Ficando provado que presos acusados de compor uma Orcrim não tem culpa, quem paga a conta?

 Generalizemos e evitemos mencionar nomes, até para que não se forme juízo de valor influenciado por simpatias, antipatias, vinganças, apreço, ou coisa que o valha.

Vamos lá:

Imagine você que seu pai ou seu irmão venha a ser acusado de compor uma quadrilha, uma Orcrim ou seja lá que danado for. Por uma razão qualquer, um achismo ou uma tão em moda “convicção”, ele seja preventivamente mandado pra cadeia; passa dias infernais enjaulado, dormindo à base de psicotrópicos. Na sequência, a própria Justiça, em instância superior, distante do cenário, das emoções e interesses locais, manda soltá-lo. E mais: o faz afirmando, depois de muito estudar o processo, constatando que o tal infeliz não tem nada a ver com o rolo. Ou, pelo menos, até então não há qualquer indício consistente, tampouco prova do seu envolvimento.

Pois bem: quem vai pagar esta conta? Como ressarcir o indivíduo que foi vilipendiado; que foi surrupiado num dos seus direitos mais sagrados, que é a liberdade?

Atenção! Estamos aqui falando de alguém mandado pra cadeia e que, mais tarde, a própria justiça, numa instância superior, manda desfazer o malfeito porque não há provas. Não estamos, portanto, falando de gente condenada, após ouvido o contraditório, com processo transitado em julgado e esgotados todos os recursos. Estamos falando de gente que foi mandado pra cadeia sem motivo, segundo a leitura da própria justiça em grau superior.

Pois bem: como calcular o valor de tamanha injustiça? Como ressarcir esta vítima de um erro (segundo a própria Justiça) cujo desgaste social, emocional e psíquico não é possível mensurar? Por quanto fica o sofrimento de uma família que padece de tal arbitrariedade contra um dos seus membros? Quem vai pagar pelo bullying sofrido pelos filhos nas escolas?

Se for um sujeito de posses, como costumamos dizer, ainda há uma possibilidade de ser solto porque tem dinheiro para bancar algum advogado ou ser beneficiado por um serviço advocatício de um amigo. E se for um lascado geral? Nunca mais sairá da cadeia. Aliás, tem muitos que mesmo depois de considerados inocentes ainda permanecem entre grades.

Ora se pode!

Acaba de acontecer um caso semelhante, aqui. Ou casos semelhantes. O camarada foi pra cadeia, com decretação de prisão preventiva. Passou algumas semanas no xilindró. Depois, a instância superior da Justiça mandou soltar. E atentem para a alegação da magistrada que determinou a soltura:

“Tal conclusão incide na espécie, uma vez que o decreto não demonstrou, de que forma o Paciente, atualmente, age no esquema criminoso. Não há, no decisum, nenhuma referência concreta de que o Investigado ainda atuaria na Orcrim, e quais papéis desempenharia no grupo para justificar a imposição da medida mais gravosa, para a preservação da ordem pública. Ademais, o risco de influência em relação aos demais investigados, já se enfraqueceu, notadamente diante das buscas e apreensões autorizadas no ato judicial sub examine em 27 endereços pessoais dos investigados ou de empresas a eles relativas, “com a finalidade de apreensão de quaisquer evidências, físicas e digitais, relacionadas aos crimes contra Administração Pública, em especial corrupção, peculato, fraudes licitatórias, lavagem de dinheiro, e organização criminosa”. (fl.245). Outrossim, não há no decreto prisional, indicação concreta de quais futuros atos investigatórios ou instrutórios poderiam, eventualmente, ser influenciado pelo paciente”.

E já pensou se, ao final de todo o processo, ouvidas todas as partes, esgotados e julgados todos os recursos, a Justiça chegue à conclusão de que o sujeito é inocente?

 

Aliás, quem não se lembra o linchamento midiático (atenção, neste caso linchamento não se aplica a morte, claro), a que foi submetido o ex-prefeito de João Pessoa e ex-governador Cícero Lucena?! Lembram que até denominaram pejorativamente as suas obras? E a festa em frente ao Batalhão da PM, onde ele foi preso, quem se lembra?

Passados anos e anos, muito recentemente a justiça chegou a uma conclusão: Cícero era inocente.

E agora, como ressarci-lo da execração pública?

A propósito, o que será mais injusto: prender um inocente ou deixou às soltas verdadeiros criminosos?

