Mega-Sena pode pagar R$ 125 milhões nesta quarta

O concurso 2.161 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 125 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (19) em São Paulo (SP).

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


g1


Provas objetivas do concurso da Educação são marcadas para o mês de julho

 As provas objetivas do concurso público para área de Educação da rede estadual de ensino estão previstas para acontecer no dia 21 de julho. Ao todo, 43.097 candidatos tiveram as inscrições homologadas, segundo o Instituto AOCP, banca organizadora do certame. O Concurso é organizado pela Secretaria de Estado da Administração em conjunto com a Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, e teve o edital de deferimento das inscrições publicado nesta terça-feira (18), no Diário Oficial do Estado. Estão sendo oferecidas 1.000 vagas para o cargo efetivo de Professor de Educação Básica III, da carreira do Magistério Estadual. Desse total, 50 vagas são destinadas às pessoas com deficiência.

Os locais e horários das provas serão divulgados no dia 3 de julho, conforme cronograma previsto em edital. Os candidatos poderão acessar o site da organizadora (www.institutioaocp.org.br) na data citada e imprimir o ‘Cartão de informação do candidato’.

Os aprovados serão distribuídos entre as 14 Regionais de Ensino (Gerência Regional de Educação) e serão nomeados logo após o resultado final do concurso. O salário oferecido para os que vão disputar as vagas é de R$ 2.110,12, com carga horária de 30 horas semanais.

Segundo a secretária de Estado da Administração, Jacqueline Gusmão, este é o quarto concurso para o cargo de Professor de Educação Básica III, no período de 2011 a 2019, totalizando 5040 vagas ofertadas. “A realização de concursos públicos é um dos compromissos do governo João Azevêdo e a educação é uma das metas prioritárias desse primeiro ano de gestão”, ressaltou a secretária.

O secretário de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, Aléssio Trindade, afirmou que, além de ser um compromisso de governo, o concurso valoriza a categoria dos professores. “Esse concurso é uma promessa cumprida do governador João Azevêdo e uma valorização muito grande dos professores. É também uma satisfação grande poder fazer essa integração da Secretaria de Administração com a de Educação para conseguir viabilizar o cumprimento de uma ação tão grande e estruturada”, ressaltou Aléssio.

Estão sendo ofertadas vagas para 13 disciplinas: Artes (72), Biologia (150), Educação Física (68), Filosofia (6), Física (47), Geografia (72), História (78). Língua Espanhola (18), Língua Inglesa (61), Língua Portuguesa (195), Matemática (199), Química (28) e Sociologia (6).


SecomPB


Insatisfeitos com líder, vereadores governistas impõem derrotas a Cartaxo na CMJP


Integrantes do grupo estariam na bronca com Milanez Neto por o considerarem "centralizador"
Redação Paraíba Já 
Milanez Neto diz que Cartaxo não cumpriu promessas de campanha devido à crise econômica
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) sofreu várias derrotas na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), nesta terça-feira (18). As mais importantes foram a não aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e remanejamentos orçamentários que somam cerca de R$ 50 milhões. A terceira, menos ‘dolorida’, foi a derrubada do veto do Executivo ao projeto de lei ‘Picha Não’, de autoria da vereadora Eliza Virgínia (Progressistas).

De acordo com um vereador da base, as derrotas aconteceram mais por conta da falta de articulação do governo do que da própria oposição, que se manifestou contra a inclusão dos remanejamentos na pauta da Ordem do Dia, alegando que a tramitação dos projetos feriu todas as previsões regimentais – no que classificaram uma tentativa ‘tratorar’ e aprovar de todo jeito os projetos do Executivo.

Apesar dos apelos da oposição, a derrota de Cartaxo na CMJP se deu por conta de sua própria bancada que, mesmo tendo 20 vereadores, não conseguiu garantir o quórum mínimo para a votação.

Integrantes da bancada da situação relataram ao vereador ouvido pelo Paraíba Já, em off, o descontentamento e insatisfação com a condução do líder, Milanez Neto. Eles afirmam que o mesmo está isolado e enfraquecido por não dialogar com os colegas.


Advogado preso no PB1 com colchão ‘recheado‘ de chips é liberado e nega saber dos objetos escondidos


Advogado foi detido nesta terça-feira (18) quando tentava entrar na penitenciária estadual com o ‘colchão recheado‘.


