar a oportunidade para informar ao país de que matéria prima é feita o excelso pretório —se de corporativismo ou de interesse público.


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