 

Wellington Farias

PB Agora


EXCESSO DESNECESSÁRIO: Tornozeleira no ex-governador Ricardo Coutinho transborda o sentimento de excesso

 Por Walter Santos
Publicado por: Gutemberg Cardoso 

Decisão de colocar tornozeleira no ex-governador Ricardo Coutinho expõe excesso, comum em prisões preventivas em série

tornozeleiraeletrônica 300x163 - EXCESSO DESNECESSÁRIO: Tornozeleira no ex-governador Ricardo Coutinho transborda o sentimento de excesso - Por Walter Santos
Por Walter Santos
O último momento antes do Carnaval 2020 terminou, nesta sexta-feira, marcado pela decisão do desembargador Ricardo Vital de determinar o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-governador Ricardo Coutinho e outros ex-auxiliares gerando repercussão de vários níveis.

Mesmo admitindo a natureza da precaução em si do fato, há quem considere a decisão do magistrado num tamanho de excesso desnecessário diante da postura do ex-governador e demais ex-auxiliares de estarem contribuindo sem nenhum tipo de problema, sempre colaborando com a justiça, por isso pareceu atitude além de precaução e mais com tom de pirraça.

ESTADO DE DIREITO VS. EXCESSOS

 Em que pese a posição do Ministério Público estadual de insistir em restringir ao máximo o tipo de vida dos nomes arrolados sob argumento de “caso perigoso”, é preciso admitir que no decorrer dos tempos começa a se consolidar um sentimento de excesso inoportuno quando muitos dos presos não geraram resistência nem produziram nenhum tipo de obstrução.

 Se isto é verdadeiro, se faz preciso considerar importante a aplicação do Estado Democrático de Direito nos diversos processos em curso abrigando amplo direito de defesa para não repetir o excesso de politização jurídica da Lava Jato punindo sem problemas líderes do nível do ex-presidente Lula.

 No caso da Paraíba, determinar a tornozeleira eletrônica no ex-governador Ricardo Coutinho transborda o sentimento de excesso pela conduta dele acatando as ordens judiciais sem obstrução, mesmo num cenário aparentemente de provocação e, repito, de excesso.

 

 

 


Fonte: https://wscom.com.br/

Créditos: https://wscom.com.br/


Procuradoria jurídica da ALPB recomenda arquivamento do pedido de impeachment de João Azevêdo

Walla Santos
Walla Santos


As informações são do jornalista Luís Torres.

ALPB deve arquivar pedido de impeachment do governador e vice-governadora (Foto: Walla Santos/Click PB)
A Procuradoria Jurídica da Assembleia Legislativa da Paraíba emitiu parecer pelo arquivamento do pedido de impeachment do governador João Azevêdo (Cidadania) e da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT). As informações são do jornalista Luís Torres.

O pedido, de iniciativa do deputado Wallber Virgolino, foi protocolado no último dia 5de fevereiro. Desde o início, o governador João Azevêdo ressaltou que tinha certeza de que o pedido seria arquivado, por não conter nenhuma substância jurídica.

Clickpb.com.br

 


Justiça suspende processo seletivo para o Ortotrauma até que a Prefeitura de João Pessoa ajuste salários de acordo com o piso

 
A decisão foi tomada nesta sexta-feira (21) pela juíza Adriana Carneiro da Cunha Monteiro Nóbrega, da 3ª Vara Federal da Paraíba.


Por Redação ClickPB
 

O advogado Falcão de Souza, responsável pela defesa do CRO-PB, comentou em entrevista ao ClickPB que “a gente está satisfeito com a liminar que foi dada. Foi em partes, mas o objetivo da liminar era esse: suspender o edital até que fosse retificado para e (Foto: Reprodução)
O processo seletivo para o Ortotrauma, o Trauminha de Mangabeira, foi suspenso por decisão judicial até que a Prefeitura de João Pessoa adeque a remuneração e a carga horária prevista para o cargo de Cirurgião Dentista. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (21) pela juíza Adriana Carneiro da Cunha Monteiro Nóbrega, da 3ª Vara Federal da Paraíba.

Confira aqui a decisão.
O Conselho Regional de Odontologia da Paraíba (CRO-PB) ingressou com o pedido de tutela antecipada para que o processo seletivo fosse retificado no que diz respeito à remuneração e carga horária. O objetivo do CRO-PB era ajustar a remuneração ao piso salarial da categoria, que atualmente é de R$ 3.135. Além disso, foi feito o pedido de redução da carga horária para 20h, conforme determina a lei.