Por ClickPB
 

O ‘scanner‘ do presídio PB1 mostrou o material ilícito escondido e os agentes rasgaram o colchão (Foto: Reprodução/WhatsApp)
O advogado preso ao ser flagrado com um colchão onde estavam escondidos 100 chips de aparelho celular, no presídio PB1, em João Pessoa, negou envolvimento com os objetos. Ele foi detido nesta terça-feira (18) quando tentava entrar na penitenciária estadual com o ‘colchão recheado‘.

"Recebi (o colchão) absolutamente sem saber de nada", disse ele em entrevista ao repórter Walter Paparazzo.

Saiba mais

Advogado é preso ao tentar entrar com 100 chips dentro de colchão no PB1

O ClickPB conversou com a delegada Lídia Cardoso, que coletou o depoimento do advogado na Central de Flagrantes da Polícia Civil, no bairro do Geisel. Ela disse que foi feito um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e que o bacharel em Direito foi liberado pela Polícia Civil, mas responderá judicialmente sobre o caso.

Francisco de Fátima Barbosa Cavalcanti disse que não sabia que no colchão havia os chips, carregadores e fones de ouvido. A denúncia é de que ele entregaria os objetos a um detento. O advogado negou.

O ‘scanner‘ do presídio PB1 mostrou o material ilícito escondido e os agentes rasgaram o colchão e fizeram o flagrante dos objetos. O material seria entregue ao apenado Marcelo José da Silva.

Ainda segundo a delegada Lídia Cardoso informou ao ClickPB, o advogado pegou o colchão com a filha do detento e faria a primeira visita ao preso, o qual iria contratá-lo.

O advogado foi autuado no Art. 349 que dispõe sobre levar equipamentos de forma ilegal para dentro de penitenciárias.


SANTA RITA - UPA abre seleção com salário de R$ 2.200

 A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Rita iniciou, nesta terça-feira (18), processo seletivo para contratação de farmacêuticos. O edital publicado prevê admissão de quatro profissionais, com o objetivo de atender as necessidades de gerenciamento e oferta nos serviços de saúde. O salário base é de R$ 2.208,04.

O superintendente do Instituto Acqua na Paraíba, que administra a UPA, Valderi Ferreira, explicou que o processo seletivo vai até o dia 22 de junho e as inscrições deverão ser feitas exclusivamente pela internet. “Com a contratação dos farmacêuticos, conseguiremos ter sempre profissionais na unidade, 24 horas por dia. Teremos melhor controle dos medicamentos dispensados para a população, observando as indicações médicas de forma precisa”, destacou o gestor.

Esta seleção de profissionais integra o conjunto de melhorias implementadas nos últimos meses na UPA Santa Rita. “São grandes os desafios na UPA, estamos atendendo uma demanda de aproximadamente nove mil pacientes por mês. E, nestes três meses em que estamos à frente da unidade, já conseguimos muitos avanços para requalificar o atendimento”, pontuou Valderi.

 

MaisPB


Contra a Ítalia, Marta se torna a maior artilheira da história das Copas

 Marta se tornou a maior artilheira da história das Copas do Mundo, nesta terça-feira (18). Em vitória contra a Itália, a seleção brasileira confirmou a classificação nas oitavas e a jogadora superou o recorde do alemão Miroslav Klose, totalizando 17 gols.

O Brasil venceu a Ítalia por 1×0, em Valenciennes, na França, o gol chegou aos 28 do 2º tempo, em cobrança de pênalti feita por Marta. O resultado leva a seleção a próxima fase das oitavas de finais sendo também, uma das melhores colocadas da fase de grupos.

Além da vitória da seleção, a craque Marta quebrou um recorde histórico se tornando a maior artilheira das Copas do Mundo entre homens e mulheres. A jogadora também é a primeira, entre homens e mulheres, a participar de cinco edições da Copa do Mundo. Além disso, ela já foi eleita seis vezes como a melhor jogadora do mundo pela Federação Internacional de Futebol (FIFA).

Pela seleção brasileira, a jogadora ultrapassou o também artilheiro, Pelé na marca de gols. São 119 gols feito por Marta contra 95 do jogador.

MaisPB


Namorada de senador ganha emprego no Senado e nem bem entrou, já recebeu aumento


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), confirmou que foi ele quem autorizou a contratação da agora consultora legislativa Brunella Poltronier Miguez pela diretoria-geral da Casa. Segundo o democrata, o senador Marcos do Val (Cidadania-ES) o procurou pedindo uma vaga para a advogada como uma “indicação política” do seu partido. No entanto, Alcolumbre garante que não foi avisado da relação amorosa entre o parlamentar e Brunella.

No entanto, 20 dias depois ela foi recontratada pelo Senado e ganhou um aumento. Atualmente, ela recebe exatos $ 10.805,49. Antes de conhecer Do Val, porém, a advogada trabalhava no Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Espírito Santo (Ipem-ES), com um salário de R$ 2.300

blogdotiaolucena.com.br

 


Previdência ameaça apoio das polícias Civil e Federal a Bolsonaro


Fonte: UOL

Forte reduto do bolsonarismo, parte da polícia passou a olhar com desconfiança seu apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Pelo menos na Polícia Federal e na Civil e nas guardas municipais, o entendimento é que as propostas do governo da reforma da Previdência colocariam em risco a aposentadoria e as pensões de agentes de segurança, a ponto de estudarem abandonar seu alinhamento ao Palácio do Planalto, o que rendeu muitos votos nas eleições de 2018.

Nas últimas duas semanas, o mal-estar aumentou. No início do mês, quatro notas de entidades de classe acusaram o Palácio do Planalto de descumprir acordos para garantir às categorias os mesmos benefícios preservados para as Forças Armadas.

Embora menos numerosas que a Polícia Militar (PM), as categorias têm poder. Tocam os principais casos de corrupção no país, nos âmbitos federal ou estadual, e ainda policiam ruas de muitas cidades. As entidades estudam fazer operações "tartaruga" nos próximos dias, atrapalhando serviços essenciais à população, como atendimento em delegacias e policiamento de ruas.

Em outra ponta, a ideia é aumentar a quantidade de trabalho focando em investigações contra a corrupção.

 Entidades cobram quebra de acordo

"O apoio concedido pela maioria dos operadores de segurança pública na eleição não será transformado num cheque em branco em prejuízo próprio", diz trecho da nota publicada pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). O texto foi divulgado na semana passada junto com outras críticas semelhantes de mais três entidades de classe que narram suposta quebra de promessa: policiais civis (Cobrapol), policiais rodoviários federais (Fenaprf) e peritos da PF (APCF).

Eles dizem que haveria um acordo firmado com Jair Bolsonaro em 20 de maio para dar a eles os mesmos benefícios estendidos às Forças Armadas e aos policiais militares na reforma.

Consultada pela reportagem, a assessoria do presidente negou a existência dos acordos mencionados pelas entidades de policiais. A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), também disse que não há acordo.

 "A um passo de perder todo o apoio"

Depois das queixas em público feitas pelos sindicatos, críticas ao presidente foram parar em grupos de WhatsApp de policiais, muitos deles eleitores do presidente, na semana passada. Em redes sociais abertas, também era possível ver charge de um caixão de policial guiado por Bolsonaro.

"Posso te garantir: o governo Bolsonaro está a um passo de perder todo o apoio da segurança pública do País, pois a aposentadoria policial é o único atrativo das carreiras dos operadores da segurança pública", afirmou ao UOL o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Luís Antônio Boudens.

Na última quinta, a comissão especial da reforma da Previdência na Câmara recebeu o relatório do deputado Samuel Moreira (MDB-MG), relator da reforma. Era lá a arena que os policiais esperavam resolver os problemas enfrentados na equiparação com os militares (veja abaixo). "Ficou pior", resume o presidente da APCF, o perito Marcos Camargo. "Piorou para todas as polícias", completa André Gutierrez, diretor de mobilização da UPB (União dos Policiais do Brasil) e presidente da Cobrapol. A medida ainda atinge os 120 mil guardas municipais.

Gutierrez também afirmou ao UOL que as categorias policiais podem abandonar o governo.

"Se for para romper com o Bolsonaro, vamos romper, porque ele rompeu com a gente". André Gutierrez, diretor da União dos Policiais do Brasil.