O advogado Landoaldo Falcão de Sousa Neto, responsável pela defesa do CRO-PB, comentou em entrevista ao ClickPB que “a gente está satisfeito com a liminar que foi dada. Foi em partes, mas o objetivo da liminar era esse: suspender o edital até que fosse retificado para essa seleção o piso salarial e a carga horária de 20h”.

O edital do processo seletivo com vagas para o Trauminha de Mangabeira encerraria as inscrições no dia 27 de fevereiro. No entanto, com esta suspensão determinada pela justiça, os prazos deverão ser revistos, conforme expectativa dos profissionais de saúde.

Os baixos salários oferecidos no edital chamaram atenção e provocaram revolta de várias categorias. Várias entidades representativas das categorias que se sentiram prejudicadas apresentaram votos de repúdio e pediram contestação, conforme publicou o ClickPB. Nesta sexta-feira (21), o edital do certame foi retificado. No entanto, a correção foi feita para adequar alguns salários conforme o novo salário mínimo em vigor.


“Solidariedade e Amizade é algo raro em tempos de semeadores de ódio”

Fábio Maia

Solidariedade e Amizade é algo raro em tempos de semeadores de ódio.
Não me movo ao som das conveniências principalmente as promovidas pela caneta de plantão ou interesses políticos. Para mim, as verdadeiras amizades são baseadas em solidariedade, lealdade e principalmente inexoráveis ao tempo.

Poderia escrever aqui sobre outros companheiros, mas me aterei a um em especial: Ricardo Coutinho, o maior governador da história da Paraíba, meu amigo e companheiro de luta e de lutas, cuja inocência será comprovada.

Acompanhei, de Campina Grande, as mudanças que João Pessoa teve no seu governo, e que tanto quis que minha querida Campina também a tivesse, porém ainda acredito que em 2021 novos tempos virão.

Depois, na sua jornada enquanto governador do estado, o qual fui partícipe, senti e vi as mudanças em toda a Paraíba.

Não há um índice social ou indicadores econômicos que ao término de 2018 foi menor do que o recebido em janeiro de 2011. Destaco aqui os avanços na Educação, que podem ser ditos pelos filhos do povo, os quais tiveram oportunidades não só de ter acesso à universidade como a estudar em outro País, algo antes inimaginável em um estado como o nosso.

Na Saúde as transformações são inúmeras e ressalto a construção e entrega de diversos hospitais a exemplo do Metropolitano em Santa Rita que é uma referência no Brasil em cirurgias cardíacas e neurológicas.

Infraestrutura e mobilidade urbana da gestão de RC tiraram 54 cidades do isolamento asfáltico e os habitantes desses municípios são testemunhas diárias do que isto significa.

Todas as transformações desse governo tiveram controle fiscal e financeiro do estado. Que o digam os servidores que vão passar o carnaval sem receber o salário antecipado este ano, como costumeiramente acontecia no governo de RC.

Escrevo isto pra dizer que, sim, considero Ricardo Coutinho um amigo, e não poderia hoje deixar de externar minha completa solidariedade no atual momento. Algo injustificável, mas tão comum em decisões quando se referem a ele.

Os cuspidores de microfone e/ou os escribas de aluguel se regozijam pois assim continuam fazendo a festa no “topa tudo por dinheiro”, onde o que menos importa é a ética profissional, e mais vale a execração pública de quem não se conseguiu vencer no voto e no debate de ideias e ações pela Paraíba afora. À estes o tempo responderá.

Com relação às decisões hora válidas, sigo cônscio de que “existem juízes em Berlim” nas esferas superiores.

À você Ricardo, minha solidariedade e amizade. Adelante.


Jeová considera imposição de tornozeleira a Ricardo Coutinho “uma decisão teratológica, totalmente desnecessária e fora da realidade do mundo jurídico”

Uma decisão teratológica, totalmente desnecessária e fora da realidade do mundo jurídico, foi como o deputado Jeová Campos definiu a determinação do desembargador Ricardo Vital de Almeida, de impor ao ex-governador Ricardo Coutinho o uso de tornozeleira eletrônica.

Ele afirmou que até agora não conseguiu compreender a medida restritiva adotada pela Justiça paraibana. E argumentou: “Como é que uma pessoa que estava fora do país, ao tomar conhecimento de uma decisão da justiça do seu país, retornou, se entregou e agora, beneficiado com um habeas corpus concedido por uma Corte Superior, sofre uma decisão teratológica dessas, fora da realidade do mundo jurídico?”

Para o deputado, decisões como essas causam medo à população, que fica se sentindo desprotegida. Ele próprio disse que está sentindo uma sensação de medo.

Jeová fez questão de lembrar que é advogado e professor universitário do curso de Direito e nessa condição não tem dúvida em afirmar que a decisão tomada contra Ricardo Coutinho “demonstra um viés direcionado”.

Embora reconhecendo que decisão judicial é para ser cumprida, o parlamentar não tem dúvida de que o STJ “deve colocar a regra do direito nos seus trilhos e revogar essa medida desnecessária”.

Blogdotiaolucena.com.br

 


‘SP não paga professor para ficar em casa tomando suco de laranja’, diz Doria


Professores paulistas são bem remunerados, diz o governador, de acordo com a produtividade

‘SP não paga professor para ficar em casa tomando suco de laranja’, diz Doria
João Doria, governador do Estado de São Paulo - Foto: Eduardo Knapp/Folhapress.

O governador João Doria (PSDB) afirmou nesta quinta-feira (20) que os professores da rede estadual paulista são bem pagos, mas que São Paulo “não remunera professores para ficarem em casa tomando suco de laranja e sendo preguiçosos”.

A declaração foi feita em visita do governador à região de Presidente Prudente, no interior do estado, horas antes de sua gestão anunciar reajuste à categoria. Em seu trajeto, ele passou por protestos de docentes da rede estadual reivindicando melhores salários.

Ele afirmou a jornais locais: “Os professores estão sendo sim bem remunerados, mas remunerados de acordo com a sua produtividade. São Paulo não remunera professores para ficarem em casa tomando suco de laranja e sendo preguiçosos. São Paulo remunera professores que trabalham, esses merecem remuneração, atenção e respeito.”

Após recolher apostila, Doria diz que Crivella perdeu razão ao censurar livro no Rio
Abono de 12,84%
O governador anunciou nesta sexta-feira o pagamento de um abono de até 12,84% nos salários dos professores da rede estadual de São Paulo.

No total, 260,1 mil docentes ativos e inativos serão beneficiados. O pagamento será retroativo ao mês de janeiro e estará disponível a partir de março.

Com o pagamento do abono salarial, os profissionais passarão a receber uma remuneração que atende ao piso nacional para professores da educação básica estabelecido pela Lei do Piso (Lei nº 11.738/2008).

Os professores da categoria chamada PEB I (lecionam para os alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental) que trabalham 40 horas semanais sairão de uma remuneração mensal de R$ 2.577,74 para R$ 2.886,24, valor do piso salarial.

Já o salário dos docentes da categoria PEB II (atendem alunos dos anos finais do ensino fundamental e ensino médio) saltará de R$ 2.585,01 para os mesmos R$ 2.886,24, previstos por lei.
Para garantir o benefício, o governo de São Paulo vai investir por ano R$ 590,6 milhões.

Diariodopoder.com.br

 


Redução dos crimes começou com ações do governo Michel Temer


Ex-secretário da área em SP, ele sabia o que fazer e destinou à segurança 11,2% da arrecadação das loterias e o orçamento bilionário que mofava no Fundo Nacional de Segurança Pública

Presidente desiste de assinar decreto de indulto de Natal de 2018
Temer destinou à segurança 11,2% da arrecadação das loterias e o orçamento bilionário que mofava no Fundo Nacional de Segurança Pública

A redução dos crimes não decorre apenas das medidas do atual governo, mas também da passagem pelo Planalto, justiça lhe seja feita, do ex-presidente Michel Temer. Ex-secretário da área em São Paulo, ele sabia o que fazer, e destinou à segurança 11,2% da arrecadação das loterias e o orçamento bilionário que mofava no Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). Além de R$630 milhões para Esporte, R$443 milhões para Cultura e R$70 milhões para Direitos Humanos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Temer confiou a missão aos ministros Raul Jungmann (Segurança) e ao assessor Gustavo Rocha, que deu forma jurídica ao programa.

O dinheiro repassado aos estados serviu para qualificar as polícias e treinar melhor os policiais no enfrentamento à criminalidade.

A redução dos crimes foi registrada logo no primeiro mês do governo Bolsonaro, que a celebrou, claro. E com toda a razão.