Ele conta que há assembleias previstas para hoje (18) para definir se entram em uma espécie de greve, fazem operações tartaruga, manifestação ou "invasão em Brasília". "Temos outros meios de fazer a polícia paralisar sem ser greve."

"O sentimento é da mais profunda decepção, até porque a posição dele enquanto era deputado era completamente diferente da proposta enviada como presidente". Clóveis Pereira, presidente da Federação Nacional dos Guardas Municipais (Fenaguardas).

 O que eles querem?

Policiais federais e civis pedem os mesmos benefícios que militares terão na proposta de reforma da Previdência. Abaixo, exemplos do que está diferente e eles querem mudar:

Pensão para viúvas

- Para Forças Armadas e policiais militares: se o cônjuge morrer, viúvas terão pensão integral e vitalícia

- Para policiais federais e civis: benefício só valeria para mortes "em serviço", e não "em decorrência do serviço"

- Para guardas municipais: não terão direito ao regime de PMs e Forças Armadas

Salário integral na aposentadoria

- Forças Armadas e policiais militares: terão aposentadoria com o último salário recebido integral

- Policiais federais e civis: precisarão trabalhar mais para terem direito ao mesmo benefício. Para sindicatos, texto não dá segurança

- Guardas municipais: não terão direito a esse benefício

Paridade salarial

- Forças Armadas e policiais militares: aumentos de salário aos funcionários na ativa serão concedidos também aos aposentados

- Policiais federais e civis: não terão esse benefício

- Guardas municipais: não terão direito a esse benefício

Regra de transição

- Forças Armadas e policiais militares: terão regra de transição para amenizar prejuízos com a reforma da Previdência

- Policiais federais e civis: não terão esse benefício

- Guardas municipais: não terão direito a esse benefício

Fonte: UPB, Fenapef, Cobrapol, APCF e Fenaguardas

 

Bolsonaro até brincou ao fazer acordo, diz sindicalista

O diretor da Fenapef, Flávio Werneck, disse que o próprio presidente não só combinou o acordo como fez uma brincadeira com ele quando o sindicalista mencionou um problema. "Ele olhou para Joice e disse: ‘Joice, vamos tratar de forma isonômica os militares e os policiais‘", narra o sindicalista. Gutierrez confirma: "Ele [Bolsonaro] determinou que a Joice e o Vítor Hugo colocassem nossas emendas no relatório do relator".

Pelo texto da reforma, se um soldado do Exército e um agente da PF, ambos com 27 anos, morrerem na fronteira na mesma operação, uma viúva terá pensão integral por toda a vida e a outra, apenas 43% do salário do falecido durante quatro meses. Ao ouvir isso, Bolsonaro teria brincado com Werneck: "Você está preocupado é com o Ricardão, né?".

 "Não foi feito acordo nenhum"

Na tarde de ontem (17), a assessoria de Jair Bolsonaro negou a existência do acordo que os policiais dizem que o presidente da República teria feito com eles. "Não houve acordo", afirmou ao UOL. "O presidente recebeu as categorias, recebeu as demandas e encaminhou ao relator para o Congresso analisar a questão, já que a PEC está tramitando lá", continua.

Apesar de o Palácio responsabilizar o Congresso por mudanças que beneficiariam os policiais, na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou os parlamentares que fizeram isso em relação a outras categorias.

A deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) confirmou a explicação do Palácio sobre os agentes de segurança. Disse que os termos tratados foram outros. "Não foi feito acordo nenhum", refutou a líder do governo em conversa com o UOL no plenário da Câmara na tarde de terça-feira (11). "O presidente falou: ‘Veja esse negócio aí e fale com o relator‘. Eu falei na reunião que não posso me comprometer sem fazer conta de quanto custa", afirmou.

"O presidente falou que é simpático e que quer que coloque eles lá. O que foi acordado? Vamos fazer contas para ver o que dá". Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo.

A deputada destacou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, estava na reunião, analisa os pedidos. E que recebeu retorno do governo de "dá para trabalhar" na questão da pensão por morte integral para as viúvas e na aposentadoria com salário completo. Outra mudança possível seria reduzir o tempo de serviço em atividades policiais para se garantir o benefício previdenciário.