Diariodopoder. com.br

 


Maia já fez 760 viagens em jatos da FAB desde que virou presidente da Câmara

 
Deputado viajou desde o primeiro dia de mandato como presidente tampão após a cassação de Eduardo Cunha

Rodrigo Maia já fez 229 viagens em jatinhos da FAB e ainda deu carona a 2.131 pessoas
Com 250 viagens em 2019, presidente da Câmara fez mais voos que o segundo e terceiro colocados no ranking. Foto reproduzida do site Patos Hoje.

Desde que assumiu a Presidência da Câmara, em julho de 2016, o deputado Rodrigo Maia se transformou no político que mais se utiliza de jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB). Ele fez das aeronaves de FAB praticamente em seu domicílio. Foram 760 voos até 18 de fevereiro, data da mais recente viagem de Maia registrada na FAB. Nos primeiros seis meses no cargo, em 2016, ele voou 79 vezes. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Rodrigo Maia pediu jatinho da FAB para ir ao Rio, seu Estado, já no primeiro dia como presidente da Câmara, em 14 de julho de 2016.

No ano passado, Maia bateu todos os recordes: voou 250 vezes, mais que a soma dos três ministros que mais viajaram em serviço pela FAB.

Rodrigo Maia reduziu passeios na FAB em 2018, para fazer campanha eleitoral. Ainda assim, viajou 198 vezes. Obteve modestos 74 mil votos.

O aluguel de um avião executivo para o trecho de São Paulo ao Rio custa entre R$20 mil e R$ 50 mil. A FAB não revela seus custos.

Diariodopoder.combr

 


Nilvan Ferreira trata Gaeco como aliado e Ricardo Coutinho como inimigo.

 

Flavio Lucio

Depois que Jair Bolsonaro se elegeu presidente e o bombado Julian Lemos deputado federal, todo tipo de aventureiro passou a achar que pode se eleger para o que bem pretender.

Não percebendo o tamanho do ridículo, o mais novo candidato a cacareco, Nilvan Ferreira, uma espécie de Tiririca do radialismo paraibano, mas sem o brilho e a graça do palhaço cearense, resolveu não só que quer, mas que pode ser o próximo Prefeito de João Pessoa – ele na certa acha que o eleitorado pessoense se resume à claque que todo dia liga para o programa que ele apresenta na rádio Correio FM.

Só que, assim como a eleição de Bolsonaro dependia de Lula não ser candidato, Nilvan Ferreira depende de Ricardo Coutinho ser tirado do páreo também pela Justiça.

No caso de Jair Bolsonaro, o atual presidente teve a inestimável ajuda de Sérgio Moro. Moro condenou Lula sem provas e em tempo recorde e, certamente por isso, virou Ministro da Justiça, uma recompensa pelos inestimáveis serviços prestados à causa bolsonarista.

Nilvan Ferreira sonha que a mesma farsa jurídica se repita aqui na Paraíba. No caso, que coordenador do Gaeco-PB, Octávio Paulo Neto, e o desembargador do TJ responsável pela Operação Calvario, Ricardo Vital, desempenhem o mesmo papel que desempenharam o procurador Deltan Dallagnol e Sergio Moro, afastando da disputa pela Prefeitura de João Pessoa o ex-governador Ricardo Coutinho.

Como Nilvan sabe que não há tempo hábil para uma condenação ainda em 2020, a expectativa do radialista da Correio era que Ricardo Coutinho permanevesse preso “preventivamente” até, pelo menos, próximo à eleição.

Por isso, o destempero revelado nos últimos dias por vários jornalistas, entre eles e principalmente, Nilvan Ferreira, que no comentário inicial que fez hoje no rádio (veja na endereço abaixo a partir do 8m50, repetiu várias vezes que Ricardo Coutinho era “nosso inimigo“. Depois, continuou seu discurso, fazendo crer que incluía nesse “nós” contra Ricardo Coutinho, o Gaeco.

Leia você mesmo o que disse nesse trecho Nilvan Ferreira para perceber a que nível desceu nossos “jornalismo” que estimula, em função dos seus interesses, uma justiça partidária.