O líder do governo no Senado, Major Olímpio, não estava na reunião de 20 de maio. Mas disse que é preciso saber se esse acordo não existiu mesmo. "Pega os vídeos de eu gritando com ela aqui", disse ele, em referência a bate-boca com Joice em que o senador acusou a deputada de não cumprir acordos feitos com representantes das forças de segurança.

Olímpio diz entender que manter o apoio dos policiais ao Palácio é uma questão a ser analisada. "Sempre é uma preocupação porque sempre foi um apoio muito forte do Jair Bolsonaro e de todos os nós, e não creio que a ideia seja gerar insatisfação com as categorias", destacou o senador.

Depois da apresentação do relatório de Samuel Moreira, o deputado Capitão Augusto (PR-SP), tentou articular uma mudança favorável aos policiais. Interlocutor do governo, o capitão da Polícia Militar não vê resistências em sua categoria ao governo. Mas luta para que os policiais civis, federais e rodoviários consigam os mesmos direitos que as Forças Armadas tiveram. "Vamos ver", contou ele ao UOL.

A ideia é tentar apresentar um destaque na votação do relatório na Comissão Especial da Câmara. Ainda não há data para essa votação.

 O tamanho da tropa

Polícia Federal: 10 mil

Polícia Civil: 120 mil

Guardas municipais: 120 mil

Polícia Militar: 428 mil

Forças Armadas: 359 mil (222 mil no Exército, 65 mil na Marinha e 72 mil na Aeronáutica)

 

Fontes: Governos Estaduais, Ministério da Justiça, Cobrapol, Fenapef, Fenaguardas Ministério da Defesa


Veto derrubado mostraria que lobby das aéreas não controla o Congresso


Bolsonaro transferiu o ônus político de manter a gratuidade de bagagem ao Congresso
Redação Redação 18/06/2019 às 00:01 | Atualizado às 20:58
Procon-DF autua duas empresas aéreas durante blitz no Aeroporto JK
Bolsonaro transferiu o ônus político de manter a gratuidade de bagagem ao Congresso. Foto: José Cruz/Agencia Brasil

O presidente Jair Bolsonaro devolveu ao Congresso o ônus político de manter a gratuidade de ao menos uma mala de 23kg por passageiro, nas viagens aéreas. Ele vetou a franquia aconselhado pela equipe econômica, que é muito sensível aos apelos do lobby das empresas aéreas. Com isso, o presidente ofereceu a Rodrigo Maia et caterva a oportunidade de provar que não servem aos interesses das empresas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Maia sentou-se em dezembro de 2016 no projeto do Senado anulando a cobrança de bagagem imposto pela Anac. Até matá-lo por “asfixia”.

Empresas aéreas e agência reguladora Anac juraram que a cobrança de malas, iniciada há 2 anos, reduziria o valor da passagem. Mentiram.

Aéreas e Anac inventaram – e Bolsonaro acreditou – que viajante sem bagagem paga caro porque o outro passageiro leva mala sem pagar.

Políticos desdenham do valor extorsivo de passagens aéreas no Brasil porque jamais pagam por elas. É um problema que não os afeta.

 

 

Diariodopoder.com.br

 


Bolsonaro expõe caso Rhuan, menino torturado e esquartejado pelas ‘mães’ gays


Mídia brasileira e mundial preferiu dar destaque a casal de lésbicas agredido em Londres

Bolsonaro expõe caso Rhuan, menino torturado e esquartejado pelas ‘mães’ gays

Jair Bolsonaro lançou luz, nesta terça (18), sobre um caso que desapareceu rapidamente do noticiário: o garotinho de 9 anos, Rhuan, que teve o órgão genital decepado, foi torturado durante meses, assassinado e esquartejado pela própria mãe e sua companheira, na cidade de Samambaia (DF), a poucos quilômetros do Palácio do Planalto. A polícia acredita que Rhuan foi morto e cortado em pedaços por ser menino. Bolsonaro defendeu prisão perpétua para casos assim. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No dia em que as duas mulheres foram presas por matar e esquartejar o menino, as manchetes se voltavam contra um caso de homofobia.

No Brasil e no mundo, todo destaque foi dedicado a duas mulheres vítimas de intolerância, agredidas em Londres por serem gays.

Sobre a intolerância em Londres, um site brasileiro cravou: “homofobia mata”. O caso Rhuan mostrou que heterofobia também. Até esquarteja.