Nós não podemos desistir nessa altura do campeonato, meus amigos. Nós não podemos nos dar por vencidos, por derrotados (…). O inimigo está ferido, está solto, mas o inimigo está ferido, o inimigo está ferido gravemente. O inimigo está ferido em seu discurso, o inimigo está ferido em seu conceito, o inimigo está ferido em todos os aspectos. E acho que os verdadeiros integrantes dessa vanguarda de combate à corrupção não pode baixar a cabeça. A frase, a palavra é de que nós precisamos resistir. E agora é que a sociedade precisa dar respaldo ao Gaeco e ao Ministério Público

Notem o discurso do inimigo comum bem ao gosto dos nazistas na Alemanha pré-Segunda Guerra. Só que o inimigo comum dos nazistas eram, em primeiro lugar, os judeus, com os comunistas e marxistas vindos logo atrás.

Quem tiver estômago para escutar esse discurso cínico e cheio de hipocrisia – Nilvan é aquele que responde há mais de dois anos a processo por sonegação e venda de roupas falsificadas, processo que corre a passo de tartaruga e, ilegalmente, em segredo de Justiça, – vai perceber que o Gaeco e o Ministério Público são tratados pelo radialista como “aliados” da causa contra o inimigo comum, que é Ricardo Coutinho.

Discursos como esses deixam cada mais evidenciados que, assim como a Lava Jato, a Calvário, com o apoio que, igualmente, tem de grande parte da mídia, nada tem a ver com combate à corrupção.

Tem a ver com um projeto de poder. Mas, dessa vez, eles vão ter de combinar com o povo, o verdadeiro juiz das disputas políticas. Ricardo Coutinho pode ser o candidato e, se for, tem gigantescas chances de se eleger.

E Nilvan sabe disso.


Estou indo na reta final, numa jornada de mais 30 anos.

A madrugada foi intensa. Passei horas mergulhado em reflexões sobre o tempo... o tempo que carrega a vida!

Fui invadido por elaborações oníricas que vasculharam minha vida pregressa e ao mesmo tempo me remeteram ao futuro. Futuro? Indaguei! - Mas que futuro se no máximo me resta 1/3 de vida?

Sim, considerando meu quadro de saúde atual, o vigor de desportista que desenvolvi em muitos anos de dedicação, devo chegar lá nos 90 talvez até com clara lucidez, mas, óbvio, com a energia física em decadência.

e dei conta de que minha vida parece estar estruturada em três períodos temporais de igual duração, mas muito distantes em produção de conteúdos. A primeira etapa foi de luta interna, solitária e ansiosa, embora externamente fluísse como se pisasse sobre granito firme. Havia e sentia uma clara desconexão entre o "eu interior, pensador, quieto, buscador, empático e o eu exterior, feio, fraco, magro, arqueado sobre os ombros, parecendo suportar um peso maior do que a força me permitia.

Último de seis filhos, onde as três primeiras eram mulheres, ocupei o derradeiro posto entre os meninos que vieram depois.

Último...! Essa era a mensagem! O último, o mais fraco, o que não pôde chegar em primeiro, que falhou na primeira missão.

Ainda criança eu queria voar, aliás, sonhava voando como os gaviões que via passar alto, plainando sobre a casa e o pomar. Eu precisava me elevar, subir, alçar, flutuar e me sentir livre... Livre dos incômodos de ser caçula, nascido para sofrer as agruras de ser mais fraco, o menor, o franzino.

Na pré adolescente o sentido pictórico aflorou e me fez encontrar a Escola Particular de Belas Artes do mestre grego Elie Pannagiotes Tountas. Foi um dislumbre! Impregnou-me o cheiro das tintas, o toque dos pincéis... Minha mente criativa, enfim voava mas o corpo ainda requeria ânimo, energia. Foi aí que entraram as artes marciais, a matéria do guerreiro, do combatente do combate justo. Campeão, referência, destaque, notícia em jornais...

As coisas pareciam estar se ajustando, porém a percepção era de que os feitos recebiam maior reconhecimento fora do ciclo familiar. Em casa continuava raquítico...o último.

A necessidade imperiosa de liberdade gritava e não tardou a iniciar uma nova etapa. - Vá! disse-me a voz interna e eu fui. Fui para longe, para o outro lado do país. Do Sul ao Norte, sozinho para me refazer.