Diariodopoder.com.br

 


Senado aprova projeto para sustar decreto das armas de Bolsonaro


Por 47 votos contra 28, senadores decidiram anular o decreto presidencial
André Brito André Brito 18/06/2019 às 21:14 | Atualizado às 21:15
Governo publica novo decreto sobre armas; cidadão comum não pode adquirir fuzis
Governo chegou a recuar em alguns pontos polêmicos. Foto: Divulgação

O plenário do Senado aprovou nesta terça (18) um projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizou a posse e o porte de armas.

Após intenso debate, o senadores decidiram por 47 votos contra 28, que o decreto excede as competências do presidente.

O regulamento do Executivo altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003). Assinado em maio pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o decreto concede porte a 20 categorias profissionais e aumenta de 50 para 5 mil o número de munições que o proprietário de arma de fogo pode comprar anualmente. Medidas que facilitam o acesso a armas e munição faziam parte das promessas de campanha de Bolsonaro.

Alguns senadores que se disseram favoráveis, mas consideraram que o decreto não era a forma correta de se fazer essa flexibilização. (Com Agência Senado)


Famup envia carta aos parlamentares pedindo inclusão dos municípios na Reforma da Previdência


A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) vai enviar uma carta aos 15 parlamentares paraibanos no Congresso – senadores e deputados – pedindo que lutem pela inclusão dos municípios na Reforma da Previdência. O relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), decidiu deixar os servidores públicos de estados e municípios fora do relatório, contrariando o desejo de quase todos os governadores e prefeitos do país. Segundo o presidente da Famup, George Coelho, o movimento municipalista vai trabalhar para que seja aprovada emenda em plenário incluindo os estados e municípios.

“Nós, da Famup, estamos juntos com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) na campanha Movimento Municipalista pela Reforma da Previdência – Equilíbrio para o Brasil, e por meio dessa carta, pedimos a ajuda da nossa bancada federal para que haja a inclusão dos entes locais no texto da reforma. Lamentamos a postura do relator da proposta na Câmara, que decidiu retirar Estados e Municípios do relatório, mas contamos com o empenho dos nossos senadores e deputados para que essa situação seja revertida”, afirmou George Coelho.

De acordo com ele, com a inclusão dos municípios e consequente aprovação da PEC 6/2019 haverá uma redução de despesa de R$ 41 bilhões em quatro anos e R$ 170 bilhões em dez anos com aposentadorias e pensões para os 2.108 municípios com Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do País. A Paraíba possui 70 municípios com regimes próprios e a economia chegaria a R$ 748.399.048,64, em quatro anos, e R$ 6.761.188.281,25, em 20 anos.

Isonomia – O presidente da CNM, Glademir Aroldi, informa que o movimento municipalista continuará unido para mostrar aos parlamentares a importância da manutenção dos municípios na reforma. Para o movimento, a retirada fere o princípio da isonomia, ao abranger 3.462 Municípios que pagam aposentadorias pela regra geral do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e excluir 2.108 Municípios que possuem Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). “Se os Estados terão dificuldade de cada um aprovar a sua reforma, imagine cada um desses Municípios. Essa reforma é para o desenvolvimento do País e não há desenvolvimento com uma medida que não contemple a toda a nossa Federação”, critica.

“Precisamos trabalhar todos juntos: Congresso, Governo Federal, Estados e Municípios, para que a Reforma seja para todos os Entes da Federação brasileira. Peço para que vocês façam contato com seus parlamentares e especialmente com o relator da reforma na Câmara dos Deputados. Isso é extremamente importante para os Municípios brasileiros. Os Municípios não podem ficar de fora da Reforma”, solicitou Aroldi aos gestores.

Previdência – O rombo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cresceu 3,2% no ano passado em comparação com 2017, considerando dados corrigidos pela inflação. As despesas da Previdência Social superaram a arrecadação em R$ 195,2 bilhões, sendo que em 2017 o déficit foi de R$ 182,4 bilhões. Sem considerar a inflação, a alta, portanto, foi de 7%. Para este ano de 2019, a estimativa é que haja um rombo de R$ 218 bilhões no INSS, segundo previsões do próprio governo.


Assessoria


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