O chamado interno me levou à Universidade e a matéria Psicologia passou a ser meu sentido de viver. Diplomado, pós diplomado... Minha primeira fase havia se concluído. Haviam se passado 30 anos de buscas do EU perdido em mim. Iniciava aí a segunda fase, muito profícua, na qual pude dar vazão ao sentimento empático que me orientava nas relações com os sofredores. Meu consultório era nos becos, nas "bocas", nas biroscas de trás da rodoviária em Porto Velho, no Porto do Cai N‘água, lugares onde presenciei muitas dores; onde entrei e saí muitas vezes com pessoas que se sentiram valorizadas, respeitadas e, em especial, que foram ouvidas e acreditaram nas suas potencialidades, dando vazão aos próprios recursos para restaurarem suas vidas.
Falei diante de multidões em auditorias, escolas, ginásios; Escrevi e viajei, dentro e fora do país em busca de aprender, mas, mesmo aprendendo não pude muitas vezes conter o choro diante da tragédia humana produzida pelas drogas, ou, melhor, de que as drogas são frutos das tragédias humanas. Sim, elas se apresentam como antídoto ao mau estar de não ser, não ter, não pertencer, mas não são incapazes de preencher o vazio e de fato o ampliam. Drogas são o engôdo, a imitação dos poderes mágicos dos deuses perdidos na mitologia. Entram onde o vazio humano é insuportável, mas não o preenchem. Ao contrário, destroem o senso humano de percepção do próprio vazio, criando a ilusão de tê-lo superado. O preço, porém, é a submissão, a desordem psíquica, o caos e a destruição do ser.

Eis que a segunda fase havia se cumprido em minha vida! Eu rompi a casa dos 60 e meus pés pisam firme no último degrau da escalada.
Parar jamais!

O conhecimento das leis humanas (frutos da petulância humana se auto regrar e regrar aos outros) são minha nova investida. O Direito é minha nova busca de recursos para promover a inclusão a quem se sente alijado pelo sistema.

Estou indo na reta final, numa jornada de mais 30 anos.
Vamos seguir pareados e regozijar com a festa da vida!

Bem, depois de divagar em sonhos intuitivos, reveladores, quase sonabúliccos durante a madrugada, a compor uma retrospectiva da minha jornada, não restou outra alternativa a não ser registrar o que vi, intuí e compreendi.

Um grande dia à todos!

Minhas divagações ora me acalentavam, ora me desapontavam. Minha memória filtraram cenas do passado e me fizeram constatar que os primeiros 30 anos


Sobre os policiais amotinados do Ceará

 

Albergio Gomes de Medeiros

Considero reprovável e censurável a atitude de Cid Gomes, tanto quanto os Bolsonarianos que passaram o dia enviando para mim postagens com desenhos e ironias com o senador, com jocosidade até sobre o aspecto sexual, como se isso o depreciasse. Em momento algum defendi nem defendo uma tresloucada atitude como a do senador Cid, por faltar-lhe tudo: de legitimidade ao demais requisitos. Ponto.

Cobrei desses mesmos "imparciais" e patriotas Bolsonarianos, sim, Bolsonarianos, pois só deles recebi as tais postagens sobre o lado pior desse evento nefasto e inconcebível num país tido como democrático. Se a atitude gravíssima de Cid é inaceitável, a dos meliantes mascarados foi pior e que inaugurou uma abominação.

Não, não se tratava de militares em greve, absolutamente. Não, não teve nada a ver com greve, pois grevistas não se mascaram nem portam armas. Os mascarados tidos como "policiais em greve" não passam de marginais, de amotinados armados, meliantes da letra "A" à letra "Z". Amotinados armados, mascarados, nos mesmos moldes que o crime organizado "trabalha", especialmente Milicianos.

Policiais não promovem, por maior que seja o arroubo, a tomada de assalto de viaturas em plena via pública, não se escondem atrás de balaclavas - que só deixam os olhos à mostra, dificultando sobremodo a identificação. Não, não senhores, isso não foi nem será "greve", mas apenas uma manifestação ostensiva de motim, que precisa ser punida com todos os rigores da lei.

O que mais me aborreceu foi ver esses Bolsonarianos enviarem porcarias só contra Cid, no entanto, como de costume, não darem "um pio" contra os amotinados, nem falarem sobre essa evidência de organização miliciana já instalada e estabelecida no Ceará, Bahia, e, imagino, demais rincões desse Brasil com decadente democracia.

A propósito, o marginal que amotinado e armado atirou contra o "coronelzão" Cid, este desequilibrado à toda prova e evidência, tem uma pontaria meio fraca, dado que é inquestionável que atirou para matar e não acertou o coração do senador.


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